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Modelo Clássico 2 by Mind Map: Modelo Clássico
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Modelo Clássico 2

Mercado de Trabalho

A força motriz da economia é o mercado de trabalho

É nele que se dá a interação entre a oferta de trabalho (feita pelas famílias) e a demanda de trabalho (feita pelas firmas).

Nível de mão de obra de equilíbrio

A livre interação entre oferta e demanda por mão de obra é que determina o nível de mão de obra de equilíbrio (quantos trabalhadores são efetivados pelas firmas) e o salário que recebem.

A livre interação entre as forças de oferta e demanda por trabalho é que determina o número de pessoas e os seus salários reais de equilíbrio.

Oferta de Trabalho

A oferta de trabalho é feita pelas famílias. As pessoas são proprietárias de sua força de trabalho e, portanto, vendem (ofertam) essa força de trabalho para as empresas que precisam dela para poder produzir.

Função crescente do salário real

Demanda por trabalho

A demanda de trabalho é feita pelas firmas, as quais necessitam de trabalhadores e, portanto, compram (demandam) a força de trabalho para poder produzir.

Função descrescente do salário real

O nível de mão de obra de pleno emprego e salário real de pleno emprego

Como em qualquer outro mercado, a livre interação entre as forças de demanda e oferta de mão de obra determina: 1. o nível de mão de obra de pleno emprego, isto é, quantas pessoas as empresas efetivamente contratam; 2. o salário real de pleno emprego.

Para os clássicos o mercado de trabalho é a força motriz - determina o nível de mão de obra e salário real de pleno emprego.

Função de Produção Neoclássica

A economia funciona como uma grande e única fábrica

Para os economistas clássicos a economia funciona como uma grande e única fábrica fictícia cuja produção ( que é a produção de toda economia, chamada de produção ou produto de pleno emprego) é a agregação (a soma) de todas as unidades produtivas (as fábricas) existentes na economia.

Para os economistas clássicos a função de produção funciona como uma espécie de curva de oferta

Propriedades, A função de produção fornece o nível de produto da economia em relação a qtd de mão de obra utilizada., Mão de obra= L ou N, Capital é fixo, Y= f(N) ou Y= f(L), A função de produção é função crescente do nível de trabalho, Função de produção parte da origem, f (0) = 0, A concavidade da função de produção é voltada para baixo, Produto Marginal do Trabalho= PMgL--- PMgL = F (N)

A Teoria Quantitativa da Moeda

Função de demanda

Enquanto a função de produção funciona como uma curva de oferta a TQM funciona, para os clássicos como uma função de demanda ( relação inversa entre o nível de preço e o produto)

Variáveis

M = estoque de moeda ou oferta de moeda

V = velocidade de circulação da moeda, Suposta Constante = K

P = Nível geral de preços

Y = produto ou renda real

P.Y = produto nominal

TQM = M.V = P.Y

A equação da TQM diz que o estoque de moeda M deve circular V vezes até pagar o preço total das transações P.Y.

A curva de demanda agregada no modelo clássico

Demanda agregada

Através da TQM obtem-se a Demanda Agregada, MV = PY --- logo: Y = MV/P

Visão Monetarista da inflação dos economistas clássicos

Os economistas clássicos do ponto de vista da teoria da inflação eram monetaristas, isto é, acreditavam que a inflação era essencialmente um fenômeno monetário, ou seja, que a inflação era causada por emissões monetárias acima do crescimento real do produto. Podemos perceber esse fato a partir da equação da TQM, explicitando o preço: partindo da equação MV = PV, temos que P = MV/Y, logo se M aumenta mais que Y, então o nível de preço P aumenta, o que caracteriza uma inflação.

A constante Marshaliana

M = (1/V) . PY, como V é constante, então seu inverso (1/V) também é constante. Chamaremos a constante de k=1/V de constante marshaliana, então teremos M = k.PY

M = kPY

A demanda por moeda para os clássicos

Apenas por dois motivos, Transação, Função crescente da renda, Precaução, Não existe Especulação, Varia inversamente com a taxa de juros

Dicotomia Clássica

Lado real e o lado monetário não estão interligados

Lado real e o lado monetário não estão interligados, esse fato é chamado de Dicotomia Clássica, ou seja, as variáveis nominais (do lado nominal da economia) não afetam as variáveis reais

Variáveis reais não afetam as variáveis nominais

Neutralidade da moeda

Para os clássicos a expansão da monetária não afeta o nível de produção.

