PSICOLOGIA

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PSICOLOGIA by Mind Map: PSICOLOGIA

1. Voluntarismo

1.1. Principal Fundador: Wilhelm M. Wundt (1832-1920)

1.1.1. Principais influências de Gustav Theodor Fechner, Immanuel Kant, Helmholtz, Gottfried W. Leibniz, George Wilhelm

1.2. criação do primeiro laboratório de psicologia em Leipzig, na Alemanha, em 1879

1.3. Experiência Coinsciente Imediata

1.4. Tem como Teoria a maneira pelo qual a mente organiza as experiências pelo meio de um ato volitivo, que ao associarem-se dão origem aos processos mentais complexos

1.5. Método 1

1.5.1. Introspecção provocada em laboratório

1.5.1.1. Autoanálise do sujeito inserido na experiência

1.6. Método 2

1.6.1. Observação

1.6.1.1. Psicologia dos povos (Linguagem, mitos,religião,crenças): São produtos mentais surgidos ao longo da historia que dependem de certas condições psíquicas gerais sendo inacessíveis de experimentação

2. Bioenergética

2.1. Fundador: Alexander Lowen (1910-2008)

2.2. psicoterapia que lida com as bases biológicas das neuroses e está centrada nos processos biológicos envolvidos na saúde e na energia que alimenta esses processos, ou seja, se fundamenta na proposta de identidade funcional

2.3. De acordo com Lowen, a história de cada indivíduo está armazenada na estrutura no corpo. Todas as experiências vividas, o impacto das relações da primeira infância e os traumas físicos e emocionais são armazenados e contidos no corpo na forma de padrões de tensão muscular crônica

2.4. Método utilizado: : A análise bioenergética oferece ao psicólogo um instrumental adicional ao trabalho analítico, por meio do uso de exercícios e técnicas que permitem ao cliente alcançar uma profunda compreensão de seus estados emocionais, liberar padrões de tensão e alterar a forma como se relaciona consigo e com o mundo

3. Psicanálise

3.1. Fundador: Sigmund Freud (1853-1939)

3.1.1. Influencias: bases epistemológicas do Iluminismo, ou seja, do racionalismo iluminista, procurando estender o domínio da razão para o mundo das emoções

3.2. O objeto de estudo da psicanálise é o inconsciente, o que quebra com a tradição da psicologia como ciência da consciência e da razão

3.3. 1° Teoria do aparelho psíquico

3.3.1. inconsciente

3.3.2. pré-consciente

3.3.3. consciente

3.4. 2° Teoria do aparelho psíquico

3.4.1. ID

3.4.2. EGO

3.4.3. SUPEREGO

3.5. Inconsciente

3.5.1. Resistência

3.5.2. Repressão

3.6. Método de Associação Livre

3.6.1. O paciente é orientado a dizer o que lhe vem a cabeça, deixando de dar qualquer orientação consciente dos seus pensamentos.

3.7. Campos de Atuação: Organizacional e Clínico

4. Behaviorismo

4.1. Estudo do comportamento humano e animal

4.1.1. Uma das principais correstes da PSI ( Gestalt, Psicanálise e analítica)

4.1.1.1. Abordagem: Assume que todos os comportamentos são reflexos produzidos por uma resposta a certos estímulos do ambiente, a uma consequência de história desse indivíduo. trata também de teorias psicológicas que procuram postular o comportamento como objeto mais adequado da psicologia.

4.2. Behaviorismo metodológico

4.2.1. Principal porta voz: John B. Watson (1878-1958)

4.2.2. conceito: estímulo condicionado (EC), estímulo incondicionado (EI), estímulo Neutro (EN)

4.2.2.1. Condicionamento clássico: Desenvolvido por Ivan Paulov, se refere a troca de energia entre o ambiente e o indivíduo, já que o comportamento é uma resposta a um estímulo específico.

4.2.2.2. estímulo incondicionado: provoca uma resposta natural e automática, por exemplo, quando você cheira um dos seus alimentos prontos, você pode sentir fome e salivar, essa resposta não requer aprendizado, ela simplesmente acontece automaticamente.

