Momento de Transição

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Momento de Transição by Mind Map: Momento de Transição

1. 1 - Introdução -> Período Atual

1.1. O Nosso Tempo Mental

1.1.1. Renovação

1.1.2. Recomeço

1.1.3. Reavaliação

1.2. Mediunidade sem dógmas

1.2.1. Impressindível

1.2.1.1. Romper Conceitos

1.2.1.2. Vencer Barreiras Intelectuais

1.2.1.3. Ter ousadia na criação de novos modelos de relação intermundos

1.2.2. A essência mediunidade ainda não goteja, apesar das comportas abertas

1.2.3. Novas proibições Mosaicas

1.2.3.1. Não estão em textos religiosos

1.2.3.2. Estão

1.2.3.2.1. Nas convenções

1.2.3.2.2. Preconeitos

1.2.3.2.3. Sofismas

1.3. Sentimento de imortailidade

1.3.1. Construido na intimidade do homem reencarnado

1.3.2. Através da instrução

1.3.3. Através da aplicação prática

1.4. A vivência da mediunidade

1.4.1. Além dos padrões comuns

1.4.2. Além dos rígidos padrões de segurança

1.4.3. Além dos parâmetros de utilidade consagrado pela comunidade espirita

1.5. Desafio de investigação e fé

1.5.1. Investigação para dentro de si mesmo

1.5.2. Investigação para fora de si mesmo

2. 2 - A quem Vamos Seguir (19-25)

2.1. Na falta de direcionadores interiores seguimos

2.1.1. Autoridades

2.1.1.1. Pais

2.1.1.2. Religião (Textos Religiosos)

2.1.1.3. Professores

2.1.1.4. Parentes

2.1.1.5. Médicos

2.1.1.6. Psicólogos

2.1.1.7. Fazedores de opiniões

2.1.1.7.1. Jornalistas

2.1.1.7.2. Comentaristas

2.1.1.7.3. Artistas

2.1.1.7.4. Intelectuais

2.1.1.7.5. Filósofos

2.1.2. Amigos

2.1.3. Cônjuge

2.1.4. Instituições

2.1.5. Organizações

2.1.6. A Sociedade

2.1.6.1. Uso e costumes

2.1.6.2. Midia

2.1.6.3. Senso comum (o que é aceito e tido como normal)

2.1.6.4. Modas e modismos

2.2. Mas quem somos

2.2.1. Mesmo no caminho da melhorara poderemos trazer fortes ecos e o peso da "lama psíquica", que nos ligam aos expoentes do desequilíbrio.

2.2.2. Um médico carinhoso ou um paciente em convalescença podem carregar, na mente, os "monstros da insensatez e da loucura" em sintonia com os asseclas da impiedade e do ódio.

2.3. E então

2.3.1. Na transição, em qualquer lugar há fome e sede, tormenta e dor...

2.3.2. É por isto que um lugar de recupração torna-se também celeiro de amparo a corações desorientados, atraindo os oponentes da Verdade

2.3.3. Necessário alicerces seguros e trincheiras eficazes no bem desinteressado, forjado na coragem, pois qualquer projeto de elevação e consolo são alvos de opositores da luz.

2.3.4. Sem retaguarda espiritual, até mesmo um estudo do Evangelho no lar irá requerer grande esforço.

2.4. Os grupos mediúnicos precisarão se fortificar

2.4.1. Superando parâmetros

2.4.1.1. Na aquisição de conhecimentos novos

2.4.1.1.1. Através de iniciativas experimentais

2.4.1.1.2. Manifestando

2.4.1.1.3. Indo além da letra

2.4.1.2. Conhecimentos novos requerem novas vivências, livrres do convencionalismo

2.4.2. Evitando, além de muitos outros fatores (->22)

2.4.2.1. A dogmatização

2.4.2.2. Convivência

2.4.2.2.1. Distante e obscura

2.4.2.2.2. Pobre de confiança

2.5. O caminho

2.5.1. Escolha

2.5.1.1. Cristo, sua mensagem e sua proposta

2.5.1.2. Ou

2.5.1.3. O formalismo estabelecido e passageiro

2.5.1.3.1. "O Céu e a Terra passarão, mas a minha palavra não passará..."

