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ANESTESIOLOGIA da Mind Map: ANESTESIOLOGIA

1. APRESENTAM PREÇO RAZOÁVEL

1.1. NÃO INFLAMÁVEIS OU EXPLOSIVOS

2. DOSES INTERMITENTES

3. INDICAÇÕES

3.1. INDUÇÃO ANESTÉSICA

3.2. SEM ASSOCIAÇÃO

3.2.1. RADIOGRAFIAS

3.2.2. SUTURAS

3.2.3. EXAMES OTOSCÓPIOS

3.3. SUPLEMENTAÇÃO

3.3.1. ANESTESIA INALATÓRIA

3.4. MANUTENÇÃO ANESTÉSICA

3.4.1. INFUSÃO CONTÍNUA

4. AVALIAÇÃO E PREPARO DO PACIENTE

4.1. ANAMNESE

4.1.1. IDENTIFICAÇÃO

4.1.1.1. Espécie

4.1.1.2. Raça

4.1.1.3. Nome

4.1.1.4. Sexo

4.1.1.5. Idade

4.1.1.6. Peso

4.1.1.7. Pelagem

4.1.1.8. Local onde vive

4.1.1.9. Identificação proprietário

4.1.1.9.1. Nome

4.1.1.9.2. Endereço

4.1.1.9.3. Número para contato

4.1.2. HISTÓRICO DO PACIENTE

4.1.2.1. Estado fisiológico do paciente

4.1.3. Teste prega cutânea

4.1.4. EXAME FÍSICO

4.1.4.1. Frequência cardíaca

4.1.4.2. Frequência respiratória

4.1.4.3. Temperatura

4.1.4.4. Tempo de perfusão capilar

4.1.4.5. Coloração das mucosas

4.1.4.5.1. Oral

4.1.4.5.2. Genital

4.1.4.6. Palpação linfonodos

4.1.4.7. Estado nutricional

4.1.4.8. Pulso arterial

4.1.4.9. Dor

4.1.4.10. Percussão

4.1.4.11. Sistemas

4.1.4.11.1. Respiratório

4.1.4.11.2. Endócrino

4.1.4.11.3. Nervoso central

4.1.4.11.4. Digestivo

4.1.4.11.5. Cardiovascular

4.1.4.11.6. Reprodutivo

4.1.4.11.7. Circulatório

4.1.5. EXAME COMPLEMENTAR

4.1.5.1. Hemograma

4.1.5.2. Bioquímico

4.1.5.3. Raio-x

4.1.5.4. Ultrassom

4.1.5.5. Urinálise

4.2. BANHO

4.3. TRICOTOMIA

4.4. PASSEIO PRÉ CIRÚRGICO

4.5. JEJUM

4.5.1. Cães e Gatos

4.5.1.1. 12 horas sólido

4.5.1.2. 4-6 horas líquido

4.5.2. Equinos

4.5.2.1. 12 horas sólido

4.5.2.2. 6-8 líquido

4.6. CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO FÍSICO (ASA)

4.6.1. ASA I

4.6.1.1. Hígido - cirurgia eletiva ex: castração, fratura simples

4.6.2. ASA ll

4.6.2.1. HEMODINÂMICO NORMAL

4.6.2.1.1. PACIENTES NEONATOS, GERIÁTRICOS, GESTANTE, OBESOS, CARDIOPATAS COMPENSADOS

4.6.2.2. DOENÇA SISTÊMICA LEVE

4.6.2.2.1. FRATURA DE FÊMUR

4.6.3. ASA lll

4.6.3.1. DOENÇA SISTÊMICA MODERADA

4.6.3.2. HEMODINÂMICO ALTERADO

4.6.3.2.1. DESIDRATAÇÃO MODERADA E HIPOVOLEMIA

