Oracle OCA 11g Parte I

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Oracle OCA 11g Parte I by Mind Map: Oracle OCA 11g Parte I

1. Capítulo 2

1.1. 1 - Estrutura de Instância Única

1.1.1. A memória SGA é compartilhada entre todos os processos de segundo e primeiro plano. A memória PGA só pode ser acessada pelo processo de primeiro plano da sessão para qual foi alocada. Tanto a memória SGA quanto a PGA podem ser gerenciadas automaticamente.

1.1.2. Um servidor Oracle e uma instância conectada a um banco de dados

1.1.3. Uma instância é um bloco de memória compartilhada e um conjunto de processos em segundo plano.

1.1.4. Um banco de dados é um conjunto de arquivos no disco

1.1.5. Uma sessão de usuário é um processo de usuário conectado a um processo de servidor.

1.2. 2 - Estruturas de memória

1.2.1. Quais a estruturas de memória são obrigatórias e quais são opcionais? O cache de buffer de banco de dados, o buffer de log, e o shared pool são obrigatórios. O Large pool, Java pool e Streams Pool são opcionais.

1.2.2. A SGA consiste em várias subestruturas, algumas quais são obrigatórias ( cache do buffer do banco de dados, o buffer de log e o shared pool) e algumas são opcionais ( Large Pool, Java Pool e Streams Pool)

1.2.3. O tamanho do shared pool e dinâmico e pode ser gerenciado automaticamente.

1.2.4. O tamanho do large pool e dinâmico e pode ser gerenciado automaticamente.

1.2.5. O tamanho do java pool e dinâmico e pode ser gerenciado automaticamente.

1.2.6. O tamanho do streams pool e dinâmico e pode ser gerenciado automaticamente.

1.2.7. A memória compartilhada da instância e a SGA (System Global Area)

1.2.8. Uma memória privada da sessão é sua PGA (Program Global Area)

1.2.9. As estruturas da SGA podem ser redimensionadas dinamicamente e gerenciadas automaticamente, com exceção do buffer de log

1.3. 3 - Estruturas de Processos

1.3.1. Se uma sessão terminar de modo anormal, o que acontecerá com uma transação ativa? O processo PMON em segundo plano executará o rollback na transação ativa.

1.3.2. O que fará o DBWR gravar: Nenhum buffer livre, muitos buffers sujos, um timeout de três segundos ou um checkpoint.

1.3.3. O que o DBWR faz quando uma transação sofre commit: Ele não faz absolutamente nada

1.3.4. Quando o LGWR fará flush do buffer de log para o disco: Durante um COMMIT, quando o buffer estiver um terço cheio; exatamente antes de o DBWR gravar.

1.3.5. Quando os checkpoints completos ocorrem: somente por solicitação do DBA ou como parte de um shutdown ordenado do banco de dados.

1.3.6. Por padrão, o MMON reúne um snapshot e inicia o ADDM a cada hora.

1.3.7. O LGWR grava os arquivos de log online; o ARCn os lê. Na execução normal, eles não são manipulados por outro processo.

1.3.8. Os processos de servidor de sessão são iniciados sob demanda quando os usuários se conectam.

1.3.9. Os processos em segundo plano são iniciados durante a inicialização da instância e persistem até o shutdown

1.3.10. Os processos de servidor leem o banco de dados; os processos em segundo plano gravam no banco de dados

1.3.11. Alguns processos em segundo plano sempre estarão presentes ( em particular o SMON, PMON, DBWn, LGWR, CKPT e MMON); outros executarão dependendo de quais opções forem ativas

1.4. 4 - Estrutura de Armazenamento

1.4.1. Quais são os três tipos de arquivos que devem estar presentes em um banco de dados: o arquivo de controle, os arquivos de redo log online e qualquer número de arquivo de dados.

1.4.2. Cada banco de dados deve ter ao menos dois grupos de arquivos de redo log online para funcionar. Cada grupo deve ter ao menos dois membros por questão de segurança.

