Análise Dados Qualitativos - NVIVO

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Análise Dados Qualitativos - NVIVO by Mind Map: Análise Dados Qualitativos - NVIVO

1. Ferramenta de organização, seleção e agrupamento de informações

2. NVivo trabalha com o conceito de nós (categorias), que remete aos materiais agrupados em uma categoria com base no seu tópico, tema ou caso

3. ARQUEOLOGIA DO DISCURSO (DUTRA; MELLO; MARCELINO, 2018)

3.1. OBJETIVO: historicizar o discurso do Vale-Cultura durante o período de constituição do marco legal.

3.2.  VALE-CULTURA: DA CONCEPÇÃO À APROVAÇÃO  DIMENSÕES DA CULTURA NAS POLÍTICAS CULTURAIS  ARQUEOLOGIA DO MARCO LEGAL DO VALE-CULTURA

3.2.1. Recorte temporal: 29/12/2008 a 26/08/2013

3.2.2. 47 fontes de dados coletados

3.2.2.1. Fontes de coleta dados secundários exclusivamente oficiais

3.2.2.2.  Projeto de Lei  Discurso Min. Juca Ferreira lança programa  Solicitações encaminhamento Projeto de Lei  Pareceres de comissões  Apresentações de emendas ao Projeto de Lei  Diários Congresso Nacional com a íntegra do debate  Requerimentos parlamentares para colocar na ordem do dia  Lei 12.761 de 27 de dezembro de 2012  Decreto 8084 de 26 de agosto de 2013

3.2.3. NVivo, versão 10 = Organizados cronologicamente e lançados

3.2.3.1.  Leitura dos documentos, seleção das evidências de enunciados  323 evidências  Agrupadas em 20 nós/conjuntos.

3.2.3.1.1. Identificou o seu agente discursivo para cada evidência selecionada.

3.2.4. ANÁLISE DO DISCURSO (FOUCAULT, 2008; 2014) Entender o discurso a partir da regularidade identificável em suas formações.

3.2.4.1. Análise arqueológica de inspiração foucaultiana = busca da regularidade na dispersão de enunciados que balizem e sustentem determinadas formações discursivas, de acordo com funções e regras que desempenham nos discursos.

3.2.4.1.1. Categorias Analíticas do Método Arqueológico  Enunciados  Função enunciativa  Regras de formação  Formação discursiva

3.3. ANÁLISE E DISCUSSÃO DO ARQUIVO

3.3.1.  Comercialização da cultura  Inclusão social

3.4. AS FORMAÇÕES DISCURSIVAS

3.4.1. Decorreram da análise de  Enunciados  Funções enunciativas  Regras

3.4.2. Comercialização da cultura: -política pública -economia da cultura Inclusão social: -política pública -desigualdade social Vale-Cultura & cidadania cultural: política pública de fruição de bens culturais e meio de inclusão social

3.5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

3.5.1. Argumento da inclusão social: tirar um indivíduo de uma situação de exclusão ou inferioridade para colocá-lo em condição de igualdade

3.5.2. Vale-Cultura como uma política pública de estímulo ao consumo cultural: -incremento no consumo cultural SEM promover equilíbrio nas diferentes linguagens da cultura nem homogeneidade territorial.

3.5.3. Vale-Cultura: enfoque antropológico; espera-se intensificar e diversificar hábitos culturais contemplados.

3.5.4. Dimensão política com a participação da sociedade é limitada

3.5.5. SUGESTÕES: interação dos discursos de diferentes agentes; incluir outros elementos na analise

4. INOVAÇÃO - INTERNET DAS COISAS - SUSTENTABILIDADE (NEMOTO; SANTOS; PINOCHET, 2018)

4.1. OBJETIVO Estudar como a adoção da inovação tecnológica pode auxiliar a melhoria do desempenho de sustentabilidade na empresa Klabin S.A. de papel e celulose.

4.1.1. 1. identificar fatores que influenciam a empresa a adotar inovações; 2. identificar como a tecnologia baseada na Internet das Coisas auxilia ações mais sustentáveis; 3. verificar a importância da Inovação Tecnológica e o Conhecimento sobre a Tecnologia da INTERNET DAS COISAS de gestores da empresa.