4.2.2.3. estímulo neutro: não gera qualquer resposta, é, então, associado ou emparelhado com o estímulo não condicionado, a fim de criar um estímulo condicionado.

4.2.2.4. estímulo condicionado: surge como resultado, o que significa que quando um estímulo condicional é apresentado, a resposta condicionada torna-se a mesma que a resposta não condicionada ao estímulo não condicionado.

4.3. Behaviorismo Radical

4.3.1. Autor: Burrhus Frederic Skinner

4.3.2. anti-mentalista

4.3.2.1. Skinner era radicalmente anti-mentalista, uma vez que considerava não pragmáticas as noções internalistas (elementos mentais como origem do comportamento) que compõem as variadas teorias psicológicas existentes. Apesar disso, Skinner nunca negou em sua teoria a existência dos processos mentais, apenas defendeu que é improdutivo procurar nessas variáveis a motivação das atitudes humanas.

4.3.3. Filosofia da ciência do comportamento

4.3.3.1. defende que as diferentes explicações sobre o comportamento humano, deveriam ser resolvidas na base de evidências,não abstratas especulações, o Behaviorismo Radical, foi concebido, em experimentos realizados, sob rigor da produção do conhecimento científico, Desenvolvido dentro de um Laboratório.

4.3.4. Ivan Pavlov

4.3.4.1. A teoria do condicionamento operante.

4.3.4.1.1. Reforço ou punição positiva envolve a adição de uma consequência, enquanto punição ou reforço negativo remove um estímulo.

4.3.5. Caixa de Skinner

4.3.5.1. caixa de Skinner, também conhecida como câmara de condicionamento operante, é um aparelho fechado que contém uma barra ou chave que um animal pode pressionar ou manipular de modo a obter alimentos ou água como um tipo de reforço

4.4. Campos de Atuação: Psicologia Clínica, Organizacional, do esporte e Educacional

5. Epistemologia Genética

5.1. Fundador: Jean Piaget (1896-1980)

5.1.1. Influencias: consiste numa síntese das teorias então existentes, o apriorismo e o empirismo

5.1.1.1. Principais Influencias: teóricos de Wilhelm Reich discípulo de Freud, que se destacou por sua obra psicanalítica e suas pesquisas pioneiras nas áreas da biologia, física, política e antropologia.

5.1.1.1.1. Para Piaget, o conhecimento é gerado através de uma interação do sujeito com seu meio, a partir de estruturas existentes no sujeito. Assim sendo, a aquisição de conhecimentos depende tanto das estruturas cognitivas do sujeito como de sua relação com os objetos

5.1.2. Estágios do Desenvolvimento

5.1.2.1. De 0 a 1 ½ ou 2 anos: Sensório-motor De 1 ½ ou 2 anos até 6 ou 7 anos: Pré-operatório De 7 ou 8 anos até 11 ou 12 anos: Operatório concreto De 11 ou 12 anos em diante: Operatório formal

5.1.2.1.1. Sensório-Motor A criança busca adquirir coordenação motora e aprender sobre os objetos que a rodeiam. . Período mais elementar: é o período em que a criança é introduzida no mundo, suas capacidades estão limitadas em manusear pequenos objetos, alimentar-se, e a os poucos locomover-se, de inicio pequenas distancias e para o fim do período consegue caminhar e atingir distancias um pouco mais extensas. . Período em que a criança capta o mundo pelas sensações; . O bebe pequeno inicialmente não separa o eu do objeto . É como se ele e o mundo fosse uma coisa só

5.1.2.1.2. Pré-Operatório A criança adquire a habilidade verbal e simbólica. Nesse estágio, ela inicia a nomear objetos e raciocinar intuitivamente, mas ainda não consegue realizar operações propriamente lógicas: . Fase bastante egocêntrica . Realiza representações mentais de objetos

5.1.2.1.3. Operatório Concreto A criança começa a formar conceitos como os de número e classes. Possui lógica consistente e habilidade de solucionar problemas concretos.

5.1.2.1.4. Operatório Formal O adolescente começa a raciocinar de forma lógica com enunciados puramente verbais (hipóteses) . raciocínio hipotético-dedutivo . deduções lógicas sem o apoio de objetos concretos . refletir para além do real presente . refletir sobre possibilidades . fazer planos . elaborar “teorias” . construir “sistemas” . pensar sobre o próprio pensamento.

