Brasil no Conselho de Segurança

Get Started. It's Free
or sign up with your email address
Brasil no Conselho de Segurança by Mind Map: Brasil no Conselho de Segurança

1. O que mudaria com a reforma? O poder de decisões por si próprio seria ainda das grandes potências, mas o mesmo seria dissipado de forma emblemática;

2. Defesa da reforma é defendida pelo G4 (Brasil, Alemanha, Japão e índia) com o apoio das nações insatisfeitas com a homogeneidade do atual CS;

3. Brasil não é forte militarmente como as grandes potências, mas somos fortes com diplomacia que é um dos ideias defendidos pela reforma;

4. O que resultaria mais cadeiras: Subtrairia o poder o poder dos atuais membros permanentes devido a novos interesses privados; Causaria desequilíbrio no atual sistema político do CS que buscam conciliar o máximo seus ideais;

5. "O desinteresse em ser potência bélica como credencial para integrar o atual conselho de segurança" VARGAS, João Augusto Costa. Mostra que não só da força se faz o direito, salientando ainda mais a necessidade de uma reforma;

6. O que fazer para atrair a atenção do atual CS? Estar de acordo com os interesses dos atuais membros permanentes;

7. Brasil como membro permanente: teria a visibilidade de um país responsável, com capacidade de liderança, definidor de limites; Brasil seria visto como um regulador de conflitos e cumpridor de normas internacionais, assim trazendo ao Estado uma imagem positiva no âmbito política, militar e econômica; Agências internacionais teriam mais confiança para investir no Brasil; Brasil tem a capacidade de negociar harmonicamente e respeitosamente;

8. Opinião final: Sistema refém dos EUA; Instituições ineficazes; Mais pode de veto, teria mais barganha e mais difícil seria conciliar o interesse dos EUA; Uma saída dos EUA por uma insatisfação do mesmo, resultaria em um desastre internacional;

9. CS uma unipolaridade: EUA forma uma unipolaridade devido a sua independência militar, econômica e tecnológica; A segurança coletiva depende dos EUA e de seus interesses devido ao poderio bélico do mesmo;

10. Segurança Coletiva: Possui três pilares; Confiança, abrir mão de interesses privados e banir a guerra; O imbróglio é manter os três pilares na mesma frequência com a balança de poder e o interesse das grandes potencias;

11. Instituições Internacionais: Recomendar as ações dos Estados; Infelizmente, não tem poder de fazer o Estado mudar de ideia, apenas solicitar uma atitude;

12. Dados das decisões no CS: 1991-2011(multipolaridade) = 91,17% de concessão Guerra Fria (bipolaridade) = 55,82%

13. Reforma do CS: Multipolaridade pós Guerra Fria; Argumento brasileiro apoiado na força regional e na sua inserção internacional; CS necessita mais distribuição de poder; Motivos: Anomalias devido a interesses privados;

14. Flávio Pedroso:

15. Túlio Barbosa

15.1. Argumentos Brasileiros: Promover o equilíbrio regional na América Latina; Brasil segue as normas internacionais, mas os membros permanentes precisam confiar no Estado brasileiro;