INTERAÇÃO ENTRE ALIMENTOS E FÁRMACOS

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INTERAÇÃO ENTRE ALIMENTOS E FÁRMACOS par Mind Map: INTERAÇÃO ENTRE ALIMENTOS E FÁRMACOS

1. Fármacos podem suprimir o apetite, levando a alterações de peso. indesejáveis, desequilíbrios nutricionais e retardo de crescimento em crianças. A maioria dos estimulantes do SNC diminui o apetite e causa anorexia fraca. Um dos principais efeitos colaterais dos fármacos estimulantes é a hipertensão. o. Os efeitos colaterais no SNC podem interferir na capacidade ou no desejo de se alimentar. Os fármacos podem causar sonolência, tontura, ataxia, confusão, cefaleia, fraqueza, tremor e neuropatia periférica, podendo ocasionar comprometimento nutricional, sobretudo em paciente idoso e cronicamente doente. O reconhecimento desses problemas como um efeito colateral do fármaco e não como consequência da doença ou do envelhecimento, em geral, não é percebido. Várias medicações estimulam o apetite e levam ao ganho de peso.

2. ÁLCOOL: O etanol associado a certas medicações produz toxicidade aditiva, afetando vários órgãos e sistemas do organismo. O etanol pode inibir a neoglicogênese, sobretudo quando consumido em jejum. O etanol também pode afetar as características físicas de uma medicação.

3. As irritações e ulcerações gastrointestinais são problemas graves com vários fármacos. Fármacos podem causar alterações na função intestinal, como constipação e diarreia. O uso de antibióticos, sobretudo antibióticos de amplo espectro por longos períodos, destrói todas as bactérias sensíveis da flora intestinal.

4. EXCIPIENTES E INTERAÇÕES ENTRE ALIMENTOS E FÁRMACOS:Um excipiente é adicionado a formulações de fármacos por sua ação como tampão, ligante, preenchimento, diluente, desintegrante, fluidificante, aromatizante, corante, conservante, agente para suspensão ou revestimento. Os excipientes também são denominados ingredientes inativos (Quadro 9-11). Centenas de excipientes são aprovados pelo FDA para serem utilizados em produtos farmacêuticos. Vários excipientes comuns têm potencial para interação em indivíduos com alergias ou deficiências enzimáticas. A lactose é comumente utilizada como preenchimento em vários comprimidos e cápsulas. A quantidade de lactose pode ser significativa o suficiente para causar sintomas gastrointestinais em pacientes com deficiência de lactase, sobretudo os que utilizam múltiplos fármacos ao longo do dia. Atenção para os pacientes celíacos.

5. ORAL, SABOR, CHEIRO: Os mecanismos pelos quais os fármacos alteram os sentidos químicos não são bem-compreendidos. Eles podem alterar a renovação das células gustativas ou interferir nos mecanismos de transdução dessas mesmas células; ou eles podem alterar os neurotransmissores que processam a informação química sensorial.

6. CONCENTRAÇÕES DE GLICOSE: Vários fármacos afetam o metabolismo de glicose causando hipoglicemia ou hiperglicemia e, em alguns casos, diabetes franca. Os mecanismos desses efeitos variam de fármaco para fármaco e de indivíduo para indivíduo. Os fármacos podem estimular a produção de glicose ou prejudicar a captação de glicose. Podem inibir a secreção de insulina, diminuir a sensibilidade à insulina ou aumentar excreção de insulina.

6.1. FATORES DE RISCO PARA INTERAÇÕES ENTRE ALIMENTOS E MEDICAMENTOS: polimedicação, estado nutricional, genética, doença subjacente, dietas especiais, suplementos nutricionais, alimentação por sonda, produtos fitoterápicos, etilismo, uso abusivo de substâncias, presença de não nutrientes nos alimentos, excipientes em fármacos ou alimentos, alergias ou intolerâncias.

6.1.1. FARMACOGENÔMICA: envolve variações geneticamente determinadas que são reveladas apenas pelos efeitos dos fármacos e podem ser direcionadoras da nutrigenômica.

