NBC TA 200 (R1) - OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE E A CONDUÇÃO DA AUDITORIA EM CONFORMID...

Aula sobre a NBC TA 200 (R1).

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NBC TA 200 (R1) - OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE E A CONDUÇÃO DA AUDITORIA EM CONFORMIDADE COM AS NORMAS DE AUDITORIA by Mind Map: NBC TA 200 (R1) - OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE E A CONDUÇÃO DA AUDITORIA EM CONFORMIDADE COM AS NORMAS DE AUDITORIA

1. AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1.1. O OBJETIVO DA AUDITORIA é aumentar o grau de confiança nas demonstrações por parte dos usuários.

1.1.1. Mediante a EXPRESSÃO DE UMA OPINIÃO pelo auditor sobre se as demonstrações foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável.

1.2. As demonstrações sujeitas à auditoria são AS DA ENTIDADE.

1.2.1. Elaboradas pela sua ADMINISTRAÇÃO.

1.2.2. Com SUPERVISÃO geral dos responsáveis pela governança.

1.3. A auditoria em conformidade com as normas de auditoria é CONDUZIDA com base na PREMISSA de que a administração e, quando apropriado, os responsáveis pela governança têm conhecimento de certas RESPONSABILIDADES que são fundamentais para a condução da auditoria.

1.3.1. Pela elaboração das demonstrações, inclusive sua apresentação adequada;

1.3.2. Pelo controle interno;

1.3.3. Por fornecer ao auditor:

1.3.3.1. Acesso a todas as informações;

1.3.3.2. Informações adicionais que o auditor solicitar; e

1.3.3.3. Acesso IRRESTRITO às pessoas da entidade

1.4. Sobre a estrutura de relatório financeiro aplicável:

1.4.1. Outras fontes ainda podem fornecer orientação sobre a aplicação da estrutura de relatório financeiro aplicável:

1.4.1.1. O ambiente legal e ético, incluindo estatutos, regulamentos, veredictos e obrigações éticas profissionais em relação a assuntos contábeis;

1.4.1.2. Interpretações contábeis publicadas de diferente autoridade emitidas por organizações normatizadoras, profissionais ou reguladoras;

1.4.1.3. Pontos de vista publicados de diferentes autoridades sobre assuntos contábeis emergentes, emitidos por organizações normatizadoras, profissionais ou reguladoras;

1.4.1.4. Práticas gerais e de setor amplamente reconhecidas e prevalecentes; e

1.4.1.5. Literatura contábil.

1.5. As NBCs TA exigem que o auditor obtenha SEGURANÇA RAZOÁVEL de que as demonstrações como um todo estão LIVRES DE DISTORÇÕES RELEVANTES, independentemente se causadas por fraude ou erro.

1.5.1. Asseguração razoável é um nível ELEVADO, mas não absoluto, de segurança.

2. OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR

2.1. Os OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR são:

2.1.1. Obter SEGURANÇA RAZOÁVEL de que as demonstrações como um todo estão LIVRES DE DISTORÇÃO RELEVANTE, independentemente se causadas por fraude ou erro;

2.1.2. EXPRESSAR SUA OPINIÃO sobre se essas demonstrações foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável;

2.1.3. Apresentar RELATÓRIO sobre as demonstrações; e

2.1.4. COMUNICAR-SE como exigido pelas NBCs TA, em conformidade com as constatações do auditor.

2.2. Em TODOS os casos em que NÃO FOR POSSÍVEL OBTER SEGURANÇA RAZOÁVEL e a opinião com ressalva no relatório do auditor for insuficiente, as NBCs TA requerem que o auditor:

2.2.1. Se ABSTENHA de emitir sua opinião; ou

2.2.2. RENUNCIE ao trabalho, quando a renúncia for possível de acordo com lei ou regulamentação aplicável.

3. DEFINIÇÕES

3.1. Estrutura de relatório financeiro aplicável

3.1.1. É a estrutura de relatório financeiro adotada pela administração e, quando apropriado, pelos responsáveis pela governança na elaboração das demonstrações, que é aceitável em vista da natureza da entidade e do objetivo das demonstrações ou que seja exigida por lei ou regulamento.

3.2. Evidências de auditoria

3.2.1. São informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas conclusões em que se baseia a sua opinião.

3.2.2. Suficiência = quantidade

3.2.3. Adequação = qualidade

3.3. Auditor

3.3.1. Pessoa ou pessoas que CONDUZEM A AUDITORIA, geralmente o sócio do trabalho ou outros integrantes da equipe do trabalho, ou, como aplicável, à firma.

3.4. Informação contábil histórica

3.4.1. É a informação expressa em termos financeiros em relação a uma entidade específica, derivada principalmente do sistema contábil da entidade, a respeito de eventos econômicos ocorridos em períodos passados ou de condições ou circunstâncias econômicas em determinada data no passado.

3.5. Administração

3.5.1. É a pessoa com responsabilidade executiva pela CONDUÇÃO DAS OPERAÇÕES da entidade.

3.6. Responsável pela governança

3.6.1. É a pessoa ou organização com a responsabilidade de SUPERVISIONAR de forma geral a direção estratégica da entidade e obrigações relacionadas com a responsabilidade da entidade.

3.7. Distorção

3.7.1. É a diferença entre o valor, a classificação, a apresentação ou a divulgação de uma demonstração relatada e o valor, a classificação, a apresentação ou a divulgação que é exigida para que o item esteja de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável.

3.7.2. Erro = não intencional

3.7.3. Fraude = intencional

3.8. Risco de auditoria

3.8.1. É o risco de que o auditor expresse uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contiverem distorção relevante.

3.8.2. Risco de distorção relevante

3.8.2.1. É o risco de que as demonstrações contenham distorção relevante ANTES da auditoria.

3.8.2.2. Risco inerente

3.8.2.2.1. É a suscetibilidade de uma afirmação a respeito de uma transação, saldo contábil ou divulgação, a uma distorção que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, antes da consideração de quaisquer controles relacionados.

3.8.2.3. Risco de controle

3.8.2.3.1. É o risco de que uma distorção que possa ocorrer em uma afirmação sobre uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação e que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, NÃO SEJA prevenida, detectada e corrigida tempestivamente pelo controle interno da entidade.

3.8.3. Risco de detecção

3.8.3.1. É o risco de que os procedimentos executados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo NÃO DETECTEM UMA DISTORÇÃO EXISTENTE que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções.

3.9. Julgamento profissional

3.9.1. É a aplicação do treinamento, conhecimento e experiência relevantes, dentro do contexto fornecido pelas normas de auditoria, contábeis e éticas, na tomada de decisões informadas a respeito dos cursos de ação apropriados nas circunstâncias do trabalho de auditoria.

3.10. Ceticismo profissional

3.10.1. É a postura que inclui uma mente questionadora e alerta para condições que possam indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das evidências de auditoria.

4. REQUISITOS ÉTICOS RELACIONADOS À AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES

4.1. O auditor deve cumprir as exigências éticas relevantes, inclusive as pertinentes à independência, no que se refere aos trabalhos de auditoria de demonstrações contábeis.

4.2. Os princípios fundamentais de ética profissional relevantes para o auditor quando da condução de auditoria de demonstrações contábeis estão implícitos no Código de Ética Profissional do Contabilista e na NBC PA 01, que trata do controle de qualidade.

4.2.1. Integridade

4.2.2. Objetividade

4.2.3. Competência e zelo profissional

4.2.4. Confidencialidade (sigilo profissional)

4.2.5. Comportamento (ou conduta) profissional