Planejamento e Gestão Estratégica

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Planejamento e Gestão Estratégica por Mind Map: Planejamento e Gestão Estratégica

1. Por que fazer um Planejamento Estratégico

1.1. Para concentrar os recursos da Organização nas atividades essenciais, com o objetivo de elevar a satisfação dos clientes, diminuir custos e aumentar o valor para os acionistas

1.2. Para focar os recursos com o objetivo de garantir que os planejamentos financeiros sejam alcançáveis

1.3. Para eliminar a existência de muitos planejamentos conflituosos (MKT/TI/Financeiro/Qualidade)

1.4. Para criar um sistema de planejamento e implementação adaptável, flexível e disciplinado

1.5. Para incentivar a cooperação entre departamentos

1.6. Para delegar poder aos líderes, gestores e colaboradores

1.7. Para proporcionar um método que execute saltos anuais

1.8. Para eliminar iniciativas desnecessárias e dispendiosas que não fazem parte do planejamento

2. Planejamento estratégico

2.1. Essencialmente é a busca do conhecimento, pois o processo de sua montagem é de aprendizado

2.1.1. A empresa precisa investir nas pessoas, através de treinamento e educação

2.1.2. Deve observar, dentro dela, as pessoas que possuem os melhores conhecimentos para desenvolvê-las e colocá-las em posição de líderes

2.1.2.1. Estimular a execução participativa, focando no que os colaboradores sabem e não no que fazem

2.1.3. A medida que a empresa utiliza o planejamento estratégico ele vai se tornando mais rico e as análises mais profundas

2.1.3.1. Entretanto, não pode esquecer que haverá uma mudança cultural

2.1.3.1.1. Uma mudança significativa no planejamento estratégico, será acompanhada de uma mudança cultural

2.2. É a melhor oportunidade de transformar uma ideia, um sonho, em realidade

2.3. Ele defini uma direção a seguir e também estabelece prioridades

2.3.1. Torna o processo de decisão mais fácil a partir do momento que as prioridades já foram definidas

2.3.1.1. Garante que todas as ações estejam direcionadas para o mesmo objetivo

2.3.1.1.1. Ajuda no monitoramento das metas para torná-las alcançáveis

2.4. É preciso incorporar metas ao processo de planejamento estratégico e aos planos anuais de negócios

2.4.1. Isso garantirá que o novo foco faça parte do plano

2.4.1.1. Um método que contribui de forma significativa para o atingimento dos resultados desejados é o PDCA

2.4.1.1.1. Quando é identificado que uma meta não está sendo atingida, são realizados planos de ação que atuam nas falhas para as devidas correções e/ou ajustes

2.5. É necessário também incluir no planejamento estratégico, a implementação das metas, submetas e metas anuais de qualidade ou a alocação de recursos e ações para alcançá-las

2.6. Redução de desperdício de tempo e dinheiro, com ações que não levarão a empresa onde ela precisa chegar

2.7. Ele não pode ser rígido, pois precisa ser analisado anualmente

2.8. Etapas do planejamento estratégico

2.8.1. Estudo de mercado

2.8.1.1. Através da análise SWOT é possível identificar, as forças, fraquezas (ambiente interno) e oportunidades e ameaças (ambiente externo) que uma empresa vai enfrentar

2.8.2. Missão

2.8.2.1. A razão da existência de uma empresa

2.8.2.1.1. Três perguntas precisam ser feitas

2.8.3. Visão

2.8.3.1. É o futuro, onde ela quer chegar

2.8.3.1.1. Mostrar qual o impacto que ela causará no mundo

2.8.4. Valores

2.8.4.1. Refletem os princípios éticos e morais

2.8.4.1.1. São princípios inegociáveis, que ditam a conduta, o comportamento e atitudes do funcionamento de uma empresa

2.8.5. Metas SMART

2.8.5.1. Elas definem os objetivos de curto prazo que levarão o negócio rumo a visão que se deseja

2.8.5.1.1. Através de 5 critérios

2.8.5.2. Sempre que se identificar que elas não estão atendendo aos objetivos esperados, será necessário reformular as estratégias

