Get Started. It's Free
or sign up with your email address
Rocket clouds
Lojong by Mind Map: Lojong

1. Base

1.1. Boas vindas, as 2as feiras

1.2. O lojong

1.2.1. Versão em língua portuguesa pela Comissão de Tradução ― Shambhala Brasil

1.2.2. Foco como apresentação preliminar

1.2.3. Informar que geralmente é um curso de 2 meses

1.3. Átisa como originador da prática (982–1054 AD)

1.3.1. A história do "menino do chá de Bengali"

1.3.2. Compilação atual por Chekawa Yeshe Dorje (1101–1175 AD)

1.3.3. Caminho mahayana, onde entra?

1.4. Lojong pode ser encarado como uma síntese do Dharma, de trazer felicidade perene a si e aos outros

1.4.1. Ou mesmo como uma síntese do caminho da iluminação

1.5. As formas de aprendizado

1.5.1. Compreender

1.5.2. Experimentar

1.5.3. Realizar

1.6. As 8 Preocupações Mundanas

1.6.1. Ambicionar a felicidade

1.6.1.1. Temer o sofrimento

1.6.2. Ambicionar a fama

1.6.2.1. Temer a insignificância

1.6.3. Ambicionar o elogio

1.6.3.1. Temer a crítica

1.6.4. Ambicionar o ganho

1.6.4.1. Temer a perda

2. Caminho

2.1. Ponto 1. As preliminares: base da prática do dharma

2.1.1. 1. Primeiro, pratique as preliminares.

2.1.1.1. Contemplação preparatória

2.1.1.2. Reorienta nossas prioridades e a "direção" do lojong

2.1.1.3. As 4 Preliminares

2.1.1.3.1. Vida Humana Preciosa de Oportunidade (Possibilidade) e Lazer (Tempo)

2.1.1.3.2. Morte e Impermanência

2.1.1.3.3. Karma

2.1.1.3.4. O Ciclo Insatisfatório da Existência / Sofrimento / Ego

2.2. Ponto 2. Prática principal: Treinamento do Bodhichitta

2.2.1. MÁXIMAS DO BODHICHITTA ABSOLUTO (SABEDORIA/VACUIDADE)

2.2.1.1. 2. Considere todos os dharmas como sonhos.

2.2.1.1.1. Questionamos a objetividade das coisas

2.2.1.1.2. Todas as aparências são precedidas pela mente

2.2.1.1.3. Verificamos pela estabilização + insight a vacuidade das coisas

2.2.1.1.4. Sonho e sonhador são interdependentes

2.2.1.2. 3. Examine a natureza da consciência inata.

2.2.1.2.1. Aquela que nunca nasce nem nunca morre - a consciência primordial

2.2.1.2.2. Além do sujeito e objeto

2.2.1.2.3. Observamos o Observador pela meditação

2.2.1.3. 4. Permita que mesmo o antídoto se libere.

2.2.1.3.1. Mesmo a sabedoria cultivada mostra-se um aspecto da sabedoria primordial

2.2.1.4. 5. Repouse na natureza do alaya, a essência.

2.2.1.4.1. Uma mente livre de qualquer conceito ou apego às percepções

2.2.1.4.2. Completa abertura, perfeição natural, total espontaneidade

2.2.1.4.3. Não se refere à alaya-vijnana

2.2.1.4.4. A importância de dar "nome" a algo é possibilitar um relacionamento ou aproximação a esse algo

2.2.1.5. 6. No pós-meditação, seja filho da ilusão.

2.2.1.5.1. Lide com os fenômenos e as pessoas como em um filme insubstancial

2.2.1.5.2. Leveza e brilho

2.2.1.5.3. Tudo é aparência

2.2.2. MÁXIMAS DO BODHICHITTA RELATIVO (MEIOS HÁBEIS/COMPAIXÃO)

2.2.2.1. 7. Dar e tomar devem ser praticados alternadamente. Conduza-os através da respiração.

2.2.2.1.1. Tonglen

2.2.2.2. 8. Três objetos, três venenos e três sementes de virtude.

2.2.2.2.1. Pessoas que gosta

2.2.2.2.2. Pessoas que não gosta

2.2.2.2.3. Pessoas indiferentes

2.2.2.3. 9. Em todas as atividades, pratique com as máximas.

2.2.2.3.1. Ganho e vitória aos outros, perda e derrota a mim mesmo

2.2.2.4. 10. Inicie a seqüência de dar e tomar com você mesmo.

2.2.2.4.1. Contudo, mesmo a ideia do "eu" que é derrotado é confrontada

2.3. Ponto 3. Transformação das circunstâncias adversas no caminho da iluminação

2.3.1. 11. Quando o mundo está cheio de maldade, transforme todas as adversidades no caminho de bodhi.

2.3.1.1. Use o sofrimento

2.3.1.2. Transformamos tudo no caminho da iluminação

2.3.1.3. É importante relembrar o ponto de vista auto-centrado

2.3.2. 12. Atribua todas as culpas a um só.

