Projeto Triunfo Transbrasiliana

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Projeto Triunfo Transbrasiliana by Mind Map: Projeto Triunfo Transbrasiliana

1. Contexto da organização

1.1. Transbrasiliana

1.1.1. 7S

1.1.1.1. Estrutura Organizacional-(Structure):Arranjo das funções, departamentalização da empresa e níveis hierárquicos

1.1.1.2. Estratégia-(Strategy): Posicionamento de mercado, missão, visão e objetivos estratégicos

1.1.1.3. Sistemas e Processos-(Systems):Processos internos e sistemas de medição e informação

1.1.1.4. Equipe-(Staff): Equipe interna, clima organizacional, relacionamentos

1.1.1.5. Habilidades e Competências-(Skills): O que a empresa possui de inteligência do negócio para atuar em seu setor

1.1.1.6. Cultura e Valores Compartilhados-(Shared Values): Valores organizacionais vigentes

1.1.1.7. Estilo-(Style): Estilo gerencial praticado pela liderança

1.1.2. Governança e papéis e responsabilidades

1.1.3. Prêmios e certificações (Site Triunfo)

1.1.3.1. Comprometida com a sustentabilidade e a preservação da natureza, a concessionária desenvolve nove programas ambientais, que auxiliam nas principais questões de preservação do entorno da rodovia. Como resultado do esforço e comprometimento, a Triunfo Transbrasiliana possui a certificação internacional nas normas ISO 9001, ISO14001 e OHSAS 18001, respectivamente qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho.

1.1.3.2. O projeto “Multiplicadores em Educação Ambiental – Caderno do Professor” da Triunfo Transbrasiliana ficou em terceiro lugar no Ranking Benchmarking Brasil 2015, anunciado dia 2 de julho de 2015, em São Paulo. A certificação concedida pelo programa Benchmarking Brasil, do Instituto Mais, valoriza as ações voltadas à sustentabilidade no dia a dia das organizações. Com a conquista, a ação da concessionária que visa capacitar agentes multiplicadores quanto à proteção ambiental passou a integrar o Ranking Benchmarking Brasil 2015, o maior banco digital de práticas de sustentabilidade e com livre acesso do país.

1.1.3.3. A Triunfo Transbrasiliana recebeu o Certificado de Reconhecimento 2015 da Childhood Brasil por suas ações em defesa da infância e contra a exploração de crianças e adolescentes em rodovias brasileiras, durante o 9° Encontro Anual Na Mão Certa realizado em novembro de 2015, em São Paulo/SP.

1.1.3.4. Certificado de Reconhecimento 2015 e 2016 da Childhood Brasil por suas ações em defesa da infância e contra a exploração de crianças e adolescentes em rodovias brasileiras.

1.1.3.5. A Triunfo Transbrasiliana recebeu o troféu Dourado pela atuação conjunta à ONG SOS Rio Dourado, em atividades e projetos ambientais realizados durante o ano de 2016. A organização não governamental, sem fins lucrativos, desenvolve ações e programas de proteção, recuperação e preservação ambiental na região de atuação da Concessionária.

1.1.4. Perfil

1.1.4.1. Em setembro de 2014, a Triunfo Participações e Investimentos S.A. firmou contrato de compra e venda para a aquisição de 100% das quotas da empresa detentora de 100% do capital social da Transbrasiliana Concessionária de Rodovia S.A. Dessa forma, em 5 de janeiro de 2015, o trecho paulista da rodovia BR-153 passou a ser Triunfo Transbrasiliana.

1.1.4.2. Poder concedente: Federal

1.1.4.2.1. Agência reguladora: ANTT

1.1.4.3. Números

1.1.4.3.1. 321,600km

1.1.4.3.2. 22 municípios

1.1.4.3.3. A via forma um importante corredor rodoviário com extensão de 1.839,1 quilômetros, integrando as concessões da Triunfo Concebra e Triunfo Econorte e recebe em média 27,4 milhões de veículos equivalentes a cada ano

1.1.4.3.4. 7 SAUs

1.1.4.3.5. 4 Praças de pedágios

1.1.4.3.6. Período de concessão: 2008 - 2033 (Triunfo entrou em 2015)

1.1.5. Documentos recebidos

1.1.5.1. Indicadores

1.1.5.1.1. Doc: Indicadores Tranbrasiliana Dezembro 2017

1.1.5.1.2. R: Como os indicadores são disponibilizados para os gestores? Como são feitas as análises críticas?

1.1.5.2. Planejamento Estratégico

1.1.5.2.1. R: Como é o acompanhamento e revisão das iniciativas estratégicas? Como é feito a gestão de objetivos e metas?