2.9. Riscos

2.9.1. Não atingimento das metas

2.9.1.1. Algumas Organizações que utilizaram a gestão da qualidade não tiveram sucesso, o ganho financeiro foi baixo e não houve aumento significativo da satisfação do cliente

2.9.1.2. Imposição de metas sem o envolvimento das pessoas que a cumprirão

2.9.1.3. Falta de colaboração e interação dos colaboradores

2.9.1.4. Resistência dos colaboradores ao processo de mudança, por medo de perderem seus empregos

3. Níveis de planejamento

3.1. Estratégico

3.1.1. É global, com objetivos gerais e genéricos, possui diretrizes, é focado no longo prazo e com forte visão do ambiente externo

3.1.1.1. Fases

3.1.1.1.1. Definição do negócio (missão,visão, valores)

3.1.1.1.2. Diagnóstico estratégico (análise SWOT)

3.1.1.1.3. Formulação de estratégia

3.1.1.1.4. Implantação

3.1.1.1.5. Controle

3.1.1.2. Características

3.1.1.2.1. Adaptação da Organização ao ambiente de mudanças (incerteza)

3.1.1.2.2. É orientado para o futuro

3.1.1.2.3. É compreensivo (envolve toda Organização)

3.1.1.2.4. É um processo de construção de consenso (melhor resultado para todos)

3.1.1.2.5. É uma forma de aprendizagem

3.2. Tático

3.2.1. Ele observa as diretrizes do planejamento estratégico, com objetivos específicos de cada área ou departamento e é a médio prazo

3.3. Operacional

3.3.1. Ele observa as diretrizes do planejamento estratégico e tático, seus objetivos são detalhados e específicos, determina ações necessárias e específicas para cada atividade importante, é acompanhado diariamente

4. Ferramentas utilizadas no planejamento estratégico

4.1. Matriz SWOT

4.1.1. É uma análise que estabelece um comportamento a partir de 4 variáveis

4.1.1.1. 2 do ambiente interno (pontos fortes e pontos fracos de uma empresa)

4.1.1.2. 2 do ambiente externo (oportunidades e ameaças fora da empresa)

4.1.1.3. A partir da interpretação e cruzamento das variáveis acima é possível definir a estratégia a ser utilizada para um determinado momento da Organização

4.1.1.3.1. Essas estratégias podem ser

4.2. 5 Forças de Porter

4.2.1. É a análise de determinado segmento de mercado, que leva em consideração 5 forças

4.2.1.1. Rivalidade entre concorrentes

4.2.1.2. Ameaça de novos entrantes

4.2.1.3. Ameaça de produtos substitutos

4.2.1.4. Poder de barganha dos fornecedores

4.2.1.5. Poder de barganha dos clientes

4.3. Estratégias genéricas

4.3.1. Quando se analisa todo o mercado, temos 2 estratérgias

4.3.1.1. De Diferenciação: aumenta-se o valor (o cliente paga pelo produto mais caro)

4.3.1.2. De Liderança em Custo: posicionamento de baixo custo (opta-se por ter o produto mais barato do mercado)

4.3.2. Quando se analisa uma fatia específica do mercado

4.3.2.1. Foco/Enfoque: Atua num mercado específico

4.4. Matriz GUT

4.4.1. É utilizada para priorizar problemas através de 3 itens: gravidade, urgência e tendência

4.4.1.1. Se avalia 1 determinado problema, dando a ele pesos numa escala de 1 a 5, onde 5 é auge do problema, com maior risco para o negócio, e onde 1 representa menor risco

