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SBDG by Mind Map: SBDG

1. Conflitos

1.1. Encontro 1

1.1.1. - Racional escondendo o que sente X Busca da autenticidade

1.1.2. - É melhor lutar para que os que querem sair fiquem ou deixá-los ir se quiserem, respeitando suas vontades?

1.1.3. - conflito com a direção do curso

1.1.4. - conflito interno - sentimento de abandono

1.2. Encontro 2

1.2.1. - conflito interno da Esther - saber que o Márcio tinha filhos na sua escola

1.2.2. - meu conflito interno - o que eu mostro? como vou ser aceito tendo tido uma vida fácil?

1.2.3. - conflito de tempo

1.3. Encontro 3

1.3.1. - Terapia X Grupo de aprendizagem (conflito colocado pela Esther)

1.3.2. - Marcia X Leila - Leila e os 12 volts

1.3.3. Eu falando do meu incômodo com a Leila no grupo e depois no feedback

1.3.4. - Grupo sem rumo

1.3.5. - Hércules e a homossexualidade

1.4. Encontro 4

1.4.1. - Márcia - conflito movimento individual X movimento do grupo

1.4.2. - Falando mal da Esther pelas costas

1.4.3. - Conflito aberto - eu X Leila e Alessandra

1.4.4. - conflito aberto - Aurélio contra a direção

1.4.5. - Hércules - conflito: fazer tudo correto X permitir-se errar

1.4.6. Conflito interno: como escrever críticas às pessoas (principalmente pessoas de quem eu gosto)

1.4.7. - Kelly e expressar a raiva

1.4.8. - Esther X Luciana - fala fala e não diz nada X incomodo com isso - projeção na Luciana

1.4.9. - Esther conflito interno - deixa os outros falarem por si X bancar o posicionamento - a questão se esvazia, o assunto morre, o conflito do GRUPO não vem à tona

1.5. Encontro 5

1.5.1. Marcio conflito interno sobre seu relacionamento

1.5.2. - Marcio - integração - acho que devo mas não sei se quero

1.5.3. - Leila, conflito interno - quero mudar, ser mais doce, mas não vou e nem quero mudar (!!!!)

1.5.4. - Conflito interno meu: incomodo com o Aurelio

1.5.5. - suspeita de conflito do Rob com alguma coisa minha

1.5.6. - Eu e a Alessandra

1.6. Encontro 6

1.6.1. - a saída do Hércules

1.6.2. - Maria Cristiana - vincular-se ou não vincular-se?

1.6.3. - Marcio, conflito interno, o que fazer com a relação com sua mulher

1.7. Encontro 7

1.7.1. Menção da questão dos atrasos da MCris, no feedback da sua coordenação (indício de conflito)

1.7.2. Conflito André e TCris

1.7.3. Começo da questão dos Judeus, conflito interno da Esther, talvez do grupo, quem sabe

1.7.4. coffe da Esther - email do Aurélio falando de não sermos muquiranas

1.7.5. A primeiro comissão de sala/coffe - a expressão de um desconforto de não ter tido ajuda

1.7.6. conflitos escondidos para decidir o local dos encontros (falamos da questão do dinheiro)

1.8. Encontro 8

1.8.1. - conflitos internos sobre relacionamentos, Marcio, Lu, Alessandra, Marcia, Rob (que chorou)

1.8.2. - meu confllito interno sobre qual direção tomar, sobre dinheiro e trabalho

1.8.3. - Fatima na coordenação da Alessandra - conflito interno sobre o grupo - dificuldade de lidar com o que o grupo provoca - Quando a Fátima se emocionou falando sobre a irmã?