1.1.5.3. P2-LOF-Relatorio de auditorias

1.1.5.3.1. Open Findings

1.1.5.3.2. Closed Findings

1.1.5.4. Planilha Autos de Infração

1.1.5.4.1. Regulatório

1.1.5.4.2. Operações

1.1.5.4.3. Engenharia

1.1.5.4.4. R: Existe análise crítica e definição de barreiras contra os autos?

1.1.5.5. Programas de Metas

1.1.5.5.1. Meta Empresarial

1.1.5.5.2. Meta específica

1.1.5.6. Auditoria Interna

1.1.5.6.1. Indefinição de SLAS

1.1.5.6.2. Fata de definição de tratativas das NCs

1.1.5.6.3. Lacunas na definição de Papéis e Responsabilidades

1.1.5.6.4. Lacunas na definição e utilização de procedimentos e regras internas (SLAs, responsabilidade, etc)

1.1.5.6.5. Áreas

1.1.6. Entrevistas

1.1.6.1. Presidente-Dorival

1.1.6.1.1. Geral

1.1.6.1.2. Atenção

1.1.6.2. Diretor de Op-Eng-Xisto

1.1.6.2.1. Geral

1.1.6.2.2. Atenção

1.1.6.3. Diretor-ADM/FIN-Marcus

1.1.6.3.1. Geral

1.1.6.3.2. Atenção

1.1.6.4. Gerente de operações-Vlademir

1.1.6.4.1. Geral

1.1.6.4.2. Atenção

1.1.6.5. Gerente de PE-Regulatório-Ismael

1.1.6.5.1. Geral

1.1.6.5.2. Atenção

1.1.6.6. Gerente de planejamento-Conserva-Rodrigo-Bruno

1.1.6.6.1. Engenharia

1.1.6.6.2. Planejamento

1.1.6.7. Adriano - Adm-Fin

1.1.6.7.1. Geral

1.1.6.7.2. Atenção

1.1.6.8. Coordenador de RH-Emerson

1.1.6.8.1. Geral

1.1.6.8.2. Atenção

1.1.6.9. Jurídico-José

1.1.6.9.1. Geral

1.1.6.9.2. Atenção

1.1.6.10. SGI-Wilson

1.1.6.10.1. Geral

1.1.6.10.2. Atenção

1.1.6.11. Comunicação-Priscilla

1.1.6.11.1. Geral

1.1.6.11.2. Atenção

1.2. Triunfo Participações e Investimentos

1.2.1. Diretrizes-Princípios Organizacionais

1.2.1.1. Missão Prover serviços públicos de infraestrutura diferenciados e com qualidade, satisfazendo nossos clientes e tornando-se, assim, a Companhia mais valorizada do mercado neste segmento de atuação. Visão Ser referência no mercado de serviços de infraestrutura, tendo como filosofia a inovação e o pioneirismo. Valores Estamos convictos de que para alcançarmos um desenvolvimento sustentável precisamos de: Respeito ao ser humano Respeito ao meio ambiente Apoio às comunidades onde estamos inseridos Inovação Ética Qualidade Transparência Tecnologia

1.2.2. Perfil

1.2.2.1. capital aberto, a Triunfo está listada no Novo Mercado, o mais alto nível de Governança Corporativa da B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) como TPIS3

1.2.2.2. Estrutura Societária

1.2.2.2.1. Participação acionária relevante na área de rodovias

1.2.2.3. Números

1.2.2.3.1. Setores de atuação

1.2.2.3.2. Receita Liq Ajustada: R$ 1,5Bilhões

1.2.2.3.3. 5.650 funcionários

1.2.3. Governança corporativa

1.2.3.1. Conselho de administração

1.2.3.1.1. O Conselho de Administração da Triunfo é o seu órgão de deliberação colegiada, responsável pelo estabelecimento das políticas e diretrizes gerais de negócio, incluindo a sua estratégia de longo prazo, o controle e a fiscalização do desempenho da Companhia. É responsável, também, dentre outras atribuições, pela supervisão da gestão dos Diretores da Triunfo.

