1.1. O filósofo Thomas Hobbes defendia a ciência dos corpos, defendida pela sua frase: “Tudo é corpo”. Para ele toda realidade é composta por dois elementos: corpo (material) e movimento.
2. JOHN LOCKE
2.1. Para ele, as ideias que adquirimos ao longo da vida ocorrem mediante a experiência sensível imediata e seu processo interno. Assim, o conhecimento seria constituído por dois tipos de ideias: - Ideias da sensação: são as primeiras ideias, que nos chegam pelos sentidos, pela experiência sensorial, constituindo as sensações. - Ideias da reflexão: são ideias oriundas da combinação e associação das sensações por um processo de reflexão, de tal maneira que a mente vai desenvolvendo outra série de ideias que não poderiam ser obtidas de coisas externas.
3. DAVID HUME
3.1. - Impressões: referem-se aos dados fornecidos pelos sentidos, como as impressões visuais, auditivas, táteis; - Ideias: referem-se às representações mentais (memória, imaginação, etc.) derivadas das impressões sensoriais.
4. IMMANUEL KANT.
4.1. - Conhecimento empírico: (a posteriori) aquele que se refere aos dados fornecidos pelos sentidos, ou seja, que é posterior à experiência. Por exemplo, para afirmar que “Este livro tem a capa verde”, foi necessário, primeiro, ver o livro, e assim conhecer sua cor. - Conhecimento puro: (a priori) aquele que não depende de qualquer dado dos sentidos, que é anterior à experiência, nascendo puramente de uma oração racional da mente. Por exemplo: “Duas linhas paralelas, jamais se
4.2. - Juízo Analítico ou de Elucidação: aquele em que o predicado já está contido no sujeito. Basta analisar o sujeito, para entendermos o predicado. Exemplo: um quadrado tem quatro lados. Se analisarmos o sujeito: quadrado, temos necessariamente o predicado: tem quatro lados. - Juízo Sintético ou de Ampliação: aquele em que o predicado não está contido no sujeito. Acrescenta-se ao sujeito algo novo. O juízo sintético enriquece nossas informações e ampliam o conhecimento. Exemplo: Os corpos se movimentam. Se analisarmos o sujeito: corpos, não saberíamos necessariamente que eles se movimentam.
4.3. - Formas a priori da sensibilidade: São o espaço e tempo, ele dirá que percebemos e representamos a realidade sempre no espaço e no tempo. São noções da intuição pura e são estruturas básicas da nossa sensibilidade, permitindo a experiência sensorial. - Formas a priori do entendimento: Os dados captados por nossa sensibilidade são organizados pelo entendimento de acordo com certas categorias. As categorias são conceitos puros, existentes a priori no entendimento, tais como causa, necessidade, relação e outros, que servirão de base para a emissão de juízos sobre a realidade.