1.8.4. - Alessandra e distanciamento do grupo - sobrecarga

1.8.5. - MCRis desconectada do grupo

1.8.6. - Marcio e MCris - atrasos

1.8.7. - Leila - rótulo - disparada pela discussao sobre ideologia de Pichon

1.9. Encontro 9

1.9.1. Lu - incômodo com a superficialidade das histórias trocadas na coordenação da Márcia

1.9.2. Minha máscara: eu finjo que não me sinto só... será que esse não é uma expressão de conflito de outros tb?

1.9.3. Vanessa e Miriam - não está quebrando as coisas da casa pra não quebrar em outro lugar?

1.9.4. Marcel tomando lugar no seminário sem dar mta satisfação ao grupo. Vanessa e Cris, principalmente, não gostando

1.9.5. Leila dizendo que foi podada e o grupo agora dava aval para a Vanessa se expressar

1.9.6. Rob querendo tirar o foco da Leila e eu querendo deixar.

1.9.7. A Ale falando do medo do conflito

1.9.8. Márcia e Leila - Márcia com raiva porque a Leila diz que o grupo não mexe com ela, Leila com raiva porque acha Márcia sem sinceridade

1.10. Encontro 10

1.10.1. Escolha da sala - processo onde havia a possibilidade de usar o espaço da Esther - com crítica ao processo de decisão

1.10.2. Elefante Branco

1.10.2.1. Desconforto da MCris - pouca vontade do grupo

1.10.2.2. Kelly colocando que o grupo é segunda prioridade

1.10.2.3. Vanessa e feedback para Kelly

1.10.3. Processo de decisão - maioria ou consenso (Rob e Miriam)

1.10.4. Objetividade (o simples, quem quer quer, quem não quer não quer, vamos discutir logo o que fazer) X Introspecção (o que há por trás)

1.10.5. Eu e o Aurélio - discordei de um jeito que o expôs e ele ficou chateado. Há coisas no Aurélio que me incomodam.

1.10.6. MCris e Fátima

1.10.7. George e MCris

1.10.8. Marcia falando saber que existe algo para resolver com Leila

2. Dinamicas

2.1. Encontro 1

2.1.1. - o grupo tentando cumprir uma tarefa (no caso, sem saber qual era)

2.1.2. - o grupo esperando direção da Coordenação

2.1.3. - MCris falando de coisas relevante mas abusando do espaço

2.1.4. - o grupo fugindo da proposta do Rob de listar os aprendizados

2.1.5. - fazendo piadinhas de situações difíceis de lidar; brincar com algo para menosprezá-lo, deixá-lo menor mesmo, tirar sua força

2.1.6. - Aurélio tentando conduzir; sedutor

2.1.7. - Leila reclamando em vez de ajudar

2.1.8. - Hércules - evitar conflito - ele falou objetivamente disso

2.1.9. - Eu puxando a participação de pessoas

2.1.10. - O Rob mostrando coisas do grupo

2.1.11. - Eu pedindo Objetivo para o grupo

2.1.12. - Fatima pedindo um contrato

2.1.13. - George pedindo falarmos de sentimentos

2.1.14. - Pessoas escolhendo ficar caladas

2.1.15. - As pessoas completando as frases umas das outras; ficando no falar sobre, onde não há conexão de verdade; necessidade de se reconhecer no outro; o Rob reclamando de que não se tem clareza de estarmos falando da mesma coisa. Miriam muito presente como liderança e alimentando essa dinamica.

2.1.16. - Tomar as rédeas na confusão: Marcia e Miriam

2.2. Encontro 2

2.2.1. 2 temas do jornal: pessoas se machucando; pessoas com tempo livre e preguiça

2.2.2. "Como falavam pouco, dei uma conduzida." - explicando para as novas como foi o encontro passado. Nesse caso, a Miriam também quis contar, mas contou mais na superfície, por isso inclusive fiz questão de falar.

2.2.3. - Aparentemente tudo bem com a MCris e a Cristiane no processo de definir a sala

2.2.4. Muitos primogênitos, e caçulas. Muitas histórias de superação

2.3. Encontro 3

2.3.1. - Pessoas que passaram mal depois do encontro anterior

2.3.2. - A Esther sendo ambígua - não quer terapia, mas achava que as histórias deviam ter tido um fechamento

2.3.3. - a Márcia falou do grupo estar patinando no fechamento da manhã de sábado. No almoço, outros falaram tambem.

2.3.4. Hércules e a homossexualidade

2.3.5. - o grupo colocando as pessoas em estereótipos. E as pessoas aceitando-os (isso se explicitou no exercício em que o grupo dava algo às pessoas, algo que elas precisariam e pediam algo) - Kelly e Márcio

2.3.6. - a Miriam não ficou para os exercicios de feedback!