2.3.2.1. O egoísmo ou auto-referência

2.3.2.2. Os inimigos verdadeiros são a raiva, arrogância, inveja e aversão

2.3.2.3. São elementos habituais da mente mas não inatos

2.3.3. 13. Seja grato a todos.

2.3.3.1. Se a única prece que fizéssemos a vida toda fosse "Obrigado", seria suficiente, diz Meister Eckhart

2.3.4. 14. Ver a confusão como os quatro kayas é a proteção insuperável da shunyata.

2.3.4.1. Dharmakaya

2.3.4.1.1. Não-nascido

2.3.4.2. Sambhogakaya

2.3.4.2.1. Inesgotável

2.3.4.3. Nirmanakaya

2.3.4.3.1. Sempre-manifesto como reflexos na mente

2.3.4.4. Svabhavakaya

2.3.4.4.1. União dos quatro

2.3.5. 15. As quatro práticas são o melhor dos métodos.

2.3.5.1. Acumular mérito

2.3.5.2. Purificar vícios

2.3.5.3. Oferendas aos espíritos/döns

2.3.5.4. Oferendas aos protetores

2.3.6. 16. Incorpore à meditação tudo o que você encontrar inesperadamente.

2.3.6.1. A ideia é sempre estar pronto, além da esperança e do medo

2.4. Ponto 4. Utilização da prática em todos os aspectos da vida (Fácil orientação)

2.4.1. 17. Pratique as cinco forças, as instruções essenciais para o coração.

2.4.1.1. Comprometimento

2.4.1.1.1. Com a realização do bodhicitta

2.4.1.2. Familiarização

2.4.1.2.1. Com ons instrumentos e estados para realização

2.4.1.3. Sementes Positivas

2.4.1.3.1. Criando as condições corretas

2.4.1.4. Ojeriza

2.4.1.4.1. Ao auto-apego e à ilusão

2.4.1.5. Oração

2.4.1.5.1. Para nunca se desviar do caminho do bodhicitta

2.4.2. 18. A instrução mahayana para ejetar a consciência na hora da morte é utilizar as cinco forças: como você se conduz é importante.

2.4.2.1. Na morte e bardo

2.5. Ponto 5. Avaliação do treinamento da mente (Estados mentais exibidos)

2.5.1. 19. Todo o dharma converge para um único ponto.

2.5.1.1. Diminuir o apego a si próprio, ou estado auto-centrado

2.5.2. 20. Dentre as duas testemunhas, fique com a principal.

2.5.2.1. Nós mesmos

2.5.3. 21. Mantenha sempre uma mente alegre.

2.5.3.1. Que torna-se possível com o cultivo da sabedoria e compaixão

2.5.3.2. Shantideva - "Se há remédio, para que frustração? Se não há remédio, para que frustração?"

2.5.4. 22. Se puder praticar, mesmo quando distraído, você estará bem treinado.

2.5.4.1. Estado de presença e perspectiva constantes, não enredados pelos fenômenos

2.6. Ponto 6. Disciplinas para o treinamento da mente (armadilhas)

2.6.1. 23. Atenha-se sempre aos três princípios básicos.

2.6.1.1. Não se oponha aos princípios do Lojong, esforço e diligência constantes

2.6.1.2. Não se atreva devido à sua prática do Lojong

2.6.1.3. Não tenha uma prática instável, privilegiando apenas momentos propícios

2.6.2. 24. Mude sua atitude, mas permaneça natural.

2.6.2.1. Não ambicione externalizar o progresso espiritual

2.6.3. 25. Não fale sobre membros defeituosos.

2.6.3.1. Se não há algo positivo a ser dito, não diga nada

2.6.4. 26. Não pense nas falhas dos outros.

2.6.4.1. Estando vigilante às aflições, é natural nos tornarmos mais sensíveis às aflições de outros

2.6.4.2. Porém, podemos optar em dialogar com a natureza lúdica do outro ou com suas aflições

2.6.5. 27. Trabalhe primeiro com as maiores imperfeições.

2.6.5.1. Onde residem as maiores armadilhas à prática do dharma

2.6.6. 28. Abandone qualquer expectativa de resultado.

2.6.6.1. Mesmo de atingir a iluminação

2.6.7. 29. Renuncie aos alimentos venenosos.

2.6.7.1. "Eu sou especial"

2.6.8. 30. Não seja tão previsível.

2.6.8.1. Não seja refém de padrões habituais

2.6.9. 31. Não fale mal dos outros.

2.6.10. 32. Não se ponha de emboscada.

2.6.11. 33. Não leve as coisas a um ponto penoso.

2.6.12. 34. Não transfira a carga do boi para a vaca.

2.6.12.1. Coloque as responsabilidades e tarefas a quem pode assumi-las

2.6.13. 35. Não tente ser o mais rápido.

2.6.14. 36. Não aja ardilosamente.

2.6.15. 37. Não transforme deuses em demônios.

