Formação de Analista Contábil

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Formação de Analista Contábil by Mind Map: Formação de Analista Contábil

1. Capítulo I - Princípios de Contabilidade

1.1. Considerações Gerais

1.1.1. Código de Ética do Contador - Resolução 803: pode ser penalizado por não observar os princípios

1.1.2. Oferece condição de analisar a situação patrimonial da empresa e não mistura dos movimentos dos sócios com movimentos da empresa (CONFUSÃO PATRIMONIAL)

1.1.3. Resolução do Conselho Federal de Contabilidade 750/93 - Contabilidade Regular

1.1.3.1. Toda a prática contábil e preparo de relatórios deve ser norteada pelos Princípios Fundamentais de Contabilidade, sob pena de perda de legitimidade.

1.1.3.2. Capítulo I Dos princípios e de sua observância

1.1.3.2.1. Art 1º § 1º - Observância dos Princípios de Contabilidade é obrigatória no exercício da profissão e constitui condição de legitimidade das Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC)

1.1.3.2.2. Art 1º § 2º - Na aplicação dos Princípios de Contabilidade há situações concretas e a essência das transações deve prevalecer sobre seus aspectos formais.

1.1.3.3. Capítulo II Da conceituação, da amplitude e da enumeração

1.1.3.3.1. Art 2º Os Princípios de Contabilidade representam a essência das doutrinas e teorias relativas à Ciência da Contabilidade, consoante o entendimento predominante nos universos científico e profissional de nosso país. Concernem, pois, à Contabilidade no seu sentido mais amplo de ciência social, cujo objeto é o patrimônio das entidades.

1.1.4. Fatores Externos que afetam a contabilidade da empresa

1.1.4.1. Variação cambial

1.1.4.2. Inflação

1.1.4.3. Deflação

1.1.5. Contabilidade Não Regular

1.1.5.1. Não é Contabilidade ilegal

1.1.5.2. Não observa totalmente os princípios

1.1.5.3. É utilizada para atender necessidades específicas das empresas

1.1.5.4. Não é apresentada ao FISCO, destinada apenas para uso gerencial das empresas (uso interno)

1.1.6. Princípios

1.1.6.1. Entidade

1.1.6.1.1. É a pessoa ou grupos de pessoas FÍSICA ou JURÍDICA

1.1.6.1.2. Orienta não misturar o patrimônio do SÓCIO com o patrimônio da EMPRESA

1.1.6.1.3. Reconhece o PATRIMÔNIO como OBJETO da contabilidade

1.1.6.1.4. OBJETIVO da contabilidade é prestar informações aos usuários

1.1.6.1.5. Autonomia Patrimonial

1.1.6.1.6. Benefício

1.1.6.2. Continuidade

1.1.6.2.1. Entidade que não tem prazo determinado para encerrar, exceto com objetivos específicos

1.1.6.2.2. Descontinuidade: quando a empresa está mal economicamente

1.1.6.2.3. Prazo de duração da sociedade está definida no Contrato Social

1.1.6.2.4. A continuidade ou não influencia na avaliação econômica dos ativos e no valor dos passivos. Ex: se a empresa está mal e precisa vender seus bens por valore menor para levantar dinheiro para cobrir alguma obrigação que pode estar perto de vencer ou vencida. (PERDAS ou DESVALORIZAÇÃO)

1.1.6.2.5. Problemas que afetam a continuidade da empresa:

1.1.6.3. Oportunidade (40:48 - 44:06)

1.1.6.3.1. Mais gerencial dos princípios

1.1.6.3.2. Está ligada a tempestividade e a integridade dos registros patrimoniais

1.1.6.3.3. Está relacionado ao tempo da ocorrência e a qualidade das informações

1.1.6.3.4. O registro deve ser feito imediatamente após a ocorrência.

1.1.6.4. Registro pelo valor original

1.1.6.4.1. Os componentes devem ser inicialmente registrados pelos valores originais expresso em moeda nacional.

1.1.6.4.2. Registros devem ser feitos de acordo com documentos fiscais não só na contabilidade, mas em Caixa, por exemplo.

1.1.6.5. Competência

1.1.6.5.1. As receitas e despesas devem ser apuradas no período em que ocorrerem, independente do recebimento ou desembolso.

1.1.6.5.2. Fato Gerador de Despesa

1.1.6.5.3. Fato Gerador da Receita

1.1.6.6. Prudência

1.1.6.6.1. Não gerar falsa expectativa para empresa

1.1.6.6.2. Não se aplica a todas as situações

1.1.6.6.3. Determina que

1.1.6.6.4. Ex.: quando se tem três cálculos de dívidas, todos aceitáveis, com valores diferentes, deve-se considerar o maior - passivo.