4.6.3.2.2. ANOREXIA

4.6.3.2.3. CAQUEXIA

4.6.3.2.4. ANEMIA

4.6.3.3. PNEUMOTÓRAX

4.6.4. ASA IV

4.6.4.1. DOENÇA SISTÊMICA GRAVE

4.6.4.1.1. RISCO DE VIDA

4.6.4.2. TORÇÃO GÁSTRICA

4.6.5. ASA V

4.6.5.1. Paciente moribundo,sem expectativa de vida sem o procedimento por mais de 24 hrs - hemorragia abdominal, choque

4.6.6. ASA E

4.6.6.1. Emergência

4.6.6.1.1. Pode ser empregado em qualquer situação

5. ANESTÉSICOS GERAIS

5.1. ANESTÉSICO DISSOCIATIVO

5.1.1. CETAMINA

5.1.1.1. ANTAGONISTA DE RECEPTORES NMDA

5.1.1.2. AGONISTA OPIÓIDE; BLOQUEIA RECEPTORES COLINÉRGICOS (M2) CARDÍACO

5.1.1.3. HIPERTONIA MUSCULAR

5.1.1.4. CATALEPSIA

5.1.1.5. MANUTENÇÃO REFLEXOS PROTETORES

5.1.1.6. SALIVAÇÃO EXCESSIVA

5.1.1.7. EFEITOS ADVERSOS

5.1.1.7.1. SNC

5.1.1.7.2. CARDIOVASCULAR

5.1.1.7.3. RESPIRATÓRIO

5.1.1.7.4. BIOTRANSFORMAÇÃO/EXCREÇÃO

5.1.1.7.5. OUTROS EFEITOS

5.1.1.8. DOSE

5.1.1.8.1. 2,0 - 3,0 mg/kg IV

5.2. BARBITÚRICOS

5.2.1. TIOPENTAL

5.2.1.1. ECITATÓRIO

5.2.1.2. PH ALCALINO

5.2.1.3. EFEITOS ADVERSOS

5.2.1.3.1. SNC

5.2.1.3.2. CARDIOVASCULAR

5.2.1.3.3. RESPIRATÓRIO

5.2.1.3.4. BIOTRANFORMAÇÃO/EXCREÇÃO

5.2.1.3.5. OUTROS EFEITOS

5.3. PROPOFOL

5.3.1. CURTA DURAÇÃO

5.3.2. RÁPIDA AÇÃO

5.3.3. RÁPIDA RECUPERAÇÃO

5.3.4. ÚNICO USADO PARA INFUSÃO CONTÍNUA

5.3.5. EFEITOS ADVERSOS

5.3.5.1. SNC

5.3.5.1.1. POTENCIALIZADOR DO GABA

5.3.5.1.2. ANTICONVULSIVANTE

5.3.5.1.3. NEUROPROTETOR

5.3.5.1.4. PIC

5.3.5.2. CARDIOVASCULAR

5.3.5.2.1. INTENSO DEPRESSOR

5.3.5.2.2. PRESSÃO ARTERIAL

5.3.5.2.3. INOTROPISMO -

5.3.5.2.4. FC

5.3.5.3. RESPIRATÓRIO

5.3.5.3.1. FR

5.3.5.3.2. VOLUME CORRENTE

5.3.5.3.3. PRESSÃO PARCIAL DE CO²

5.3.5.4. BIOTRANSFORMAÇÃO/EXCREÇÃO

5.3.5.4.1. EXTRA HEPÁTICA

5.3.5.4.2. RENAL INATIVA

5.4. COMPOSTOS IMIDAZÓLICOS (ETOMIDATO)

5.4.1. NEUROPROTETOR

5.4.2. EFEITOS ADVERSOS

5.4.2.1. SNC

5.4.2.1.1. POTENCIALIZADOR DO GABA

5.4.2.1.2. SALIVAÇÃO/NÁUSEAS

5.4.2.1.3. FLUXO SANG. CEREBRAL

5.4.2.1.4. CONSUMO DE O²

5.4.2.1.5. PIC

5.4.2.1.6. PIO

5.4.2.2. CARDIOVASCULAR

5.4.2.2.1. POUCAS ALTERAÇÕES

5.4.2.2.2. FC

5.4.2.2.3. PA

5.4.2.3. RESPIRATÓRIO

5.4.2.3.1. FR

5.4.2.3.2. VOLUME CORRENTE

