A avaliação deve ser utilizada para a formação do aluno

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A avaliação deve ser utilizada para a formação do aluno por Mind Map: A avaliação deve ser utilizada para a formação do aluno

1. O feedback pode ser adequado quanto à qualidade e/ou quantidade. Toda atividade avaliativa pode ter um feedback seja com relação À entrega e seu conteúdo;

2. Os combinados no início do curso também conseguem identificar questões como participação igualitária de gênero, dentre outros mecanismos de promoção de igualdade em sala de aula.

3. As situações-problema propostas devem refletir a realidade encontrada no ambiente corporativo diário.

4. Desenvolve a visão crítica e estimula a participação, desafiando o aluno à ser co-autor do processo de avaliação formativa

5. O Feedback auxilia o aspecto profissional do aluno, ou seja, sua formação. Incentiva o processo de Reflexão e, portanto, deve ser detalhado, específico e a tempo de o aluno dele poder se valer para melhorar seu processo de aprendizado.

5.1. Na prova: detalhando, na correção, o faltou ser abordado.

5.1.1. A correção/discussão antes dos alunos verem a prova (vista de prova) auxilia os alunos a identificarem o que erraram, pois o foco da atenção estará na resolução e não nos "pontos" que obteve

5.2. Em sala, em grupos, repassando as questões ofertadas e o caminho "perdido"

5.3. Em sala, individualmente, conversando com o aluno mais "tímido" de maneira a consquistar confiança

5.4. Separar "notas" dos assim chamados "feedbacks" é imortantíssimo: como a tendência é o fim e não o caminho, se costuma atribuir maior valor às avaliações que esquecendo a trajetória do aprendizado.

6. O esclarecimento auxilia o aluno a compreender o propósito e a estrutura formativa das avaliações

7. Resultam na evolução do processo de aprendizagem e excelência na entrega do resultado.

7.1. Preocupação com a formação e não com a classificação dos resultados..

7.2. Algumas escolas não aceitam esse foco

8. dificuldade em se gerar feedbacks adequados

9. Com ou sem sistemas eletrônicos

9.1. Os sistemas eletrônicos ajudam em muito nas avaliações formativas principalmente em salas numerosas.

9.2. podem dar resultados instantaneamente

9.3. A integração da tecnologia pode estimular as alunas a participarem, por ser mais dinâmico e divertido

9.4. Games no celular atraves de aplicativos especializados animam as aulas. Podem ser criadas questões e avaliadas na hora, um app ade quaod é o Kazoon

10. A prova também pode ser utilizada como instrumento formativo, desde que seja acompanhada de feedback e feita em momento adequado

10.1. Procurar aplicar sempre mais de uma avaliação para cada competência, habilidade ou conteúdo de forma a evitar equívocos

10.1.1. Promove a diversificação e forma diferente de avaliar o aluno e no seu processo formativo

10.1.1.1. E evita que os alunos fiquem focados em "estudar a prova" (buscarem históricos do tipo de questão em provas anteriores), ao invés de "estudarem para a prova".

10.2. A avaliação formativa teve ter como finalidade a indicação da aprendizagem.

10.2.1. Também a autonomia dos discentes em relação a respectiva avaliação.

10.2.1.1. Finalmente a investigação das competências adquiridas.

10.3. O instrumento de avaliação deve permitir a aplicação das técnicas discutidas em ambiente real nas empresas e que atenda as demandas existentes relacionadas àquela área do conhecimento.

11. Portfolio, autoavaliação e avaliação por pares são boas opções de avaliação para classes amplas

11.1. O estabelecimento de critérios de avaliação o mais objetivos possível é importante

11.1.1. Promove a produtividade e qualidade nas atividades e participação do curso.

11.2. A divulgação prévia destes critérios é fundamental para, também, controlar e reduzir a ansiedade dos alunos

11.3. Trabalhos em grupos: importante pensar em se atribuir notas individuais e para o grupo de forma a incentivar a participação de todos.