2.5.2. "Seguir Jesus de longe é fruir o clima das facilidades, submisso à aprovação da coletividade. É gozar das concessões concedidas pelo Senhor, recebendo um talento sem a aplicação desejável.

3. 3 - Convocação para os novos tempos

3.1. Novo fenomeno social em andameto nas relações

3.1.1. Superação dos modelos verticais de convivência

3.1.1.1. Conceito sistêmico

3.1.1.2. Solidário

3.1.2. Fenomeno que contrapõem velhos referenciais de autoriadade para ditar o que fazer e como fazer

3.1.2.1. A família

3.1.2.2. A escola

3.1.2.3. A religião

3.1.2.4. A cultura

3.1.2.5. Organizações

3.1.3. Fenomeno que abala

3.1.3.1. Cartilhas

3.1.3.2. Padrões

3.1.3.3. Estatutos

3.1.3.4. Regras estabelecidas

3.1.4. Ninguém

3.1.4.1. Estabelece as normas

3.1.4.2. Tem certezas

3.1.4.3. Tem verdades definitivas

3.1.5. Novos caminhos apontam

3.1.5.1. Para criação de relações horizontais

3.1.5.2. Para a diluição de papéis

3.1.5.3. Formação de grupos cooperativos

3.1.6. Surge extenso labirinto

3.1.6.1. Percurso individual

3.1.6.2. Percurso singular

3.1.7. Momento de nova ordem social

3.1.7.1. Derrocada da supremacia de velhos e corroídos significados

3.1.7.2. Resssignificar

3.1.7.3. Novo sentido, em direção à esperança e plenitude interior

3.1.8. Por outro lado

3.1.8.1. Ainda não se formaram os novos modelos inspiradores para guiar o homem nas suas experiências e metas

3.1.8.2. O certo e o errado variam em seus sentidos

3.1.8.2.1. Nutrir certezas

3.1.8.2.2. Cultivar rigidez de entendimento

3.1.8.2.3. Tornam-se posturas arriscadas

3.1.8.3. Ainda não se teve tempo bastante para estipular outros conceitos

3.1.8.4. Há riscos em ser "inventor" (desbravador) de novas formas de caminhar

3.1.8.4.1. É necessário siso moral

3.1.8.4.2. É necessário responsabilidade individual

3.1.8.4.3. É necessário coragem

3.1.9. Antes

3.1.9.1. Havia alguém que ditava o caminhar

3.1.9.2. Havia alguém que ditava um modelo

3.1.9.3. Havia uma experiência em que se apoiar

3.1.9.4. Era fácil responsabilizar o próximo ou alguma orientação institucional

3.1.9.4.1. Não era necessário refletir muito a respeito

3.1.9.4.2. Bastava seguir como informado

3.1.10. Hoje é necessário Fé

3.1.10.1. Adesão espontânea na busca da Verdade

3.1.11. O raciocinio, simplesmente, puro, por si só, como medida prática de defesa nas lides doutrinárias

3.1.11.1. Reduz a ocorrencia de enganados nas produções mediunicas

3.1.11.2. Mas também reduz o significado abrangente das relações de amor entre almas

3.1.11.3. A prática mediúnica vai além de expressões superficiais de conversão de desencarnados

3.1.11.4. A segurança esperada se converteu em cartilhas sugeridas, embora por corações bem intensionados

3.1.12. Não há caminhos preferenciais,é momento de convergência de todas as conquistas para a epriritualizção.

3.1.12.1. Ciência

3.1.12.1.1. Se a ciência não educar, será sovinice.

3.1.12.2. Religião

3.1.12.2.1. Se a religião não educar, será dogmatismo

3.1.12.3. Arte

3.1.12.3.1. Se a arte não educar, será puro exibicionismo

3.1.12.4. Filosofia

3.1.12.4.1. Se a filosofia não educar, será cátedra de vaidade