7. EFEITOS DOS ALIMENTOS NO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO

7.1. ABSORÇÃO DE FÁRMACOS

7.1.1. BIODISPONIBILIDADE: A presença de alimentos e nutrientes no estômago ou no lúmen do trato intestinal pode reduzir a absorção de um fármaco. Biodisponibilidade descreve a fração de um fármaco administrado que alcança o sistema circulatório.

7.1.2. ABSORÇÃO: ou adesão dos alimentos ou de componentes de alimentos, é outro mecanismo pelo qual a absorção do fármaco é retardada ou reduzida.

7.1.3. pH GASTROINTESTINAL: é outro fator importante para absorção de fármacos.

7.2. DISTRIBUIÇÃO DOS FÁRMACOS

7.2.1. A presença de menos locais de ligação significa que uma maior porção da fração livre do fármaco permanecerá presente no soro. Apenas a fração livre (fração não ligada) do fármaco é capaz de deixar os vasos e exercer efeito farmacológico nos órgãos-alvo.

7.3. Alimentos e nutrientes podem alterar a reabsorção de fármacos dos túbulos renais.

7.4. METABOLISMO

7.4.1. Os sistemas enzimáticos do trato intestinal e do fígado, apesar de não serem os únicos locais de metabolização de fármacos, são responsáveis por grande parte da atividade de metabolização no organismo.

7.5. EXCREÇÃO

8. FARMACOCINÉTICA

8.1. ABSORÇÃO: processo do movimento do fármaco do local de administração para a corrente sanguínea.

8.2. DISTRIBUIÇÃO: ocorre quando o fármaco deixa a circulação sistêmica e se desloca para diversas regiões do organismo.

8.3. METABOLISMO (BIOTRANSFORMAÇÃO): o principal órgão envolvido é o fígado, apesar de outros locais, tais como as membranas intestinais, contribuírem em graus variáveis. SISTEMA ENZIMÁTICO DO CITOCROMO P-450.

8.4. EXCREÇÃO:

9. INTERAÇÕES FÁRMACO-NUTRIENTE Incluem alterações específicas na farmacocinética de um fármaco, causadas por nutrientes, ou alterações na cinética dos nutrientes, ocasionada pelos fármacos.

10. INTERAÇÕES ALIMENTO-FÁRMACO É um termo mais amplo, mas também abrange os efeitos da medicação no estado nutricional (apetite ou capacidade de se alimentar). Alteram a resposta pretendida com a medicação, causa toxicidade pelo fármaco e altera o estado nutricional normal.

11. INTERAÇÕES FARMACOCINÉTICAS: afetam o movimento do fármaco para dentro, ao redor ou fora do organismo.

12. MODIFICAÇÃO DOS FÁRMACOS POR ALIMENTOS E NUTRIENTES:

13. EFEITOS DOS FÁRMACOS SOB O ESTADO NUTRICIONAL: Em regal os efeitos desejáveis do fármaco são acompanhados de efeitos colaterais.

14. EFEITOS GASTROINTESTINAIS:

15. ALTERAÇÕES DE APETITE:

16. TOXICIDADE NO SISTEMA ORGÂNICO Os fármacos podem causar toxicidade específica em sistemas orgânicos, como hepatotoxicidade, nefrotoxicidade, toxicidade pulmonar, neurotoxicidade, ototoxicidade, toxicidade ocular, pancreatites ou cardiotoxicidade. TNC pode ser indicado como parte do tratamento dessas toxicidades. Apesar de todas as toxicidades serem preocupantes, serão abordadas aqui hepatotoxicidade e nefrotoxicidade porque os fármacos são eliminados do organismo predominantemente por meio do fígado e dos rins.

17. TRATAMENTO NUTRICIONAL CLÍNICO: O TNC pode ser dividido em cuidado prospectivo e retrospectivo. Os pacientes devem ser alertados sobre possíveis problemas nutricionais, sobretudo quando a ingestão alimentar é inadequada, como hipocalemia com diurético que depleta as reservas de potássio. As mudanças alimentares que podem alterar a ação de fármacos devem ser incluídas. Apesar de o alimento prover energia para a sustentação e benefícios fisiológicos para uma boa saúde, e fármacos previnem ou tratam várias doenças, juntos os efeitos sinergísticos pode ser muito positivos . O terapeuta nutricional deve determinar, intervir e avaliar as misturas com cuidado.