5.4.2.3.3. PRESSÃO PARCIAL CO²

5.4.2.4. BIOTRANSFORMAÇÃO/EXCREÇÃO

5.4.2.4.1. HEPÁTICA

5.4.2.4.2. RENAL

5.4.2.5. OUTROS EFEITOS

5.4.2.5.1. MIORRELAXANTE

5.4.2.5.2. SUPRESSÃO DA ADRENAL

5.4.2.5.3. NÃO RECOMENDADO EM INFUSÃO CONTÍNUA

5.5. VANTAGENS

5.5.1. OBTENÇÃO DE BONS PLANOS ANESTÉSICOS

5.5.2. PRATICIDADE DE APLICAÇÃO

5.5.3. TRATAMENTO

5.5.3.1. INTOXICAÇÃO POR ANESTÉSICOS LOCAIS E ESTRICNINA

5.5.4. DISPENSAM APARELHAGEM ESPECÍFICA

6. ANESTÉSICOS INALATÓRIOS

6.1. VANTAGENS

6.1.1. A VIA DE ADMINISTRAÇÃO NÃO É A RESPIRATÓRIA

6.1.2. A IDADE NÃO É FATOR LIMITANTE PARA SEU EMPREGO

6.1.3. PRONTA METABOLIZAÇÃO E ELIMINAÇÃO

6.1.4. EM ANIMAIS COM BOA MPA E INDUÇÃO, NÃO HÁ QUADRO EXCITATÓRIO

6.1.5. RECUPERAÇÃO RÁPIDA

6.1.6. O TEMPO ANESTÉSICO HÁBIL PODE SER CONTROLADO, ASSIM COMO OS PLANOS ANESTÉSICOS

6.2. DESVANTAGENS

6.2.1. REQUER APARELHAMENTO ESPECÍFICO E INDIVÍDUOS ESPECIALIZADOS PARA SEU CONTROLE

6.2.1.1. POSSUI ANTAGONISTAS EFICAZES E ESPECÍFICOS COM RESPOSTA EM SEGUNDOS APÓS A APLICAÇÃO

6.3. ANESTÉSICOS NÃO HALOGENADOS

6.3.1. ÓXIDO NITROSO

6.3.1.1. PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS

6.3.1.1.1. GÁS INCOLOR, NÃO-IRRITANTE, DE ODOR ADOCICADO, INORGÂNICO

6.3.1.1.2. NÃO-INFLAMÁVEL

6.3.1.1.3. NÃO-EXPLOSIVO

6.3.1.2. PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS

6.3.1.2.1. INCOLOR

6.3.1.2.2. PONTO DE EBULIÇÃO AOS 36,5ºC

6.3.1.2.3. CHEIRO FORTE E PENETRANTE

6.3.1.3. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

6.3.1.3.1. COEFICIENTE DE SOLUBILIDADE SANGUE/GÁS = 0,47

6.3.1.3.2. RAPIDAMENTE ABSORVIDO PELOS ALVÉOLOS

6.3.1.3.3. NÃO SE COMBINA COM A HEMOGLOBINA

6.3.1.3.4. POSSUI ABSORÇÃO E ELIMINAÇÃO RÁPIDAS

6.3.1.3.5. AÇÃO ANESTÉSICA FRACA, NÃO DANDO PLANOS PROFUNDOS

6.3.1.3.6. NÃO PODE SER USADO ISOLADAMENTE

6.3.1.3.7. A RELAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO DESSE GÁS COM OXIGÊNIO É DE 50:50 OU ATÉ 70-30%

6.3.1.3.8. NÃO ALTERA OS PARÂMETROS CARDÍACOS E RESPIRATÓRIOS

6.3.1.4. ANTES E AO TÉRMINO DO ATO ANESTÉSICO, SE FAZ NECESSÁRIO UM "LAVADO" PULMONAR COM OXIGÊNIO, A FIM DE EVITAR ACIDENTES CAUSADOS PELA ANÓXIA CEREBRAL