2.3.7. Eu, fazendo um papel de porta-voz, no final do encontro, falando do grupo estar patinando.

2.3.8. Falou-se de pessoas que estão dentro e que estão fora, de postura mesmo.

2.4. Encontro 4

2.4.1. Tema do jornal: reencontro com pessoas do passado

2.4.2. As pessoas não se mostrando no exercício da aproximação da cadeira

2.4.3. No teatro

2.4.3.1. padrao de controle - nosso grupo que fez um script e domorou mto para preparar

2.4.3.2. psicodrama e improviso - Esther, Marcio, Lu, Rob e George

2.4.3.3. Uso de uma alegoria para falar de um assunto - terceiro grupo falando sobre máscaras

2.4.4. Depois do teatro

2.4.4.1. Eu apontando que o grupo não falava das coisas de verdade e ficava na teoria. De um jeito agressivo

2.4.4.2. O grupo pedindo pra eu citar nomes

2.4.4.3. A Leila defendendo quem foi 'acusado' de ficar de fora

2.4.4.4. A Alessandra se sentindo pressionada, e reconhecendo essa pressão na minha pessoa

2.4.4.5. O Aurélio sendo o porta-voz de um incômodo com a falta de direção da Direção

2.4.4.6. Hércules intervindo para evitar o conflito (e recebendo feedback da Lidia na sequencia)

2.4.5. O grupo dando conselho para a Tereza Cristina e ficando nesse movimento um bom tempo

2.4.6. A Esther cutucando

2.5. Encontro 5

2.5.1. Proposta do Aurélio para controlarmos o tempo do jornal. Rejeitada, explicitamente pelo Rob

2.5.2. Jornal curto e pessoas sendo impessoais

2.5.3. Jornal: questoes relacionadas a banheiros entupidos

2.5.4. O grupo ficou em cima do Márcio sobre a questão de achar que deve mas não saber se quer entrar no grupo

2.5.5. Grupo pressionando a Leila a ver suas incoerências (e cobrando que ela queira mudar)

2.5.6. A Lu apontando um incomodo do grupo ter dado espaço pra ouvir só 3 pessoas sobre a pergunta do que o grupo provocava de mudança

2.5.7. Leila falou algo sobre não acreditar quando as pessoas falavam que sentiam saudades do grupo

2.5.8. A Marcia falando pra eu não ficar forçando a Leila

2.5.9. Pessoas se investigando e revelando no exercício do 'eu finjo'

2.5.10. Feedback para Alessandra

2.6. Encontro 6

2.6.1. Jornal com vários relatos sobre relacionamentos, mais abertos

2.6.2. A Alessandra falando sobre seu processo de se abrir para o marido, depois de uma grande crise

2.6.3. O Grupo depois percebendo que não respondeu espontaneamente pra Tereza Cristina o que achava dela com o 'amante', na hora do seu jornal

2.6.4. Discussão sobre saída do Hércules - quem mais representa o "evitar conflitos"

2.6.5. Maria Cristiana chorou falando de como não nos damos para o grupo, como ela de fato não vinha se dando pro grupo. Vincular-se ou não?

2.6.6. Personagens

2.6.7. Sociodrama - quem seria seu observador - exercício que retrata o grupo e que trabalhou feedback

2.6.8. A Leila desabafando sobre os rótulos que recebe

2.6.9. Definições: coordenações e grupos de estudo

2.6.10. Exercício da cadeira do coordenador

2.6.11. Artefatos do grupo (nome, slogan...)

2.7. Encontro 7

2.7.1. Talvez foi aqui que a Fátima chorou falando da irmã - verificar

2.7.2. O grupo se eximindo da responsabilidade para resolver quem faria a coordenação da Leila que faltou

2.7.3. Eu e a Esther chamando o grupo para um discussão ali no grupo, sobre o que acontecia ali

2.7.4. O grupo pedindo pra eu fazer o que eu estava pedindo. Eu aceitando

2.7.5. A Tereza Cristina sendo analítica da teoria

2.7.6. O grupo não aceitando o incômodo que eu trazia, querendo por panos quentes

2.7.7. A Esther vindo falar comigo no paralelo esperando uma cumplicidade numa disputa com o Aurélio. Com raiva.

2.7.8. A Márcia e a Lu vindo falar comigo no paralelo sobre a cobrança do almoço da Lidia. E eu depois expondo no grupo, sem o respaldo delas (porque elas já tinham resolvido, de alguma forma)