3.1.13. Atitudes requeridas para investigação fraterna

3.1.13.1. Aceitação de críticas

3.1.13.2. Apoio sincero ao crescimento de todos

3.1.13.3. Honestidade emocional em relação uns aos outros

3.1.13.4. Tratamento responsável com todas as dúvidas

3.1.13.5. Educação dos sentimentos

3.1.13.6. Qual a razão?

3.1.13.6.1. As sombras empanam as conquistas para exarcebar a indignidade

3.1.13.6.2. Estruturas religosas e políticas em todos os tempos

3.1.14. Atitudes de amor necessárias

3.1.14.1. Espírito de equipe

3.1.14.2. Desapego de concepções

3.1.14.3. Coragem para experimentar

3.1.14.4. Adesão afetiva e espontânea na participação de novas vivência

3.1.14.5. Investigação nas conquistas da ciência

3.1.14.6. Despretenção ante as vitórias com as novas práticas

3.1.14.7. Assertividade

3.1.14.8. Alteridade

3.1.14.9. Resilência

3.1.14.10. Desenvolvimento e aprimoramento de valores

3.1.14.11. Saber onde você se encontra na criação

3.1.14.11.1. Quem sou eu?

3.1.14.11.2. Quais são os meus valores?

3.1.14.11.3. Quais as minhas prioridades, ordem de valores?

3.1.14.11.4. Qual é a minha missão (aquilo que me proponho)?

3.1.14.11.5. Quais são os meus objetivos (aonde quero chegar)?

3.1.14.11.6. Quais a minhas metas( as etapas para chegar aos meus objetivos)?

3.1.14.11.7. O que fazer ?

3.1.14.11.8. Como fazer ?

3.1.14.11.9. O que eu quero da vida?

3.1.14.12. Ter abetura mental para:

3.1.14.12.1. Ouvir

3.1.14.12.2. Alterar

3.1.14.12.3. Avaliar

3.1.14.12.4. Discutir

3.1.15. Superação dos limites filosóficos doutrinários em busca de conceitos universais aplicáveis à mediunidade.

4. 4 - As primeiras providências

4.1. Questões a resolver

4.1.1. Até onde as convenções influenciaram na relação interdimensional?

4.1.2. Os parâmetros de segurança, assim adotados, não estarão retardando o prograsso das práticas de intercâmbio?

4.1.3. Qual o caminho para a tarefa mediúnica, laboratório educativo de almas, fique distante do dogmatismo?

4.1.4. Como criar e manter grupos de servidores mais adpatados ao momento atual?

4.1.5. Como resgatar e conduzir a espontaneidade?

4.1.6. Que noções exarar sobre educação mediúnica?

4.1.7. Quais os critérios de seleção dos componentes das frentes mediúnicas em tempos de transição?

4.2. Organizar trincheiras de amor

4.2.1. Espaço para

4.2.1.1. A espontaneidade

4.2.1.2. A honestidade emocional

4.2.1.3. A compaixão

4.2.1.4. A compreensão

4.2.1.5. A ação corajosa e fraterna desprendida de convenções e preconceitos

4.2.2. Finalidade

4.2.2.1. Manter

4.2.2.1.1. Inspiração

4.2.2.1.2. Equilíbrio

4.2.2.2. Ter pólos

4.2.2.2.1. De retaguarda

4.2.2.2.2. De refazimento

4.2.2.3. Proteção contra os movimentos das trevas

4.3. O resgate dos Lírios

4.3.1. Aqueles seres

4.3.1.1. Que conheceram a mensgem do Cristo

4.3.1.2. Capazes de refletir a sua mensagem

4.3.1.3. Mas que

4.3.1.3.1. Apresentam-se iludidos pelo orgulho

4.3.1.3.2. Fazem-se de fortes e vingativos

4.3.1.3.3. Mas amam e amam muito

4.3.2. Reuniôes de amparo mediúnico não darão conta de resolver os problemas do mundo sem os cuidados com a responsabilidade social

