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Artigo por Mind Map: Artigo

1. Pré-textuais

1.1. Título

1.1.1. Acessibilidade em chatbots: uma revisão sistemática

1.2. Autores e endereço/filiação

1.2.1. Rodrigo Diego de Oliveira Maria Lucia Okimoto

1.3. Resumo

1.3.1. O mercado brasileiro de chatbots ou robôs de conversação em 2018, segundo o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots, demonstrou um crescimento expressivo. Cerca de 66 empresas atuantes no país produziram juntas 17 mil bots e somam um tráfego de 800 milhões de mensagens por mês. Esse avanço tecnológico constante e veloz, quase sempre não é acompanhado pela acessibilidade que, em boa parte dos projetos de tecnologia é negligenciada promovendo a exclusão e afetando diretamente a experiência das pessoas com deficiência. O presente artigo tem como objetivo identificar os avanços da acessibilidade em interfaces conversacionais (chatbots), na web, através de uma revisão narrativa para que, em estudos futuros, possa ser criado um e-book de design para chatbots web com recomendações de usabilidade e acessibilidade.

1.4. Palavras-chave

1.4.1. chatbot

1.4.2. inclusão digital

1.4.3. acessibilidade

1.4.4. experiência do usuário

2. Desenvolvimento

2.1. Introdução

2.1.1. Inclusão digital

2.1.1.1. Inclusão digital “é o direito de acesso ao mundo digital para o desenvolvimento intelectual (educação, geração de conhecimento, participação e criação) e para o desenvolvimento de capacidade técnica e operacional” (Sampaio apud SPIGAROLI; SANTOS; SCHLÜNZEN; et al., 2005, pp. 213-214)

2.1.2. Design

2.1.2.1. Design da Informação

2.1.2.1.1. Também conhecido como “infodesign”, o design de informação lida diretamente com a forma com que o conteúdo é apresentado às pessoas; ou seja: dá-se importância não só para o que se diz, mas também para como se está sendo dito, no intuito de potencializar a captação da mensagem.

2.1.2.2. Design de Interfaces

2.1.2.2.1. Design de interface é a prática responsável pelo planejamento, desenvolvimento e aplicação de uma solução com o objetivo de facilitar a experiência do usuário e estimular sua interação com um objeto físico ou digital.

2.1.2.3. Design de Interação

2.1.2.3.1. Design de interação é uma área do design especializada no projeto de artefatos interativos, como websites, PDAs, jogos eletrônicos e softwares.

2.1.2.4. Design

2.1.2.4.1. “Design é a visualização criativa e sistemática dos processos de interação e das mensagens de diferentes atores sociais; é a visualização criativa e sistemática das diferentes funções de objetos de uso e sua adequação às necessidades dos usuários ou aos efeitos sobre os receptores”.

2.1.3. Acessibilidade

2.1.3.1. De acordo com o site Acessibilidade Brasil10, acessibilidade “representa para o nosso usuário não só o direito de acessar a rede de informações, mas também o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas, de disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos” (Acessibilidade Brasil, 2006, internet).

2.1.4. Usabilidade

2.1.4.1. A usabilidade é um atributo de qualidade relacionado à facilidade do uso de algo. Mais especificamente, refere-se à rapidez com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la. Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso, ele pode muito bem não existir. (NIELSEN e LORANGER 2007, p. xvi):

2.1.5. chatbot

2.1.5.1. Um chatbot é um software de inteligência artificial que pode simular uma conversa numa linguagem percetível ao utilizador. A tecnologia, que cada vez reúne mais interesse, tem como grande propósito a otimização da interação entre humanos e máquinas, nomeadamente para impulsionar os negócios das empresas. Do ponto de vista tecnológico, um chatbot representa a evolução natural de um sistema de pergunta-resposta que utiliza Natural Language Processing.

2.2. Método

2.2.1. Revisão Sistemática de Literatura

2.2.1.1. Base de dados

2.2.1.1.1. Scopus (21.500 periódicos)

2.2.1.1.2. Web of Scicence (12.000 periódicos)

2.2.1.1.3. SciELO (Periódicos brasileiros)

2.2.1.2. A Revisão Sistemática de Literatura consiste em um estudo exploratório secundário acerca de um tema e objetivo específicos. Segundo Dresch et al. (2015, p. 142), “são estudos secundários utilizados para mapear, encontrar, avaliar criticamente, consolidar e agregar os resultados de estudos primários relevantes acerca de uma questão ou tópico de pesquisa específico[...]” de modo a proporcionar ao pesquisador uma visão abrangente, mantendo este a par dos estudos recentes acerca de suas áreas e temas de interesse (DRESCH et al., 2015, p.143).

2.2.1.3. Critérios

2.2.1.3.1. Revisado por pares

2.2.1.3.2. Últimos 5 anos

2.2.1.3.3. Português e Inglês

2.2.1.3.4. Remoção de duplicados

2.2.1.3.5. Contém as palavras no título

2.2.1.3.6. Contém as palavras no resumo

2.2.1.3.7. Leitura dos resumos

2.2.1.3.8. Leitura dos artigos

2.2.2. Palavras-chave

2.2.2.1. Inglês

2.2.2.1.1. Conversational agent Chat bot Chatbot Chatterbot Virtual agent Personal assistant Virtual Assistant Conversational agent Conversational interface Accessibility Digital inclusion

2.2.2.2. Português

2.2.2.2.1. Agente conversacional Chat bot Chatbot Chatterbot Agente virtual Assistente pessoal Assistente virtual Agente conversacional Interface conversacional Acessibilidade Inclusão digital

2.3. Resultados

2.3.1. Quadros

2.3.2. Principais conceitos

2.4. Discussão

2.4.1. Diálogo entre a introdução e os resultados da RSL

2.5. Considerações

2.5.1. Estudos futuros

3. Pós-textuais

3.1. Referências

3.2. Apêndices e anexos

3.3. Agradecimentos