2.8. Encontro 8

2.8.1. Jornal: falando muito de relacionamentos e sobrecargas

2.8.2. Tereza Cristina puxando o grupo para um conversa sobre regras e falando de como ela é compromissada

2.8.3. Esther, de um jeito confuso, puxando o grupo para falar de relações

2.8.4. Eu ajudando a organizar o pensamento da Esther

2.8.5. Eu me propondo a chamar as pessoas para sair (Acho que foi nesse encontro, no final da coordenação da Alessandra)

2.8.6. O Aurélio fazendo uma apresentação que trazia mais o movimento do grupo

2.8.7. Eu, a TCris, a Ale e a Kelly travados no exercício de criar algo (da Cris)

2.8.8. A Ale trazendo a questão da sobrecarga e do peso do grupo e as pessoas do grupo respondendo com conselhos (a Esther, ao contrário, tentou compartilhar o que sentia tb)

2.8.9. O Grupo deixando as questões relevantes para o fim

2.8.10. Mecanismos de fuga em relação ao sentimento da Ale

2.8.11. A Márcia chorou indo para o almoço, tocada pelas coisas do grupo

2.8.12. MCris se colocando de forma incoerente - eu quero regras claras

2.8.13. O Rob ia confrontar o Márcio, mas aconteceu um desvio para falar da teoria de como o grupo age

2.8.14. O grupo dormindo no seminário

2.8.15. Saímos para beber depois

2.9. Encontro 9

2.9.1. Antes do encontro, fomos no forró, teatro, música...

2.9.2. Jornal pessoal e incluindo ainda falas de todos

2.9.3. Movimento do grupo para histórias mais divertidas do que difíceis

2.9.4. Vanessa, Miriam e TCris - homens, dores e excitação

2.9.4.1. Vanessa propondo falar de relacionamentos

2.9.4.2. Miriam sendo abafada quando trazia um outro lado. E justamente quando trazia algo pessoal!

2.9.5. Quem contou histórias: Vanessa, André, Márcio (por insistência da coordenação), Esther. Mcris e Aurélio contaram de seus gostos.

2.9.6. Seminário meio chato sobre Rogers: Vanessa, Cris, MCris, Lu e Leila

2.9.7. Miriam sendo blasê ao ouvir algo que a incomodou (da Vanessa). Comentando sobre isso no almoço.

2.9.8. Marcel intervindo no seminário do Schutz. Conteúdo mais interessante mesmo, mas algumas pessoas se incomodando muito.

2.9.9. Miriam usando o tema da coordenação para falar do seu conflito.

2.9.10. Miriam - feedback para Vanessa com julgamento

2.9.11. George - mediação, abrindo espaço pra que haja expressão como a Vanessa fez (e reconhecendo que ela podia ter se colocado melhor, o que acolheu a Miriam)

2.9.12. Leila, que esteve afastada do encontro, viu uma oportunidade de falar das suas frustrações e menosprezou o grupo. A TCris fez uma intervenção muito legal, pedindo para o grupo ver o que sentia sobre o que a Leila falava. Minha hipótese: o grupo sentiu raiva mas não teve coragem de olhar e trazer (o George foi um exemplo, expressando o distanciamento; a Márcia trouxe isso claramente no fim, quando gerou a briga).

2.9.13. Cris pediu pra Ale falar (acho que sobre o tema mesmo, acho que por estar quieta). A Ale falou sobre o medo do precedente aberto pela Vanessa, o que senti que ressoou

2.9.14. Seminário do Moreno - o grupo estava vivo enquanto o seminário era uma conversa. Mostrou cansaço quando nos estendemos nos slides.