4.4.1.1.1. Prioriza-se o problema que possuir o maior total

4.5. Matriz BCG

4.5.1. É utilizada para avaliar o portfólio de produtos e serviços

4.5.1.1. É formada por 4 quadrantes

4.5.1.1.1. Estrela: geralmente esses produtos geram bons resultados para a empresa, mas ainda tem alto custo

4.5.1.1.2. ? : geralmente é um produto novo, ainda é uma incógnita

4.5.1.1.3. Vaga leiteira: geralmente é o produto ideal, baixo custo, lucro alto, se vendem sozinhos

4.5.1.1.4. Abacaxi: geralmente é o produto que ninguém quer, não geram bons resultados

4.5.2. Possui 2 eixos

4.5.2.1. Crescimento de mercado

4.5.2.2. Participação do produto

4.6. PDCA

4.6.1. Plan (planejar)/ Do (fazer)/ Check (checar) e Action (agir)

4.6.1.1. É o ciclo de melhoria contínua. Tem o objetivo de melhorar processos, produtos ou qualquer outra iniciativa dentro de uma empresa

4.6.1.1.1. Coloca tudo em ordem e permite que se organize melhor as atividades, atuando estrategicamente na gestão do negócio

4.7. 5W2H

4.7.1. É possível transformar uma ideia numa ação através de 7 perguntas, se monta um plano de ação

4.7.1.1. What? (O quê?)

4.7.1.2. Why? (Por que?)

4.7.1.3. Who? (Quem?)

4.7.1.4. When? (Quando?)

4.7.1.5. Where? (Onde?)

4.7.1.6. How? (Como?)

4.7.1.7. How Much? (Quanto?)

4.8. Balanced Score Card ou BSC

4.8.1. Trouxe possibilidade às empresas de outros tipos de indicadores além dos financeiros

4.8.1.1. Esses indicadores medirão objetivos e metas, e acompanharão mensalmente os desvios, os corrigindo antecipadamente

4.8.1.2. Através de 4 perspectivas

4.8.1.2.1. Finaceira

4.8.1.2.2. Clientes

4.8.1.2.3. Processos internos

4.8.1.2.4. Crescimento e aprendizagem

4.8.1.3. A empresa poderá acrescentar as 4 perspectivas acima, a sua missão, visão e valores, facilitando assim o entendimento dos objetivos

4.9. KPI

4.9.1. Key Performance Indicators, ou Indicadores-chave de performance

4.9.1.1. Tem como função medir o desempenho de uma empresa, equipe ou até mesmo 1 única pessoa

4.9.1.2. Não é uma métrica, mas uma métrica poderá se transformar num KPI, para isso deverá ser essencial para o negócio

4.9.1.3. Existem 4 KPI's comuns a qualquer tipo de negócio

4.9.1.3.1. Receita

4.9.1.3.2. Quantidade de clientes

4.9.1.3.3. ROI

4.9.1.3.4. Conversão do funil de vendas

5. Propósito, valores, missão, visão, objetivos, metas

5.1. Propósito

5.1.1. É um modo único, autêntico, genuíno pelo qual uma empresa faz a diferença no mundo

5.1.2. Ele dá um significado maior a empresa

5.1.3. É o bem que ela faz para a sociedade, não somente para seus clientes e colaboradores

