EVOLUÇÃO DOS CUIDADOS COM A SAÚDE PÚBLICA

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EVOLUÇÃO DOS CUIDADOS COM A SAÚDE PÚBLICA por Mind Map: EVOLUÇÃO DOS CUIDADOS COM A SAÚDE PÚBLICA

1. MARCOS DA MEDICINA

1.1. PERÍODO PALEOLÍTICO : XAMÃ, CULTO AOS DEUSES, TREPANAÇÃO

1.2. HIPÓCRATES : CORPUS HIPOCRATICUM, 4 HUMORES, PAI DA MEDICINA

1.3. GALENO : RELAÇÃO INCORRETA DOS ÓRGÃOS, "O MELHOR MEDICO É TAMBÉM FILÓSOFO"

1.4. ANATOMIA MODERNA : AVANÇO NO ESTUDO DE DOENÇAS E TRATAMENTOS ( VERSALIUS, 1543 )

1.5. BACTÉRIAS : 1675, DESCOBERTA DE UMA DAS MAIORES CAUSAS DE DOENÇAS

1.6. CIRCULAÇÃO: 1628 - HARVEY - TÉCNICAS CIRÚRGICAS, FUNCIONAMENTO DO CORAÇÃO, CIRCULAÇÃO PULMONAR.

1.7. GIOVANI MORGANI: AS DOENÇAS RESULTAM DE ALTERAÇÕES NOS ÓRGÃOS.

1.8. VACINA: 1796 - JENNER (PAI DA IMUNOLOGIA) - PREVENÇÃO CONTRA A VARÍOLA E OUTRAS DOENÇAS, PRINCÍPIO DA VACINA .

1.9. XAVIER BICHAT: ESTUDO DA HISTOLOGIA

1.10. VIRCHOU: CÉLULA = UNIDADE BÁSICA DO ORGANISMO

1.11. ANESTESIA: 1842 - LONG - ÓXIDO NITROSO -> ÉTER; POSSIBILIDADE DE CIRURGIAS INDOLORES E BEM SUCEDIDAS.

1.12. RAIOS X: 1895 - RANTGEN - MÉTODO PARA DIAGNÓSTICO MAIS RÁPIDOS E PRECISOS.

1.13. CHAGAS: 1907 - CARLOS CHAGAS - DESCOBERTA DA TRANSMISSÃO PELA PICADA DO BARBEIRO.

1.14. CULTURA DE TECIDOS: 1906 - HARRISON - HOUVE UMA REVOLUÇÃO NO ESTUDO DE DOENÇAS.

1.15. COLESTEROL: 1912 - ANCHIKOV - EXPERIMENTO EM COELHOS; COLESTEROL ASSOCIADO A ATEROSCLEROSE.

1.16. PESTE BUBÔNICA: PREVENÇÃO = EXTERMÍNIO DOS RATOS.

1.17. INSULINA: 1921 - FREDERIK BATING E CHARLES BEST - CONSEGUIRAM ISOLAR A INSULINA.

1.18. ANTIBIÓTICOS: 1929 - FLEMING - A PENICILINA REVOLUCIONOU A MEDICINA E DEU IMPULSO DECISIVO A INDUSTRIA FARMACÊUTICA.

1.19. REVOLTA DA VACINA: OSVALDO CRUZ - VACINAÇÃO OBRIGATÓRIAS; POPULAÇÃO INFLUÊNCIADA POR RUI BARBOSA.

1.20. DNA: 1953 - WATSON E CRICK

1.21. MICROSCÓPIO ELETRÔNICO: 1939 -DUPLA HÉLICE -VOLKINS: 1º A ISOLAR E IDENTIFICAR A FORMA HELICOIDAL.

1.22. FINAL DE SÉCULO XX: ENDOSCOPIA, ANGIOPLASTIA, RESSONÂNCIA MAGNÉTICA, TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA, ULTRASSONOGRAFIA.