11.3.1. Estimula a argumentação e persuasão

11.3.2. Fortalece a noção de que os resultados afetam a todos e os bons resultados dependem da atuação e desempenho individual voltadas ao bem de todos

11.3.3. No caso dos trabalhos em grupo, acho que é importante separarmos dois momentos pra avaliação: (i) avaliação do processo e (ii) avaliação do produto.

11.3.3.1. (i) na avaliação do processo, a professora pode analisar, por exemplo: como o grupo construiu combinados, o cumprimento dos combinados e prazos, a divisão de tarefas, o engajamento no desenvolvimento das diferentes atividades, a proatividade, a criatividade e proposição de ideias para o grupo, a capacidade de colaboração, escuta ativa e empatia.

11.3.3.1.1. Além da professora, as alunas podem ser convidadas a avaliar o processo, por meio de (i) autoavaliação e (ii) avaliação por pares.

11.3.3.2. (ii) na avaliação do produto, a professora pode avaliar, por exemplo: se o trabalho cumpriu o objetivo proposto, se está bem escrito/feito, se ficou esteticamente organizado/bonito, etc.

11.4. Desenvolvendo nos alunos a autocrítica e autoavaliação, bem como o engajamento, responsabilidade e comprometimento com o outro.

11.4.1. Vantagem: desenvolvimento de competências necessárias para a aprendizagem independente.

11.4.2. Desvantagem: parcialidade de alguns na pontuação positiva ou negativa na autoavaliação e avaliação por pares.

11.5. Necessitando de negociação entre professor e alunos para a escolha dos critérios de avaliação.

11.5.1. Talvez,, tentar estabelecer estes critérios entre os proprios alunos e o professor. Este o ideal.

11.5.1.1. gera confiança e parceria entre todos

11.5.1.2. Talvez não tenha tempo e alçada para isso

11.5.1.3. depende do nível de maturidade da turma e da liderança do professor sobre os alunos

12. AprEEnder significa participar do processo de criação do entendimento acerca do que é RELEVANTE.

12.1. Participação oral em sala

12.1.1. Individual

12.1.2. Em Grupos

12.2. Participação escrita em sala

12.2.1. Individual

12.2.2. Em grupos

12.3. Participação prévia em home working (vídeos) e/ou atividades interativas

12.4. O aluno deve ser estimulado à participar trazendo suas expectativas e inserindo suas necessidades práticas referentes àquele tema, de modo a desenvolver o interesse e a participação efetiva.

12.4.1. Estimular, inclusive, manifestação e expressão das ideias por meio de outros formatos audiovisuais, explorando os recursos tecnológicos disponíveis, o conteúdo e a criatividade do aluno.

13. Avaliações que tencionem aprimorar as Competências e as Habilidades dos alunos

13.1. Ajuda na solução de problemas concretos e específicos e decorrentes de sua interação com o universo do Ser.

13.2. Ajuda na identificação do FOCO de um determinado problema.

13.3. Ajuda no processo formativo do aluno ,

13.3.1. Possibilita criar conexões avaliativas num formato real entre o que ele esta aprendendo e vivênciando.

14. Aulas de Revisão

14.1. Sintetiza o conhecimento

14.2. Organiza as idéias

14.3. Cria conexões entre os temas debatidos

14.3.1. Ajuda no engajamento no curso.

14.4. Oferta a possibilidade de identificar se os Alunos compreenderam os conteúdos e desenvolveram as competencias e habilidades

14.5. Trabalhar sob a forma de uma aula participativa

14.5.1. Nesse sentido, pedir aos alunos a resolução prévia de exercícios auxilia na dinâmica da aula, pois eles próprios identificam suas dificuldades, ficando mais interessados e focados na aula de revisão. Mas, atenção para não ser realista com o tempo disponivel e os interesses dos alunos.

14.6. Novas possibilidades para o aluno

14.6.1. Introduzir novas tecnologias para expandir as possibilidades e aproximar o aluno.

14.7. As aulas de revisão podem ser também um mecanismo de compensar carga horária que está descompassada com o conteúdo. Também é perigoso dar a ideia ao aluno que o que "foi dado" na aula de revisão "cai" na prova, e isso pode ser ruim para todo o processo.