1.2.3.1.2. Segundo o Regulamento do Novo Mercado e o Estatuto Social da Companhia, o Conselho de Administração da Companhia será composto por, no mínimo, 20% de conselheiros independentes.

1.2.3.1.3. O Conselho de Administração da Triunfo reúne-se, ordinariamente, quatro vezes por ano e, extraordinariamente, sempre que o interesse social assim o exigir, mediante convocação por escrito de seu Presidente, pela maioria de seus membros ou pelo Diretor Presidente, com antecedência mínima de oito dias e com apresentação da pauta dos assuntos a serem tratados

1.2.3.2. Diretoria Executiva

1.2.3.2.1. Os Diretores da Triunfo são responsáveis pela prática dos seus negócios em geral e de todos os atos necessários ou adequados, assim como pela execução das deliberações do Conselho de Administração da Companhia. Os diretores têm responsabilidades pessoais e são nomeados pelo Conselho de Administração para um mandato unificado de dois anos, podendo ser reeleitos

1.2.3.2.2. Diretor Presidente - Carlos Alberto Bottarelli

1.2.3.2.3. Diretor Adm/Fin - Sandro Antonio de Lima

1.2.3.2.4. Diretor de Novos negócios - Luiz Alberto Kuster

1.2.3.2.5. Diretor de RInstitucionais-Luiz Eduardo Barros Manara

1.2.3.3. Conselho Fiscal

1.2.4. Programa de Integridade

1.2.4.1. Código de Conduta

1.2.4.1.1. R: Relacionamento Interno - Código cita que erros devem ser reportados imediatamente para devido tratamento

1.2.4.1.2. R: Brindes para agendes públicos está contida na Política Anticorrupção

1.2.4.1.3. R: Ite 5.2 Doações - Devem ser acompanhadas pelo Instituto Triunfo

1.2.4.1.4. R: Item 5.4 - Relacionamento poder público: Diretrizes na Política Anti Corrupção que teve como referência a Lei 12.846

1.2.4.1.5. R: 5.7-Midia e imprenssa - Contato somente através de Porta Voz

1.2.4.1.6. R: Item 7 - Fornecedores: Deverão respeitar o Código de Conduta, Política Anticorrupção e Política Triunfo de Sustentatibilidade

1.2.4.2. Política Anticorrupção Triunfo

1.2.4.3. Canal Confidencial

1.2.4.3.1. R: gerenciadas por uma empresa externa e especializada no assunto.

1.2.4.4. Comitê Triunfo de Integridade

1.2.4.4.1. Responsabilidades

1.2.4.5. Existe regimento interno

1.2.5. Política de Meio Ambiente

1.2.6. Política Triunfo de Sustentabilidade

1.2.6.1. Gestão de Pessoas

1.2.6.1.1. Programa Ser Triunfo

1.2.6.1.2. Programa de Inclusão

1.2.6.1.3. Programa Aprendiz

1.2.6.1.4. Programa Estágio

1.2.6.2. Diretrizes

1.2.6.2.1. Ética e Integridade

1.2.6.2.2. Satisfação de usuários e clientes

1.2.6.2.3. Inovação

1.2.6.2.4. Valorização de profissionais

1.2.6.2.5. Conservação ambiental

1.2.6.2.6. Engajamento comunitário

1.2.6.2.7. Gestao responsavel

1.2.6.3. Existe regimento Interno

1.2.7. Política Triunfo de Relacionamento com Stakeholders

1.2.7.1. R: Existe Matriz de gerenciamento de partes interessadas?

1.2.8. Política Triunfo de Comunicação e Marketing

1.2.8.1. R: Existe documentos e instrumentos do desdobramento desta politica nas empresas?

1.2.8.1.1. Qual nível de alçada das gerências locais?

2. Contrato de Concessão

2.1. Informações gerais

2.1.1. Edital n.005/2007

2.1.1.1. 2 Etapa de concessões federais

2.1.1.2. BR153-DIv MG/SP-Div SP/PR

2.1.1.3. Empresas Controladoras: TPI – Triunfo Participações e Investimentos S. A. Trecho Objeto da Concessão: BR-153/SP – Divisa MG/SP – Divisa SP/PR Extensão do Trecho Concedido: 321 Km Data da Assinatura: 14/02/2008 Início da Concessão: 18/02/2008 Prazo da Concessão: 25 anos Início da Cobrança de Pedágio: 18/12/2008 Compromissos assumidos: Contrato Data de reajuste anual da tarifa de pedágio: 18/dez