5.1.3. como o conhecimento se desenvolvia nos humanos

5.1.3.1. Durante sessenta anos, Jean Piaget coordenou projetos de pesquisas, que deram base à compreensão contemporânea do desenvolvimento infantil. Piaget estava interessado em investigar como o conhecimento se desenvolvia nos humanos. Piaget fez sua formação inicial em Biologia e por isso alguns conceitos desta disciplina influenciaram sua teoria e descobertas sobre o desenvolvimento infantil.

5.1.4. Construção do conhecimento

5.1.4.1. Esquema: São estruturas que se modificam com o desenvolvimento mental e que tornam-se cada vez mais refinadas à medida em que a criança torna-se mais apta a generalizar os estímulos. Por este motivo, os esquemas cognitivos do adulto são derivados dos esquemas sensório-motores da criança e, os processos responsáveis por esses mudanças nas estruturas cognitivas são assimilação e acomodação.

5.1.4.2. Assimilação: É o processo cognitivo de colocar (classificar) novos eventos em esquemas existentes. É a incorporação de elementos do meio externo (objeto, acontecimento, ...) a um esquema ou estrutura do sujeito. Em outras palavras, é o processo pelo qual o indivíduo cognitivamente capta o ambiente e o organiza possibilitando, assim, a ampliação de seus esquemas. Na assimilação o indivíduo usa as estruturas que já possui.

5.1.4.3. Acomodação: É a modificação de um esquema ou de uma estrutura em função das particularidades do objeto a ser assimilado. A acomodação pode ser de duas formas, visto que se pode ter duas alternativas: Criar um novo esquema no qual se possa encaixar o novo estímulo, ou Modificar um já existente de modo que o estímulo possa ser incluído nele. Após ter havido a acomodação, a criança tenta novamente encaixar o estímulo no esquema e aí ocorre a assimilação. Por isso, a acomodação não é determinada pelo objeto e sim pela atividade do sujeito sobre este, para tentar assimilá-lo. O balanço entre assimilação e acomodação é chamado de adaptação.

5.1.4.4. Equilibração: É o processo da passagem de uma situação de menor equilíbrio para uma de maior equilíbrio. Uma fonte de desequilíbrio ocorre quando se espera que uma situação ocorra de determinada maneira, e esta não acontece.

6. Humanista (1950)

6.1. A psicologia humanista surgiu como uma reação ao determinismo dominante nas outras práticas psicoterapêuticas,

6.1.1. Em 1962 foi fundada a AHP (American Association for Humanistic Psychology), Associação Americana de Psicologia Humanista, que se tornou a força impulsionadora do movimento

6.2. Influências Filosóficas

6.2.1. Filosoficamente baseia-se a psicologia humanista sobretudo no humanismo, no existencialismo (Jean-Paul Sartre, Martin Heidegger) bem como na fenomenologia (Edmund Husserl) e na autonomia funcional (Gordon Allport).

6.2.1.1. Considera o indivíduo como responsável pela sua vida e pelas suas ações, sendo capaz de encontrar seu próprio caminho para a liberdade

6.3. Abraham Maslow: Pirâmide de Maslow

6.3.1. Define uma hierarquia diferente das necessidades humanas, a partir da mais básica (fisiológica), até chegar ao topo, onde você encontraria a autorrealização.

6.4. Características da psicologia humanista

6.4.1. Fornece uma ampla perspectiva holística, ou seja, caracteriza-se por ver a pessoa como um todo, numa base global. Cada um dos aspectos possui a mesma relevância. Os pensamentos, o corpo, as emoções e o lado espiritual. Estes aspectos estão inter-relacionados e se confluem mutuamente. Eles são a principal via pela qual o indivíduo encontra a si mesmo.

6.4.2. A existência humana ocorre em um contexto interpessoal, portanto, é muito importante e necessário o relacionamento com os outros, levando em conta o contexto em que é produzido, para o desenvolvimento individual do ser humano

6.4.3. As pessoas possuem a capacidade de fazer suas próprias escolhas, de responsabilizar-se e de proceder para um desenvolvimento e implantação de seu próprio potencial.