4.2.  INOVAÇÃO  SUSTENTABILIDADE E ECOINOVAÇÃO  INTERNET DAS COISAS PARA MELHORIA DO DESEMPENHO DE SUSTENTABILIDADE

4.3. METODOLOGIA

4.3.1. Abordagem QUALITATIVA Natureza EXPLORATÓRIA ESTUDO DE CASO (YIN, 2015). COLETA DE DADOS: Questionário; Entrevistas.

4.3.2. Recorte temporal: 31/10 a 09/11/2016

4.3.3. Entrevistas gestores Klabin:  Sustentabilidade  P&D  TI

4.3.3.1. Duração média: 35min Nr subordinados: TI (109), P&D (90), sustentabilidade (2).

4.3.3.2. ANALISE  softwar NVivo  Sentiment Analyzer

4.4. RESULTADOS

4.4.1. 1. Fatores que influenciam a empresa a adotar inovações 2. A tecnologia baseada na internet das coisas no auxílio de ações mais sustentáveis na empresa 3. A importância da inovação tecnológica e o conhecimento de gestores da empresa sobre a tecnologia da internet das coisas

4.5. CONCLUSÕES e RECOMENDAÇÕES GERENCIAIS

4.5.1. a) a alta administração pouco incentiva tecnologias que promovem a sustentabilidade, b) os gestores desconhecem atuação dos concorrentes com o uso da Internet das Coisas ou inovações em tecnologias que promovem a sustentabilidade; c) gestores com pouco conhecimento sobre a Internet das Coisas; setor de papel e celulose não exige alto grau de inovação -> empresas reativas d) a Klabin é uma empresa “fast-follower” adapta rápido a mudanças; tomada de decisão centralizada; e) não foram encontradas altas taxas de inovação.

4.5.2.  sustentabilidade: + propensa a maior presença da Internet das Coisas  TI: vê a tecnologia com alto grau de importância  P&D: aposta na presença humana no controle da tecnologia

4.5.3. Setor de papel e celulose inova pouco, porém, inovar em Internet das coisas pode gerar informações sobre gaps no processo produtivo e aumentar a competitividade .

5. TI VERDE E TECNOLOGIAS EMERGENTES (MATSUDA; PINOCHET, 2017)

5.1. OBJETIVO Estabelecer Relações e Classificações entre atributos do Modelo de Lunardi, Frio e Brum (2011) sobre as principais Práticas de TI Verde adotadas pelas organizações.

5.2. SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL com o Apoio da TI VERDE

5.2.1. Estratégias e Práticas de TI Verde

5.2.2. Tecnologias Emergentes para o Emprego da TI Verde

5.2.2.1. Cloud Computing

5.2.2.2. Datacenter e Virtualização

5.2.3. MÉTODO

5.2.3.1. Pesquisa DESCRITIVA  Análise documental  Análise conteúdo (BARDIN, 2011)

5.2.3.1.1. NVivo 11 Pro

5.2.3.2. FONTES de COLETAS de dados:  websites internos e externos às empresas  pesquisas  documentos públicos  entrevistas veiculadas na mídia digital

5.2.3.3. Recorte temporal: segundo semestre de 2014

5.2.3.4. Amostra = 15 empresas com Práticas de TI Verde Critérios = -acessibilidade; -relevância nas práticas de TI Verde (investimentos, premiações e acreditações).

5.2.3.5. PROTOCOLO DE PESQUISA 1. seleção empresas 2. criação categorias de análise 3. levantar documentos 4. descrição e análise por empresa 5. elaboração relatório parcial por empresa 6. análise comparativa das empresas (cross-case) 7. relatório final

5.2.4. RESULTADOS E CONCLUSÕES

5.2.4.1. CONFIRMOU MODELO de práticas de TI Verde de Lunardi, Frio e Brum (2011) para nortear a situação da empresa em iniciativas de TI Verde.  Sugere-se alterar alguns atributos.  TI Verde não é encarada como uma “nova tendência”.  Práticas com uso intenso de TICs emergentes favoreçam novas práticas e conceitos, entre elas, Cloud Computing, Datacenter e a Virtualização.

