A Influência das correntes do pensamento científico na concepção dos paradigmas funcionalista e c...

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A Influência das correntes do pensamento científico na concepção dos paradigmas funcionalista e crítico da Administração (Schlickmann e Melo, 2009) by Mind Map: A Influência das correntes do pensamento científico na concepção dos paradigmas funcionalista e crítico da Administração (Schlickmann e Melo, 2009)

1. Bacon

1.1. Empirismo

1.1.1. Promulgava a ideia de que as pessoas nasciam como um livro em branco

2. Descartes

2.1. Racionalismo

2.1.1. Não se pode confiar nos sentidos, mas no que vem da mente

3. O método certo para para se encontrar as respostas

4. Repúdio ao preconceito herdado pela tradição

5. Criticismo kantiano (Filosofia contemporânea)

5.1. Idealismo

5.1.1. Uma síntese do racionalismo e do empirismo

5.1.1.1. Crítica: Demo (1985) defende que o teórico e o empírico devem ser as duas vertentes básica de qualquer pesquisa científica. O autor critica o empirismo radical, baseado no indutivismo ao mesmo tempo que critica o dedutivismo

5.2. Positivismo (Comte), uma oposição

5.2.1. Se propõe a dar ume escopo prático à ciência (experiência)

5.2.2. Defende que o único conhecimento válido é o científico

5.2.3. Positivistas acreditam que a ciência é a salvação da humanidade

5.2.4. Contribuiu fortemente à Teoria Geral da Administração por meio de experiências e observação realizadas nas fábricas

5.2.4.1. Busca "a melhor maneira de fazer as coisas"

5.2.4.1.1. Estudos da organização pretendem resolver os problemas organizacionais e avançar rumo aos objetivos da organização: Como deve agir o gerente? Como devem se portar os funcionários? Como deve ser a relação entre gerentes e subordinados? Como? Como? Como?

5.2.4.1.2. O funcionalismo se propõe a atingir esse fim

5.2.4.2. Exemplo: Estudo dos tempos e movimentos de Taylor

5.2.5. Ordem e Progresso

5.2.5.1. "O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim”. Comte

6. Modelo de racionalidade científica ou Paradigma dominante (SANTOS, 1988)

6.1. Utilitarismo na administração

6.1.1. Propriedade existente em qualquer coisa em virtude da qual o objeto o prazer ou impeça a dor de determinado indivíduo ou de uma comunidade (BENTHAM, 1979)

6.1.2. As ações dos homens são guiadas por um utilitarismo moral (PADOVANI, CASTAGNOLA, 1990)

6.1.3. Princípio da evolução: O indivíduo se adapta ao ambiente tornando-se mais forte ou sucumbe e morre

6.1.4. Autores dos primórdios da administração

6.1.4.1. Bentham (1748-1832) Mill (1806-1873) Spencer (1820-1903)

6.1.4.1.1. Viveram no contexto histórico que culminou no início da ciência da administração

6.1.4.1.2. A ciência da administração surge impregnada dos valores discutidos por esses autores (XVIII – Início XX)

6.1.5. Contexto

6.1.5.1. Surgimento das grandes indústrias

6.1.5.1.1. As pessoas encontrariam a felicidade por meio da compra

6.1.5.1.2. Pessoas devem agir para maximizar seu próprio prazer

6.1.5.1.3. Divisão do trabalho com auxílio de maquinaria + Produção (Lucro e Preços mais baratos)

6.1.5.1.4. Como aumentar a produção e o lucro (melhor forma de aumentar o prazer)

6.1.5.1.5. Problema: Divisão de trabalho, maquinaria, linha de montagem, super especialização não era suficiente para aumentar a eficiência e maximizar os lucros

7. Conclusões

7.1. Os princípios da administração científica de Taylor são a busca por prazer máximo e pela dor mínima.

7.2. A ciência da administração é a reprodução dos ideais, nacionalistas, positivistas e utilitaristas dos séculos XVI, XVII e XVIII.

7.3. Existe uma resistência em abrir a pesquisa funcionalista para outros caminhos que não seja a replicação ou aperfeiçoamento de métodos existentes

7.4. A administração enquanto ciência deve ir além, deve flertar com outros conhecimentos, interpenetrar por outras ideias, questionar e questionar-se.

7.5. A organização não é o todo. Ela faz parte do todo. A sociedade não deve ser vista em termos de imputs e outputs.

7.6. O trabalho das organizações não pode ser visto como o único meio de fornecer bem-estar à sociedade ou felicidade às pessoas.

7.7. A análise da organização deve ser feita dentro de um contexto histórico

7.8. O autor ressalta a importância de ampliar esses estudos para entender as limitações do paradigma dominante. Propõe que essa análise deva conversar, interagir e realizar trocas com as demais análises e trabalhar a percepção de que não existe apenas um caminho certo, mas vários caminhos.