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P-Blob VVA - Estrutura by Mind Map: P-Blob VVA - Estrutura
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P-Blob VVA - Estrutura

Conexões Sonoras 2 Trio Coletivo Andreia Yonashiro, Henrique Iwao, Marcelo Muniz & Mário Del Nunzio Texto de apresentação do trabalho sucinto Trio é uma (poli-)obra constituída por três camadas sobrepostas. A primeira camada está mais próxima da noção de “obra musical”, a segunda de “arte cinética / performance” e a terceira de “obra de dança”. Essas camadas são coordenadas por uma estrutura, que define: a quantidade de seções e as durações de cada seção da obra; o nível de atuação e de protagonismo de cada camada durante cada seção; momentos em que uma camada deve incorporar elementos de outra camada. Sobre as camadas: I. Música: composta para saxofone, guitarra e percussão. Inclui 9 solos, 99 duos e 3 trios, que, de modo análogo à estrutura geral da obra, são compostos de modo independente, mas com interpenetrações e sobreposições. O material sonoro é pensado a partir da relação gestual, física, entre instrumentos e intérpretes, de modo que por vezes aproxima-se bastante de uma noção de coreografia realizada sobre instrumentos musicais. II. P-Blob VVA: envolve a criação de campos de luz e cor, usando o padrão RGB; instrumentário inclui abajures, monitores de vídeo, lanternas, brinquedos luminosos, geradores de cor e imãs. Operação de luz repensada a partir de práticas tidas como musicais. III. Movimento: composta através da aplicação da Coreotopologia: o estudo do espaço como processo composicional, que busca aproximações entre o movimento humano e certos modelos da física e da matemática. . ficha técnica inicial Concepção, criação e interpretação (operação de luz e cor, som), camada P-Blob VVA: Henrique Iwao & Marcelo Muniz. Composição musical: Mário Del Nunzio Interpretação musical: Leonardo Bertolini Labrada (percussão), Manuel Falleiros (saxofone), Mário Del Nunzio (guitarra) Coreotopologia e dança: Andreia Yonashiro.

Planejamento de processo

plano janeiro

  Sobre o processo A obra será criada a partir de algumas colocações: 1. Deverá poder ser apresentada como obra autônoma, tanto em um teatro (no palco, em uma situação de apreensão concentrada e contínua, com separação do espaço de apresentação e de recepção), quanto em uma ambiente alternativo com pouca ou nenhuma claridade (em uma situação de apreensão de concentração e continuidade intermediária, cujos espaços entre o público e os artistas não encontram-se totalmente separados). 2. Será constituída como uma performance, utilizando dispositivos que produzam luz, de diversas formas. Os sons da performance serão criados a partir da amplificação dos dispositivos. 3. A estrutura da obra será formulada após o estabelecimento de diferentes tipos de ações. As ações constituem-se como modos de manipular e lidar com determinados dispositivos à disposição dos intérpretes (incluindo lidar com diferentes níveis de amplificação dos sons produzidos nessas manipulações). 4. As articulações envolvendo os dispositivos e as ações, bem como as qualidades das ações serão pensadas e desenvolvidas a partir de práticas e procedimentos musicais familiares aos autores-intérpretes. O processo começará com a definição de procedimentos e práticas, prosseguindo com uma tentativa de transposição destes para o âmbito da operação de luz; por fim, serão realizados ajustes e uma reflexão sobre a existência de propriedades do meio luminoso e da performance que possam parecer dissonantes ao meio da música. O primeiro ponto nos leva a formulação de duas versões da obra, uma na qual as durações, sequência e qualidade das ações são definidas e refinadas com o objetivo de reforçar aspectos expressivos. Essa primeira versão estabelece um começo, meio e fim, tem uma partitura fixa e estrutura robusta, e tem uma duração global não muito extensa. A outra versão configura-se de modo menos estruturado, com definições mais flexíveis para as durações, sequência e qualidade das ações. O objetivo é estabelecer uma performance de duração global mais extensa, reforçando elementos ligados ao momento presente, tais como a improvisação e decisões a serem feitas durante o decorrer da obra. A versão estabelece um tempo mais circular e prevê que o público possa entrar e sair do espaço de apresentação a qualquer momento da mesma. O segundo ponto prevê a utilização de vários dispositivos; nossa escolha é procurar conectar a obra à realidade cotidiana através da recontextualização de objetos cotidianos (utilização de abajures, telas de computador, imãs e brinquedos luminosos como dispositivos artísticos); mas também, recontextualizar a idéia de operação de luz, em face a práticas historicamente relacionadas ao som, as quais geralmente denominamos “musicais”). De um ponto de vista da engenharia artística necessária, podemos citar aqui duas referências importantes: Jean Tinguely e Abraham Palatnik. O terceiro ponto prevê uma fase de exploração das possibilidades de manipulação dos dispositivos. Essa exploração será o ponto de partida para a constituição da partitura da obra e da definição das ações propriamente ditas (no sentido: pegar um dispositivo e usa-lo não configura uma ação - é preciso saber quais possibilidades, como produzir variação, com aquele dispositivo). O quarto ponto coloca uma preocupação de expandir aquilo que seria definido como o “musical” para além do sonoro, estabelecendo conexões entre os meios, primeiramente de modo mais formal e objetivo, depois abrindo espaço para ajustes e reformulações que aproximam-se da idéia de hibridização de meios, prevendo uma relação mais íntima e intuitiva com o material (artístico). Por fim, a obra, abarcando essas colocações, definições e considerações, será realizada com um compromisso de buscar as qualidades da clareza e simplicidade, por acharmos mais adequadas ao presente projeto.  