6.3.1.5. PARA SUA APLICAÇÃO EM ANESTESIA, SUGERE-SE O EMPREGO DOS ROTÂMETROS

6.4. ANESTÉSICOS HALOGENADOS

6.4.1. HALOTANO

6.4.1.1. PROPRIEDADES FÍSICAS

6.4.1.1.1. LÍQUIDO PESADO, NÃO-IRRITANTE, INCOLOR E DE CHEIRO ADOCICADO, LEMBRANDO CLOROFÓRMIO

6.4.1.1.2. NÃO-INFLAMÁVEL EM QUALQUER PROPORÇÃO COM O2

6.4.1.1.3. PONTO DE EBULIÇÃO = 50,2 ºC

6.4.1.1.4. NÃO-REAGE A CAL SODADA E UMA DE SUAS IMPUREZAS É O BUTENO

6.4.1.1.5. EM FLUXOS BAIXOS, SE SOLUBILIZA NA BORRACHA

6.4.1.2. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

6.4.1.2.1. COEFICIENTE DE SOLUBILIDADE = 2,3

6.4.1.2.2. RELATIVAMENTE INSOLÚVEL NO SANGUE, NÃO É RETIRADO LOGO DOS ALVÉOLOS

6.4.1.2.3. CAM = 0,87 no cão E 0,82 no gato

6.4.1.3. SISTEMA CARDIOVASCULAR

6.4.1.3.1. DOSES CONTÍNUAS E ALTAS

6.4.1.4. SISTEMA RESPIRATÓRIO

6.4.1.4.1. INICIALMENTE RÁPIDA DEPRESSÃO DOS REFLEXOS LARINGOTRAQUEAIS

6.4.1.4.2. PODE DEPRIMIR E ATÉ PROVOCAR PARADA RESPIRATÓRIA (SÍNCOPE RESPIRATÓRIA)

6.4.1.4.3. O HALOTANO CAUSA RELAXAMENTO DA MUSCULATURA BRÔNQUICA, SENDO INDICADO EM CASOS DE BRONQUITE, NOS QUAIS A BRONCOCONSTRIÇÃO SE FAZ PRESENTE

6.4.1.5. AÇÃO GASTROINTESTINAL

6.4.1.5.1. ÓRGÃOS PARENQUIMATOSOS

6.4.1.5.2. INIBE ATIVIDADE GASTROINTESTINAL

6.4.1.6. SISTEMA NERVOSO CENTRAL

6.4.1.6.1. DEPRESSÃO REVERSÍVEL DO SNC

6.4.1.6.2. FRACO PODER ANALGÉSICO, NECESSITA SUPLEMENTAÇÃO COM MEDICAÇÃO ANALGÉSICA NO PÓS-OPERATÓRIO

6.4.1.7. S URINÁRIO

6.4.1.7.1. FLUXO RENAL

6.4.1.7.2. FILTRAÇÃO GLOMERULAR

6.4.1.8. USO CLÍNICO

6.4.1.8.1. PREFERÊNCIA PARA VAPORIZADORES CALIBRADOS OU UNIVERSAIS

6.4.1.8.2. DOSES RECOMENDADAS NÃO DEVEM ULTRAPASSAR 4 V% A FIM DE NÃO CAUSAR A SENSIBILIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO

6.4.2. ENFLUORANO

6.4.2.1. ANESTÉSICO INALATÓRIO, ESTÁVEL, NÃO-INFLAMÁVEL

6.4.2.2. INDICAÇÕES

6.4.2.2.1. CESARIANAS

6.4.2.3. PROPRIEDADES FÍSICAS

6.4.2.3.1. NÃO-EXPLOSIVO, NÃO-INFLAMÁVEL, NÃO REQUER ESTABILIZANTE, AGENTE VOLÁTIL POTENTE

6.4.2.4. CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS

6.4.2.4.1. PONTO DE EBULIÇÃO = 56,5ºC

6.4.2.4.2. INDUÇÃO RÁPIDA E SUAVE, SEM IRRITAÇÃO DE MUCOSA

6.4.2.5. FARMACOLOGIA

6.4.2.5.1. S. CARDIOVASCULAR

6.4.2.5.2. S. RESPIRATÓRIO

6.4.2.5.3. RELAXAMENTO MUSCULAR

6.4.2.5.4. BIOTRANSFORMAÇÃO

6.4.2.5.5. USOS CLÍNICOS

6.4.3. ISOFLUORANO

6.4.3.1. PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS

6.4.3.1.1. PONTO DE EBULIÇÃO = 48,5 ºC

6.4.3.1.2. VAPORIZAÇÃO = 238 mm Hg

6.4.3.1.3. POSSUI ODOR ETÉREO, ESTÁVEL EM CAL SODADA

6.4.3.1.4. NÃO-INFLAMÁVEL EM CONCENTRAÇÕES CLÍNICAS

6.4.3.1.5. COEFICIENTE DE SOLUBILIDADE GÁS/SANGUE = 1,4

6.4.3.2. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

6.4.3.2.1. RÁPIDA INDUÇÃO POR TER COEFICIENTE DE SOLUBILIDADE SANGUE/GÁS BAIXO (1,4)

6.4.3.3. SISTEMA RESPIRATÓRIO

6.4.3.3.1. DEPRIME EM ALTAS CONCENTRAÇÕES

6.4.3.4. S. CARDIOVASCULAR

6.4.3.4.1. MELHOR DC DO QUE HALOTANO E ENFLUORANO, COM DISCRETO AUMENTO DA FR

6.4.3.5. S. NEUROMUSCULAR

6.4.3.5.1. POTENCIALIZA TANTO OS MIORRELAXANTES DESPOLARIZANTES COMO OS NÃO-DESPOLARIZANTES

6.4.3.6. FUNÇÃO HEPÁTICA

6.4.3.6.1. NÃO-HEPATOTÓXICO

6.4.3.7. FUNÇÃO RENAL

6.4.3.7.1. FLUXO SANGUÍNEO RENAL

6.4.3.7.2. NÃO-HEPATOTÓXICO

6.4.3.8. USO CLÍNICO

6.4.3.8.1. NÃO-RECOMENDÁVEL EM SUÍNOS

6.4.4. SEVOFLUORANO

6.4.4.1. PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS

6.4.4.1.1. LÍQUIDO INCOLOR

6.4.4.1.2. ODOR PUNGENTE

6.4.4.1.3. NÃO-INFLAMÁVEL

6.4.4.1.4. NÃO-EXPLOSIVO

6.4.4.1.5. BAIXO PESO MOLECULAR

6.4.4.1.6. TEMPERATURA REAGE A CAL SODADA

6.4.4.1.7. VAPORIZAÇÃO = 160 mm Hg

6.4.4.1.8. PONTO DE EBULIÇÃO = 58,5 ºC

6.4.4.2. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

6.4.4.2.1. SOLUBILIDADE NO SANGUE

6.4.4.2.2. COEFICIENTE DE SOLUBILIDADE SANGUE/GÁS = 0,65 a 0,69

6.4.4.2.3. CAM = 2,3 no cão e 2,5 no gato

6.4.4.2.4. POTENTE QUE DEMAIS A. INALATÓRIOS

6.4.4.2.5. TOTALMENTE ELIMINADO PELOS PULMÕES

6.4.4.2.6. RÁPIDA INDUÇÃO E RECUPERAÇÃO

6.4.4.3. PROPRIEDADES FARMACODINÂMICAS

6.4.4.3.1. PA

6.4.4.3.2. CAUSA POUCAS ALTERAÇÕES CARDÍACAS

6.4.4.4. S. RESPIRATÓRIO

6.4.4.4.1. NÃO IRRITA VIAS AÉREAS

6.4.4.4.2. POSSUI DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA DOSE-DEPENDENTE

6.4.4.4.3. DISCRETAMENTE A PaCO2

6.4.4.5. ÓRGÃOS PARENQUIMATOSOS

6.4.4.5.1. 5% SOFRE BIOTRANSFORMAÇÃO HEPÁTICA

6.4.4.6. S. URINÁRIO

6.4.4.6.1. NÃO-NEFROTÓXICO

6.4.4.7. SNC