5.1.4. O que o mundo perderia se ela (empresa) deixasse de existir?

5.2. Missão

5.2.1. Razão da empresa existir

5.2.1.1. Identifica o negócio e quem é a empresa

5.2.1.2. O objetivo maior da Organização não está dentro dela, mas fora

5.2.2. Papel da empresa na sociedade

5.2.2.1. Foco do presente para o futuro

5.2.3. Não é estática

5.2.4. Busca o comprometimento e a motivação dos funcionários

5.2.5. Define quais atividades serão atendidas

5.3. Visão

5.3.1. Como a empresa se vê no futuro

5.3.1.1. Foco no futuro

5.3.1.1.1. Quem a empresa quer ser

5.3.2. Aonde ela quer chegar

5.3.2.1. Pode ser feito em etapas

5.3.3. Qual o destino desejado

5.3.3.1. É o que a empresa sonha

5.4. Valores

5.4.1. São crenças, atitudes e princípios de uma Organização

5.4.2. Sem elas não há negócio

5.4.3. Criam uma relação ética, dentro e fora da Organização

5.5. Metas

5.5.1. Meta deve ser sempre acompanhada de métodos

5.5.1.1. Indicadores, padronização, controles, gestão à vista, plano de ação, etc

5.5.2. Ela é essencial no gerenciamento

5.5.2.1. Tem que ser acompanhada pelos gestores, que devem motivar e capacitar suas equipes para que sejam atingidas

5.5.3. Devem ser criadas não por uma vontade ou desejo, mas através de cálculos, comparações, análises

5.5.3.1. Através de indicadores que são os sinalizadores de lacunas, ou seja, oportunidades de ganho nessas lacunas utilizando-se as metas

5.5.4. Ela incentiva o conhecimento

5.5.5. Ela deve ser factível, desafiante, mas alcançável, caso contrário gera desmotivação e pode destruir uma empresa

5.6. Objetivos

5.6.1. Quando as metas são alcançadas, a Organização atinge seus objetivos (aquilo que ela desejava alcançar)

6. Escutando o cliente através de pesquisa

6.1. O passo mais importante é a empresa olhar para si como uma forma de aprendizado e escolha com o objetivo de aprender e escolher

6.1.1. Aprender sobre sua capacidades e competências

6.1.2. Escolher aquilo que querem de verdade entregar ao seu cliente

6.1.3. Depois, ele precisa incluir o cliente como parte integral do plano de marketing

6.1.3.1. Colocando o relacionamento antes do marketing

6.2. Feedback

6.2.1. A opinião do cliente é a que mais importa

6.2.2. É preciso ouvi-lo enquanto está se desenvolvendo o produto/serviço

6.2.3. Do produto, de pontos de venda, preços

6.2.3.1. Assim quando o produto for lançado, se saberá onde vende-lo, quanto cobrar, como divulgar e como atrair clientes

6.3. Pesquisa

6.3.1. É preciso conversar com clientes diferentes, homens, mulheres, adolescentes, para se identificar necessidades de novos produtos/serviços

6.3.2. É preciso refina-la, até se conseguir uma porcentagem significativa, entre 40 a 60%

6.3.2.1. O objetivo é focar no nicho de mercado que se irá atuar

6.3.2.1.1. Depois de criado o produto/serviço, é preciso estar sempre em sintonia com o mercado, porque os regulamentos, concorrência e as preferências dos cientes mudam

6.4. Persona

6.4.1. É o cliente ideal para comprar um produto/serviço

6.4.1.1. Ela terá todas as características do seu cliente ideal, quanto mais detalhes tiver melhor

6.4.1.1.1. Quando se conhece cada detalhe que o cliente precisa fica mais fácil criar um produto/serviço que gere valor para ele

6.5. Mapa de Empatia

6.5.1. É utilizado para mapear a "Persona"

6.5.1.1. Primeiro será preciso definir quem será a "persona", figura que seria o cliente ideal

6.5.1.1.1. Através das 4 primeiras perguntas, será preciso interpretar os dados e responder a mais 2 perguntas

6.5.1.1.2. Depois de mapear minuciosamente os dados, surgirão várias ideias, que servirão para melhorar o mkt, e a comunicação com o cliente

6.5.1.1.3. Tudo que for feito de alteração no negócio tem que ter a ver com essa "persona"

6.6. Customer Success

6.6.1. Significa levar sucesso ao cliente, é preciso conhecê-lo para poder entregar o que ele deseja

6.6.1.1. Em primeiro lugar é preciso entender o que é sucesso para o cliente, se ele já existe na cultura da empresa, se não, será preciso incluí-lo