2.1.1.4. Disciplinado pelo PER-Programa de Exploração Rodoviária

2.1.1.5. Fontes de receita

2.1.1.5.1. Pedágio

2.1.1.5.2. Acessórias

2.1.1.6. Riscos

2.1.1.6.1. Concessionária assume integralmente todos os riscos

2.1.1.7. Pesagem

2.1.1.8. Todas as licenças são de responsabilidade da concessionária

2.1.2. Principais compromissos

2.1.2.1. Mensal

2.1.2.1.1. 16.11. Relatório de reclamações

2.1.2.1.2. 16.18, Relatórios mensais

2.1.2.2. Semestral

2.1.2.2.1. 16.15. Relatório de impactos ambientais

2.1.2.3. Trimestral

2.1.2.3.1. 16.18. Balancete contábil

2.2. PER

2.2.1. 2. Conservação da rodovia

2.2.1.1. Pavimento

2.2.1.1.1.  Permanência de panelas, ou deformações plásticas em pontos localizados no pavimento flexível: prazo máximo de 24 horas;

2.2.1.1.2.  Ausência ou deficiência de selagem em juntas e trincas do pavimento rígido: prazo máximo de 7 dias;

2.2.1.1.3.  Permanência de placas com defeitos de alçamento de placas, fissura de canto, placa dividida (rompida), escalonamento ou degrau, placa bailarina, quebras localizadas e passagem de nível com grau de severidade classificado como Alto: 72 horas

2.2.1.2. ELEMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA

2.2.1.2.1.  Recomposição ou reposição de sinalização horizontal deficiente, a partir de evento que a tenha comprometido ou da constatação de desgaste normal: prazo máximo de 72 horas;

2.2.1.2.2.  Reposição ou recuperação de sinalização vertical ou aérea ausente ou deteriorada: prazo máximo de 7 dias para a sinalização de informação e orientação e de 72 horas para a sinalização de advertência e de regulamentação;

2.2.1.2.3.  Recomposição ou reparo em dispositivos de segurança (defensas metálicas, barreiras em concreto, etc): prazo máximo de 24 horas em situações que ofereçam risco ao usuário e de 72 horas nos demais casos e para os demais itens complementares.

2.2.1.3. OBRAS-DE-ARTE ESPECIAIS

2.2.1.3.1.  Permanência de junta de dilatação danificada: prazo máximo de 30 dias;

2.2.1.3.2.  Permanência de aparelho de apoio danificado ou com deformação excessiva: prazo máximo de 30 dias;

2.2.1.3.3.  Permanência de vegetação nas juntas de dilatação ou junto aos aparelhos de apoio: prazo máximo de 7 dias;

2.2.1.3.4.  Permanência de áreas deterioradas, com vestígio de oxidação ou com pintura danificada nas barreiras ou guarda corpos de passarelas: prazo máximo de 7 dias;

2.2.1.3.5.  Permanência de dispositivo de drenagem obstruído: prazo máximo de 72 horas;

2.2.1.3.6.  Permanência de áreas danificadas nas barreiras ou guarda-corpos de passarelas, por acidentes ou outra situação em que se caracterize, a critério da fiscalização, situação de risco para usuários ou população lindeira: prazo máximo de 24 horas para solução provisória e 72 horas para definitiva;

2.2.1.4. SISTEMA DE DRENAGEM E OBRAS-DE-ARTE CORRENTES

2.2.1.4.1.  Permanência de dispositivo de drenagem ou OAC obstruído ou com problemas que prejudiquem seu funcionamento pleno: prazo máximo de 72 horas;

2.2.1.4.2.  Permanência de dispositivo de drenagem ou OAC com problemas, sem prejuízo de seu funcionamento pleno: prazo máximo de 30 dias.