4.3.3. Será necessário cooperação de grupos conscientes

4.3.3.1. Para levar esperança aos antros fétidos e nauseantes

4.3.3.2. Para nutrir as vidas que lá estão com carinho para que possam recomeçar

4.3.3.3. Para ofrecer-lhes amor para que descubram o seu valor

4.3.4. Em quanto somos (Contando a nossa família)

4.3.4.1. Histórico

4.3.4.1.1. O tempo de Cristo

4.3.4.1.2. Á época do declínio Romano, em função das precárias condições de vida

4.3.4.1.3. Segundo melênio da era Cristã

4.3.4.1.4. Viramos o milênio com

4.3.4.1.5. Logo, em certas épocas os serviços socorristas realizavam-se totalmente na vida espiritual

4.3.4.1.6. Hoje, a quantidade de encarnados e o processo diferenciado de êxodo, migração e emigração entre os mundos dos sentidos físicos e extra-sensoriais, mudou o quadro

4.3.4.2. Senso de Hoje

4.3.4.2.1. Total - 30 bilhões de almas

4.4. Devemos levar em conta

4.4.1. O que sabemos sobre dragões, as sete organizações do mal, a origem de Lúcifer, a influêncai das falanges perversas na rais do mal?

4.4.2. Que noções possuimos sobre a antropologia da maldade organiazada no planeta?

4.4.3. O que sabemos sobre "escórias", o "vampirismo assistido" e os "vibriões?

4.4.4. O que sabemos sobre os 7 vales da perversidade e o cinturão vibratório que agasalha a humanidade?

4.4.5. O que sabemos sobre as relações entre religião e as ordenações das hostes do mal?

4.4.6. O que sabemos sobre as relações entre religião e as ordenações das hostes do mal?

4.4.7. O que sabemos sobre a vida social nessa semicivilização?

4.4.8. O que conhecemos efetivametne além do umbral?

5. 5 - Desilusão post mortem

5.1. A morte nos devolve a nós mesmos

5.2. Ao desencarnar muitos espiritas ainda levam ilusões

5.2.1. Espiritismo será a religião de todos

5.2.2. A Doutrina Espirita tem de concervar a pureza doutrinária

5.2.3. Outros credos, principalmente os de origem afro não merecem créditos por não terem disciplina e nem base doutrinária

5.2.4. Espiritas acham que conhecem muito ou quase tudo sobre a espiritualidade

5.2.4.1. Ainda se enxerga o mundo espiritual através da lente da tradição religiosa

5.2.4.2. Mitos sobre a realidade espiritual são mantidos pelos adversários do bem, já que não podem ocultar a sua existência.

5.2.4.2.1. Cultivo da dor

5.2.4.2.2. Cultivo da culpa

5.2.4.2.3. Cultivo da ameaça

5.2.4.2.4. Cultivo da penitência

5.2.4.3. Cria-se a soberba espírita

5.2.5. Muitos tem a Terceira Revelação como a última, a definitiva, que tudo abarca e esgota em termos de espiritualidade

5.2.6. Acredita-se que os Bons Espíritos estão extremamente distantes da Terra

5.2.7. Acalenta-se a idéia de que mentores espirituais e espiritos supreiores são:

5.2.7.1. Almas eleitas infalíveis

5.2.7.2. Vestidas de túnicas

5.2.7.3. Com linguagem empolada

5.2.7.4. Vistos, entendidos ou sentidos por médiuns somente após vencerem todos os seus vícios e tornarem-se criaturas impolutas.

5.2.8. Cultivo da cultura da inferioridade

5.2.9. O Centro espirita ilha de religiosismo

5.2.9.1. O momento pede que o centro espirita vá até a sociedade em regime de:

5.2.9.1.1. Participação

5.2.9.1.2. Responsabilidade social

5.2.10. Quanto ao sofrimento

5.2.10.1. Quase todo sofrimento tem origem em vidas passadas

5.2.10.2. Quanto maior o número e intensidade de sofrimento, maior a elevação espiritual

5.2.10.3. Segundo estatísticas em torno de 2/3 dos problemas da humanidade tem origem na vida atual

5.2.10.4. Nosso Planeta só é considerado de expiação

5.2.10.4.1. em função da forma pela a qual os seus habitante encaram a vida.