15. Sempre manter relação com: o aprendizado desejado; O que é ensinado e O que é Avaliado

15.1. Discutir, democraticamente, os critérios de avaliação (seja com os pares, seja com os alunos, especialmente, se houver a aplicação da avaliação por pares

15.1.1. É uma via de mão dupla que incentiva a interatividade com a classe

15.1.1.1. Estímulo à participação do aluno através de instrumentos desafiadores e adequados à realidade do tema e ao perfil da turma.

15.1.2. pode ter avaliação direcionada pelos colegas mas com critérios bem definidos a avaliação pode ter bons resultados

15.2. Define melhor dinâmica para o desenvolvimento dos objetivos, execução da disciplina no curso e do todo nas avaliações.

15.2.1. exposição clara dos critérios: Transparência

16. Princípios básicos para avaliação

16.1. Quais instrumentos e procedimentos são mais pertinentes para atingir essas competências e habilidades

17. Avaliar o Processo e o Produto.

17.1. Produto

17.1.1. Vantagem: uma maior independência na aprendizagem do aluno.

17.1.1.1. Exercitar Feedback com os Alunos, Criar um bom ambiente em sala de aula, Estimular que o alunos tenham suas Metas individuais, Ser claro nos critérios de avaliação, Conhecer metodologias e plataformas de avaliação de Aprendizagem

17.1.2. Desvantagem: pode ajustar se apenas para atestar habilidades existentes.

17.1.3. Desafio: mostrar que o "produto" não é mais importante que o "processo" ao se considerar o processo de ensino e aprendizagem

17.1.3.1. Princípios que tenham as competências e as habilidades a serem desenvolvidas, como finalidade do aprendizado, norteando as,

17.1.4. Vantagens: Desenvolver as habilidades e competência individuais para atingir um resultado mensurável.

17.1.4.1. Quais os critérios de avaliação, tempo, proposta de feedback, recuperação paralela e devolutiva para o aluno

17.1.5. Desvantagem: Pode induzir o aluno a reproduzir um modelo padrão sem estimular a crítica e o processo criativo para a resolução de problemas

17.2. Necessidades da Sociedade

17.2.1. Integração com setores da sociedade propiciando canais de diálogo

17.3. Processo

17.3.1. Vantagem: estimula o aluno a ter mais conhecimento sobre a sua aaprendizagem.

17.3.2. Desvantagem: exige maior tempo de dedicação do professor.

17.3.2.1. Avaliar a possibilidade de serem feitas autoavaliações ou avaliações por pares

17.3.2.2. Identificar a possibilidade de ter auxiliares na avaliação

17.3.3. Desafio: usar os casos de erros, falhas, equívocos, como instrumentos para a aprendizagem.

17.3.4. Vantagens: O aluno tem liberdade para expor os pensamentos, mostrando habilidades de organização, interpretação e expressão.

17.3.5. Vantagens: Percepção do desenvolvimento dos atributos individuais indispensáveis (conhecimentos, práticas e atitudes).

17.3.6. Vantagem: Contribui para o desenvolvimento de habilidades e competências

18. Tal formação deve ser contextualizada, visando benefícios para o aluno (ex: empregabilidade) e para a Sociedade (competências e habilidades necessárias e desejadas)

18.1. Interesses pessoais do aluno

18.1.1. Levantamento e alinhamento prévio da escola

18.2. Interesses da IES

18.2.1. alinhar os objetivos do curso com o planejamento estratégico da IES

18.3. Interesses das empresas e do mercado de trabalho

18.3.1. busca de mecanismo para intercâmbio entre empresas e escola

18.4. Permitir o desenvolvimento de habilidades específicas para a resolução de questões práticas e em tempo certo.

18.4.1. Aplicação dos conhecimentos teórico-técnicos no mundo real das organizações

19. Avaliar a estrutura da instituição

19.1. Verificar possibilidades tecnológicas para proporcionar mais possibilidades atrativas e modernas.

19.2. Avaliar a possibilidade de contar com auxiliares nas avaliações e se existe um critério justo e detalhado para permitir contar com este tipo de apoio

19.3. Verificar a possibilidade de flexibilização dos processos avaliativos.

19.4. Deve permitir a elaboração e aplicação de instrumentos de avaliação que se adequem aos objetivos do curso, às características da turma e do conteúdo

19.5. Verificar se o professor que acompanha o curso é o mesmo que avalia, e se há uma continuidade dentro do processo avaliativo. A instituição deve assegurar que o professor participe ativamente da avaliação do aluno e não a terceirize para auxiliares de ensino.