2.2.1.5. TERRAPLENOS E ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO

2.2.1.5.1.  Remoção de material proveniente de deslizamento em corte e limpeza da plataforma: no máximo, 6 horas, em geral, ou compatível com a magnitude da ocorrência, demonstrado em relatório individual a ser apresentado em cada situação;

2.2.1.5.2.  Recomposição de erosão em corte ou aterro: no máximo, 72 horas, exceto quando necessário o retaludamento, programado como serviço de Manutenção

2.2.1.5.3.  Selagem de trincas em terraplenos: 24 horas;

2.2.1.5.4.  Execução de reparos nas estruturas de contenção: prazo máximo de 72 horas

2.2.1.6. CANTEIRO CENTRAL E FAIXA DE DOMÍNIO

2.2.1.6.1.  Ausência total de vegetação rasteira com comprimento superior a 10 cm nas áreas nobres (acessos, trevos, Praças de Pedágio, Postos de Pesagem, etc) ou a 30 cm, nos demais locais da faixa de domínio;

2.2.1.6.2.  Ausência de vegetação que afete a visibilidade dos usuários ou cause perigo à segurança de tráfego, estruturas, linhas elétricas ou telefônicas, dutos, etc, ou que estejam mortas ou, ainda, afetadas por doença;

2.2.1.6.3.  Remoção da massa verde, produto dos serviços de capina, poda ou roçada do revestimento vegetal da faixa de domínio para local previamente determinado: prazo máximo de 48 horas;

2.2.1.6.4.  Reparos, substituição ou implantação de cercas em locais com problemas: prazo máximo de 24 horas;

2.2.1.6.5.  Comunicação à PRF e notificação do autor, no caso de ocupação irregular da faixa e domínio ou acesso não autorizado à RODOVIA: prazo máximo de 24 horas;

2.2.1.6.6.  Comunicação à PRF, no caso de ocupação irregular de área não edificante da RODOVIA: prazo máximo de 24 horas.

2.2.1.7. EDIFICAÇÕES E INSTALAÇÕES OPERACIONAIS

2.2.1.7.1.  Ausência de qualquer condição relacionada aos serviços previstos em 2.7.1, que demonstre deficiência de conservação em edificação ou instalação operacional específica.

2.2.1.8. SISTEMAS ELÉTRICOS E DE ILUMINAÇÃO

2.2.1.8.1.  Ausência de qualquer condição relacionada aos serviços previstos em 2.8.1, que demonstre deficiência de conservação em sistema específico.

2.2.2. 3. Monitoração

2.2.2.1. sistema de monitoração das estruturas físicas

2.2.2.1.1.  Pavimento;

2.2.2.1.2.  Elementos de Proteção e Segurança;

2.2.2.1.3.  Obras-de-Arte Especiais;

2.2.2.1.4.  Sistema de Drenagem e Obras-de-Arte Correntes;

2.2.2.1.5.  Terraplenos e Estruturas de Contenção;

2.2.2.1.6.  Canteiro Central e Faixa de Domínio;

2.2.2.1.7.  Edificações e Instalações Operacionais

2.2.2.1.8. Sistemas Elétricos e de Iluminação

2.2.2.2. sistema de monitoração dos processos gerenciais

2.2.2.2.1.  Sistemas de Assistência ao Usuário

2.2.2.2.2.  Sistemas de Gerenciamento Operacional

2.2.2.2.3.  Sistemas de Controle Ambiental

2.2.3. 4. Manutenção

2.2.3.1. O que é?

2.2.3.1.1. A MANUTENÇÃO DA RODOVIA compreende o conjunto de intervenções físicas programadas que a Concessionária deverá realizar com o objetivo de recompor e aprimorar as características técnicas e operacionais das estruturas físicas da concessão dentro de padrões estabelecidos, ou, ainda, prevenir que sejam alcançados níveis indesejados

2.2.3.2. PAVIMENTO

2.2.3.2.1.  Ausência de desnível entre faixas de tráfego contíguas;

2.2.3.2.2.  Desnível entre a faixa de tráfego e o acostamento inferior a 2,5 cm;

2.2.3.2.3.  Ausência de áreas excessivamente remendadas;

2.2.3.2.4.  Flechas nas trilhas de roda, medidas sob corda de 1,20 m, inferiores a 7 mm;

2.2.3.2.5.  Irregularidade longitudinal máxima de 2,7 m/km, em 100% da RODOVIA

2.2.3.2.6.  Ausência de áreas afetadas por trincas interligadas de classe 3;

2.2.3.2.7.  Percentagem de área trincada (TR) máxima de 15%, em 100% da RODOVIA;

2.2.3.2.8.  Deflexão Característica (Dc) máxima de 50 x 10-2 mm.

2.2.3.3. ELEMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA

2.2.3.3.1. Os serviços deverão se desenvolver de acordo com os Procedimentos Executivos descritos. Ao longo de toda a fase de MANUTENÇÃO DA RODOVIA, do 6º ao 25º ano de concessão, a sinalização horizontal, vertical e aérea não deverá ter, em nenhum momento, em qualquer elemento, índice de retrorefletância inferior a 120 mcd/lx.m2.