Sugestões

pintar objetos usados (VVA)

usar garras de jacaré para mudanças nos circuitos (coloridas)

Ação: realizar trocas rápidas de lâmpada durante

Falar com papelaria, arranjar papel laminado, acrílico espelhado (cota, patrocínio)

Utilizar Fluorescência e fosforescência + Luz negra

Ensaios e encontros

12 de janeiro

  definição do que é o projeto, equipamentos necessários, do que é possível, restrição (áudio vem de amplificação das coisas).  

26 de janeiro

para ter certeza de que o processo expliratório vai ser satisfatório o projeto será dividido em três etapas, as duas primeiras paralelas, e a terceira mexeria com parafina, tanto o totem como os abajures. essa terceira só seria feita caso as duas primeiras etapas mostrarem-se bem resolvidas. poderíamos pensar no aparecimento de outros objetos, bichos de pelúcia, etc. substituir cubo de madeira por placas de madeira + barras roscadas. tinta branca.   Insturmentário A - específico 3 abajures (RGB) com dimmer e liga desliga 2 monitores de computador 1 Estrobo com 3 gelatinas (averiguar possibilidade e suporte necessário) 1 estrutura palatinik 2 lasers de mão (RG)   Instrumentário A - geral 1 máquina de fumaça 1 holofote (500W) com dimmer     Instrumentário B - específico diversas velas 1 isqueiro 1 maçarico   Instrumentário B - geral   1 tela de galinha, suporte, parafina teclado de piezos como sensor de pressão abajures de parafina

14 de março, 14h, Ibrasotope

Iwao equipamentos

Muniz equipamentos

Instrumentário

plano janeiro

  Sobre o instrumentário O instrumentário é formado pelo conjunto necessário de dispositivos, suportes para os dispositivos, infraestrutura e material. O instrumentário inicial prevê: Dispositivos - 4 monitores de computador antigos, baratos. - 2 circuitos geradores de RGB, a serem conectados nos monitores. - tela de galinheiro com parafina - microfones de contato (piezos + cabos) - circuito sequenciador de luzes - circuito para converter imagem em som (é possível?) - "pedais dimmer" - circuitos de dimmer automatizado - holofote e lâmpada 500W - abajures - abajures de parafina - anterna - lanternas japonesas - brinquedos luminosos - estrobo - lasers de mão Os suportes . 12 cubos de madeira para suporte de objetos e monitores (4 paredes, vazado na frente e atrás) - tela de galinheiro - estrutura de metal para suporte da tela de galinheiro A infraestrutura necessária inclue: - máquina de fumaça tomadas 110V. sala suficientemente escura (quanto mais melhor). parafina. . 2 maçaricos . mesa de som - 2 caixas de som amplificadas respectivos cabos gás butano  