2.10. Encontro 10

2.10.1. Pela reflexão guardada, até aqui ainda o grupo fala como 'nós' para coisas particulares

2.10.2. O grupo esteve mais sereno, presente a maior parte do tempo. Vi algumas pessoas se impacientando com a Maria Cristina, principalmente Miriam e Aurélio

3. Coordenações

3.1. Encontro 7

3.1.1. Maria Cristina - confiança

3.1.2. Miriam - troca de presentes

3.1.3. George - processamento da administração do grupo

3.2. Encontro 8

3.2.1. Alessandra - compromisso e relacionamento com o grupo

3.2.2. Cris - sentimento em relação ao grupo

3.2.3. Fátima - sujeiras debaixo do tapete

3.3. Encontro 9

3.3.1. Márcia - conversa de bar

3.3.2. Rob - máscaras que usamos

3.3.3. TCris - mudanças que o grupo provocou

3.4. Encontro 10

3.4.1. Aurélio - sinceridade e vulnerabilidade

3.4.2. Esther - processamento da produção do amigo secreto - Elefante Branco

3.4.3. André - exercício do corpo coletivo - desatar os nós

4. Laços abertos

4.1. definir os objetivos do grupo

4.2. do que eu tenho medo?

4.3. O Aurélio dizendo que "a Esther" estava sendo muquirana

4.4. A questão dos judeus

4.5. processamento do primeiro gruop de administração

4.6. A questão do horário para o Rob e possivelmente outros

4.7. Laços abertos na coordenação da Márcia - conversa de bar

4.8. Listados no Encontro 10

4.8.1. Comissões

4.8.1.1. Questão dos problemas ocorridos na escolha da sala de dezembro

4.8.1.2. Incomodo da Maria Cristina quando esteve na comissão e do qual ela falou pouco

4.8.1.3. Troca de comissões e definiçao de responsabilidades

4.8.1.4. Definiçoes de proximos locais

4.8.2. Aurelio - está fora do grupo e tem problemas com pelo menos alguns - e acho que ele não sabe

4.8.3. Marcia e Leila

4.8.4. Os individuos do grupo sao capazes de se levantar contra um fluxo? Qdo isso aconteceu e como foi a experiencia? Como o grupo pode criar um clima de permitir isso?

4.8.5. Como o grupo lida com diferenças fundamentais de opiniões e preferencias

4.8.6. Aversao à Esther no grupo

5. Aprendizados

5.1. Encontro 4

5.1.1. Eu achava que um grupo se definia por seu objetivo. No fim, tinha algo a ver com o fazer. Estou cada vez mais gostando da idéia do grupo como uma flor, uma coisa viva. O fazer é uma forma de experimentar o grupo, mas viver, viver é experimentar, do jeito que viver for. Talvez viver seja estar presente. O que se quer, o que se sente...

5.2. Encontro 5

5.2.1. A Márcia mais tarde veio me dizer para eu usar minha força para ajudar quem precisava.

5.3. Encontro 7

5.3.1. Seria mais bonito eu aceitar a TCris como ela é, e conviver bem, mesmo que eu sinta que ela tem dificuldade de me ver. Talvez aprender que eu não me mostro de verdade também. Talvez não ter medo de ficar preso numa imagem que se faz de mim. Talvez seja uma necessidade muito grande de ser percebido, de ser validado. Talvez porque eu duvide de mim.

5.3.2. Acho que devo achar também um ponto de parada, entender que o grupo já andou e precisa respirar, parar, olhar a paisagem um pouco. Talvez eu deva aprender a fazer isso comigo. Eu acho que faço, mas faço com culpa, em boa parte porque me programo para não ter esse respiro.

5.3.3. Vi a Lidia nesse lugar, imaginei ela falando, olha, vcs querem ir por aí, mas antes eu vou dizer porque acho que vcs não devem mudar esse rumo... é isso que tem acontecido e isso e isso... se vcs forem por ali vcs podem perder uma oportunidade de olhar pra essas coisas. Seria algo como isso, gostei. Mas e se eles decidissem mudar de qualquer jeito. Bom, já disse o que sentia que precisava ser olhado, posso ir inteiro com eles, acho que dá pra aceitar. Lembrar de dizer 'a gente decidiu vir por aqui' (não 'vcs decidiram') quando isso tiver que ser trazido à memória. Senti que algo pode mudar no primeiro discurso também. Em vez de '.. se vcs forem ...vcs podem perder...', '...se nós formos...nós podemos perder...'. É sutil mas é uma diferença grande. Eu estou incluído no processo! não sou independente. Isso é um sinal. Lembro como seria quando eu era técnico de futebol... mesmo que a decisão não fosse pelo caminho que eu queria, era sempre 'nós'. Lá eu ouvia muito, dava voz a todos, mas eu era autoridade. Talvez não estivesse 100% certo, mas acho que era um bom caminho.