2.2.3.4. OBRAS-DE-ARTE ESPECIAIS

2.2.3.4.1. Os serviços deverão se desenvolver de acordo com os Procedimentos Executivos descritos. Ao longo de toda a fase de MANUTENÇÃO DA RODOVIA, do 6º ao 25º ano de concessão, as OAE’s deverão ser objeto de intervenções de forma que se apresentem sempre com alto padrão de desempenho estrutural, funcional e de durabilidade, além de boa aparência.

2.2.3.5. SISTEMA DE DRENAGEM E OBRAS-DE-ARTE CORRENTES

2.2.3.6. TERRAPLENOS E ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO

2.2.3.7. CANTEIRO CENTRAL E FAIXA DE DOMÍNIO

2.2.3.8. EDIFICAÇÕES E INSTALAÇÕES OPERACIONAIS

2.2.3.9. SISTEMAS DE ENERGIA E ILUMINAÇÃO

2.2.4. 5. Melhorias

2.2.4.1. O que é?

2.2.4.1.1. Os MELHORAMENTOS DA RODOVIA englobam as obras de MELHORIAS FÍSICAS E OPERACIONAIS e de AMPLIAÇÃO DE CAPACIDADE, além da COMPLEMENTAÇÃO DE OBRAS DO DNIT, se for o caso. As obras de MELHORIAS FÍSICAS E OPERACIONAIS são aquelas que, em princípio, deverão ser executadas pela Concessionária, independentemente do tráfego, de acordo com os cronogramas estipulados neste PER.

2.2.4.2. MELHORIAS FÍSICAS E OPERACIONAIS

2.2.4.3. AMPLIAÇÃO DE CAPACIDADE

2.2.5. 6. Operações

2.2.5.1. CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL – CCO

2.2.5.1.1. Procedimentos Executivos

2.2.5.2. EQUIPAMENTOS E VEÍCULOS DA ADMINISTRAÇÃO

2.2.5.3. SISTEMAS DE CONTROLE DE TRÁFEGO

2.2.5.3.1.  Sistema de Detecção e Sensoriamento de Pista;

2.2.5.3.2.  Sistema de Painéis de Mensagens Variáveis – Fixos;

2.2.5.3.3.  Sistema de Painéis de Mensagens Variáveis – Móveis;

2.2.5.3.4.  Sistema de Sensoriamento Meteorológico;

2.2.5.3.5.  Sistema de Detecção de Altura;

2.2.5.3.6.  Sistema de Inspeção de Tráfego;

2.2.5.3.7.  Sistema de Circuito Fechado de TV – CFTV;

2.2.5.3.8.  Sistema de Controle de Velocidade.

2.2.5.3.9. Acionamentos

2.2.5.4. Inspeção de tráfego

2.2.5.4.1. A inspeção de tráfego deverá obedecer a uma escala pré-estabelecida e ser acionada, também, em situações de emergência. A escala deverá ser definida para que todos os pontos da RODOVIA sejam visitados com regularidade pelas equipes de inspeção, composta por um inspetor de tráfego, com tempo máximo de percurso de 90 minutos para passar no mesmo ponto da RODOVIA, se pista simples, e no mesmo ponto e mesmo sentido, se pista dupla, em condições normais de operação (Redação dada pela 4ª Revisão Ordinária e 3ª Revisão Extraordinária e Reajuste da Tarifa Básica de Pedágio – TBP, aprovadas pela Resolução nº Resolução nº 3747, de 14/12/2011). Deverá, ainda, ser contínua e sem interrupções, durante as 24 horas do dia, em todos os dias da semana. Os veículos devem dispor de GPS, permanentemente controlados pelo CCO.

