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EDUCAÇÃO ESTÉTICA: SENSIBILIDADE, RAZÃO E ENSINO by Mind Map: EDUCAÇÃO ESTÉTICA:
SENSIBILIDADE, RAZÃO E
ENSINO
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EDUCAÇÃO ESTÉTICA: SENSIBILIDADE, RAZÃO E ENSINO

Ensino de Dança

Ensino de Dança na escola

A Dança se insere na Educação a partir da LDB 9394/96, A legislação prevê que o professor deve ser licenciado, mas que o professor pode ser formado em outros espaços

A Dança é uma das 4 linguagens artísticas elencadas nos PCNs, Algumas dificuldade encontrada para o trabalho com Dança nas escolas, devido às condições que aulas de Dança exigem.

Discussão conceitual do texto "Terceiro movimento: Dança é Educação"

A autora, Karenine, é bailarina, e busca discutir a Dança no espaço Educacional como uma forma de apropriação cultural.

O ensino de Dança na escola contribui para que os alunos compreendam melhor questões relacionadas a fruição estética.

Debate a partir de algumas experiências

A dança pode ser pensada como uma linguagem, O sentido é atribuído pelo expectador.

Ou apenas como prazer

Três questões recorrentes na campo da Dança

Criatividade X técnica

Processo X produto

Criar X interpretar

O corpo em cena: Gabriel Marcel

Nesse texto, o autor: Claudinei Silva, investiga a dramaturgia e analisa como essa produção pode ajudar a repensar a experiência do corpo e de sua relação com o outro.

Claudinei se baseia nas obras de dois autores: Gabriel Marcel e Merleau-Ponty.

Gabriel Marcel, Em Marcel, a dramaturgia gera uma encarnação como dado central da metafísica, em que o corpo, de quem atua, constrói intersubjetividade que tira o expectador da sua condição passiva., Embora esse filósofo não tenha um sistema rígido de análise, em sua obra já há uma preocupação com o corpo encarnado. Esse corpo é a base da nossa existência., Tese central de Marcel: “eu sou meu corpo”. A encarnação como um dado central da metafísica.

Merleau Ponty, Para o Claudinei Silva, o Merleau Ponty é um continuador da obra de Gabriel Marcel., O corpo se revela, em Merleau Ponty, mais que uma materialidade., A partir do corpo tudo é construído, fazendo assim, uma crítica ao dualismo cartesiano pela afirmação: "Eu não tenho um corpo, eu sou esse corpo".

A partir desses pensadores, o autor, foca a experiência corporal como um movimento de transcendência, no qual não se pode dizer “tenho um corpo, mas sou corpo”; defendendo a possibilidade de "práxis fenomenologicamente pedagógica”.

Fenomenologia

A indivisibilidade do próprio corpo.

Do ponto de vista fenomenológico não há uma divisão entre corpo e alma, por isso o corpo é finito.

A percepção se dá por meio do corpo

A natureza ambígua e paradoxal do humano se dá por meio da percepção.

Metafísica

Nesse contexto, a ideia de metafísica está se referindo a algo “para além do físico” e não tem nenhuma relação com a ideia de Deus, ou com os dogmas cristãos.

Estética

O que Estética?

O estético é um transpor para outro lugar? Ou é o "não-lugar"? É estar enraizado no mundo?

Fruir estético

A fruição está para além da codificação ou da decodificação pela linguagem “lógico-matemática” . Por isso se ouve muito o "eu não entendi nada" daquela obra ou apresentação artística., Ainda, assim é possível construir um sentido a partir de uma linguagem artística, mesmo que não seja possível ou necessário (de)codificá-la do ponto de vista lógico-matemático., O sentido pode existir, mesmo que não seja possível ou necessário explicá-lo por meio da linguagem verbal., Podemos dizer, então, que esse fruir estético é da ordem do subjetivo., Podemos dizer, também que é algo "encarnado", como nos mostra Merleau Ponty. Algo que se dá a partir da percepção.