6.6.1.1.1. Depois, é preciso saber qual a experiência adequada e operacionalizá-la

6.6.2. O produto precisa funcionar do jeito que o cliente espera, ou até mesmo superar as expectativas

6.6.3. É uma estratégia de pós-venda utilizada para manter o cliente na base por mais tempo, gerando receita

6.6.4. A empresa precisa investir de verdade em CS para conseguir fazer o cliente ficar na base, comprar mais e recomendá-la

6.6.5. Funciona de forma diferente, em diferentes segmentos e tamanhos de empresas, pois as experiências dos clientes serão diferentes

6.7. Jornada do Cliente

6.7.1. É a experiência que o cliente vivencia como produto/serviço

6.7.1.1. Deve ser levada em consideração a perspectiva do cliente

6.7.1.1.1. A empresa deve ver essa jornada sob uma perspectiva humana

6.7.1.1.2. Esse é o grande desafio das empresas que querem inovar, porque geralmente elas não levam em consideração o aspecto humano

6.8. Blueprint de Serviços

6.8.1. É uma ferramenta criada a partir do Design Thinking

6.8.1.1. Seu aspecto central é desenhar a jornada do cliente

6.8.1.1.1. Se colocar no lugar do cliente, de preferência construir a jornada junto com ele, com o objetivo de identificar oportunidades de melhorias no produto/serviço que precisa ser aprimorado

7. Principais técnicas, ferramentas e práticas

7.1. Customer Trends Canvas

7.1.1. Seu objetivo é inspirar ideias, transformando-as em ações práticas para estimular a inovação

7.1.1.1. O ponto de partida é escolher uma tendência que se julgue apropriada à sua realidade

7.1.1.2. A partir dessa tendência, se desenvolverão as ideias que levarão a uma inovação

7.1.1.3. Resultados mais efetivos, serão alcançados se esse exercício for realizado por uma equipe engajada na missão de inovação

7.1.2. Análise

7.1.2.1. Tendência

7.1.2.1.1. Motivadores de mudança

7.1.2.2. Inspiração

7.1.2.3. Necessidades básicas

7.1.2.4. Expectativas

7.1.3. Aplicação

7.1.3.1. Alvo da inovação

7.1.3.2. Quem?

7.1.3.2.1. Que grupo de consumidores pode se direcionar essa tendência

7.2. Podem ser utilizadas 4 macro tendências como referência

7.2.1. Escassez de tempo

7.2.1.1. Serviços dinâmicos

7.2.2. Experiências únicas

7.2.2.1. Diversão sem limites, humanização da experiência, customização de possibilidades

7.2.3. Economia sustentável

7.2.3.1. Eficiência de recursos, inovação disruptiva, transparência e práticas honestas, consumo ético e consciente, funcionário como foco, valor local

7.2.4. Ultraconectividade

7.2.4.1. Business Intelligence, conexão de pessoas, inteligência artificial

7.3. Para fazer a inovação acontecer, existem 15 tipos de Canvas

7.3.1. O BMG Canvas foi o precursor desse tipo de metodologia

7.3.2. Os Canvas ajudam na modelagem de um negócio de maneira simples e rápida

7.4. Canvas Proposta de Valor

7.4.1. Auxilia na formatação de uma ideia muito mais sólida e completa do negócio

7.4.2. Em primeiro lugar é preciso definir o grupo e a ideia de negócio

7.4.3. Nele vamos pensar nos benefícios do produto ou serviço, nos problemas e dores do cliente

7.4.3.1. Para que possamos identificar as melhores propostas será necessário mapear os seguintes pontos

7.4.3.1.1. Produtos e serviços, quais os produtos ou serviços que se venderá

7.4.3.1.2. Tarefas de clientes, quais os benefícios/necessidades que o produto ou serviço trará para o cliente (podem ser necessidades básicas, sociais, emocionais ou algum problema específico, uma dor)

