PSICOLOGIA INSTITUCIONAL

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PSICOLOGIA INSTITUCIONAL by Mind Map: PSICOLOGIA  INSTITUCIONAL

1. Psicologia: Intenção e Extensão

1.1. A Psicologia, a três décadas, começou a deixar de ser um movimento voltado apenas pro contexto clínico, filosófico e científico,

1.1.1. buscou abranger também pra fora disso, principalmente a respeito da psicologia voltada para as instituições, sejam elas da saúde, educação ou sociais.

1.2. Movimento de expansão da psicologia

1.2.1. A psicologia institucional, teve uma visão ao serviço em São Paulo, dentro da área de Serviços Públicos, e também os seus próprios serviços de destaque nos multiprofissional, e também diversificada e integrada.

1.2.1.1. Não sendo a Psicologia Institucional, um exercício voltado apenas para questões do ambiente de trabalho, mas principalmente na sua compreensão, arquitetura e funcionamento e intervenção. (Sendo esse exercício, representado nos anos 80/90 no Brasil).

1.2.1.1.1. A prática na prática liberal da cultura, teve uma publicação de empresas públicas e escritores em uma instituição psicologia , tomando óticas e temas diferentes para aproximação desta abordagem, advindas da diversié et não-limite. E a falta de precisão, como provocações provocadas por alvéolos de outras áreas e como aberturas como as ideias e os clientes que são reconhecidas, cristalizadas e que estão sendo feitas à medida que são feitas e desafiantes.

1.2.1.1.2. E os impulsos os estudos e as novas voltagens voltadas para os conjuntos institucionais, favorecem o questionamento e a definição de dois termos que se ajustam às tarefas específicas: a Psicologia Institucional e Análise Institucional.

2. Psicologia Institucional de Bleger

2.1. O termo Psicologia Institucional foi cunhado por J. Bleger em meados de 1970,

2.1.1. A idéia de estar trabalhando com institucionalidade, logo, é tornar a prática e sua relação, em relação à intervenção do psicólogo sob a ótica psicanalítica, ou perspectiva.

2.1.1.1. Princípios de sua Psicologia Institucional: Como Instituição como um todo Trabalho com grupos Relações interpessoais (Klein) Enquadre (clínico) Proposta de intervenção psicológica eminentemente psicanalítica

2.2. Psiquiatra e psicanalista de avaliação inglesa

2.2.1. buscou uma psicanálise and the marxism como modos de pensar psicologicamente, além de terapia e terapia.

2.2.1.1. Logo depois, trabalha com uma psicologia institucional, é trabalho com a opção entrar psicanalítica em específico, pois, segundo Bleger define, ela faz uma contribuição por inteiro como alvo de interação

2.2.1.2. O que deve ser feito com uma ajuda das relações é muito mais carregada do que o narcisismo trabalhado pela psicanálise.

3. Psicologia Institucional de Lapassade

3.1. Sob a ótica de Lapassade, o idealizador da Análise Institucional, na medida que deixa de ser levada apenas pelo foco psicanalítico de Bleger, e passa a ser ampliada,

3.1.1. Proposta de natureza política:

3.1.1.1. Liberação da palavra social

3.1.1.2. Convocação à militância

3.2. Lapassade distingue Conceitos IMPORTANTES e de Movimento Dentro do discurso Profissional institucionalista. PSICOLOGOS

3.3. Crítica da própria proposta:

3.3.1. Analise X Ação Direta

3.3.1.1. No “Prologista àSegunda edição”, de obra, com uma Intervenção, Sobre a ineficácia da Avaliação institucional, na Medida em Que Conta com Uma Ação, deocoordenadores e preceptores A Menos Que se Queira considerar, com hum pouco de Interesse, Que Não Existe hum Nível de palavra e, portanto, não teve relação comutomática com uma iniciativa na ação concreta. Por isso, não menos enfaticamente, afirma que é mais sedentário a Ação Direta, com os resultados mais pontuais sobre os grupos de uma instância de ação e / ou organização, como as lide-ranças em seu interior.