6.4.4. Promove e facilita o desenvolvimento pessoal. O psicólogo serve como uma ferramenta para que a pessoa, através de recursos próprios, possa vir a compreender-se e desenvolver-se.

6.4.5. As pessoas têm uma tendência inata de autorrealização. O ser humano pode confiar na sabedoria dessa parte do seu interior, já toda a cura está em suas próprias respostas. Isto precisa ser entendido, pois não é necessário controlar o ambiente ou controlar as próprias emoções suprimindo-as.

6.5. Método experimental

6.6. campos de atuação: Educacional,Social,Movimentos políticos, Hospitalar,Psicologia Transpessoal e Positiva

7. Estruturalismo

7.1. Fundador: Edward B. Titchener (1867-1927)

7.1.1. Influência: Wilhelm M. Wundt

7.1.2. Erro de estímulo: As características são deixadas de lado em favor da descrição mais simples do objeto

7.1.3. estrutura consciente da mente, as sensações ( Experiência Consciente)

7.1.4. Titchener define a consciência como a soma de experiências vividas num determinado momento, e a mente como a soma de experiências, acumuladas ao longo da vida

7.1.5. Titchener propôs três estados elementares de consciência

7.1.5.1. sensações: que são os elementos básicos da percepção e ocorrem nos sons, nas visões, nos cheiros e em outras experiências evocadas por elementos físicos do ambiente

7.1.5.2. imagens: que são elementos de ideias e remetem a experiências não necessariamente presentes no momento, assim como a lembrança de uma experiência passada

7.1.5.3. sentimentos: que seriam elementos da emoção, presentes em experiências como o amor, o ódio ou a tristeza

8. Funcionalismo

8.1. principais representantes William James e John Dewey (1842-910)

8.1.1. Influência: Charles Darwin, Francis Golton

8.2. Edward Tichiner

8.2.1. Batiza a Psicologia Funcionalista em 1898

8.3. Objeto : a Experiência Comum consciente

8.3.1. Utiliza a Experiência de forma particular da introspecção controlada

8.3.2. Enfatiza os atos ou processos mentais

8.4. O que defende: A mente deve ser estudada em função de sua utilidade no organismo, tendo em conta a adaptação ao seu meio.

8.5. Método

8.5.1. Estudo de sujeito comum, exceto crianças, animais e Loucos

8.6. Sedes

8.6.1. Unidade de Chicago

8.6.2. Columbia

8.7. precursores do funcionalismo

8.7.1. Charles Darwin: Teoria da evolução e a psicologia

8.7.2. Francis Galton: Associação de idéias diversidade de associação tempo de reação

8.8. William James

8.8.1. momentos

8.8.1.1. Psicológico (1870 a 1890)

8.8.1.1.1. Pequeno laboratório

8.8.1.2. filosófico (1880)

8.8.2. Conceitos

8.8.2.1. Self,Eu,Ego

8.8.2.2. Fluxo de pensamentos

9. Gestaltismo

9.1. Autores: Principais: Max Wertheiner (1880-1943) Wolfgang Koher (1887-1967)

9.2. Objeto de estudo: comportamente

9.3. Método: percepção do todo

9.4. Noções Fundamentais

9.4.1. Noção de sensação

9.4.2. Hipótese da Constância

9.5. Principios

9.5.1. Similiaridade

9.5.2. Proximidade

9.5.3. Finalidade

9.6. Campos de Atuação: psicologia Clínica

10. Psicologia Cognitiva

10.1. Surgimento e Influências

10.1.1. A Psicologia Cognitiva surgiu, em parte, por causa do crescente reconhecimento de que entender a psique era algo sensivelmente mais complexo do que se pensava ser no comportamentalismo behaviorista.

10.1.2. O fato da visão tradicional de ciência ter sido minada (Eysenck& Keane, 1994) contribuiu para que a Psicologia Cognitiva começasse a formar sua identidade científica.

10.2. Métodos

10.2.1. Estudo sobre a adaptação dos seres humanos no seu ambiente, de uma formais mais precisa e sistemática, através dos seus processos mentais.

