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METAF por Mind Map: METAF

1. Localizada no centro ou próximo as articulações

2. Anamnese

2.1. SIC

2.1.1. Sintomas

2.1.1.1. O que a pessoa se queixa

2.1.1.2. "Meu joelho dói"

2.1.2. Sinais

2.1.2.1. Medido ou testado

2.1.2.2. O paciente possui teste quervain positivo

2.2. Identificação

2.2.1. Nome

2.2.1.1. Matheus Bandeira

2.2.2. Data

2.2.2.1. 10/04/2019

2.2.3. Local

2.2.3.1. Rio de janeiro

2.3. Diagnóstico Clínico

2.4. História

2.4.1. QP - Queixa Principal

2.4.1.1. O que o paciente Relata

2.4.1.1.1. Informal

2.4.1.2. Ex: " Meu ombro dói pra caramba"

2.4.2. HDA - História da doença atual

2.4.2.1. O que aconteceu ? A quanto tempo ? Fez algum tratamento ?

2.4.2.2. Verificar Atividade de vida diária (AVD'S)

2.4.2.3. Linguagem formal - Termos técnicos

2.4.2.4. "Dor no ombro há um mês, devido á uma treinamento intenso de aproximadamente 2000m por dia de natação em duas sessões. "

2.4.2.4.1. Perguntar se há algum movimento que alivia ou agrava a dor, perguntar por outros sinais

2.4.2.5. Paciente passou a sentir dores nas costas nos último s três anos sempre após esforço físico durante o trabalho. Refere ter tido algumas crises muito fortes que o impossibilitaram de sair do leito. Paciente faz uso de medicação anti-hipertensiva. Refere dor com o movimento corporal ao longo do dia, ou desencadeada por longos períodos de permanência em pé, pode ser devido à alterações mecânicas ou degenerativas.

2.4.3. HPP - História da patologia progressa

2.4.3.1. Patologias que já teve ou têm que pode influenciar

2.4.3.2. "Perguntar por doenças passadas, traumas, alergias, cirurgias, internações ..."