1.4.3. Os processos de servidor leem os arquivos de dados; o DBWR grava nos arquivos de dados.

1.4.4. O tablespace SYSAUX deve ser criado na hora da criação do banco de dados no Oracle 10g e posterior. Se você não especifica-lo ele será criado por padrão

1.4.5. Qual visão mostrará as tables no banco de dados: DBA_TABLES , não ALL_TABLES.

1.4.6. O arquivo de controle armazena as informações de integridade e os ponteiros apara o restante do banco de dados.

1.4.7. Os redo logs armazenam vários vetores de alteração recentes aplicados ao banco de dados

1.4.8. Os arquivos de dados armazenam os dados

2. Capítulo 5

2.1. 1 - Descrever as etapas da inicialização e shutdown do banco de dados

2.2. 2 - Configurar parâmetros de inicialização de banco de dados

2.3. 3 - Usar o log de açerta e os arquivos de rastreamento

2.4. Usar o dicionário de dados e as visões de desempenho dinâmico

3. Capítulo 1

3.1. 1 - Produtos Oracle

3.1.1. O banco de dados Oracle armazena e gerencia o acesso aos dados

3.1.2. O Oracle Enterprise Manager é uma ferramenta para gerenciar banco de dados, Servidores e Aplicações

3.1.3. A linguagens embutidas no banco de dados para desenvolvimento de Aplicações são SQL, PL/SQL e JAVA

3.2. 2 - Estruturas Relacionais

3.2.1. Os dados devem ser normalizados em tabelas bidimensionais

3.2.2. As tabelas são vinculas por meio de chaves primárias e chaves estranegeiras

3.2.3. O diagrama de Entidade Relacionamento representa graficamente as tabelas

3.3. 3 - Linguagem SQL

3.3.1. O SQL é uma linguagem orientada a conjuntos

3.3.2. Os comandos DML, são SELECT, INSERT, UPDATE, DELETE

3.3.3. Os comandos DDL são CREATE, ALTER, DROP, RENAME,, TRUNCATE e COMMENT

3.3.4. Os comandos DCL são GRANT e REVOKE

3.3.5. Os comandos TCL são COMMIT, ROLLBACK e SAVEPOINT

3.4. 4 - Função do DBA

3.4.1. Dimensionar o hardware de servidor e aplicações e ajuste de SQL

3.4.2. Instalar e manter o ORACLE DATABASE

3.4.3. Fazer o projeto fisíco do banco de dados

3.4.4. Monitorar e ajustar o desempenho

3.4.5. Ajudar os desenvolvedores com o projeto de aplicações e ajuste de SQL

3.4.6. Ter contato com fornecedores, usuários finais, desenvolvedores, gerentes seniores e outros grupos de suporte

3.4.7. Fazer Backup, Restaurar e Recuperar

4. Capítulo 4

4.1. 1 - Criar um Banco de Dados usando o Assistente de Configuração de Banco de Dados

4.1.1. O único parâmetro de instância para o qual não há um valor e o DB_NAME. Um arquivo de parâmetro deve existir com esse parâmetro ou você não poderá iniciar uma instância. O DB_NAME pode ser configurado com até oito caracteres, somente letras e digitos, começando com uma letra

4.1.2. O comando CREATE DATABASE pode ser extremamente longo e complicado, mas hpa valores padrão para tudo. Você pode criar um banco de dados a partir de um prompt do SQL* Plus com apenas duas palavras: CREATE DATABASE

4.1.3. Um banco de dados pode ser criado com o DBCA ou a partir da linha de comando do SQL* Plus

4.1.4. O DBCA pode criar um banco de dados a partir do zero ou a partir de um tempalte salvo

4.1.5. O DBCA e o SQL * Plus podem excluir um banco de dados

4.1.6. Uma instância deve ser criada antes que um banco de dados possa ser criado

4.1.7. Todas as opções não selecionadas na hora da criação podem ser adicionadas posteriormente

5. Capítulo 3

5.1. 1 - Identificar as ferramentas de Adminstração de Banco de Dados

5.1.1. O Datapump só pode ler arquivos gerados pelo Datapump, mas o SQL Loader pode ler arquivos gerados por qualuqer produto de terceiros, desde que o arquivo esteja formatado de forma que possa ser analisado

5.1.2. Para instalação e utulizado o OUI: Oracle Universal Installer

5.1.3. Para criação de atualização de Banco de Dados são utilizados: DBCA E DBUA

5.1.4. Para backup se utiliza o Oracle Secure Backup e o RMAN

5.1.5. Para administração de Rede: o Oracle Net Manager e Oracle Net Configuration Assistant

5.1.6. Para carga e descarga de Dados : Datapump e SQL Loader

5.1.7. Para gerenciamento: Oracle Enterprise Manager , Database Control e Grid Control

5.2. 2 - Planejar a Instalação de um DB Oracle

5.2.1. Requisitos de Hardware: espaço físico, memória principal, swap, espaço temporário, terminal gráfico.

5.2.2. Requisitos de SIstema Operacional: versão certificada, pacotes necessários, configurações de kernel

5.2.3. OFA: Oracle Flexible Architeture

5.2.4. Se a variável DISPLAY não estiver configurada de modo adequado, o OUI não conseguirá abrir nenhuma janela e gerará erro