5.3.4. Grupo Operativo

5.3.4.1. Exemplo - interpretação/hipótese - tese

5.3.4.2. Contra-exemplo - antitese

5.3.4.3. Sintese

5.4. Encontro 8

5.4.1. mas como eu faço se eu tenho uma coisa pra falar de alguém específico, mas trazer isso vai só fazer a pessoa se afastar? A Lidia então me deu uma ferramenta, falar do grupo, reconhecer que o que acontece ali é algo do grupo, não ficar num caso específico isolado, mas trazer o que acontece no grupo. Queria registrar isso, que acho que é um aprendizado importante. Claro, que acho que tenho que exercitar.

5.4.2. Macanismos de fuga - negação - "ah, não precisa sentir isso!" - contrapartida saudável - como é isso em mim?

5.5. Encontro 9

5.5.1. A importância do processamento - na coordenação da Márcia a atividade era uma conversa e não houve processamento. E coisas se perderam

5.5.2. A mascara "eu nao me sinto só" e olhar nos olhos

5.6. Encontro 10

5.6.1. O que é forte no feedback em grupo? Falar diretamente pra uma pessoa no grupo. Tem a ver com psicodrama, eu acho, sabe. É mais do que falar pra pessoa, tem o grupo. Tem a própria exposição, a coragem.

5.6.2. Pergunta para facilitação da comunicação: Posso tentar ajudar aqui? - o que fiz pra Maria Cristina no feedback para a Fátima

5.6.3. Sequecia para tratar um problema do grupo

5.6.3.1. Entender, identificar o que aconteceu

5.6.3.2. O que o grupo pode fazer pra ser melhor? O que cada um pode fazer?

5.6.3.3. No caso da resposta nao ser novidade, porque nao faz? Qual a dificuldade?

5.6.3.4. Exercitar agora ou marcar qdo a oportunidade deve aparecer e estar atento

5.6.3.5. Depois do exercitar: O que aconteceu aqui? O que foi diferente, novo, especial? O que se aprendeu?

5.6.4. Tem algo no movimento da Vanessa importante "Quem quer dar o primeiro passo?"

5.6.4.1. Proposta de exercitar a dificuldade, fazer algo aqui e agora, depois de identificar o problema

5.6.4.2. Do que o grupo trouxe como análise, o que dá pra viver aqui e agora?

5.6.5. Algo no movimento da Miriam - e ai George, tem algo q vc gostaria de fazer?

5.6.5.1. Fazer - psicodrama - corpo - querer - realizar

5.6.5.2. Só dá pra fazer depois que a emoção se instaurou

5.6.5.3. Centro da roda, espaço sagrado - repercurte pros outros - exposição

5.6.6. Como trazer o fechamento para um momento de emoção, na hora certa?

5.6.6.1. E aí como vcs estão?

5.6.6.2. Como foi pro grupo? Como se sentiu?

5.6.6.3. O que se aprendeu? O que o grupo leva do que se passou?

5.6.6.4. (compartilhamento psicodrama)

5.6.7. Como ajudar um feedback entre 2 pessoas

5.6.7.1. O que vc ouviu, Fatima?

5.6.7.2. Maria cristina, foi isso mesmo?

5.6.7.3. Como foi para o grupo ouvir isso?

5.6.7.4. Fatima, (como vc se sentiu?) vc gostaria de dizer alguma coisa?

5.6.7.5. O que vc ouviu, Maria Cristina?

5.6.7.6. Fatima, foi isso mesmo?

5.6.7.7. Como foi para o grupo ouvir isso?

5.6.7.8. Maria Cristina, vc gostaria de dizer alguma coisa?

5.6.7.9. Loop

5.6.8. Como poderia ajudar uma pessoa que está resistindo a fazer alguma coisa, cobrando que alguém deixe de resistir e faça o que deve fazer (a vanessa a dar o feedback pra Kelly)?

5.6.8.1. - Uma idéia: mostrar a incoerência do comportamento (como expliquei em H2), formular a hipótese da resistência e perguntar; ao que vc está resistindo? O que vc realmente gostaria de fazer que não está fazendo?