2.6.15.1. Não desvirtue o dharma para o auto-centrismo ou tornar-se especial

2.6.16. 38. Não procure fazer da dor alheia as pernas de sua própria felicidade.

2.7. Ponto 7. Diretrizes para o Treinamento da Mente (Orientações)

2.7.1. 39. Todas as atividades devem ser realizadas com uma intenção.

2.7.1.1. A de práticar o Lojong, ou desenvolver o bodhicitta em suas duas formas

2.7.2. 40. Corrija todos os erros com uma intenção.

2.7.2.1. Não se desencoraje, persista!

2.7.3. 41. Duas atividades, uma no início, outra no fim.

2.7.3.1. Motivação virtuosa

2.7.3.2. Dedique o mérito

2.7.4. 42. Qualquer das duas que ocorra, seja paciente.

2.7.4.1. Felicidade

2.7.4.2. Adversidade

2.7.5. 43. Observe essas duas, mesmo com risco de sua vida.

2.7.5.1. As duas bodhicittas tem mais valor que sua própria vida

2.7.5.2. Elas são o valor da vida

2.7.6. 44. Treine-se nas três dificuldades.

2.7.6.1. Lembrança das armas da virtude (o lojong)

2.7.6.2. Retirada estratégica (veja a ameaça dos estados mentais turbulentos e recue)

2.7.6.3. Cortar o fluxo imediatamente (o que requer grande vigilância, repousando no estado natural)

2.7.7. 45. Assuma as três causas principais.

2.7.7.1. Receber orientação de um tutor espiritual qualificado (Buddha)

2.7.7.2. Devotar-se totalmente as práticas conforme suas etapas (Dharma)

2.7.7.3. Reunir as condições externas e internas para a prática (Sangha)

2.7.8. 46. Cuide para que as três nunca desvaneçam.

2.7.9. 47. Mantenha as três inseparáveis.

2.7.9.1. Virtude mental, verbal e corporal

2.7.10. 48. Treine-se imparcialmente em todas as áreas. É crucial fazer isso sempre, de modo abrangente e sem reservas.

2.7.11. 49. Sempre medite sobre tudo que provoca ressentimento.

2.7.11.1. Especialmente pessoas ou circunstâncias difíceis ou desafiadoras

2.7.12. 50. Não dependa das circunstâncias externas.

2.7.13. 51. Desta vez, pratique os pontos principais.

2.7.13.1. Prática Espiritual > Preocupações Mundanas

2.7.13.2. Praticar o Dharma > Falar o Dharma

2.7.13.3. Cultivo do bodhicitta > Outras práticas

2.7.13.4. Orientação do mentor > Escrituras e Lógica

2.7.13.5. Prática interna > mudança de ambiente

2.7.14. 52. Não interprete incorretamente.

2.7.14.1. Paciência

2.7.14.1.1. Pela circunstâncias corriqueiras e pelo Dharma

2.7.14.2. Desejo

2.7.14.2.1. Pela maturação espiritual e não objetivos mundanos

2.7.14.3. Experiência

2.7.14.3.1. Pelo Dharma e não por distrações internas e externas mundanas ou por uma "vida louca"

2.7.14.4. Compaixão

2.7.14.4.1. Não confundir compaixão por pena

2.7.14.5. Prioridades

2.7.14.5.1. Vida espiritual sobre material

2.7.14.6. Satisfação

2.7.14.6.1. Devemos nos satisfazer com as virtudes dos budas e não nos infortúnios dos chamados "inimigos"

2.7.15. 53. Não vacile.

2.7.15.1. Na prática do Lojong

2.7.16. 54. Pratique com determinação.

2.7.16.1. Não seja "errático"

2.7.17. 55. Libere-se através do exame e da análise.

2.7.17.1. Com coragem e honestidade constantes

2.7.18. 56. Não chafurde na autocomiseração.

2.7.18.1. Realize o estado primordial

2.7.19. 57. Não seja invejoso.

2.7.19.1. Combata o auto-centrismo

2.7.20. 58. Não seja frívolo.

2.7.20.1. Irritando-se ou incomodando-se por pequenas coisas

2.7.20.2. Seja vigilante sem tensão

2.7.21. 59. Não espere aplauso.

2.7.21.1. A prática é a própria recompensa

2.7.21.2. Abandone qualquer expectativa de retorno

3. Fruição

3.1. Meditação

3.1.1. Shamatha

3.1.1.1. Atenção Plena/Repouso na Paz

3.1.2. Vipashyana

3.1.2.1. Insight/Consciência

3.2. Estudo e Contemplação do Lojong

3.3. Tonglen

3.3.1. Si próprio

3.3.2. Aqueles que ama

3.3.3. Indiferentes

3.3.4. Inimigos

3.4. Colaborar com a sangha ou comunidade de praticantes

3.5. Discussão em Grupo

3.6. Recadinhos Finais

3.6.1. MIEL

3.6.2. Nível 1

3.6.3. Interesse em curso de Lojong