3. Diretrizes para o Sistema de Gestão

3.1. Manual

3.2. Políticas e CD

3.2.1. 2.2.1. Código de ética e conduta

3.2.1.1. Está elaborado. Uso do código de conduta da Triunfo

3.2.2. 2.2.2. Política de alçadas e limites

3.2.2.1. Jurídico passará o estatuto social com regras de decisão

3.2.3. 2.2.3. Política de suprimentos

3.2.3.1. Considerar canais de compras

3.2.3.1.1. Compra por catálogo

3.2.3.1.2. Compra por contrato

3.2.3.1.3. Compra emergencial

3.2.3.1.4. Compras Diretas ou de Fornecedores Exclusivos

3.2.3.2. Centralizar compras

3.2.4. 2.2.4. Política de gestão de riscos

3.2.5. 2.2.5. Política de gestão de pessoas

3.2.5.1. Existem 20 diretrizes corporativas da TPI para este tema. Deverão ser consideradas

3.2.6. 2.2.6. Política de viagens e reembolsos

3.2.7. 2.2.7. Política de utilização de veículos

3.3. Normas

3.3.1. 2.3.1. Controle de Registros e Documentos

3.3.1.1. NORCG-Controle de Registros e Documentos

3.3.2. 2.3.2. Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

3.3.3. 2.3.3. Auditoria Interna

3.3.4. 2.3.4. Análise crítica

3.3.5. 2.3.5. Gestão de riscos

3.4. Processos de Gestão e Operação

3.4.1. Gestão

3.4.2. Essenciais

3.4.3. Suporte

3.5. Procedimentos

3.6. Registros

3.7. Estrutura organizacional

3.7.1. Célula de contratos no ADM

3.7.2. Regulatório?

4. Estrutura Organizacional

4.1. Benchmark

4.1.1. Padrão

4.1.1.1. Presidente

4.1.1.1.1. Diretoria de Engenharia

4.1.1.1.2. Diretoria de Operações

4.1.1.1.3. Diretoria Adm/Financeira

4.1.1.1.4. Ouvidoria/Comunicação/Sustentabilidade

4.1.1.1.5. Jurídico

4.1.1.1.6. SGI

4.1.1.1.7. Regulatório

4.1.2. PR047

4.1.2.1. Presidente

4.1.2.1.1. Diretor de Engenharia

4.1.2.1.2. Diretor Administrativo Financeiro

4.1.2.1.3. Diretor de Operações

4.1.2.1.4. Gerência de Assuntos Regulatórios

4.1.2.1.5. Gerência Jurídica e Compliance

4.1.2.1.6. Gerência de Relações Institucionais

4.1.3. PR040

4.1.3.1. Presidente

4.1.3.1.1. Regulatório

4.1.3.1.2. Institucional

4.1.3.1.3. Comunicação e Mkt

4.1.3.1.4. Diretor de engenharia

4.1.3.1.5. Diretor de operações

4.1.3.1.6. Diretor adm/fin

5. Arquitetura de Processos

5.1. Fatores Críticos

5.1.1. Objeto do Contrato-PER

5.1.1.1. 1. Recuperação da Rodovia

5.1.1.1.1. A RECUPERAÇÃO GERAL DA RODOVIA é constituída pelas obras e serviços a serem realizados com o objetivo de recuperar a funcionalidade e as características técnicas e operacionais do sistema rodoviário, devendo compensar, completamente, a manutenção postergada no período anterior à concessão, dentro dos padrões estabelecidos.

5.1.1.1.2. -Trabalhos iniciais-Recuperação geral

5.1.1.2. 2. Conservação da rodovia

5.1.1.2.1. Geral

5.1.1.2.2. 2.1 PAVIMENTO

5.1.1.2.3. 2.2 ELEMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA

5.1.1.2.4. 2.3 OBRAS-DE-ARTE ESPECIAIS

5.1.1.2.5. 2.4 SISTEMA DE DRENAGEM E OBRAS-DE-ARTE CORRENTES

5.1.1.2.6. .5 TERRAPLENOS E ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO

5.1.1.2.7. 2.6 CANTEIRO CENTRAL E FAIXA DE DOMÍNIO

5.1.1.2.8. 2.7 EDIFICAÇÕES E INSTALAÇÕES OPERACIONAIS

5.1.1.2.9. 2.8 SISTEMAS ELÉTRICOS E DE ILUMINAÇÃO

5.1.1.3. 3. Monitoração

5.1.1.3.1. Geral

5.1.1.3.2. 3.1 MONITORAÇÃO DAS ESTRUTURAS FÍSICAS

5.1.1.3.3. 3.2 MONITORAÇÃO DOS PROCESSOS GERENCIAIS

5.1.1.4. 4. Manutenção

5.1.1.4.1. Geral

5.1.1.4.2. compreenderá o conjunto de intervenções programadas com base na monitoração, a partir das avaliações ali determinadas, de modo a garantir seu funcionamento adequado, com as condições mínimas de conforto e segurança estabelecidas. T