6.4.4.7.1. EFEITO HIPNÓTICO SEMELHANTE AO ÓXIDO NITROSO

6.4.4.8. USO CLÍNICO

6.4.4.8.1. RECOMENDADO PARA PACIENTES DE ALTO RISCO, TOXÊMICOS OU PRENHEZ

7. MPA

7.1. FINALIDADES

7.1.1. REDUÇÃO DA DOR E DO DESCONFORTO

7.1.1.1. FENOTIAZINAS, BUTIROFENONAS E HIPNOANALGÉSICOS (OPIOIDES)

7.1.1.2. BENZODIAZEPÍNICOS

7.1.2. ACEITAÇÃO DE INDUÇÃO DIRETA POR ANESTÉSICOS INALATÓRIOS

7.1.2.1. HALOTANO, ENFLUORANO, ISOFLUORANO, SEVOFLUORANO

7.1.3. SECREÇÃO SALIVAR

7.1.3.1. ANTICOLINÉRGICOS

7.1.3.1.1. ATROPINA, ESCOPOLAMINA,

7.1.4. BLOQUEIO VAGAL

7.1.4.1. EM CASO DE INDUÇÃO POR BARBITÚRICO

7.1.4.1.1. INJETADOS RAPIDAMENTE

7.1.5. REDUÇÃO DO METABOLISMO BASAL

7.1.5.1. FENOTIAZÍNICOS DEPRIMEM O SNC

7.1.5.1.1. REDUZINDO O METABOLISMO BASAL

7.1.6. AÇÃO TERMOLÍTICA

7.1.6.1. FENOTIAZÍNICOS

7.1.6.1.1. CAUSAM

7.2. ANTICOLINÉRGICOS

7.2.1. ATROPINA

7.2.1.1. EFEITOS FARMACOLÓGICOS

7.2.1.1.1. BLOQUEIO NERVO VAGO

7.2.2. ESCOPOLAMINA

7.2.2.1. CAUSA ÊMESE, ALUCINAÇÕES E ATAXIA

7.2.2.1.1. EM DOSES ALTAS

7.2.2.2. DESACONSELHÁVEL EM PACIENTES IDOSOS

7.2.3. GLICOPIRROLATO

7.2.4. SECREÇÃO SALIVAR

7.2.4.1. EFEITO ANTAGÔNICO ao causado pela XILAZINA

7.2.5. USOS CLÍNICOS

7.2.5.1. TRATAMENTO

7.2.5.1.1. BRADICARDIA SINUSAL

7.2.5.2. SITUAÇÕES EMERGENCIAIS

7.2.5.3. CIRURGIAS

7.2.5.3.1. OCULARES

7.2.5.3.2. CERVICAIS

7.2.5.3.3. MEDULARES

7.2.5.3.4. MANIPULAÇÃO GASTROINTESTINAL

7.3. TRANQUILIZANTES

7.3.1. FENOTIAZÍNICOS

7.3.1.1. AÇÕES

7.3.1.1.1. DEPRESSÃO DE ÁREAS DO SNC

7.3.1.1.2. ANTI-ÊMESE

7.3.1.1.3. SNC

7.3.1.1.4. S. RESPIRATÓRIO

7.3.1.1.5. CARDIOVASCULAR

7.3.1.1.6. ANSIOLÍTICA

7.3.1.1.7. AÇÃO POTENCIALIZADORA

7.3.1.2. FÁRMACOS

7.3.1.2.1. TERCEIRA SÉRIE

7.3.1.2.2. QUARTA SÉRIE

7.3.1.3. EFEITOS x ESPÉCIES ANIMAIS

7.3.1.3.1. PEQUENOS ANIMAIS

7.3.1.3.2. GRANDES ANIMAIS

7.3.2. BUTIROFEFOFAS

7.3.2.1. DROPERIDOL

7.3.2.1.1. BOA "SEDAÇÃO" E TRANQUILIZAÇÃO (semelhante a fenotiazinas), SEM, porém, REAÇÃO BIFÁSICA

7.3.2.1.2. HIPERIRRITABILIDADE

7.3.2.1.3. Previne arritmias causadas pela epinefrina

7.3.2.1.4. PA E VOLUME SISTÓLICO

7.3.2.1.5. POTENCIALIZA OS BARBITÚRICOS

7.3.2.1.6. NEUROLEPTOANALGESIA ASSOCIADO AO FENTANIL

7.4. BENZODIAZEPÍNICOS

7.4.1. AÇÕES

7.4.1.1. ANSIOLÍTICOS

7.4.1.2. ANTICONVULSIVANTES

7.4.1.3. MIORRELAXANTES

7.4.1.3.1. FAZ EQUINOS PERDEREM O EQUILÍBRIO

7.4.1.4. HIPNÓTICOS

7.4.1.5. AMNÉSICOS

7.4.1.6. DEPRESSÃO DO SNC

7.4.1.7. AÇÃO ANALGÉSICA

7.4.1.7.1. Exceto DIAZEPAM, que possui DISCRETA ação ANALGÉSICA

7.4.1.8. INDUÇÃO DIRETA VOLÁTIL POR MÁSCARA

7.4.1.8.1. associados a tranquilizantes

7.4.1.8.2. a grande vantagem é evitar a utilização de barbitúricos, especialmente em pacientes de risco

