antidiabeticos

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antidiabeticos par Mind Map: antidiabeticos

1. Inibidores da α-glicosidase

1.1. Acarbose Miglitol Voglibose Esses fármacos têm maior utilidade para hiperglicemia pós-prandial, bem como para diabéticos de início recente, que apresentam hiperglicemia leve

1.1.1. Efeitos adversos: Dor abdominal, diarreia, flatulência, níveis séricos elevados de aminotransferase, níveis plasmáticos elevados de triglicerídios

2. Insulina exógena

2.1. Insulinas em bolo prandial: Insulina regular Insulina lispro Insulina asparte Insulina glulisina Insulinas basais de “longa ação”: Insulina NPH Insulina glargina Insulina detemir

2.1.1. Ef. adversos: Hipoglicemia Reação no local de injeção, lipodistrofia

2.1.1.1. Os análogos de “ação rápida” lispro, asparte e glulisina oferecem flexibilidade e conveniência, visto que essas insulinas podem ser injetadas poucos minutos antes de uma refeição A insulina regular é de ação curta e deve ser administrada 30 min antes de uma refeição A NPH é de ação intermediária; contém protamina, que prolonga o tempo necessário para absorção da insulina; habitualmente administrada 2 vezes/dia As insulinas glargina e detemir têm a vantagem de ação longa, liberação uniforme sem a ocorrência de pico (reproduzindo a secreção “basal” de insulina); habitualmente injetadas 1 vez/dia O principal perigo com a terapia insulínica é a hipoglicemia, que pode resultar da administração de insulina na ausência de aporte adequado de carboidratos

3. Secretagogos da insulina: sulfonilureias e meglitinidas

3.1. Sulfonilureias de primeira geração: Acetoexamida Clorpropamida Tolazamida Tolbutamida Sulfonilureias de segunda geração: Glimepirida Glipizida Glibenclamida (gliburida) Gliclazida Gliquidona

3.1.1. Ef. adversos: Hipoglicemia dada a hipersecreção de insulina; por conseguinte, devem ser usadas com cautela em pacientes incapazes de reconhecer ou de responder à hipoglicemia; Exantema, diarreia, náuseas, tontura

3.1.1.1. As sulfonilureias constituem a base do tratamento para o diabetes tipo 2; disponíveis VO e metabolizadas pelo fígado Como os agentes de primeira geração ligam-se com menor afinidade à subunidade SUR1 do que os agentes de segunda geração, aqueles devem ser usados em doses mais altas para obter o mesmo grau de redução de glicose

4. Sensibilizadores da insulina: biguanidas

4.1. Metformina

4.1.1. Ef. adversos: Acidose láctica Diarreia, dispepsia, flatulência, náuseas, vômito, deficiência de cobalamina

4.1.1.1. O desconforto GI associado ao uso da metformina é habitualmente transitório e pode ser minimizado com titulação da dose A incidência de acidose láctica é baixa e previsível; tipicamente, ocorre acidose láctica com o uso de metformina em pacientes que apresentam outras afecções que predispõem à acidose metabólica Não induz hipoglicemia Diminui os níveis séricos de lipídios e o peso corporal

5. Análogo da amilina

5.1. Pranlintida

5.1.1. Ef. adversos: Náuseas

5.1.1.1. Administrada por injeção antes das refeições Usada com insulina; a necessidade de insulina é menor quando se utiliza a pranlintida

6. Incretinas

6.1. Análogos do GLP-1: Exenatida Liraglutida

6.1.1. Ef. adversos: Hipoglicemia, náuseas, vômitos, diarreia, nervosismo, tontura, cefaleia

6.1.1.1. Esses agentes são administrados por injeção subcutânea Geralmente utilizados em associação com metformina ou sulfonilureia para melhorar o controle da glicose

6.2. Inibidores da DPP-4: Sitagliptina Saxagliptina

6.2.1. Ef. adversos: Infecção das vias respiratórias superiores, nasofaringite, cefaleia, náuseas, diarreia, aumento discreto dos níveis séricos de creatinina

6.2.1.1. É necessário ajuste de dose em pacientes com doença renal moderada ou grave Podem causar hipoglicemia em associação com sulfonilureias e insulina Os níveis de digoxina devem ser monitorados em pacientes em uso de digoxina e sitagliptina

7. Sensibilizadores da insulina: tiazolidinedionas (TZD).

7.1. Rosiglitazona

7.1.1. Ef. Adversos:Insuficiência cardíaca, hepatite colestática, hepatotoxicidade, edema macular diabético. Edema, ganho de peso, aumento de HDL e LDL, diminuição dos níveis circulantes de triglicerídios e ácidos graxos livres

7.1.1.1. As TZD não aumentam os níveis de insulina; portanto, não induzem hipoglicemia As TDZ mais recentes parecem ter menos hepatotoxicidade. O uso da rosiglitazona é restrito a pacientes que não respondem a outros antidiabéticos

8. Diazóxido

8.1. Diazóxido

8.1.1. Insuficiência cardíaca, retenção de líquido, cetoacidose diabética, hipernatremia, obstrução intestinal, pancreatite, neutropenia, trombocitopenia, doença extrapiramidal Angina, hipotensão, taquiarritmia, hirsutismo, hiperglicemia, dispepsia, tontura, glicosúria

8.1.1.1. O diazóxido também hiperpolariza os canais que contêm SUR2 nas células musculares cardíacas e musculares lisas e tem sido utilizado sem indicação na bula para diminuir a pressão arterial em emergências hipertensivas

9. Glucagon exógeno

9.1. Glucagon

9.1.1. Ef. adversos: Exantema, náuseas, vômitos

9.1.1.1. Utilizado no tratamento da hipoglicemia quando a administração de glicose oral ou intravenosa não é possível A ação hiperglicêmica do glucagon é transitória e depende de suficiente reserva hepática de glicogênio