5.2.10.4.2. Dentre estas formas podemos exemplificar com o exagerado dimensionamento dos problemas pessoais.

5.2.10.5. Os sofrimentos tem 3 origem basilares

5.2.10.5.1. Os oriundos do processo natural de crescimento

5.2.10.5.2. Os que tem origem nas perdas e frustações (circunstâncias)

5.2.10.5.3. Os gerados por acréscimo (forma de ver a vida, atitudes inadequadas, carmas inventados, etc...)

5.2.11. Confundem quantidade de tarefa com elevação espiritual

5.2.11.1. A tarefa é a parte relacional conosco e com o próximo

5.2.11.1.1. Quem aparenta grandeza espiritual tem de mantê-la

5.2.11.1.2. Por isto evitam tratar das lutas interiores, enfrentar seus conflitos íntimos com naturalidade

5.2.11.2. É ilusão esperar ganhar vantagens exteriores só pela folha corrida

5.2.11.2.1. Barganha

5.2.11.2.2. Espiritismo curricular

5.2.11.3. A elevação espiritual é o trabalho em si mesmo

5.2.12. Apego ao histórico de serviços prestados na seara, culminando em atitude de onipotência (-> 113/114/115/116)

5.2.12.1. Que não é negar a sua bagagem

5.2.12.2. É não transformá-la em presunção

5.2.12.2.1. Humildade

5.2.12.2.2. Comprometimento

5.3. É preciso edificar o reino espiritual no nosso sentimento, cuidando do volume de informações cerebrais para que o conhecimento não se torne sinônimo de autoridade

5.3.1. Não sacralizara livros que deveriam ser

5.3.1.1. Estudados

5.3.1.2. Meditados

5.3.1.3. Pesquisados

5.3.2. Evitar o igrejismo

5.3.3. Evitar o religiosismo

5.4. O mal cultivado em nosso íntimo não será tratado como proablema pessoal

5.5. Para os que conheceram as verades espíritas, espera-se o tributo

5.5.1. da autenticidade

5.5.2. e da honestidade consigo mesmo

5.5.3. para se libertar das

5.5.3.1. ilusões

5.5.3.2. da culpa paralisante

5.6. Outras causas que provocam a ilusão

5.6.1. Negligência

5.6.1.1. Atitude dos que poderiam, mas não quiseram, vencer o mal em si mesmos. Mais descuidados que irresponsáveis

5.6.2. Leviandade

5.6.2.1. Atitude mais grave daqueles que sequer desejaram tentar a melhora, optaram pelo caminho do erro, apesar de conhecerem a Verdade.

5.7. Não basta aceitar as imperfeição

5.7.1. É preciso senti-las para reeducá-las

5.8. Os que conheceram a mensagem de Jesus e não conseguiram, ou não desejaram ser fieis aos ditames de sua consciência são os mais aliciados pelas trevas que se utilizam

5.8.1. da culpa

5.8.2. e desamor a si mesmo

6. 6 - Ampliando a visão

6.1. Quantidade de tarefa não significa elevação espiritual

6.1.1. A tarefa é a parte relacional conosco e com o próximo

6.1.1.1. Quem aparenta grandeza espiritual tem de mantê-la

6.1.1.2. Por isto evitam tratar das lutas interiores, enfrentar seus conflitos íntimos com naturalidade

6.1.1.3. Conservam-se mudos diantes dos conflitos internos, deixando de ser sincero consigo mesmo e com os outros na ilusão da grandeza espiritual

