Modelo Clássico 2

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Modelo Clássico 2 by Mind Map: Modelo Clássico 2

1. Mercado de Trabalho

1.1. A força motriz da economia é o mercado de trabalho

1.2. Nível de mão de obra de equilíbrio

1.2.1. A livre interação entre as forças de oferta e demanda por trabalho é que determina o número de pessoas e os seus salários reais de equilíbrio.

1.3. Oferta de Trabalho

1.3.1. Função crescente do salário real

1.4. Demanda por trabalho

1.4.1. Função descrescente do salário real

1.5. O nível de mão de obra de pleno emprego e salário real de pleno emprego

1.5.1. Para os clássicos o mercado de trabalho é a força motriz - determina o nível de mão de obra e salário real de pleno emprego.

2. Função de Produção Neoclássica

2.1. A economia funciona como uma grande e única fábrica

2.2. Para os economistas clássicos a função de produção funciona como uma espécie de curva de oferta

2.2.1. Propriedades

2.2.1.1. A função de produção fornece o nível de produto da economia em relação a qtd de mão de obra utilizada.

2.2.1.1.1. Mão de obra= L ou N

2.2.1.1.2. Capital é fixo

2.2.1.1.3. Y= f(N) ou Y= f(L)

2.2.1.2. A função de produção é função crescente do nível de trabalho

2.2.1.3. Função de produção parte da origem

2.2.1.3.1. f (0) = 0

2.2.1.4. A concavidade da função de produção é voltada para baixo

2.2.1.4.1. Produto Marginal do Trabalho= PMgL--- PMgL = F (N)

3. A Teoria Quantitativa da Moeda

3.1. Função de demanda

3.2. Variáveis

3.2.1. M = estoque de moeda ou oferta de moeda

3.2.2. V = velocidade de circulação da moeda

3.2.2.1. Suposta Constante = K

3.2.3. P = Nível geral de preços

3.2.4. Y = produto ou renda real

3.2.5. P.Y = produto nominal

3.3. TQM = M.V = P.Y

3.4. A curva de demanda agregada no modelo clássico

3.4.1. Demanda agregada

3.4.2. Através da TQM obtem-se a Demanda Agregada

3.4.2.1. MV = PY --- logo: Y = MV/P

3.5. Visão Monetarista da inflação dos economistas clássicos

3.6. A constante Marshaliana

3.6.1. M = kPY

3.7. A demanda por moeda para os clássicos

3.7.1. Apenas por dois motivos

3.7.1.1. Transação

3.7.1.1.1. Função crescente da renda

3.7.1.2. Precaução

3.7.1.3. Não existe Especulação

3.7.1.3.1. Varia inversamente com a taxa de juros

4. Dicotomia Clássica

4.1. Lado real e o lado monetário não estão interligados

4.1.1. Variáveis reais não afetam as variáveis nominais

4.2. Neutralidade da moeda

5. Lado Real da Economia

5.1. A interação entre demanda e oferta de trabalho determina o nível de mão de obra de pleno emprego

5.1.1. A utilização da mão de obra contratada pelas firmas no mercado de trabalho define o nível de produção da economia

5.1.1.1. O nível de preços depende da quantidade de moeda emitida pelo Banco Central e do nível de produção

6. Mercado de dinheiro ou de Fundos Emprestáveis

6.1. Poupadores

6.2. Investidores

6.3. Juros Wicselliana

6.4. A poupança no modelo Clássico

6.4.1. Representa a oferta, é uma função crescente da taxa de juros

6.5. O investimento no modelo clássico

6.5.1. Representa a demanda, é uma função decrescente da taxa de juros.

6.6. A taxa de equilíbrio e os níveis de poupança e investimento de equilíbrio

7. CONCLUSÕES

7.1. Auto Ajuste na economia

7.2. Ações do governo causam instabilidade

7.3. Flexibilidade dos salários nominais é vital

7.4. Nível de equilíbrio de pleno emprego permanecem inalterados

7.5. Na oferta os fatores reais determinam as variáveis reais.

7.6. Os fatores monetários não desempenham uma função na determinação das quantidades reais.

7.7. A demanda agregada não afeta a produção de equilíbrio de pleno emprego. Ela afeta o nível de preços.

8. OBSERVAÇÔES