3.4. Conceitos relevantes:

3.4.1. Instituinte (produção de sentidos e ações)

3.4.1.1. A instituição é uma dimensão ou momento do processo-de institucionalização dos sentidos, como as ações estão em movimento e constituição; é o caráter mais produtivo da instituição.

3.4.2. Instituição (cristalização da instituição)

3.4.2.1. O instituído é um cristali-zação disso tudo; é o que, na verdade, se confundecom uma mulher instituição.

3.4.3. Organização (regida)

3.4.3.1. A interface é um nível de interesse social como as regras são reguladas por estatutos e acontecem no interior de espaços, espaços físicos determinados.

3.4.4. Instituição (rege)

3.4.4.1. A lei é o direito ou a legislação que rege todo o tecido de formação social; está acima dos estatutos dasorganizações.

3.4.5. Burocracia - poder

3.4.5.1. Decisão X Execução

3.4.5.1.1. a novidadeque esse autor nos apresenta é a de que burocracia é,em princípio, uma questão de poder. Uma questão dedivisão no poder, entre grupos de decisão e grupos deexecução do fazer institucional, sendo que os primei-ros decidem não apenas o que, mas também, o comofazer.

3.4.5.2. Produção da alienação

3.4.5.2.1. Sobretudo com essa concepção de burocracia,Lapassade faz um mapeamento das relações institucionais, trazendo para elas a organização da separação, pelo poder de decisão, e a produção de sujeitos sem autonomia, alienados e alienadores da palavra social.As relações de poder e a ideologia têm, assim, seu contexto constituinte

4. O EXERCÍCIO DA PSICOLOGIA COMO INSTITUIÇÃO

4.1. Autores de influência:

4.1.1. Lapassade

4.1.1.1. Lapassade teve efeitos emminha prática profissional, que eu passava, então, adesignar como se dando “no nível organizativo/polí-tico, do interior do exercício da própria psicologia”

4.1.2. Bleger

4.1.3. Albuquerque

4.1.3.1. Foucault

4.1.4. Freud

4.1.5. Maingueneau

4.2. Institucional porque junto a instituições - distinções

4.3. A disciplina psicanalítica como analise de discurso e a questão na pesquisa em psicologia tem sido ultimamente, a ocasião de prosse-guir organizando as ideias e, nisso, demonstrando que a estratégia de pensamento é uma psicologia como a prática do conhecimento e da prática profissional

4.3.1. "Nossa proposta visa, não é uma área de atuação, mas de um determinado modo metodológico, de um certo modo de produzir psicologia."

5. O campo conceitual de nova proposta

5.1. Instituição como “conjunto de relações sociais que repetem e, nessa repetição, legitima-se.”

5.1.1. Reconhecimento de sua naturalidade e desconhecimento de sua relatividade

5.1.2. Exemplo a Escola que é uma criação da modernidade.

5.2. Constituição da instituição - relação com a clientela

5.2.1. Relação de poder / resistência não / pelo discurso

5.3. Objeto institucional - o que é uma instituição que é monopolista por ela reivindicado?

5.4. Dispositivo que define as regras da enunciação

5.5. Agentes institucionais

5.6. Discurso

5.6.1. Concepção foucaultiana

5.6.2. Discurso como ato

5.6.2.1. Situado sem tempo e sem espaço

5.6.2.2. Dispositivo que define as regras da enunciação

5.7. Palavra como modo de enunciar

5.7.1. Defina um lugar na enunciação Condicionado ao campo discursivo que se tem

5.8. Clínica psicanalítica

5.8.1. Regramento material, físico e de conduta

5.8.2. Pertencimento a uma comunidade discursiva

5.8.2.1. Comunhão teórico-prática

5.9. “Tudo isso se dá por um sutil enlaçamento dos efeitos das práticas de formação aos da própria repetição cotidiana dos atendimentos. Sutil, porque o reconhecimento que fazemos da teoria que aprendemos, como verdade sobre uma pessoa concreta que nos procura, é legitimação, naturalização muda do conhecimento constituído. E, tudo isso se passa à revelia de nossas consciências.”

