Emergências obstétricas

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Emergências obstétricas por Mind Map: Emergências obstétricas

1. Sofrimento fetal agudo

1.1. Hipoxemia e hipercapnia por comprometimento das trocas gasosas

1.2. Etiologia

1.2.1. Insuficiência úteroplacentária aguda

1.2.1.1. Hiperatividade uterina

1.2.1.1.1. ocitocina sintética excessiva PE parto obstruído

1.2.1.2. Hipotensão arterial materna

1.2.1.2.1. Hemorragias. Mau posicionamento da paciente. Anestesia de condução

1.2.1.3. Insuficiência fetoplacentária aguda

1.2.1.3.1. Circulares Nós falsos e verdadeiros Procidência e prolapso Oligodramnio

1.3. Atentar-se para:

1.3.1. taquicardia

1.3.2. bradicardia

1.3.3. desacelerações (dips) tardias

1.3.4. desacelerações variáveis

1.3.5. mecônio + alterações da freqüência cardíaca fetal.

2. Acidentes de cordão

2.1. Prolapso do cordão

2.1.1. se evidencia após a ruptura da bolsa. O cordão sai através do canal de parto antes do feto.

2.2. Procúbito do cordão

2.2.1. descida anormal do cordão umbilical na frente da apresentação fetal, com as membranas ainda intactas

2.3. Laterocidência do cordão

2.3.1. descida anormal do cordão umbilical do lado do feto, antes que as membranas estejam rotas

2.4. Estreitas do cordão

2.4.1. constrições ou oclusões de cordão

2.5. Circular do cordão

2.5.1. Frouxa

2.5.2. Firme

3. Distócia de ombro

3.1. Sinal da tartaruga - retração da cabeça fetal sobre o períneo materno, em direção à pelve. Seguida de sua exteriorização na altura do nascimento.

3.1.1. Fatores de risco:

3.1.1.1. Macrossomia fetal

3.1.1.2. Diabetes gestacional

3.1.1.3. Prolongamento do primeiro ou segundo estádios do parto e o parto instrumentado

3.1.2. Ausência da rotação interna do diâmetro biacromial.

3.1.3. O ombro não ultrapassa o plano promonto-púbico materno.

3.1.4. Desproporção céfalo-pélvica

3.1.5. Exteriorização da cabeça e dos ombros fetais for superior a 60 segundos

3.1.6. Necessidade de recorrer a manobras obstétricas auxiliarespara libertar os ombros.

3.2. Protocolo ALEERTA

4. Apresentações anômalas

4.1. Cefálicas defletidas

4.1.1. I grau - bregma

4.1.1.1. Ponto de referência: bregma Linha de orientação: sagitometópica Diâmetro de insinuação: occipitofrontal Diâmetro transverso: biparietal/bitemporal Hipomóclio: do limite do couro cabeludo à glabela

4.1.2. II grau - fronte

4.1.2.1. Ponto de referência: raiz do nariz ou maxilar superior Linha de orientação: metópica Diâmetro de insinuação: occipitomentoneiro (13,5 - 14 cm, enquanto a conjugata vera e de 9,5 - 10)

4.1.3. III grau - face

4.1.3.1. Ponto de referência: mento Linha de orientação: facial Diâmetro de insinuação: hiobregmático Diâmetro transverso: bimalar

4.2. Não cefálicas

4.2.1. Pélvica

4.2.1.1. Pólo pélvico situado na área do estreito superior da bacia

4.2.1.1.1. A lei de acomodação de Pajot

4.2.1.2. Pelvipodálica

4.2.1.3. Pélvica modo de nádegas

4.2.2. Córmica (transversa)

4.2.2.1. Eixo longitudinal do feto esta perpendicular ao eixo longitudinal do útero

4.2.2.2. É sempre distócia - Cesárea

4.2.2.3. Confirmação com USG

4.2.2.4. Se deixar o parto evoluir espontâneo, a apresentação córmica evolui na direção “transversa desatendida” , extremamente grave, porque pode produzir a rotura uterina.

5. Sepse grave na gestação e puerpério

5.1. Altera:

5.1.1. Função pulmonar

5.1.2. Função renal

5.1.3. Aparelho gastrintestinal

5.1.4. Coagulação

5.1.5. Sistema cardiovascular

5.2. Coleta de HMC

5.3. Amniocentese em gestante com corioamnionite

5.4. Exames de imagem

5.5. ATB

5.5.1. iniciar na primeira hora após o reconhecimento da sepse grave e choque séptico

5.6. Controle do foco infeccioso

5.7. Administração de fluidos em pacientes hipovolêmicas

5.8. Vasopressores quando a reposição volêmica não for suficiente

5.9. Corticosteróides

5.9.1. quando baixa resposta à reposição volêmica e ao uso de drogas vasoativas

5.10. Uso de hemoderivados

5.10.1. se não houver resposta adequada à expansão volêmica e a saturação venosa de O2 não atinge 70% durante as primeiras seis horas

5.11. Conduta obstétrica

5.11.1. se o feto não é viável, o foco é a recuperação materna; já em gestações a termo, o parto pode ser realizado assim que a paciente estiver estável

6. Embolia do líquido amniótico

6.1. Parte do líquido amniótico penetra na corrente sanguínea da mãe

6.1.1. 1ª fase

6.1.1.1. dispnéia aguda e hipotensão, parada cardíaca

6.1.2. 2ª fase

6.1.2.1. hemorragia, atonia uterina e coagulação intravascular disseminada

6.1.3. Diagnóstico diferencial

6.1.3.1. Anafilaxia Dissecção aórtica Embolia colesterolêmica Infarto miocárdico Tromboembolismo pulmonar Choque séptico Placenta prévia Síndromes aspirativa

6.2. O tratamento realizado é de suporte, quando a paciente evolui para PCR, não respondendo às manobras de ressuscitação, deve-se realizar a cesariana o mais rápido possível.

7. Reanimação materna

7.1. Sinais clínicos

7.1.1. inconsciência

7.1.2. gasping

7.1.3. ausência de pulso

7.2. Seqüencia da RCP C-A-B

7.3. Freqüência de Compressão No mínimo, 100/min

7.4. Profundidade da compressão No mínimo, 2 polegadas (5cm)

7.5. Retorno na parede torácica Permitir retorno total entre as compressões

7.6. Interrupções nas compressões, tentar limitar as compressões a menos de 10 segundos

7.7. Vias aéreas Inclinação da cabeça-elevação do queixo

7.8. Relação compressão-ventilação(até a colocação de via área avançada) 30:2 1 ou 2 profissionais

7.9. Ventilações com via aérea avançada (profissionais de saúde) 1 ventilação a cada 6 ou 8 segundos (8 a 10 ventilações/min)

7.10. Desfibrilação Colocar e usar o desfibrilador assim que ele estiver disponível. Minimizar a as interrupções nas compressões torácicas antes e após o choque; reiniciar a RCP começando com compressões imediatamente após cada choque.

7.11. Na vigência das manobras de ressuscitação, considerar tempo de avaliação de 4 minutos.  Caso não ocorra melhora significativa da gestante, ou se verifique comprometimento fetal progressivo, está indicada a cesariana.

7.11.1. Observa-se uma grande maioria de recém-nascidos sadios, se o parto se dá até 5 minutos após a parada,