plano abril

Sobre o instrumentário O instrumentário é formado pelo conjunto necessário de dispositivos, suportes para os dispositivos, infraestrutura e material. O instrumentário inicial prevê: Dispositivos - 2 monitores de computador antigos, baratos. - 2 circuitos geradores de RGB, a serem conectados nos monitores. - microfones de contato (piezos + cabos) (vários) - dimmer (vários) - holofote e lâmpada 500W - holofotes 2 de 100W - 2 strobo 100W - abajures - anterna - 4 lanternas japonesas - brinquedos luminosos - 2 estrobos bons, - gelatinas . porta gelatinas Os suportes . suporte para gelatinas (estrobo) . 12 cubos de madeira para suporte de objetos e monitores (4 paredes, vazado na frente e atrás) A infraestrutura necessária inclue: - máquina de fumaça tomadas 110V. sala suficientemente escura (quanto mais melhor). . mesa de som - 2 caixas de som amplificadas respectivos cabos . bobinas para microfone câmera, projetor, biombo branco com suporte, 230x280

Estruturação

momentos janeiro

Momentos Momentos são pré-estruturações de blocos de ações, focadas na utilização de algum dispositivo ou conjuntos de. Os momentos definidos antes da definição propriamente dita do que serão as ações estão listados abaixo. 1. tela de galinheiro e maçarico 2. exploração dos imãs e monitores 3. estruturas palatinik 4. abajures 5. trecos e estrobos

Estrutura central fev

rascunhos e informações

Estrutura central maio

estrutura central manifestada

quanto à estrutura central, sistema de cores 1 protagonismo: sistema de som ligado. quando acaba, desliga-se o sistema de som. influência: andreia desliga sua iluminação (dança); mário utiliza gestos sonoros parecidos, 60hz, crescendos, pulsos tipo estrobo (música). influenciado: (dança); (música). sugestões: mudança de câmeras 1 ou 2 intermitente (música, movimentação meio de dança (dança). quanto à estrutura local, sistema de cores 2 equivalência entre categorias e cores 4. verde x 18 = estrobos 1. vermelho x 11 = holofotes 5. azul x 21 = abajures 6. magenta (azul + vermelho) x 25 = lanternas (abajures + holofotes) 3. amarelo (verde + vermelho) x 15 = brinquedos (estrobos + holofotes) 2. ciano (azul + verde) x 13 = monitores (abajures + estrobos) quanto à colocação estrutural meio: luz negra liga, troca de figurino mudança de primária para secundária que a contém: máquina de fumaça. mudança de câmera: primária para primária; secundária para secundária.

referências

Jean Tinguely

Abraham Palatnik

gastos

gastos com cnpj anotado 1 2011-03-14 = R$ 93.66 1. lamp. B6 45W x 6 = R$ 8.70 2. lamp. Par20 50W x 3 = R$ 21.30 3. Lamp. 40 W color x 10 = R$ 50.00 4. pilha AAA duracel par = R$ 13.66 2011-04-11 = R$ 720.24 1. fita isolante x 4 (3.65x3 + 2.99) = R$ 13.94 2. dimmer mod. x 10 = 125.50 3. cab. flex 1.5mm = R$ 41.90 4. maq fumaça smoke baby 600W magma = R$ 200.00 5. strobo 60W = R$ 80.00 6. lampada halogena 120W x 2 = R$ 24.00 7. refletor polido x 2 = R$ 46.00 8. gelatina x 2 = R$ 28.00 9. liq fumaça 1l fx neutro rosco = R$ 14.00 10. porta gelatina par 38 x 4 = R$ 40.00 11. chave 25 x 10 = R$ 33.00 12. chave 7 x 10 = R$ 28.00 13. limpa contato contactec 210ml = R$ 11.80 14. led alto brilho x 12 = R$ 21.60 15. gelatina = R$ 12.50 subtotal R$ 813.90, iwao = R$ 620.06, muniz = R$ 193.84

gastos 2

muniz . 2x filtro de linha R$ 50,80 . 10x transistor 2N3055G; 3xCI TL072CN; AC 110v; AC c/ redução 5/6 rpm; 10x plug p2; 10x plug j2; 8x capacitor 22micro; ponte reificadora R$ 89,98 . cabo monitor + comutador R$ 134,55 iwao . 2x adaptadores tomada nova ->antiga R$ 12,40 . extensão 3 saidas; notas adesivas R$ 13,09