7.4.3.1.3. Listar as emoções negativas, as dores do cliente, os custos indesejados, situações de risco que o cliente sente naquele momento

7.4.3.1.4. Propor soluções que aliviem as dores do cliente, para cada tipo de dor ou dificuldade será preciso pensar numa solução

7.4.3.1.5. Criadores de ganho, para cada item do ganho relacionado, pensar no que pode ser criado com esse ganho, ideias que o produto ou serviço irá oferecer para que o cliente perceba que aquilo é um ganho adicional

7.4.3.1.6. Oferecer ao cliente algo a mais, algo que ele não esteja esperando para surpreende-lo

7.4.4. Ele dá a possibilidade de se partir de uma ideia simples, do que seria basicamente o produto ou serviço, para uma visão mais ampla do que será efetivamente o produto ou serviço

7.4.5. Quando se pensa, discuti e propõe ideias para cada parte do Canvas Proposta de valor, se tem um negócio mais competitivo do que se fosse pensar somente no produto ou serviço

7.4.6. No final desse mapeamento teremos uma visão melhor do que se terá para oferecer a esse cliente e maiores chances de sucesso para o produto ou serviço

7.4.7. Se a empresa consegue vender um bom produto, que claramente resolve o problema do cliente com benefícios adicionais muito claros, terá resultados vencedores

7.5. Plano de Negócio

7.5.1. No mercado de inovação ele é feito depois de iniciado o negócio

7.5.2. Quando se tem noção sobre os rumos do negócio

7.5.3. Se o empreendimento dá certo se faz o plano de negócio

7.5.4. Ele é um documento de planejamento, capaz de demonstrar a viabilidade de um negócio

7.5.4.1. Do ponto de vista estratégico, financeiro, de operações e do do mercado

7.5.5. Essencial para captação de recursos (investimentos e empréstimos)

8. Estratégia internacional

8.1. Depende do ambiente externo e das capacidades organizacionais

8.2. Sua escolha tende a moldar a seleção de mercados territoriais e os modos de entrada no mercado

8.3. Em função da complexidade da internacionalização, a estratégia internacional deve ter como base um diagnóstico cuidadoso de força e direção das tendências em mercados específicos

8.4. Existem 4 formas de se conduzir as estratégias no momento da internacionalização de uma empresa

8.4.1. 1) Condutores de mercado: precisa se analisar se as necessidades dos consumidores são semelhantes, verificar quais são os consumidores globais e preciso ter transparência de marketing

8.4.2. 2)Condutores de custos: Economia de escala, diferenças específicas de cada país, e se fazer uma logística favorável

8.4.3. 3) Condutores de competitividade: interdependência entre países e estratégias globais de concorrência

8.4.4. 4) Condutores de governo: políticas de comércio, padrões técnicos e conjunto de políticas do governo

8.5. Diamante de Porter

8.5.1. Sugere que há razões pelas quais algumas nações são mais competitivas que outras

8.5.2. Os determinantes da vantagem nacional juntos, formam uma figura semelhante a um diamante

8.5.2.1. Estratégia, estrutura e rivalidade das empresas

8.5.2.2. Condições de demanda doméstica

8.5.2.3. Indústrias relacionadas e de apoio

8.5.2.4. Condições dos fatores (produção)

8.6. Dilema global local

8.6.1. É o principal problema quanto ao tipo de estratégia a seguir

8.6.2. Está relacionado ao grau que produtos/serviços podem ser padronizados entre fronteiras nacionais

8.6.3. Ou porque precisam ser adaptados para atender as exigências de mercados nacionais específicos

8.7. Motivos propulsores da internacionalização

8.7.1. Falta de crescimento no mercado nacional

8.7.2. Criação de empresas com foco no mercado exterior

8.7.3. Busca de capital intelectual, talentos e maiores ideias

9. Identificação e análise de oportunidades nacionais e internacionais

9.1. É preciso fazer um plano de avaliação de oportunidade

9.1.1. Ele foca a oportunidade e não o empreendimento

9.1.2. É preciso desenvolver uma ideia direcionada a um mercado que necessitada da ideia do produto/serviço concebida