1.1.7. Convenções

1.1.7.1. Difere entre Principios e Convenções

1.1.7.1.1. Princípios = nível macro

1.1.7.1.2. Convenções = nível micro - aplicado a níveis específicos

1.1.7.2. Objetividade

1.1.7.2.1. os lançamentos tem que ser rastreáveis. Tem que existir documentos para os registros e registros para os documentos

1.1.7.3. Materialidade

1.1.7.3.1. Desperdício de tempo

1.1.7.3.2. Relação Custo-Benefício

1.1.7.3.3. Os lançamentos podem ser simplificados para reduzir trabalho (Ver quais? Não ficou claro quais lançamentos podem ser assim - Exemplo: movimentos como despesas com material de expediente)

1.1.7.3.4. Conta de Despesas

1.1.7.4. Consistência

1.1.7.4.1. Critérios adotados não podem ser alterados frequentemente. Afetando o resultado final.

1.1.7.4.2. Critério contábil deve ser escolhido atendendo as necessidades da empresa.

1.1.7.4.3. Pode ser alterado quando houver necessidade

1.1.7.5. Conservadorismo

1.1.7.5.1. Sinônimo do Princípio da Prudência

2. Contabilidade não é uma ciência exata é uma CIÊNCIA HUMANA

2.1. Reflete as ações humanas

3. Capítulo II - Estrutura do Balanço Patrimonial

3.1. Demonstra o Patrimônio da Empresa: Direitos, Obrigações e Patrimônio Líquido

3.2. Estrutura

3.2.1. Ativo (Natureza Devedora - Débito)

3.2.1.1. Ativo Circulante

3.2.1.1.1. Valores realizáveis até o final do exercício subsequente

3.2.1.1.2. prazo dentro do periodo contábil

3.2.1.2. Ativo Não Circulante

3.2.1.2.1. Valores realizáveis fora do período do exercício atual da empresa

3.2.1.2.2. Realizável a Longo Prazo

3.2.1.2.3. Investimentos

3.2.1.2.4. Imobilizado

3.2.1.3. Contas Redutoras (Natureza Credora)

3.2.2. Passivo (Natureza Credora - Crédito)

3.2.2.1. Passivo Circulante

3.2.2.1.1. Obrigações da entidade, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não circulante que ocorrem dentro do exercício corrente

3.2.2.2. Passivo Não Circulante

3.2.2.2.1. Obrigações da entidade, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não circulante que ocorrem após o exercício corrente

3.2.2.3. Patrimônio Líquido

3.2.2.3.1. Diferença entre ativo e passivos

3.2.2.3.2. Constituído por Capital Social, Reservas de Capital, Ajustes de Avaliação Patrimonial, Reservas de Lucros, Ações em Tesouraria e Prejuízos Acumulados

4. Capítulo III - Lançamentos Contábeis

4.1. Exercícios

4.1.1. 1

4.1.1.1. Tributo não recuperável

4.1.1.1.1. Se a aquisição for para material de uso e consumo, o tributo não recuperável vira despesa

4.1.1.1.2. Se a aquisição for de material para consumo produtivo ou venda, o tributo não recuperável vira estoque

4.1.1.2. ICMS

4.1.1.2.1. ICMS a recuperar é retirado do valor da mercadoria lançado no estoque. ICMS que não será vendido.

4.1.1.3. Frete

4.1.1.3.1. Frete não é despesa para estoque para produção e venda.

4.1.1.3.2. Frete só é despesa quando comprado mercadoria para uso e consumo

4.1.2. 2

4.1.2.1. Controla Estoque

4.1.2.1.1. Só faz lançamento na conta de estoque a empresa que controla estoque.

4.1.2.1.2. Quando a contabilidade da empresa é terceirizado:

4.1.2.2. Não controla estoque

4.1.2.2.1. Os lançamentos são feitos em conta de Custo no Resultado (ex.: Compras)

4.1.2.2.2. ICMS s/ compras é conta redutora de compras

4.1.2.2.3. ICMS s/ frete é conta redutora de frete sobre compras

4.1.3. 3

4.1.3.1. Provisão para perdas em Estoque

4.1.3.1.1. Quebras, perdas ou estimativas de perdas de estoque por obsolecencia ou evaporação no processo produtivo

4.1.3.1.2. para cobrir as perdas, é necessário constituir provisão

4.1.3.1.3. provisão é classificada como redutora do subgrupo estoques tendo como contrapartida conta de despesa no resultado

4.1.3.1.4. não dedutivel para efeitos fiscais

4.1.3.1.5. Há perdas que não são provisionadas como exemplo: tinta da lata é derramada por acidente.

4.1.3.1.6. Quando a provisão não se concretiza, é necessário fazer a reversão da provisão

4.1.3.1.7. A medida que mercadoria é vendida, o saldo da conta de Provisão para perdas de estoque é baixada também (crédito) proporcionalmente.

