A SOM DE CAIXAS, CRAVO, COROS E RABECÕES: A ATIVIDADE MUSICAL NOS REGISTROS DO PODER PÚBLICO EM S...

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A SOM DE CAIXAS, CRAVO, COROS E RABECÕES: A ATIVIDADE MUSICAL NOS REGISTROS DO PODER PÚBLICO EM SÃO JOÃO DEL-REI/MG (1713-1750) by Mind Map: A SOM DE CAIXAS, CRAVO, COROS E RABECÕES: A ATIVIDADE MUSICAL NOS REGISTROS DO PODER PÚBLICO EM SÃO JOÃO DEL-REI/MG (1713-1750)

1. A lacuna das pesquisas sobre o passado musical são-joanense

2. Que conexões agora podemos traçar, tendo em vista que conhecemos um pouco mais sobre estes músicos?

2.1. Repertório

2.2. Relações sociais

2.3. Instrumentos

3. Capítulo 1

3.1. Uma narrativa sobre o poder público são-joanense (1713-1750)

3.1.1. Como se instalou?

3.1.1.1. Partiu-se do modelo adotado pelas demais vilas no brasil, que era semelhante ao das vilas portuguesas. Fixou-se um pelourinho, uma igreja e foi eleito um Conselho para o Senado da Câmara

3.1.2. Por que surgiu neste período?

3.1.2.1. Relação com a Guerra dos Emboabas

3.1.2.2. Controle da exploração do ouro

3.2. Visões sobre o passado musical

3.2.1. Que registros eles escolheram para contar a história do período?

3.2.1.1. Samuel Soares de Almeida

3.2.1.2. Augusto das Chagas Viegas

3.2.1.3. Sebastião de Oliveira Cintra

3.2.1.4. Antônio Gaio Sobrinho

3.2.1.5. Antônio Guerra

3.2.2. E os registros sobre música? Que tipo de registros foram citados por eles? E que imagem de música do período estes pesquisadores formam em suas publicações?

3.2.2.1. José Maria Neves

3.2.2.2. Aluízio José Viegas

3.2.2.3. Eduardo Lara Coelho

3.2.2.3.1. Gabriel Heitor Ribeiro

3.2.2.4. Nota-se que tais autores recorreram aos historiadores para se guiar nos registros, o que é muito útil. No entanto, pareceu-me não recorrerem ao documento, sempre citando "Samuel Soares de Almeida apud Antonio Guerra", sendo portanto uma referência de cópia.

3.2.2.4.1. Ao usarem esta metodologia, certos registros foram deixados de lado em prol de outros que suas bibliografias conferiram destaque. O resultado desta prática fez com que criasse uma lacuna acerca do que ocorreu entre os anos 1717 e 1728 e de 1728 a 1750

4. Capítulo 2

4.1. Conteúdo

4.1.1. Senado da Câmara de São João del-Rei

4.1.1.1. Esta documentação aparenta ser a mais rica de informações, da qual foi possível encontrar registros diretos de atividade musical

4.1.1.1.1. Músicos

4.1.1.2. Acórdãos e Despesas

4.1.1.2.1. Pagamentos

4.1.1.2.2. Registro de acórdãos são as atas de reuniões do Conselho, ou seja dos camaristas. Quando decidido um pagamento, era então feito um mandado, que quando efetuado, o valor despendido é registrado pelo tesoureiro. Ao fim do ano era feita a "correição", através de um auto de contas que deveria ser feito pelo Ouvidor da Comarca

4.1.1.3. Correspondência da Câmara

4.1.1.3.1. Bandos, editais e ordens

4.1.1.3.2. Cartas enviadas a indivíduos importantes da vila

4.1.1.3.3. Relacionados aos livros PAP 139, 140, 141 e ORD133

4.1.2. Intendência do ouro

4.1.2.1. Registro de pagamento dos quintos reais

4.1.2.1.1. Músico João Ribeiro, morador do Arraial Velho, que em 1716 pertencia a vila

4.1.3. Comarca do Rio das Mortes

4.1.3.1. Nos livros de Receitas e Despesas da Câmara há os autos de contas expedidos pelo Ouvidor da Comarca acerca das contas do Senado da Câmara

4.1.3.1.1. O ouvidor tinha por lei o poder de aprovar os gastos ou realizar a glosa, restrição de alguma conta que não era adequada a seu ver. No caso de não concordar com elas, era remetida carta ao Conselho Ultramarino e ao Rei para que averiguasse a situação.

4.1.3.1.2. Autos de contas presentes nos livros REC168 e 169

4.2. Levantamento de fontes

4.2.1. Não foram encontrados registros musicográficos no período

4.2.1.1. As instituições musicais são tardias

4.2.2. Outros tipos de documentos

4.2.2.1. Poder religioso

4.2.2.1.1. Arquivo da Paróquia da Catedral de Nossa Senhora do Pilar

4.2.2.2. Poder Público

4.2.2.2.1. Casa dos Contos

4.2.2.2.2. Arquivo da Câmara Municipal, da Biblioteca Baptista Caetano d'Almeida

4.2.2.2.3. Arquivo do IPHAN-São João del-Rei

5. Capítulo 3

5.1. Levantamento de fontes

5.1.1. Contextos tangenciais à documentação pesquisada

5.1.1.1. Bailes e folguedos

5.1.2. Retomaremos os livros das associações religiosas de leigos e os registros da Paróquia

5.1.2.1. Que irmandades pertenciam?

5.1.2.1.1. Estas instituições faziam restrições de cor para a entrada de novos membros?

5.1.2.1.2. O pertencimento a estas irmandades poderia favorecer a obtenção de espaços de atuação?

5.1.2.2. Qual era a área de atuação do mestre de capela em São João del-Rei?

5.1.2.3. Constituiam família?

5.1.2.4. Apadrinhavam pessoas?

5.1.2.5. Quando nasceram e quando morreram?

5.1.3. Bibliografia sobre a história local

5.1.3.1. Que igrejas existiam?

5.1.3.1.1. Havia coro?

5.1.3.2. Que outros espaços possíveis de atuação estes músicos poderiam ter?

5.1.4. Retomaremos aos documentos do IPHAN-São João del-Rei

5.1.4.1. Há algum registro sobre estes músicos?

5.1.4.1.1. Estes músicos eram residentes na vila?

5.1.4.1.2. Cometeram crimes?

5.1.5. Será que Manoel Cabral Camello era músico?

5.1.6. Como esses músicos aprendiam música? E o repertório?

6. Introdução

6.1. Como? Pesquisa a partir dos registros sobre música, observando seu contexto.

6.2. Por que? Há uma defasagem nas pesquisas sobre (e como há!)

6.3. Quando? Entre 1713, data de criação da Vila de São João del-Rei, e 1750, ano que falece Dom João V, da qual a partir daí outra dinâmica passa a ser estabelecida no âmbito da música em São João del-Rei.

6.4. Onde? Poder público são-joanense

6.5. O que? Indícios da atividade musical

7. Conclusão

7.1. A presença de registros da atividade musical ofuscados em vista de outros

7.1.1. Contextos descritos nos registros do Senado da Câmara

7.1.2. Que dimensão era dada a música no contexto das cerimônias feitas pelo poder público?