5.10. Ouve-se com as palavras que se tem – lugar na enunciação

5.10.1. Queixa ou demanda?

5.10.2. O outro sendo tomado em nossa rede de sentidos

5.10.3. Desconhecimento constituinte de sentidos entre o dizer e o ouvir

5.10.4. Suplantado pelo discurso-ato-dispositivo

5.10.4.1. Condicionado aos jogos de poder-saber

5.10.5. Participação (exposição) do paciente

5.10.5.1. Relação de poder-resistência

5.10.6. Questão do não-direcionamento

5.10.6.1. “...o reconhecimento que fazemos da teoria que aprendemos, como verdade sobre uma pessoa concreta que nos procura, é legitimação, naturalização muda do conhecimento constituído.”

5.10.6.2. O discurso do analista faz parte do discurso em análise

6. A proposta

6.1. A proposta Estratégia de pensamento:

6.1.1. Instituição – psicologia

6.1.2. Discurso dispositivo-ato-instituição – produção e reprodução de verdades

6.2. Objeto: as relações tal como percebidas e imaginadas, por aqueles que concretamente as fazem (prox. psicanálise)

6.2.1. Relações significativas – parentais – base da subjetividade e da civilização

6.2.2. Caráter imaginário fundando o psíquico

6.2.3. Família como instituição

6.2.4. Reedição singular e variável de acordo com os lugares ocupados em outras instituições

6.2.5. Matriciamento institucional do sujeito psíquico

6.3. Aluno

6.3.1. Reedita o lugar que ocupa em suas relações de forma singular .

6.3.2. Na particularidade do lugar de aluno

6.3.3. Reposição de uma relação de poder e de um jogo de expectativas

6.3.4. “Tudo, historicamente construído, tendendo ao reconhecimento da legitimidade de uma certa forma de se fazer o ensino e a aprendizagem.”

6.4. Produção de um modo de explicar que quebre com algumas repetições

6.5. A proposta Transferência Mudança na postura do psicólogo

6.5.1. Atualização de padrões inconscientes de relações amorosas vividas no passado, e com outras pessoas, agora no presente

6.5.2. Mudança na postura do psicólogo

6.5.2.1. Consideração do lugar que ocupa como analista, das próprias expectativas, inseguranças, verdades... Teoria se antepõe a escuta/fala do psicólogo

6.6. Ao se levar em consideração o aspecto institucional é que se pode trabalhar, na sua singularidade, o sujeito que nos fala.

6.6.1. Sujeito singularmente constituído nas relações de sua história passada e presente

6.7. O foco é dado, então, à subjetividade que nessas relações se constitui

7. DIÁLOGOS COM A EXPERIÊNCIA E OUTROS DISCURSOS

7.1. Lugar que ocupa numa dada instituição

7.1.1. Se reconhece, é reconhecido e reconhece os outros

7.2. Mudanças na perspectiva e postura do psicólogo

7.2.1. Instaura uma mobilização, um movimento nas relações instituídas, nas repetições

7.2.2. Não ter a si mesmo como agente de alteração da realidade

7.2.2.1. Impediria que os próprios sujeitos respondam à realidade

7.3. Função social do psicólogo entendida como uma ética – “responder ao perigo representado pelas repetições inaudíveis e discretas de procedimentos, de discursos, consagrados, naturalizados, legitimados.”

7.4. Assessor X técnico

7.4.1. Ao invés de uma área de trabalho (destinada a assessores) ter a Psicologia Institucional como um método, como uma estratégia de pensamento

7.5. “Cortes que fazem pensar”:

7.5.1. Ação dos pressupostos teóricos

7.5.2. Lugar institucional

7.6. Acompanhar:

7.6.1. As rotinas e suas distribuições

7.6.2. Os conflitos e tensões

7.6.3. As expectativas criadas nas relações e seus encaminhamentos

7.6.4. A própria implicação nesse processo

7.7. Efetivando o exercício da psicologia como instituição