4.1.4. 4

4.1.5. 5

4.1.5.1. Baixa de estoques vendidos

4.1.5.1.1. Existem algumas empresas de serviços que utilizam estoque para execução do serviço. Ex.: construção civil.

4.1.6. 6

4.1.6.1. Vendas e Tributos sobre vendas - Provisão

4.1.6.1.1. tem que pagar impostos sobre vendas, por isso provisiona

4.1.6.1.2. Simples Nacional é do grupo de contas Despesa Tributárias e não é conta redutora de receita.

4.1.7. 7

4.1.7.1. Folha de Pagamento

4.1.7.1.1. Contas Folha de Pagamento, INSS s/ Folha de Pagamento, FGTS s/ Folha de Pagamento fazem parte do grupo de despesas

4.1.7.1.2. Salário Família e Salário Maternidade são descontados do INSS a recolher pois são pagos pelo INSS e não pela empresa.

4.1.7.1.3. Quando o Salário Maternidade é maior que o INSS a recuperar, os lançamentos são:

4.1.7.1.4. Imposto de Renda a Pagar é descontado da Folha de Pagamento

4.1.8. 8

4.1.8.1. Despesas Normais e Antecipadas

4.1.8.1.1. Manutenções que não aumentam a vida útil do veículo em prazo superior a um ano devem ser lançadas no grupo de DESPESAS

4.1.8.1.2. A apropriar

4.1.9. 9

4.1.9.1. Arrendamento Mercantil / Leasing Modalidade Financeiro

4.1.9.1.1. Leasing na Modalidade Financeiro: paga o VRG (Valor Residual Garantido) - isso que dá o direito ao comprador de ficar com o bem no final do leasing.

4.1.10. 11

4.1.10.1. Renegociação de Dívida

4.1.10.1.1. Calculo dos juros

4.1.10.1.2. Lançamento dos juros na renegociação

4.1.10.1.3. Se juros conhecido, deve ser lançado em encargos financeiros a apropriar

4.1.11. 12

4.1.11.1. Depreciação

4.1.11.1.1. Calculo da depreciação em ano, meses e dias

4.1.11.1.2. Considera o dia da aquisição na contagem para saber o período que deve ser depreciado. Ex.: aquisição do bem no dia 16.06, para calcular dop mes de junho, considerar o dia 16 tbm. sendo assim, seria: 30.06 - 16.06 + 1 = 15 dias.

4.1.11.1.3. A conta do Imobilizado deve ser reduzida pela conta Depreciação Acumulada (é redutora do Imobilizado)

4.1.11.1.4. Conta de Depreciação está no grupo de despesas qdo o bem não é utilizado na produção, está no grupo de Custos, quando o bem faz parte da produção.

4.1.12. 15

4.1.12.1. Venda de Bem Ativo Imobilizado

4.1.12.1.1. Imposto de Renda é sobre o ganho (Valor de aquisição - Depreciação = Valor Residual - Valor de Venda = Ganho ou Perda * Alíquota IR)

4.1.12.1.2. Simples Nacional é calculado apenas IR

4.1.12.1.3. Lucro Presumido calcula IR e Contribuição Social (incide sobre ganho de capital)

4.1.13. 16

4.1.13.1. Faturamento Antecipado

4.1.13.1.1. Venda que ocorre sem ter o produto a disposição em função de não ter sido produzido ou adquirido

4.1.13.1.2. O lançamento é feito em conta de adiamento de cliente (passivo circulante) pois a receita será realizada qdo da entrega da mercadoria.

4.1.13.2. Vendas para entrega Futura

4.1.13.2.1. Vendas efetivamente concluídas, porém serão entregues em data posterior por conveniência do comprador. A mercadoria está no estoque - a transferência de propriedade aconteceu.

4.1.13.2.2. A receita deve ser reconhecida no momento da transação na conta de Receita Bruta de Vendas.

4.1.13.2.3. Segregação do Estoque (Separar a mercadoria que já foi vendida)

4.1.13.2.4. Baixa do Estoque

4.1.13.2.5. Na entrega da Mercadoria

4.1.14. 33

4.1.14.1. Contrato de Mutuo

4.1.14.1.1. empréstimo de dinheiro

4.1.14.1.2. Mutuante

4.1.14.1.3. Mutuária

4.1.15. 37

4.1.15.1. Estorno e retificação de lançamento

4.1.15.1.1. É PROIBIDO DELETAR LANÇAMENTOS CONTÁBEIS

4.1.15.1.2. As correções devem ser realizadas por:

5. Capítulo IV - Encerramento das Contas de Resultado

5.1. Fechamento do ano (dezembro), faz-se o zeramento das contas de resultado (custos, despesas e receitas) - estas contas não levam saldo para ano seguinte.

5.2. Contas de Patrimônio levam saldo para ano seguinte.

5.3. Contas de Receita estáo com saldo credor

5.4. Contas de custo e despesas com saldo devedor

5.5. Contas de ARE (Apuração de Resultado do Exercício)

5.6. O saldo que sobra nas contas ARE se refere ao Lucro ou Prejuízo