10.2.1.1. 2. Defende a existência de estados mentais internos, tais como: o desejo; as crenças (conjunto de suposições desejadas, inconsciente ou conscientemente por indivíduos ou grupos); as motivações (impulso de materialização do desejo na conduta dos indivíduos de forma consciente ou inconsciente), tais estados mentais vão contra os preceitos da psicologia comportamental.

10.2.1.2. 1. Refuta a introspecção e adota o método científico positivista como método válido de investigação, o que contraria os métodos fenomenológicos, como a psicologia freudiana, por exemplo.

10.3. Objetivo de estudo: Análise dos processos mentais

10.4. 1. Esboço primário

10.4.1. Esboço primário: é o primeiro nível de organização perceptiva visual. Aqui são organizados os estímulos como luz e sombra, que permitem identificar dados como textura e as bordas da figura, que são os elementos que dão as características básicas do objeto percebido. O esboço primário contém, segundo este modelo, somente informações bidimensionais.

10.5. 2. Esboço 2½D (bi-e meio-dimensional): segundo nível de organização

10.5.1. segundo nível de organização. Aqui é "montada" uma imagem que contém dados referentes à profundidade do objeto ou cena, e dados mais complexos, como concavidades e saliências, através da combinação de dados do esboço primário.

10.6. 3. Modelo em 3D (tridimensional):

10.6.1. consiste na construção de um modelo estável, que permite "rotações mentais" da figura. Nestas rotações, as informações do objeto percebido não variam conforme o observador vai se deslocando, porque é construída a imagem mental do objeto percebido, que pode ser manipulada mentalmente.

10.7. Memória

10.7.1. pode ser dividida em três processos

10.7.1.1. Codificação: processo de entrada e registro inicial da informação. A codificação diz respeito à capacidade que o aparato cognitivo possui de captar a informação e mantê-la ativa por tempo suficiente para que ocorra o processo de armazenamento, segunda etapa da memória. Armazenamento: capacidade de manter a informação pelo tempo necessário para que, posteriormente, ela possa ser recuperada e utilizada Evocação ou reprodução: capacidade de recuperar a informação registrada e armazenada, para posterior utilização por outros processos cognitivos (pensamento, linguagem, afeto, etc.).

10.8. Representação do conhecimento

10.8.1. Imagem Mental Codificação preposicional Modelos mentais

10.9. Linguagem

10.9.1. Gramática e Linguística fonética e fonologia aquisição de linguagem

10.10. Pensamento

10.10.1. Lógica e raciocínio formal ou natural Formação de conceitos Resolução de problemas Julgamento e tomada de decisão

11. Psicologia Social

11.1. objeto de estudo é o comportamento dos indivíduos quando estão em interação.

11.2. Surgiu no século XX como uma área de atuação da psicologia para estabelecer uma ponte entre a psicologia e as ciências sociais

11.3. Categorias fundamentais da Psicologia Social

11.3.1. Estuda as relações interpessoais

11.3.1.1. - influências; - conflitos; comportamento divergente - autoridade, hierarquias, poder; - o pai, a mãe e a família em distintos períodos históricos e culturas - a violência doméstica, contra o idoso, a mulher e a criança

11.3.2. Investiga os factores psicológicos da vida social

11.3.2.1. - sistemas motivacionais (instinto); - estatuto (status) social; - liderança; - estereótipos (estigma); - alienação; - Identidade, valores éticos;

11.3.3. Analisa os factores sociais da Psicologia Humana

11.3.3.1. motivação; - o processo de socialização - as atitudes, as mudanças de atitudes; - opiniões / Ideologia, moral; - preconceitos; - papéis sociais - estilo de vida (way of life - modo ou gênero de vida) Agressão humana (violência) Trabalho e Ação Social Relações de Gênero, Raça e Idade Psicologia das Classes Sociais – Relações de Poder Questões sociopolíticas Dinâmica dos Movimentos Sociais As Multidões ou Massas Saúde mental e justiça: interfaces contemporâneas,

11.4. Níveis de análise

11.4.1. Intra-individual

11.4.2. inter-individual

11.4.3. posicional

11.4.4. Ideológico

12. Experiência Humana

13. Humanismo

14. Clínica