20. Apresentar feedback adequado ao aluno

20.1. Deverá proporcionar a clara compreensão de onde o aluno obteve sucesso na aplicação do conhecimento e de onde necessita melhorar para obter resultados esperados com o uso das técnicas abordadas.

20.1.1. Possibilita a fixação do conhecimento e a percepção a cerca da relevância de determinada técnica ou ferramenta para a resolução de demandas específicas

20.1.2. Pode ser prejudicado em função da disponibilidade de tempo ou do tamanho da turma, tornando mais difícil ao professor a sua execução

20.2. Pratica que deveria ser obrigatória em todo processo de ensino

20.3. Deve ser dado em um momento do curso no qual o aluno ainda tenha tempo para utilizar as sugestões e se aprimorar

20.4. Pode ser feito de maneira individual ou coletiva

20.5. Deve ser detalhado e específico para que possa ser utilizado em outros contextos

21. Identificar o perfil da turma para planejar melhor as atividades de avaliação formativa

21.1. Conhecer o perfil de cada participante possibilita definir melhor os tipos de avaliação e o momento a utilizá-las

21.1.1. Permite explorar melhor o instrumento de avaliação e proporcionar um aprendizado mais amplo e eficaz aos alunos

21.1.2. Sua execução poderá ser dificultada, dependendo da estrutura da instituição e das condições materiais disponíveis para realizar essa "avaliação" prévia

21.2. Pode ser feita de maneira informal - através de um bate-papo ou sessão de apresentação com os alunos - ou através de um questionário - o que permite o registro das informações de maneira estruturada para uso posterior

22. Propor aos alunos uma atividade de pesquisa prévia sobre as principais demandas sobre o tema abordado e sobre suas expectativas

22.1. Estimula a participação efetiva dos alunos na construção do instrumento de avaliação, uma vez que irá se adequar às necessidades existentes no mercado e atender as expectativas dos alunos.

22.1.1. A atividade poderá ser prejudicada devido ao tamanho da turma e/ou tempo disponível

23. Esclarecer no início do curso os critérios de avaliação.

23.1. Os critérios de avaliação devem estar de acordo com os objetivos do curso

24. A avaliação também atesta o bom trabalho do professor

24.1. Demonstra se o que foi planejado pelo professor está sendo atingido

24.2. Possibilita ajustes no andamento das aulas

24.3. aumenta as chances de aprendizagem para os alunos

24.4. Por que permite a avaliação do processo de aprendizagem e a eficácia das estratégias utilizadas, além de possibilitar a compreensão da predominância das inteligencias utilizadas e a capacidade de execução de um determinado procedimento avaliativo no grupo ou aluno específico.

24.5. As formas de avaliação também são indicativos de um interesse docente no uso de métodos participativos em sala de aula.

25. Avaliação deve ser 360º avaliar o aluno, avaliar para o aluno, avaliar para o professor, avaliar para a instituição. Os resultados da avaliação precisam ser bem utilizados, podendo-se extrair informações importantes para aluno, professor e instituição

26. Não analisar de forma correta uma avaliação, é como ter um banco de dados e não saber utilizá-lo

27. Verificar aquilo que não foi bem apreendido pelo aluno

28. Demonstrar ao professor os pontos ou temas que estão gerando mais dificuldade na turma, assim como aqueles que geraram mais atenção;

29. Demonstrar ao professor os itens que devem ser alterados ou eliminados em sua exposição sobre um tema;

30. Trabalhos em grupo proporcionam a experiência de trabalho em equipe

31. Trabalho de pesquisa desenvolve a autonomia do aluno em seu processo de aprendizagem e o faz utilizar aquilo que foi ensinado em sala de aula