6.1.2. A elevação espiritual é o trabalho em si mesmo

6.2. Fala-se muito

6.2.1. Sobre o que se deve fazer

6.2.2. Sobre o que não deve ser feito

6.2.3. Sobre como deve ser o comportamento do espírita

6.2.3.1. Espírita não bebe

6.2.3.2. Espírita não fuma

6.2.3.3. Espírita não veste preto

6.2.3.4. Espírita separado perdeu a encarnação

6.3. Fala-se pouco

6.3.1. Sobre o que fazer

6.3.2. Sobre como fazer

6.3.3. Sobre os conflitos pessoais

6.3.4. Sobre as angústias ocultas

6.3.5. Sobre o significado das virtudes

6.3.6. Sobre a aplicação das virtudes

6.3.7. Sobre o significado dos valores morais

6.4. A vergonha e a culpa

6.4.1. Impedem a atitude de lealdade consigo próprio

6.4.2. Inibe a honestidade emocional

6.4.3. Escasseia a transparência nas relações

6.5. Cerne da proposta Espirita

6.5.1. O resgate através do auto encontro. O Encontro de quem realmente se é. (-> 117)

6.5.2. Sem abertura e no sigilo fechado a cerca das questões do auto-aprimoramento (sem o auto encontro)

6.5.2.1. As nossas lutas interiores nos fazem julgar estar sob severos carmas

6.5.2.2. Penetramos na autopiedade

6.5.2.3. Cedemos à fuga e desculpismo

6.5.2.4. Desenvolvemos a crença de atenuamento dos débitos diante das extensas expiações suportadas que imaginamos ter

6.5.2.5. Transferimos para as tarefas doutriária a penitência de remissão no alívio das culpas

6.5.2.6. Cultivamos dupla personalidade em incoerência com os princípios renovadores doutrinários

6.5.2.7. Dentro das lides dos grupos doutrinários nos imolamos na solidão em equipe

6.5.2.7.1. prova voluntária

6.5.2.7.2. e perniciosa ao crescimento de todos

6.5.2.8. Na administração da casa espírita

6.5.2.8.1. O sentimento vira moeda de pouco valor

6.5.2.8.2. O formalismo e cerimoniais são destacados

6.5.2.8.3. Abafam-se idéias vindas do Mais Alto, tempero de

6.5.2.9. Postura cultural com origem no religiosismo

6.5.2.9.1. Assumem-se valores exteriores

6.5.2.9.2. Como sinônimo de santidade

6.5.2.10. Prejuízo da postura coletiva religiosística

6.5.2.10.1. Adaptação a um processo de negação de sentimentos

6.5.2.10.2. Campo fértil para a obsessão pacífica e sutil

6.5.2.10.3. Perda de contato com a extensão dos apelos expedidos pela consciência

6.6. O arrependimento ajuda

6.6.1. Arrependimento

6.6.1.1. Caminho para a libertação

6.6.1.2. Movimento para a responsabilidade

6.6.1.3. Ingredientes do arrependimento completo

6.6.1.3.1. Desejo de melhora

6.6.1.3.2. Sentimento de culpa

6.6.1.3.3. Esforço de renovação

6.6.2. Remorço

6.6.2.1. Arrependimento tardio

6.6.2.2. Tortura interna

6.6.2.3. Fixação na dor

6.6.2.4. Não há movimento para a responsabilidade

6.7. Os dois tipos de homem

6.7.1. O experiente, que edifica habilidades no esforço nobre e perseverante em favor de seu crescimento

6.7.2. O sábio, aquele que aprendeu a fazer uso da sua experiência pelo bem da maioria

6.8. E...

6.8.1. FIM

7. Vc tem critérios para decidir?

7.1. 1. É necessário que vc se conheça,

7.1.1. para saber quem vc quer ser.

7.2. 2. Escolha as suas opções com base em quem você é ou deseja ser.

7.2.1. As suas melhores decisões serão aquelas que tiverem maior aderência com a ideia que você faz de vc mesmo.

7.3. 3. Procure conhecer e avalie as responsabilidades inerentes a decisão a ser tomada.

7.3.1. 1. Verifique se você tem condições de arcar com as respectivas responsabilidades

7.3.2. 2. Lembre:

7.3.2.1. Não há decisões com 100% de ganhos

7.3.2.2. Toda decisão pressupõe algum tipo de perda

7.3.2.3. Se o primeiro passo for errado,

7.3.2.3.1. poderão vir outros iguais

7.4. 4. Tome a sua decisão

7.4.1. 1. Sabendo que estamos em aprendizado.

7.4.2. 2. Aprendizado pressupões erros.Logo, erros poderão acontecer.

7.4.3. 3. Então:

7.4.3.1. Honestidade e sinceridade de propósitos. Sempre.