7.4.1.9. CUIDADO

7.4.1.9.1. EXCITAÇÃO PARADOXAL E AGRESSIVIDADE EM HÍGIDOS (IV)

7.4.1.9.2. FÊMEA GESTANTE!

7.4.2. FÁRMACOS

7.4.2.1. MIDAZOLAM (DORMONID)

7.4.2.1.1. DOSE

7.4.2.2. DIAZEPAM (VALIUM)

7.4.2.2.1. é incompatível com associação na mesma seringa com as fenotiazinas

7.4.2.2.2. ATUAM FACILITANDO A LIGAÇÃO DO NEUROTRANSMISSOR INIBITÓRIO GABA

7.4.2.2.3. AÇÕES

7.4.2.2.4. ABSORÇÃO LENTA

7.4.2.2.5. LIPOSSOLUBILIDADE

7.4.2.2.6. RISCO DE EMBOLIA (IV)

7.4.2.2.7. PRODUZ METABÓLITOS ATIVOS

7.4.2.2.8. DOSE

7.5. HIPNOANALGÉSICOS

7.5.1. MORFINA

7.5.1.1. EFEITOS ADVERSOS

7.5.1.1.1. EXCITAÇÕES EM FELINOS

7.5.1.1.2. VÔMITO

7.5.1.1.3. NÁUSEAS

7.5.1.1.4. DEFECAÇÃO

7.5.1.1.5. SALIVAÇÃO

7.5.1.1.6. BRADICARDIA

7.5.1.1.7. DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA

7.5.1.1.8. HIPOTENSÃO

7.5.1.2. ANALGÉSICO DE ELEIÇÃO PARA O TRATAMENTO DA DOR GRAVE

7.5.1.2.1. CIRURGIA DE AMPUTAÇÃO

7.5.1.3. DOSE

7.5.1.3.1. 0,1 - 0,2 mg/kg IM ou IV

7.5.2. OPIOIDES

7.5.2.1. MEPERIDINA

7.5.2.1.1. SEDAÇÃO

7.5.2.1.2. BRADICARDIA

7.5.2.1.3. LEVE DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA

7.5.2.1.4. SECREÇÃO SALIVAR E RESPIRATÓRIA

7.5.2.1.5. EVITAR ADM. POR VIA EV

7.5.2.1.6. EXCITAÇÃO

7.5.2.1.7. AÇÃO HIPNÓTICA DISCRETA

7.5.2.1.8. PRESSÃO VENOSA E ARTERIAL

7.5.2.1.9. ACARRETA MIOSE

7.5.2.1.10. DISCRETA TAQUICARDIA

7.5.2.1.11. AMPLAMENTE UTILIZADA EM PEQUENOS

7.5.2.2. FENTANIL

7.5.2.2.1. SEDAÇÃO EM CÃES

7.5.2.2.2. EXCITAÇÃO EM EQUINOS

7.5.2.2.3. RELAXAMENTO DE ESFÍNCTERES

7.5.2.2.4. BRADICARDIA

7.5.2.2.5. DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA

7.5.2.2.6. HIPOTENSÃO

7.5.2.2.7. 100 vezes MAIS POTENTE QUE MORFINA

7.5.2.2.8. EXERCE RÁPIDA AÇÃO

7.5.2.2.9. POTENTE ANALGESIA E HIPNOSE

7.5.2.2.10. PROVOCA QUEDA DA ATIVIDADE MOTORA

7.5.2.2.11. EM ANIMAIS PRÉ-TRATADOS COM BARBITÚRICOS

7.5.2.2.12. NÃO CAUSA VÔMITO

7.5.2.2.13. ASSOCIADO AO DROPERIDOL

7.5.2.3. METADONA

7.5.2.3.1. este produto NÃO é ENCONTRADO no nosso meio

7.5.2.4. CODEÍNA

7.5.2.5. TRAMADOL

7.5.2.5.1. POUCA ALTERAÇÃO CARDIOVASCULAR

7.5.2.5.2. NÃO CAUSA DEPENDÊNCIA

7.5.2.5.3. OPIOIDE ATÍPICO

7.5.2.5.4. Análogo SINTÉTICO da codeína com BAIXA AFINIDADE POR RECEPTORES MI

7.5.2.5.5. INIBE RECAPTAÇÃO DA NORADRENALINA

7.5.2.6. AGONISTAS-ANTAGONISTAS

7.5.2.6.1. BUTORFANOL

7.5.2.6.2. BUPRENORFINA

7.5.3. FENTANILA É MAIS UTILIZADO NO TRANSOPERATÓRIO

7.5.3.1. POR TER CURTO PERÍODO DE AÇÃO

