REA (Recursos Educacionais Abertos)

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REA (Recursos Educacionais Abertos) da Mind Map: REA  (Recursos Educacionais Abertos)

1. Wiley (2002, p. 7 apud AFONSO; RODRIGUES, 2014, p. 27) define Objeto de Aprendizagem como "qualquer recurso digital que possa ser reutilizado para apoiar a prendizagem". Wiley (2002) defende o uso desse conceito por ser uma definição sucinta o suficientemente para definir um conjunto homogêneo dos recursos digitais reutilizáveis; e, ao mesmo tempo, é ampla o suficiente para incluir o acesso público na Internet.”

2. “os objetos educacionais são “qualquer recurso, suplementar ao processo de aprendizagem, que pode ser reusado para apoiar a aprendizagem” (TAUROCO; FABRE e TAMUSIUNAS, 2003, p. 2 apud AFONSO; RODRIGUES, 2014, p. 26)

3. São recursos digitais como ferramentas, materiais ou técnicas de ensino e pesquisa em mídias, que se encontram sob domínio público na web, que podem ser adaptados e reutilizados por outros por outros usuários a fim de se subsidiar, sustentar ou suplementar o processo de aprendizagem.

3.1. Podem ser textos, imagens, vídeos, animações, músicas, aplicativos, jogos, páginas da web, etc.

3.1.1. EXEMPLO: http://www.readwritethink.org/classroom-resources/student-interactives/literary-elements-30011.html

3.1.1.1. Esta ferramenta permite que alunos e professores criem uma espécie de mapa mental interativo para estudos literários. É possível que o aluno crie fichas de leitura que incluem atividades pré, durante e pós-leitura, focando em elementos como: personagem, ambiente, conflito, etc. Esta ferramenta pode ser usada em diferentes contextos e pode ser adaptada pelo professor. Além disso, as fichas podem ser impressas para consulta ou avaliação.

4. Podem ser encontrados em Repositórios de objetos de aprendizagem (ROA)

4.1. Também conhecidos como: 1. RDE (Repositório digital educacional); 2. RRE (Repositório de recursos educacionais); 3. ROA (Repositorios de objetos de aprendizagem); 4. LOR (Learning Object Repository)

4.2. São: "Bases de dados on-line mais adequadas para organizar, classificar e armazenar os OA, viabilizando sua oferta para alunos, professores e tutores. (TZIKOPOULOS, MANOUSELIS e VOURIKARI, 2009 apud AFONSO; RODRIGUES, 2014, p. 23) "(...) Banco de dados no qual são armazenados os objetos de aprendizagem podendo existir em dois principais tipos de repositórios: aqueles que contêm tanto os objetos de aprendizagem como os metadados desses objetos, permitindo sua localização e uso; e aqueles que disponibilizam apenas os metadados e referenciam os objetos que estão localizados em um local remoto." (DOWNES, 2002 apud AFONSO; RODRIGUES, 2014, p. 23 - 24) "(...) criados a fim de proporcionar o acesso aos materiais didáticos digitais que reflitam o interesse do uso no contexto educacional" (HOLDEN, 2003 apud AFONSO; RODRIGUES, 2014, p. 24) "Os ROA funcionam como portais que possuem interface de usuário baseada na Web e mecanismo de busca, que envolvem em seu planejamentoconhecimentos provenientes de diferentes áreas (DOWNES, 2002 apud AFONSO, RODRIGUES, 2014, p. 24).

4.3. Repositórios de objetos de aprendizagem são plataformas que permitem o compartilhamento/disseminação e recursos criados com fins educacionais, para que possam ser baixados e, idealmente, adaptados. E então utilizados por outros professores. São ferramentas para a organização da vasta gama de recursos educacionais, ou, objetos de aprendizagem, disponíveis em uma organização ou comunidade virtual de professores

4.3.1. EXEMPLOS: 1. MERLOT: uma das iniciativas mais conhecidas, é um programa da Universidade Estadual da Califórnia, que possui parceria com instituições de ensino superior, sociedades profissionais, e indústria; Disponível em: <http://www.merlot.org>. 2. Campus Alberta Repository of Educational Objects (CAREO): uma das iniciativas mais conhecidas, é um programa da Universidade Estadual da Califórnia, que possui parceria com instituições de ensino superior, sociedades profissionais, e indústria; Disponível em: <http://es.athabascau.ca/Needed/careo.htm/view>. 3. Acervo Digital da UNESP: mantido pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP); Disponível em: <http://acervodigital.unesp.br/> 4. Banco Internacional de Objetos Educacionais (BIOE): repositório mantido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Disponível em: <http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/>.

4.4. Um ROA ideal deve ser de fácil navegação, ter um mecanismo de busca eficiente, possuir opções de acessibilidade, permitir fazer upload e comentários. Além disso, possui características necessárias para atender seu contexto específico.

4.4.1. NECESSÁRIO: - Interoperabilidade: conjunto de protocolos que garantem que diferentes sistemas comuniquem-se entre si; - Reusabilidade: refere-se à possibilidade do uso dos OA em múltiplas aplicações; - Metadados: são conjuntos de elementos (palavras ou sentenças) que resumem e descrevem o conteúdo de um recurso digital, possibilitando informações sobre a acessibilidade, organização e relacionamento entre os dados. Apresentam títulos, autor, descrição, tipo, localização, etc; - Contexto / Usuários: Os ROA são elaborados para que possam suprir as necessidades de diferentes contextos (modalidades ou níveis educacionais). Portanto, suas características e finalidades dependem do usuário final.

5. Também conhecidos como: 1. OA (Objetos de aprendizagem); 2. OAD (objetos de aprendizagem digitais); 3. OE (objeto educacional); 4. MED (material educacional digital).

6. Ferramentas que podem ser utilizadas/articuladas na sala de aula para mudança necessário no processo ensino-aprendizagem

6.1. Tecnologia aliada ao ensino/facilitadora

6.1.1. ESCOLA COMO LOCUS FORMADOR

6.1.1.1. Formação continuada do professor:

6.1.1.1.1. para que ele não utilize apenas o livro didático, mas use a tecnologia, para que o professor saiba como utilizar o computador a seu favor - potencializar a construção da aprendizagem através do uso de diferentes instrumentos digitais, como repositórios educacionais digitais (por exemplo, o “Banco Internacional de Objetos Educacionais” (BIOE));

6.1.1.1.2. para que ele possa articular informática no contexto escolar de modo significativo à aprendizagem de seus alunos;

6.1.1.1.3. para que ele reflita sobre sua prática pedagógica, a fim de “sentir-se incomodado e buscar modos de aprimorá-la” (PÓSNER, 1982 apud RODRIGUES; RODRIGUES, 2012).

6.1.1.2. É fundamental que o professor compreenda a diferença instrucionismo e construcionismo (VALENTE, 1999 apud RODRIGUES; RODRIGUES, 2012), ou seja, a abordagem pedagógica em que o computador é tido como a máquina de ensinar e a abordagem em que ele é um instrumento pedagógico que favorece a construção do conhecimento. Como também, o professor deve utilizar-se da segunda abordagem, uma vez que o computador não pode operar-se sozinho. O professor deve valorizar a construção do conhecimento para que ele tenha valor pedagógico.

6.1.1.3. Também é necessário que o professor não se atenha somente às teorias na formação continuada, mas possa colocá-las em prática, de modo a potencializar seu aprendizado e que ele aprenda mais sobre tecnologia.