Genitália Masculina

Abordagem das principais alterações na genitália masculina na criança e no adolescente

Get Started. It's Free
or sign up with your email address
Rocket clouds
Genitália Masculina by Mind Map: Genitália Masculina

1. Exame Físico

1.1. Verificar: Ocorrência de hipospádia ou de epispádia; fimose; balanopostite, hidrocele; hérnias, testículos (localização, tamanho, consistência, sensibilidade)

1.2. Na puberdade:ampla explicação para que o paciente possa se submeter a ele com tranquilidade

1.2.1. Se houver recusa

1.2.1.1. Adiá-lo para uma próxima consulta

2. Modificações na puberdade

2.1. Anatômicas

2.1.1. Aumento testicular aos 10 anos

2.1.1.1. Aumento da bolsa escrotal e pênis (10-15 anos)

2.1.1.1.1. Genitália tipo adulto (12-17 anos)

2.1.2. Aparecimento da pilosidade pubiana aos 11 anos

2.2. Hormonais

2.2.1. Produção de testosterona

2.3. Fisiológicas

2.3.1. Início da espermatogênese e da ejaculação aos 11-16 anos

3. Criptorquidia

3.1. Clínica

3.1.1. Escroto vazio

3.1.2. Testículo retido

3.1.2.1. Desde o pólo inferior do rim

3.1.2.2. Até o anel inguinal superficial

3.2. Correção cirúrgica

3.2.1. Denominação

3.2.1.1. Orquiopexia

3.2.2. Quando realizar

3.2.2.1. 1 ano e 11 meses de idade

3.2.3. Porque realizar nesta época

3.2.3.1. Há alterações histológicas importantes em maiores de 2 anos de idade

4. Hidrocele

4.1. Clínica

4.1.1. Tumoração cística, transluminável, indolor, irredutível e móvel

4.1.1.1. Pode ser

4.1.1.1.1. Inguinal

4.1.1.1.2. Escrotal

4.1.1.1.3. inguinescrotal

4.1.2. Correção cirúrgica

4.1.2.1. Quando realizar

4.1.2.1.1. Acima de 1 ano de idade

4.1.2.2. Porque realizar nesta época

4.1.2.2.1. Pode haver regressão espontânea até 1 ano de idade

5. Hérnia Inguinal

5.1. Clínica

5.1.1. Tumoração levemente dolorosa ou indolor

5.1.1.1. Pode ser

5.1.1.1.1. Inguinal (Bubonocele)

5.1.1.1.2. Inguino - escrotal

5.1.2. Cura espontânea

5.1.2.1. Rara

5.1.3. Pode complicar

5.1.3.1. Hérnia estrangulada

5.1.3.1.1. Cirurgia de urgência

5.1.4. Correção cirúrgica

5.1.4.1. O mais precoce possível

5.1.4.1.1. "Hérnia diagnosticada é hérnia operada"

6. Fimose

6.1. Excesso de prepúcio que recobre o pênis

6.1.1. Consequências

6.1.1.1. Estreitamento do óstio do pênis

6.1.1.2. Não retração do óstio sobre a glande

6.2. Correção cirúrgica

6.2.1. Denominação

6.2.1.1. Postectomia

6.2.2. Quando realizar

6.2.2.1. Puberdade

6.2.2.2. Quando fracassa o tratamento conservador

6.2.2.2.1. Dilatação manual

6.2.2.2.2. Uso de corticoesteróide local

7. Hipospádia

7.1. Clínica

7.1.1. Curvatura ventral do pênis

7.1.1.1. Prepúcio em forma de capuz na face dorsal

7.1.1.2. Prepúcio ausente na face ventral

7.2. Correção cirúrgica

7.2.1. Encurtamento peniano deverá ser corrigido

7.2.2. Construção de uma neouretra

7.2.3. Quando realizar

7.2.3.1. 2 anos de idade

8. Epispádia

8.1. Clínica

8.1.1. A uretra se abre na superfície dorsal do pênis

8.1.2. Pênis mostra-se

8.1.2.1. Largo

8.1.2.2. Curto

8.1.2.3. Encurvado dorsalmente

8.2. Correção cirúrgica

8.2.1. Quando realizar

8.2.1.1. 3 anos de idade

9. Parafimose

9.1. Clínica

9.1.1. Estrangulamento da glande

9.1.2. Prepúcio incapaz de voltar a recobrir a glande quando retraído

9.1.3. É uma emergência urológica

9.1.3.1. Pode levar a

9.1.3.1.1. Gangrena

9.1.3.1.2. Auto amputação da ponta pênis

9.2. Correção cirúrgica

9.2.1. Quando fracassa o tratamento conservador

9.2.1.1. Compressas geladas

9.2.1.2. Compressão manual

9.2.1.2.1. Comprimir a glande

9.2.2. Denominada

9.2.2.1. Postoplastia