5.1.1.5. 5. Melhorias

5.1.1.5.1. Geral

5.1.1.5.2. 5.1 MELHORIAS FÍSICAS E OPERACIONAIS

5.1.1.5.3. 5.2 AMPLIAÇÃO DE CAPACIDADE

5.1.1.6. 6. Operações

5.1.1.6.1. 6.1 CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL – CCO

5.1.1.6.2. 6.2 EQUIPAMENTOS E VEÍCULOS DA ADMINISTRAÇÃO

5.1.1.6.3. 6.3 SISTEMAS DE CONTROLE DE TRÁFEGO

5.1.1.6.4. 6.4 SISTEMA DE ARRECADAÇÃO DO PEDÁGIO

5.1.1.6.5. 6.5 SISTEMA DE PESAGEM

5.1.1.6.6. 6.6 SISTEMA DE COMUNICAÇÃO

5.1.1.6.7. 6.7 SISTEMAS DE ATENDIMENTO AO USUÁRIO

5.1.1.6.8. 6.8 SISTEMA DE GUARDA E VIGILÂNCIA PATRIMONIAL

5.1.2. Governança Corporativa e Compliance

5.1.3. GRC-Governança-Risco-Conformidade

5.1.4. Regulatório e Contrato de Concessão

5.1.5. Orçamento

5.1.6. Estratégia

5.1.7. COSO ERM 2017

5.1.7.1. Componentes-Principios

5.1.7.1.1. 1. Governança e Cultura

5.1.7.1.2. 2. Estratégia e o estabelecimento dos objetivos

5.1.7.1.3. 3. Desempenho:

5.1.7.1.4. 4. Análise e Revisão:

5.1.7.1.5. 5. Informação, comunicação e relatórios:

5.2. PGO-Processos de Gestão e Operação

5.2.1. Gestão

5.2.1.1. 100-Gerenciar negócio e relacionamento com o cliente

5.2.1.1.1. 101-Gerenciar Governança corporativa

5.2.1.1.2. 102-Planejar e executar estratégia do negócio

5.2.1.1.3. 103-Executar controladoria estratégica e gestão de riscos

5.2.1.1.4. 104_Gerenciar relacionamento com poder concedente e contrato de concessão

5.2.1.1.5. 105_Gerenciar marca e comunicação institucional

5.2.1.1.6. Opção

5.2.2. Essenciais

5.2.2.1. 200-Disponibilizar e conservar infraestrutura

5.2.2.1.1. 201-Gerenciar monitoramento, conservação e manutenção da infraestrutura rodoviária (OPEX)

5.2.2.1.2. 202-Gerenciar melhorias e implantação da infraestrutura rodoviária (CAPEX)

5.2.2.1.3. 203-Gerenciar monitoramento, conservação e manutenção da infraestrutura tecnológica (OPEX)

5.2.2.1.4. 204-Gerenciar melhorias e implantação da infraestrutura tecnológica (CAPEX)

5.2.2.1.5. 205-Administrar a faixa de domínio

5.2.2.2. 300-Operar rodovia e atender usuário

5.2.2.2.1. 301_Atender e gerenciar demandas do usuário

5.2.2.2.2. 302_Gerenciar Serviços de Operações Rodoviárias

5.2.2.3. 400-Administrar receita

5.2.2.3.1. 401_Planejar e realizar arrecadação de pedágio (Nível 1 e 2)

5.2.2.3.2. 402_Auditar e consolidar arrecadação (Nível 3)

5.2.2.3.3. 403_Gerenciar receitas acessórias

5.2.3. Suporte

5.2.3.1. 500-Suporte Corporativo

5.2.3.1.1. 501_Gerenciar departamento pessoal

5.2.3.1.2. 502_Selecionar recrutar e contratar talentos

5.2.3.1.3. 503_Planejar e executar ações de desenvolvimento organizacional e treinamento

5.2.3.1.4. 504-Prover Suprimentos de Bens e Serviços

5.2.3.1.5. 505_Administrar contratos, serviços corporativos (Facilitires)

5.2.3.1.6. 506-Gerenciar serviços jurídicos

5.2.3.1.7. 507_Gerenciar processo de negócio e sistema de gestão da qualidade

5.2.3.1.8. 508_Gerenciar Tesouraria

5.2.3.1.9. 509_Executar registro contábil

5.2.3.1.10. 510- Gerenciar Frota

5.2.3.1.11. indicadores sugestão patricia