5.2.4.2. PRINCIPAIS MOTIVOS DO USO DAS PRÁTICAS de TI Verde: eficiência de processos; economia de recursos; e redução de custos. PRINCIPAIS BENEFÍCIOS PERCEBIDOS  consciência ambiental;  redução de energia e papel e aumento do espaço para tecnologias de Cloud Computing e Datacenter.  empresas mais aderendes: setor de serviços DIFICULDADES alto investimento; insegurança pela mudança de hábito e desconhecer novas tecnologias

5.2.4.3. Em Estágio “AVANÇADO” e “MODERADO” iniciativas e práticas de escolha adequada de produtos e serviços para a TI colaboram para a sustentabilidade dos negócios. LIMITAÇÃO do estudo: fontes secundárias obtidas a partir da Internet SUGESTÕES: - complementar lacunas do modelo com atualizações em função da própria mudança das tecnologias; - estudos com gestores que formulam as estratégias de práticas de TI Verde e como estas estratégias são disseminadas para a empresa e seus stakeholders.

6. CONSUMO SUSTENTÁVEL (SILVA et al., 2017)

6.1. OBJETIVO Compreender como as organizações desenvolvem ações que estimulem o consumo sustentável junto à comunidade e os principais desafios enfrentados.

6.2. SUSTENTABILIDADE E CONSUMO COLABORATIVO

6.3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

6.3.1. Abordagem QUALITATIVA ESTUDO de CASO (YIN, 2005; STAKE, 2000) ANÁLISE de CONTEÚDO (BARDIN, 2009)

6.3.1.1. COLETA e ANÁLISE  Fontes Primárias (questionários; entrevistas)  Secundárias: pesquisa documental (site, blog,Facebook)  Triangulação de dados respondentes (sócias, colaboradores e consumidores)

6.3.1.1.1. Entrevistas com as sócias e colaboradores Questionário com consumidores

6.3.2. CATEGORIAS de Análise  Desenvolvimento de Ações de Consumo Consciente  Relevância e Reconhecimento das Ações  Desafios Enfrentados

6.3.2.1. NVIVO 10

6.3.2.1.1.  codificar dos dados  atributos dos respondentes  matrizes de codificação  identificação semelhanças e diferenças nas falas dos respondentes, cfe suas características.

6.3.3. Recorte temporal: 2015

6.3.4. INSECTA SHOES - fundação 2014 3 sócias; 4 colaboradores. Core business: - produzir e vender sapatos ecológicos, artesanais e veganos.

6.3.4.1.  Produto sustentável e exclusivo  Questão social: MO local; trabalho artesanal; desenvolvimento da comunidade Conscientizar quanto às questões ambientais

6.3.4.2. SUSTENTABILIDADE em ações:  Site sustentável: acessos são contabilizados em kg de CO2 e para amenizar tais impactos, árvores são plantadas  Entrega sustentável: bicicletas  Bicicletário: incentivar o uso de veículos não poluentes  Embalagens: entrega em sacolas de tecido  Móveis e decoração: briques; semi novos

6.4. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

6.4.1.  Desenvolvimento de Ações Sustentáveis  Relevância e Reconhecimento das Ações Sustentáveis  Desafios enfrentados

6.5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

6.5.1. Desenvolvimento das Ações:  Sustentabilidade em todo o processo;  Valorização da mão-de-obra local;  Produção mais limpa;  Divulgação de informações e promoção de eventos que busquem conscientizar a comunidade Lacunas:  No desenvolvimento de ações para o consumo sustentável junto a sua comunidade por vezes não são percebidas pelos consumidores.  Falta de expressão dada aos colaboradores: dar voz aos colaboradores, transmitindo legitimidade e transparência.

6.5.2. Contribuição gerencial:  Sugere criação de um Relatório de Sustentabilidade Limitações:  indicação de clientes pela empresa;  baixo nr respostas;  contato não presencial com consumidores limita profundidade dados Pesquisas futuras:  refletir sobre fim da vida útil dos produtos e alternativas de descarte/reutilização

7. S U S T E N T A B I L I D A D E

7.1. Social

7.2. Econômica

7.3. Ambiental