2.4.3.3. Paciente hipertenso controlado. Nega etilismo e tabagismo.

2.4.4. HFAL - História Familial

2.4.4.1. Doença no mesmo convívio familiar

2.4.4.1.1. Doença infecto contagiosa

2.4.4.1.2. Saneamento básico

2.4.5. HFAM

2.4.5.1. Doenças hereditárias

2.4.6. Músculo Esquelética

2.4.7. HS - História social

2.4.7.1. Se é Etilista social

2.4.7.1.1. Bebe socialmente

2.4.7.2. Tabagista ou usuário de drogas

2.4.7.3. Por quanto tempo ? Parou ?

2.5. Exame Físico

2.5.1. Sinais Vitais

2.5.1.1. P.A

2.5.1.2. F.C

2.5.1.3. F.R

2.5.1.4. Temperatura

2.5.1.5. Ausculta pulmonar

2.5.1.6. Ausculta cardíaca

2.5.2. Sintomas da Dor

2.5.2.1. Analise da dor

2.5.2.1.1. Aguda

2.5.2.1.2. Crônica

2.5.2.1.3. Superficial

2.5.2.1.4. Somática profunda

2.5.2.1.5. Visceral

2.5.2.1.6. Referida

2.5.2.2. Tipos de Dor

2.5.2.2.1. Dor articular

2.5.2.2.2. Dor Óssea

2.5.2.2.3. Dor periarticular

2.5.2.2.4. Dor Radicular

2.5.3. Inspeção

2.5.3.1. Tudo aquilo que vemos

2.5.3.1.1. Tumefação

2.5.3.1.2. Deformidades

2.5.3.1.3. Movimento realizado pela contração voluntária

2.5.3.1.4. Analise da pele

2.5.3.1.5. Mobilidade ativa

2.5.3.1.6. Analise da marcha

2.5.3.1.7. Peso e Altura

2.5.3.1.8. Observa-se a marcha

2.5.3.1.9. Conduta geral ao entrar no consutório

2.5.3.1.10. Observa-se edemas

2.5.3.1.11. Assimetrias

2.5.3.1.12. Coloração

2.5.3.1.13. Postura

2.5.4. Palpação

2.5.4.1. Crepitações

2.5.4.2. Temperatura

2.5.4.3. Pontos doloroso

2.5.4.4. Cistos e tumores

2.5.4.5. Mobilização óssea passiva (óssea-fisiológicos)

2.5.4.5.1. Movimentos osteocinematicos

2.5.4.5.2. Artrocinemático

2.5.4.6. Perimetria

2.5.4.7. Buscar

2.5.4.7.1. Dor

2.5.4.7.2. Calor

2.5.4.7.3. Edema

2.5.4.7.4. Espasmo Muscular

2.5.5. Av. Óssea e muscular

2.5.5.1. Testes específicos

2.5.5.2. Mobilização passiva

2.5.5.2.1. Verificar comprimento

2.5.5.3. Mobilização ativa

2.5.5.3.1. Solicitar ação musuclar

2.5.5.4. Articular

2.5.5.5. Goniometria

2.5.5.5.1. Avaliar amplitude do movimento

2.5.5.5.2. Mensuração ou simplesmente uma estimativa do movmento

2.5.5.6. TMFM

2.5.5.6.1. Teste de muscular força manual

2.5.5.6.2. Classificação de Oxford

2.5.6. Presença de dor - EVA

2.5.7. Exames complementares

2.5.7.1. Qual exame ?

2.5.7.2. Quando foi realizado ?

2.5.7.3. Teve alguma alteração

2.5.8. Diagnóstico Cinético funcional

2.5.8.1. Diagnóstico fisioterapêutico

2.5.8.2. Laudos de movimentos

2.5.8.3. Se há comprometimento ou não

2.5.8.4. Diminuição da funcionalidade para realização de AVDS; diminuição de força e mobilidade de tronco.

2.5.9. Tratamento fisioterapêutico

2.5.9.1. Traçar conduta fisioterapêutica

2.5.9.2. Traçar objetivos através de um raciocínio clinico

2.5.9.3. TENS, CIV, Ondas Curtas, Infra Vermelho, Pompage (sacral e paravertebrais), massoterapia, cinesioterapia (exercícios ativo resistido para MMII) e Orientação postural.

3. Testes Unificados

3.1. Neuro

3.1.1. Reflexo Patelar

3.1.1.1. Extensão da perna

3.1.1.2. Percute o tendão patelar

3.1.2. Sinal de Babinski Reflexo cutâneo-plantar extensor

3.1.2.1. Reflexo medular

3.1.2.2. Passa a ponta de um objeto na parte lateral da planta do pé

4. Teste ombro

4.1. Tendinite supra-espinal

4.1.1. Sintomas

4.1.1.1. Dor na região antero-lateral

4.1.1.2. Dor ao dormir do lado afetado

4.1.1.3. Ridigdez

4.1.1.4. "Segurar" o ombro durante o uso

4.1.1.5. Dor em amplitude de movimento passivo e ativo

4.1.1.6. Dor na palpação localizada

4.1.2. Causas

4.1.2.1. Quadro inflamatório

4.1.2.2. Trauma

4.1.2.3. Excesso de uso

4.1.2.3.1. Prinicipalmente movimetnos acima da cabeça

4.1.2.4. falha mecânica corporal durante atividade atlética

4.1.3. Dores

4.1.3.1. Abdução

4.1.3.1.1. Arco doloroso

4.1.3.2. Movimento passivo doloroso

4.1.3.3. Amplitude de movimento ativo limitado

4.1.4. Se a irritação do tendão for contínua

4.1.4.1. Depósito de cálcio

4.1.4.1.1. Pode formar e resultar em tendinite calcificada

4.1.5. TESTES

4.1.5.1. Teste para detectar tendinite do supra-espinal

4.1.5.1.1. Procedimento

4.1.5.1.2. Fundamento

4.1.5.2. Teste de impacto do Hawkins-Kennedy

4.1.5.2.1. Procedimento

4.1.5.2.2. Fundamento

4.2. TENDINITE BICIPITAL

4.2.1. Causa

4.2.1.1. Tendão da cabeça longa do bíceps afetado

4.2.1.1.1. Ele se encontra no sulco intertubercular do umero

4.2.1.2. Caso crônico

4.2.1.2.1. Com dor na palpação do sulco intertubercular

4.2.1.3. Associado com lesões

4.2.1.3.1. Sinovite cápsula adjacente

4.2.1.3.2. Capsulite adesiva

4.2.1.3.3. osteófito na area do sulco

4.2.1.3.4. Lacerações no manguito

4.2.1.4. Tendinite isolada permite amplitude completa de movimentos passivos

4.2.2. Sintomas

4.2.2.1. Dor na região anterior do ombro

4.2.2.2. Dor à palpação do sulco intertubercular

4.2.2.3. Dor com flexão e extensão passiva e ativa de cotovelo

4.2.3. TESTES

4.2.3.1. Teste de Lippman

4.2.3.1.1. Paciente sentado para fletir o cotovelo a 90º

5. TESTES DE JOELHO

5.1. INSTABILIDADE DOS MENISCOS