9.1.3. O processo de geração de ideias, precisa ser pensado em termos de satisfazer uma necessidade específica de mercado

9.1.4. Aumentar a "lucratividade" do cliente

9.1.4.1. A melhor maneira de avaliar se o produto/serviço será "lucrativo", é através de um plano de avaliação de oportunidade

9.1.5. Plano de avaliação de oportunidade

9.1.5.1. Ele é mais curto que um plano de negócio

9.1.5.2. Ele dá foco a oportunidade, não ao empreedimento

9.1.5.3. Não tem planilhas

9.1.5.4. Serve de base para tomada de decisão, seja ela de aproveitar a oportunidade ou de esperar o surgimento de uma melhor

9.1.6. Etapas

9.1.6.1. 1ª) Desenvolver a ideia de produto/serviço, analisar as empresas concorrentes e identificar a exclusividade da ideia em termos de suas proposições de vendas exclusivas

9.1.6.2. 2ª) Dar foco no mercado, no tamanho, tendências, características e índice de crescimento

9.1.6.3. 3ª) Dar foco no empreendedor e na sua equipe, em termos de histórico, educação, habilidades e experiências

9.1.6.4. 4ª) Desenvolver uma linha do tempo para indicar os passos que precisam ser dados para lançar o empreendimento com sucesso e transformar a ideia em uma entidade de negócio viável

9.1.7. Fontes de informações

9.1.7.1. Estão disponíveis em forma de auxilio para os empreendedores que buscam identificar uma oportunidade apropriada

9.1.7.1.1. Fontes de informações gerais: Existem algumas instituições que oferecem auxilio para novas iniciativas, especialmente pela internet

9.1.7.1.2. Informações do setor e do mercado: Podem ser adquiridas através de banco de dados

9.1.7.1.3. Informações sobre empresas e produtos/serviços concorrentes: Além de observar as diversas opções oferecidas para satisfazer o mercado, oferecem também informações significativas sobre os concorrentes

9.1.7.1.4. Informações sobre fontes governamentais: O governo americano dispõe de várias fontes

9.1.7.1.5. Associações comerciais: Existem várias, mas os melhores são os de estatística e participação de mercado

10. Apresentações estratégicas e de impacto

10.1. Como montar uma apresentação convincente e de alto impacto

10.1.1. Storytelling

10.1.1.1. A arte de contar histórias

10.1.1.2. É preciso ser autêntico, criativo, fazer uma conexão emocional com quem assiste a apresentação, conquistar a atenção, gerar entendimento, deixar uma marca

10.1.1.3. É preciso ter um roteiro bem elaborado, estudar o assunto, ser eficiente com o tempo, focar no interesse de quem ouve e não de quem faz a apresentação

10.1.1.4. O desempenho do apresentador, voz e postura tem um peso de 93% da audiência, se quem ouve não desenvolve empatia pelo apresentador, não se atinge o objetivo e o apresentador corre o risco de perder a oportunidade de levar adiante um projeto de sucesso

10.1.2. Pitch

10.1.2.1. Ferramenta utilizada para "vender" um projeto para possíveis investidores

10.1.2.1.1. 2 coisas são fundamentais

10.1.3. Círculo dourado

10.1.3.1. É preciso analisar 3 perguntas, de dentro para fora das Organizações

10.1.3.1.1. Porque? Qual o seu propósito, sua causa, suas crenças? (No que a empresa acredita)

10.1.3.1.2. Como faz seu produto?

10.1.3.1.3. O quê é o produto?

10.1.3.2. As pessoas não compram "o quê" as empresas fazem, mas sim "porque" fazem

10.1.3.3. O grande lance é fazer negócio com as pessoas que acreditam no que a empresa acredita