Lado Real da Economia

O lado real da economia é composto pela interação de investidores e poupadores.

A interação entre demanda e oferta de trabalho determina o nível de mão de obra de pleno emprego

A utilização da mão de obra contratada pelas firmas no mercado de trabalho define o nível de produção da economia, O nível de preços depende da quantidade de moeda emitida pelo Banco Central e do nível de produção

Mercado de dinheiro ou de Fundos Emprestáveis

No mercado de dinheiro (de fundos emprestáveis), os poupadores emprestam dinheiro e os investidores o tomam emprestado.

Poupadores

Investidores

Juros Wicselliana

A livre interação entre poupadores e investidores, respectivamente, ofertadores e demandantes de moeda, determina o nível de poupança e de investimentos de equilíbrio, bem como a taxa de juros de equilíbrio. Essa taxa de juros de equilíbrio, que iguala a poupança com o investimento, é chamada de taxa de juros Wicselliana.

A poupança no modelo Clássico

Representa a oferta, é uma função crescente da taxa de juros

O investimento no modelo clássico

Representa a demanda, é uma função decrescente da taxa de juros.

A taxa de equilíbrio e os níveis de poupança e investimento de equilíbrio

A livre interação entre poupadores e investidores determina a taxa de juros de equilíbrio e os níveis de poupança e investimento de equilíbrio.

CONCLUSÕES

Auto Ajuste na economia

os economistas clássicos enfatizam a tendência ao auto ajuste na economia, ou seja, confiam na mão invisível e nas forças do mercado para assegurar o pleno emprego e a estabilidade da economia.

Ações do governo causam instabilidade

Ações do governo causam instabilidade e atrapalham o setor privado em sua tarefa de alocação de recursos na economia.

Flexibilidade dos salários nominais é vital

Flexibilidade dos salários nominais é vital para garantir o pleno emprego dos fatores de produção no modelo clássico.

Nível de equilíbrio de pleno emprego permanecem inalterados

Nível de equilíbrio de pleno emprego, salário real, o emprego e o produto permanecem inalterados

Na oferta os fatores reais determinam as variáveis reais.

Na teoria clássica (lado da oferta) os fatores reais determinam as variáveis reais. a produção e o emprego dependem principalmente da população economicamente ativa, da tecnologia e da formação de capital.

Os fatores monetários não desempenham uma função na determinação das quantidades reais.

A demanda agregada não afeta a produção de equilíbrio de pleno emprego. Ela afeta o nível de preços.

OBSERVAÇÔES

1. A teroria quantitativa da moeda, em sua versão tradicional estabelece uma relação de proporcionalidade entre os aumentos da quantidade da moeda e os aumentos da renda nomial, supondo que a velocidade-renda da moeda seja constante. MV=PY. Ou seja, não há qualquer relação entre a oferta monetária e a taxa de juros. 2. Segundo a teoria quantitativa da moeda, a velocidade de circulação da moeda é constante. 3. A partir da equação quantitativa da moeda, pode-se definir a velocidade de circulação da moeda coo sendo o quociente entre produto nominal (no caso, PNB) e a oferta monetária. 3. A neutralidade monetária, associada à teoria clássica, implica que uma expansão da oferta de moeda, no longo prazo, não modifica as variáveis reais, mas altera as variáveis nominais e o nível de preços. 4. No nível de pleno emprego o produto maginal do trabalho é igual ao salário real. 5. No modelo clássico, a economia opera em pleno emprego de mão de obra, ou seja, não existe desemprego involuntário, apenas voluntário ou friccional. 6. A desutilidade marginal do trabalho sintetiza a relação trade-off (relação antagônia) entre trabalho e lazer, ou seja, é o que faz as pessoas trocarem seus momentos de lazer, por trabalho. Como elas não sofrem de ilusão monetária, tem-se que é o salário real e não nominal, que corresponde a desutilidade marginal do trabalho. 6.ver pag 14 7. No modelo clássico a velocidade decirculação da moeda é exógena e constante no curto prazo.