7.5.4. EFEITO "TETO"

7.5.4.1. opioides não-agonistas mi puros

7.5.5. OPIOIDES CAUSAM DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA DOSE-DEPENDENTE

7.5.5.1. BAIXA INCIDÊNCIA EM CÃES E GATOS

7.5.6. EFEITOS ADVERSOS DOS OPIOIDES

7.5.6.1. SEDAÇÃO

7.5.6.2. DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA

7.5.6.3. RETENÇÃO URINÁRIA

7.5.6.4. VÔMITO

7.5.6.5. NÁUSEA

7.5.6.6. CONSTIPAÇÃO

7.5.6.7. SUDORESE EXCESSIVA

7.5.6.7.1. EM EQUINOS

7.5.6.8. ATAXIA E INCOORDENAÇÃO

7.5.6.9. EXCITAÇÃO E DISFORIA

7.5.6.10. APNEIA

7.5.6.11. BRADICARDIA

7.5.6.12. HIPOTENSÃO

7.5.7. CLASSIFICAÇÃO

7.5.7.1. AGONISTA PURO

7.5.7.1.1. MORFINA

7.5.7.2. AGONISTA-ANTAGONISTA

7.5.7.2.1. BUTORFANOL

7.5.7.3. AGONISTA PARCIAL

7.5.7.3.1. BUPRENORFINA

7.5.7.4. ANTAGONISTA

7.5.7.4.1. NALOXONA

7.6. HIPNÓTICOS

7.6.1. ETOMIDATO

7.6.1.1. POTENCIALIZA

7.6.1.1.1. FENOTIAZINAS

7.6.1.1.2. BENZODIAZEPINAS

7.6.1.2. PRODUZ DOR E MIOCLONIAS

7.6.1.2.1. NA APLICAÇÃO

7.6.1.3. MÍNIMA ALTERAÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA E HEMOGASOMÉTRICA

7.6.1.3.1. AGENTE DE ELEIÇÃO PARA CARDIOPATAS

7.6.1.3.2. INDICADO PARA PACIENTES GERIATRAS

7.6.1.4. PRESSÃO INTRACRANIANA

7.6.1.4.1. INDICADO EM CASOS DE

7.7. ANTAGONISTAS ALFA 2 ADRENÉRGICOS

7.7.1. XILAZINA

7.7.1.1. AÇÕES POTENTES

7.7.1.1.1. RELAXAMENTO MUSCULAR

7.7.1.1.2. SEDAÇÃO

7.7.1.2. ANALGESIA

7.7.1.3. RUMINANTES

7.7.1.3.1. CONTRAINDICADO

7.7.1.4. POR VIA EV

7.7.1.4.1. EFEITO IMEDIATO

7.7.1.4.2. PÓS-IMEDIATO

7.7.1.5. CÃES E GATOS

7.7.1.5.1. VÔMITO

7.7.1.5.2. VÔMITO

7.7.1.5.3. P/ EVITAR VÔMITO

7.7.1.6. DOSE

7.7.1.6.1. 0,5 - 1,0 mg/kg IV

7.7.2. DETOMIDINA

7.7.2.1. UTILIZADO EM EQUINOS

7.7.2.1.1. AÇÕES COMPARÁVEIS ÀS PROMOVIDAS PELA XILAZINA

7.7.2.2. DOSE

7.7.2.2.1. 0,01 - 0,02 mg/kg IV

7.7.2.2.2. INÍCIO DO EFEITO ÓTIMO:

7.7.2.3. DOSE

7.7.2.3.1. 0,02 - 0,04 mg/kg IM

7.7.2.3.2. INÍCIO DO EFEITO ÓTIMO

7.7.3. MEDETOMIDINA

7.7.3.1. SEDAÇÃO DOSE-DEPENDENTE

7.7.3.1.1. ASSIM COMO A XILAZINA

7.7.3.2. POR VIA IM

7.7.3.2.1. CURTO PERÍODO DE LATÊNCIA

7.7.3.3. ALTERAÇÕES CARDIOVASCULARES

7.7.3.3.1. DOSE-DEPENDENTE

7.7.3.4. FR E VOLUME-MINUTO

7.7.3.5. VÔMITOS

7.7.3.5.1. BAIXA OCORRÊNCIA

7.7.4. EFEITOS FARMACOLÓGICOS

7.7.4.1. FC

7.7.4.2. PA

7.7.4.3. VASOCONSTRIÇÃO

7.7.4.4. BRADICARDIA

7.7.4.4.1. COM BLOQUEIO ÁTRIO-VENTRICULAR

7.7.4.5. POTENTE ANALGESIA

7.7.4.5.1. SOMÁTICA

7.7.4.5.2. VISCERAL