1.23. SÉCULO XXI: CLONAGEM DE ANIMAIS, FERTILIZAÇÃO IN VITRO, DIALISE RENAL.

1.24. PROJETO GENOMA HUMANO: 19990 - WATSON --> FRANCIS COLLINS - MAPEAMENTO GENÉTICO; MELHORAMENTO NO DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS, TRANSGÊNICOS.

2. FEBRE PUERPERAL

2.1. PUERPÉRIO: ATÉ 6 SEMANAS APÓS O PARTO

2.2. PARTURIENTE: DURANTE O PARTO

2.3. CONCEITO: OCORRÊNCIA DE TEMPERATURA AXILAR MAIOR OU IGUAL A 38ºC NOS PRIMEIROS 10 DIAS APÓS O PARTO

2.4. AGENTE ETIOLÓGICO: POLIMICROBIANA

2.5. DIABETES; OBESIDADE; RESTOS GESTACIONAIS NO ÚTERO PODEM AGRAVAR OS SINTOMAS.

2.6. CAUSAS FREQUENTES: - ENDOMETRITE - MASTITE/ ABSCESSO MAMÁRIO - INFECÇÃO URINÁRIA/ ABCESSO DE FERIDA OPERATÓRIA

2.7. CAUSAS OCASIONAIS

2.8. CAUSAS INFREQUENTES

2.9. AMBIENTE VAGINAL PROPÍCIO PARA A PROLIFERAÇÃO DAS BACTÉRIAS

2.10. SINTOMAS: FEBRE; CALAFRIOS; TAQUICARDIA; ÚTERO HIPERSENSÍVEL/DILATAÇÃO; CEFALEIA; PALIDEZ.

2.11. INCIDÊNCIA: RARA NOS DIAS DE HOJE (1 A 15% EM PARTOS CESARIANOS; 1 A 3% EM PARTOS NORMAIS)

2.12. DIAGNÓSTICO: HEMOGRAMA, UROCULTURA, HEMOCULTURA, EXAME FÍSICO.

3. MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS

3.1. EFETIVIDADE

3.2. EFICIÊNCIA

3.3. EFICÁCIA

3.4. SEGURANÇA

3.5. INTEGRALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO CLÍNICO, INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E APLICAÇÃO RACIONAL DAS INFORMAÇÕES VISANDO O BEM-ESTAR DO PACIENTE