6. Reflexões

6.1. Encontro 1

6.1.1. Quando o poder é bom - poder e potência

6.2. Encontro 3

6.2.1. - A Kelly me deu um feedback sobre abusar dos vazios enquanto falo

6.3. Encontro 4

6.3.1. O risco de não ser gostado. Como eu não costumo tomar esse risco. Fazer o que fiz, foi assumir esse risco, mas não é fácil é uma tarefa. É bom? Pode não ser? Algo para investigar...

6.3.2. Sobre poder. Uma vez eu li algo sobre Jung, que ele dizia que onde há Poder não há Amor. Não sei se ele falou exatamente isso, mas eu entendo, apesar de não concordar absolutamente. Concordo em parte. Talvez, para agir a partir do Amor deve-se abrir mão do Poder. Isso, talvez, não signifique que o poder não exista. Talvez esse seja um parâmetro para entender quando se está jogando com Poder e quando não. Os outros e eu mesmo.

6.3.3. Como lidar com a necessidade de gostarem de mim

6.4. Encontro 7

6.4.1. O que eu tenho que aprender aqui? Como achar a medida entre trazer o que é importante, com força pra que não seja empurrado pra debaixo do tapete, mas sem ser agressivo? A resposta pra essa pergunta tem a ver com uma vontade de chorar, que rebate numa revolta, numa força agressiva. E a vontade de chorar tem a ver com não ser percebido, me sentir fraco e invisível.

6.5. Encontro 8

6.5.1. O que a Tereza Cristina, nesse momento, representa de mim

6.5.2. O grupo como um lugar de conforto

6.5.3. O rebelde - o não automático

6.5.4. O meu distanciamento quando sinto que posso ser abandonado, o quando eu sentiria raiva ou mágoa - caso do Márcio chegando atrasado

6.6. Encontro 10

6.6.1. Talvez o que Kurt Lewin falava das conversas fora do ambiente de trabalho (conversas de bar, por exemplo) tivesse essa função de facilitar vir o implícito. Mas não é apenas o ambiente informal - que promove espontaneidade - o responsável, mas também o fato de as pessoas poderem estar em contato com subgrupos de afinidade. Agora não estou certo se isso é necessário (esse compartilhamento em subgrupos), e como promover isso sem que seja prejudicial, crie mais separação. No nosso grupo acho que isso tem menos chance de ocorrer (a parte prejudicial), mas num grupo qualquer vislumbro isso acontecendo corriqueiramente.

6.6.2. O que o grupo pode fazer pra que todos se expressem? Ser gentil, estar com a escuta mais atenta, não falar de "nós" para coisas particulares de uma pessoa ou de um subgrupo (o que é quase sempre), não reagir com ansiedade quando uma resposta não é a esperada, o que talvez implique esperar com curiosidade o que cada um vai falar, não assumir nada previamente. Ter uma abertura interna. Perguntar, dar espaço. Tudo isso, ok. Mas a Vanessa mostrou uma outra coisa: dar feedback, ser claro, honesto, que acho tem a ver com o que a Maria Cristina pediu a dois encontros atrás.

6.6.3. Assuntos que surgiram na minha coordenação

6.6.3.1. Ficar de costas no grupo, quando acontece?

6.6.3.2. As pessoas se deixarem levar, isso é uma caracterísitca do grupo? O que isso implica?

6.6.3.3. Como lidar com as diferenças?

6.6.3.4. O que a formação apertadinha ou mais solta representam de valores? (nao falei disso, pensei nisso agora)

6.6.3.5. O desatar dos nós no grupo. Como dar o primeiro passo?

7. Locais

7.1. 1 - Hotel nos Jardins

7.2. 2 - mesmo hotel, último andar

7.3. 3 - Appana (2 salas - pequena e grande)

7.4. 4 - Hotel perto da 9 de julho

7.5. 5 - Appana (sala pequena)

7.6. 6 - Appana (sala pequena)

7.7. 7 - Appana (2 salas - grande e pequena)

7.8. 8 - Appana (2 salas - grande e pequena)

7.9. 9 - Appana (grande) e Eco-social

7.10. 10 - Appana (sala grande)