contabilidade versus fluxo de caixa

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contabilidade versus fluxo de caixa por Mind Map: contabilidade versus fluxo  de caixa

1. Correção integral a valor presente

1.1. Agindo assim para as receitas e para as despesas de novo com uma ligação perfeita entre Demonstrações Contínuas e Fluxos de Caixa, de modo a manter-se voltado para o futuro , Demonstração do Resultado, com uma qualidade extraordinária e com uma confiança idêntica, antecipando-se a essas expectativas de perdas ou de reduções de custo (caso de compras de mercadorias, por exemplo) ou de despesas. Apesar de ter havido um desafio de uma explicação para a Fluxo Econômico de Resultados e Fluxos de Caixa na inflação.

2. Preços de reposição

2.1. E a Contória a Custos históricos (corrigidos de inflação) com Fluxo de Caixa, o que ocorre com uma Contabilidade de Preços de Reposição? Isso ocorre, no Brasil, especificamente com Reavaliações de Ativos. A baixa para a depreciação de valores calculados não é mais passível de significar uma apropriação de parte da caixa utilizada na sua geração, mas sim uma parcela da caixa que é calculada será consumida na sua reposição.

3. Porque a vinculação entre o fluxo de caixa?

3.1. No mundo econômico o denominador final common a operações é o dinheiro. E não o longo prazo, o conceito de lucro está voltando exatamente a uma variação de riqueza medida em dinheiro. A fim de facilitar a continuidade do processo de tomada de decisão exige que as declarações sejam contábeis periódicas. E para isso, o regime de competências produziu as flutuações financeiras da forma como as confrontações foram uma boa análise da evolução da rentabilidade e da capacidade financeira de qualquer entidade.

4. Porque o regime de Competência? É ele realmente mais util?

4.1. O Regime da Caixa de Opção de Compra de Ações O Banco do Brasil é o mais adequado para a liquidação, a emissão dos mesmos e a saída dos mesmos. Mas, como Demonstrações Contábeis e Fluxo de Caixa, são interligadas, e, como afirmam, mas não excluem, já que os seus próprios proprietários e específicos. Entretanto, uma moeda de seque em cima, uma Fluxo de caixa, uma moeda de troca monetária, uma volta ao capital puro mesmo na inflação, uma corrente de reposição. Afinal, o mesmo é mais sentido do fluxo financeiro puro do que o fluxo contábil

5. Manipulações

5.1. Como chances de MANIPULACAO Nenhum Fluxo de Caixa São MUITO MAIS fáceis de Produzir e de forma “honesta”, enquanto that como fazer Regime de Competência, se existentes, normalmente derivam se Efetiva Fraudes, e ISSO Não this em DISCUSSÃO. Por Exemplo, hum atraso deliberado não Pagamento AOS fornecedores PODE aparentar hum Desempenho Melhor dos Recursos gerados Pelas Operações não Fluxo de Caixa. A capacidade de fazer a demonstração do lucro e muito maior do que a Fluxo de Caixa. Principalmente quando lembramos que existe uma confrontação entre receitas e despesas, depreciamos ativos e confrontamos esse encargo com uma receita que ele ajuda a produzir. Sem Fluxo de Caixa normalmente uma desvinculação e completa e TEMOS EPOCAS com Grandes desembolsos e EPOCAS com Grandes Fluxos de entrada, e Podemos Perder de vista o devido cotejo.

6. Como as deformações de origem e aplicações de recursos (DOAR) e o fluxo de caixa

6.1. Mas para o caso das empresas industriais e comerciais, justifica-se plenamente essa substituição apenas pelo fato de ser muito mais fácil o entendimento do Fluxo de Caixa que o da DOAR. E talvez isso realmente já seja o suficiente para a mudança, mais rica e relevante do que o Fluxo de Caixa. De qualquer forma, o conceito de capital circulante liquida é mesmo muito mais difícil, por ser abstrato e não tão familiar quanto o de disponibilidade. E mais ainda, as pessoas que sabem de fato analisar a DOAR sabem muito bem montá-la, principalmente dispondo do Fluxo de Caixa, da Demonstração do Resultado e do Balanço. de montar o Fluxo de Caixa.

7. Como demostrações contábeis e o fluxo de caixa

7.1. O Balanço e a Demonstração do Resultado, se elaborou a luz do padrão de custo e na ausência de inflação, é uma ação lógica e racional para o longo tempo do Fluxo de caixa da empresa. Claro que o mais simples é o registro único do Fluxo Financeiro, mas o que está sendo feito quando é feito o descascamento (que está sempre ocorrendo) entre o recebimento e o pagamento.

8. A Equivalência patrimonial

8.1. Em comparação com o pagamento de dividendos e quando vender o investimento. Assim, as quantias contabilísticas e de retorno são agora pagas.

9. A Inflação

9.1. E procuramos Mostrar A Voce O Que ESTÁ acontecendo between como demonstrações Contábeis (Como o Balanço EO resultado) e Como como Entradas e como Caixas de Câmbio, mas Não há restrições Ao Caso de ausencia de ações ea Aplicação fazer Custo para a Avaliação dos bens da empresa trabalhe com uma moeda constante e um valor presente, se o negócio bancário tiver um período razoável face à inflação, não se trate como as entradas e as saídas pelo seu valor nominal. Há mesmo fluxo de entrada e saída em BTN, BTNf, moeda estrangeira, ouro, qualquer base mais contínua.

10. A depreciação

10.1. A alocação de uma peça de caixa pode ser desembolsada na compra de um imobilizado. A soma, portanto, das depreciações acumuladas com o valor ou a perda nas vendas (como as perdas nas baixas) e o valor nominal do sacrifício do sentido na boca do caixa com relação ao ativo em questão. Só com o Regime de Competência foi mais lento e lento ao longo do tempo. Mesmo que as depreciações contenham em cada ano sejam estimadas, é melhor ter-las já é muito melhor uma transação razoável do que o erro absoluto.

11. As provisões para perdas

11.1. A provisão já considerou uma parcela que se espera, não foi atendida. Assim, todas as provisões têm a ver com o Fluxo de Caixa! As propostas são reduzidas e não confirmadas, revertem as grampos, de certa forma consertando uma previsão que não seja seja confirmada. Se necessário complemento, mas sempre conscientes de que ela tem tudo a ver com o Fluxo de Caixa.