3.6. FOCO TOTAL NO PACIENTE

3.6.1. FATORES DE RISCO

3.6.2. RESULTADO

3.7. 1996 - ÁLVARO NAGIME ATALA

3.8. NÍVEIS DE EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS

3.8.1. A: MAIS CONFIÁVEL

3.8.2. B: MENOR CONFIABILIDADE

3.9. VIÉS

3.9.1. SELEÇÃO

3.9.2. PERFORMANCE

3.9.3. DETECÇÃO

3.9.4. ATRITO

3.9.4.1. COMPARAÇÃO FINAL

3.10. TRÊS ELEMENTOS

3.10.1. 1º: CONSIDERAR A MELHOR EVIDÊNCIA

3.10.2. 2º: EXPERIÊNCIA CLÍNICA/PROFISSIONAL

3.10.3. 3º: PREFERÊNCIA E VALORES DO PACIENTE

3.11. LEVANTAR HISTÓRICO DO PACIENTE

3.12. INDUÇÃO

3.12.1. BOA AVALIAÇÃO CLÍNICA

3.13. METANÁLISE: ESTATÍSTICA

3.14. MBE <=> PBL

3.15. PIRÂMIDE

3.15.1. OPINIÃO DE ESPECIALISTAS: BASE CIENTÍFICA

3.15.2. SÉRIE DE CASOS: SEPARAÇÃO DE GRUPOS

3.15.3. ESTUDO DE CASO E CONTROLE

3.15.4. ESTUDO DE COORTE INDIVIDUAL

3.15.5. ESTUDO CLÍNICO RANDOMIZADO

3.15.6. REVISÃO SISTEMÁTICA: METODOLOGIA CIENTÍFICA

3.15.7. METANÁLISE: CONCLUSÃO GERAL (MAIS CONFIÁVEL)

3.16. QUANTO MAIOR O GRUPO, MAIOR A VARIABILIDADE

3.17. CONFIÁVEL

3.18. CRÍTICAS

3.18.1. FALTA DE AQUISIÇÃO DE MATERIAIS

3.18.2. RETARDA O CONHECIMENTO

4. ETAPAS DO MÉTODO CIENTÍFICO

4.1. 1564-1842

4.1.1. GALILEU

4.1.1.1. CONHECIMENTO EMPÍRICO

4.1.1.2. INDUÇÃO: PARTICULAR - GERAL

4.2. FRANCIS BACON

4.2.1. OBSERVAR E EXPERIMENTAR

4.2.2. COINCIDÊNCIAS CONSTANTES

4.2.3. LEIS GERAIS

4.3. DESCARTES

4.3.1. DEDUÇÃO: GERAL - PARTICULAR

4.3.2. EVIDÊNCIA, ANÁLISE, SÍNTESE E ENUMERAÇÃO

4.4. ETAPAS

4.4.1. OBSERVAR

4.4.2. ANALISAR

4.4.3. FORMULAR HIPÓTESES

4.4.4. EXPERIMENTAR

4.4.5. SINTETIZAR

4.4.6. GENERALIZAR

5. HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

5.1. TÉCNICAS

5.1.1. SIMPLES: ÁGUA E SABÃO

5.1.2. FRICÇÃO ANTISSÉPTICA: ÁLCOOL 70%

5.1.3. ANTISSEPSIA CIRÚRGICA: DIGERMANTES

5.1.4. HIGIENIZAÇÃO ANTISSÉPTICA

5.2. QUANDO

5.2.1. ANTES DE TOCAR NO PACIENTE

5.2.2. ANTES DE REALIZAR PROCEDIMENTOS

5.2.3. APÓS TOCAR OS OBJETOS

5.2.4. APÓS TOCAR SUPERFÍCIES PRÓXIMAS AO PACIENTE

5.3. USO DE LUVAS

5.4. TODOS DEVEM FAZER

5.5. PILAR DA PREVENÇÃO E DE CONTROLE DE DOENÇAS

5.6. REDUZ A TRANSMISSÃO DE PATÓGENOS E INFECÇÕES

5.7. USO DE ANTISSÉPTICOS

5.7.1. ÁLCOOL

5.7.2. COMPOSTOS DE IODO

5.7.3. CLOREXIDINA

5.7.4. TRICLOSAN

6. EVOLUÇÃO NATURAL DA DOENÇA

6.1. CONCEPÇÕES

6.1.1. FISIOLÓGICAS

6.1.2. ONCOLÓGICAS

6.2. TRÍADE

6.2.1. AGENTE: FÍSICOS, QUÍMICOS E BIOLÓGICOS

6.2.2. HOSPEDEIRO: IDADE, SEXO E RAÇA

6.2.3. AMBIENTE: CLIMA, CONDIÇÕES SANITÁRIAS E BEM-ESTAR

6.3. PERÍODO PRÉ-PATOGÊNICO

6.3.1. SUSCEPTIBILIDADE

6.3.1.1. PREVENÇÃO PRIMÁRIA

6.3.1.1.1. 1ºNIVEL

6.3.1.1.2. 2º NÍVEL

6.4. PERÍODO PATOGÊNICO

6.4.1. PREVENÇÃO SECUNDÁRIA: FASE PRÉ-CLÍNICA

6.4.1.1. 3º NÍVEL

6.4.1.1.1. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

6.4.2. PREVENÇÃO TERCIÁRIA: FASE CLÍNICA

6.4.2.1. 4º NÍVEL

6.4.2.1.1. LIMITAÇÃO DO DANO

6.4.2.2. 5º NÍVEL

6.4.2.2.1. REABILITAÇÃO

6.4.3. HORIZONTE CLÍNICO: A PARTIR DA PREVENÇÃO PRIMÁRIA IDENTIFICAR OS POSSÍVEIS DIAGNÓSTICOS FUTUROS E EVITÁ-LOS