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Apneia do RN por Mind Map: Apneia do RN

1. CLASSIFICAÇÃO DAS APNEIAS

1.1. APNEIA MISTA

1.1.1. MAIS FRENQUENTE NOS PREMATUROS

1.1.2. OBSTRUÇÃO DO FLUXO AEREO

1.1.3. PAUSA CENTRAL + DE 2 SEGUNDOS

1.2. APNEIA OBSTRUTIVA

1.2.1. PRESENÇA DE MOVIMENTO RESPIRATORIO

1.2.2. AUSÊNCIA DE FLUXO AÉREO NASAL

1.3. APNEIA CENTRAL

1.3.1. MOVIMENTS RESPIRATORIOS CESSAM

1.3.2. FLUXO AEREO DE GAS NAO PREJUDICADO

2. FATORES DE RISCO PARA APNEIAS

2.1. INSTABILIDADE TERMICA

2.2. INFECÇÃO

2.3. PATOLOGIAS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

2.4. DISTÚRBIOS METABOLICOS

2.5. OBSTRUÇÃO DE VIAS AEREAS

2.6. HIPOVENTILAÇÃO

2.7. REFLUXO GASTROESOFAGICO

2.8. ANEMIA ACENTUADA

2.9. DOENÇA PULMONAR CRONICA (DPC)

2.10. IDIOPATICA

2.11. DOENÇA CARDÍACA

3. INVESTIGAÇÃO DIAGNOSTICA

3.1. MONITORIZAÇÃO CONTINUA

3.2. RAIO X DE TÓRAX

3.3. RASTREAMENTO DE INFECÇÃO

3.4. ULTRA-SONOGRAFIA CEREBRAL

3.5. POLISSONOGRAFIA

3.6. ECOCARDIOGRAMA

3.7. PHMETRIA

3.8. INVESTIGAÇÃO METABOLICA

3.9. LARINGOSCOPIA

4. TRATAMENTO DAS APNEIAS

4.1. USO DE DERIVADOS DAS XANTINAS

4.1.1. ESTIMULAÇÃO DAS MUSCULOS ESQUELETICOS E DO DIAFRAGMA

4.1.2. AUMENTO DA SENSIBILIDADE DOS CENTROS RESPIRATORIOS AO CO2

4.1.3. ESTIMULAÇÃO CENTRAL

4.2. CITRATO DE CAFEINA

4.2.1. MEIA VIDA MAIOR QUE O DA TEOFILINA

4.2.2. MENOS EFEITOS COLATERAIS

4.2.3. MENOR NECESSIDADE DE MONITORIZAÇÃO DOS NÍVEIS TERAPÊUTICOS SANGUÍNEOS.

4.3. USO DE CPAP NASAL OU DA VENTILAÇÃO MECANICA

4.3.1. MELHORA DA OXIGENAÇÃO

4.3.2. ESTABILIZAÇÃO DA PATENCIA DA VIA AEREA

4.3.3. REDUÇÃO DOS REFLEXOS INIBITORIOS COSTO FRENICOS

4.3.4. ALTERAÇÃO DO MECANISMO DE HERING- BREUR

5. TRATAMENTO DA CAUSA SUBJACENTE

5.1. TRATAR INFECÇÃO

5.2. CONVULSAO

5.3. ANEMIA

5.4. DISTÚRBIOS METABÓLICOS

5.5. REFLUXO GASTROESOFAGICO

6. MONITORIZAÇÃO PROLONGADA

6.1. CRIANÇAS DEPENDENTES DE OXIGENIO

6.2. CRIANÇAS COM EPISÓDIOS DE CONVULSÃO ASSOCIADOS A APNEIA

6.3. CRIANÇAS DEPENDENTES DE TECNOLOGIAS

6.4. PREMATUROS EXTREMOS COM APNEIAS PATOLÓGICAS RECORRENTES

6.5. CRIANÇAS COM REFLUXO GASTROESOFAGICO, COM BRADICARDIA E/OU CIANOSE

6.6. LIMITAÇÕES

6.6.1. NAO DIMINUI A INCIDENCIA DE MORTE SUBITA

6.6.2. ALARMES FALSOS

6.6.3. IRRITAÇÃO DA PELE

6.6.4. AUMENTO DE ESTRESSE DA FAMILIA

6.6.5. ADERÊNCIA RUIM

6.7. CRITÉRIOS PARA DESCONTINUAÇÃO DA MONITORIZAÇÃO PROLONGADA

6.7.1. 6 A 8 SEMANAS APÓS O ULTIMO EPISODIO DE APNEIA (APOS A SUSPENSAO DE XANTINAS

6.7.2. 4 SEMANAS LIVRES DE EPISODIOS DE APNEIAS APOS CORREÇÃO DO EVENTO RSPONSAVEL (CORREÇÃO DO REFLUXO)

6.8. OUTRAS ABORDAGENS

6.8.1. MANTER A CABECEIRA DO LEITE ELEVADA EM 30°, EM DECUBITO DORSAL

6.8.2. MANTER A TEMPERATURA DA INCUBADORA NA FAIXA BAIXA

6.8.3. MANTER PaO2 MAIS ALTAS

6.8.4. SUBSTITUIR SONDAS NASOGASTRICAS POR OROGASTRICAS