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Glifosato por Mind Map: Glifosato

1. N-fosfonometil. glicina

1.1. C3H8NO5P

1.1.1. LIMITADA SOLUBILIDADE

1.1.1.1. (1/2% A 25%)

1.2. POTENTE HERBICIDA DE PÓS-EMERGÊNCIA

1.2.1. LARGO ESPECTRO

1.2.2. NÃO SELETIVO

1.2.3. CONTRA 76 DE 78 PLANTAS INVASORAS MAIS AGRESSIVAS

1.3. POTENTE QUELANTE INDUSTRIAL

2. PROPRIEDADES SISTÊMICAS

2.1. DESTRUIÇÃO TOTAL DAS PLANTAS INVASORAS PERENES

2.1.1. TAIS COMO:

2.1.1.1. RIZOMAS DE SORGHUM HALEPENSE

2.1.1.2. CIRSIUM ARVENSE

2.1.1.3. CYPERUS SPP

2.1.1.4. AGROPYRON REPENS

2.1.1.5. CINODON DACTYLON

2.1.1.6. IMPERATRIZ CILÍNDRICA

2.1.1.7. PUERARIA LOBATA

2.2. RÁPIDA TRANSLOCAÇÃO

2.2.1. DAS PLANTAS PARA AS RAÍZES

2.2.2. RIZOMAS

2.2.2.1. CAULE QUE CRESCE HORIZONTALMENTE

2.2.2.2. SUBTERRÃNEA

2.2.3. MERISTEMAS APICAIS

2.2.4. MÓVEL NO FLOEMA

2.3. TRANSLOCAÇÃO RÁPIDA POR TODAS AS PARTES DAS PLANTAS

2.3.1. SE ACUMULA NAS REGIÕES MERISTÊMÁTICAS

2.3.1.1. PORÇÃO ÁEREA

3. APLICAÇÃO SOBRE A PLANTA

3.1. SINTOMAS FITOTÓXICOS

3.1.1. DESENVOLVE LENTAMENTE

3.1.1.1. MORTE OCORRE VÁRIOS DIAS OU SEMANAS APÓS APLICAÇÃO

3.1.1.2. ESTABILIDADE IN VIVO DO GLIFOSATO

3.1.1.2.1. EFEITOS FITOTÓXICOS IRREVERSÍVEIS

3.1.1.2.2. DEGRADAÇÃO DETECTÁVEL

3.2. SINTOMAS PÓS APLICAÇÃO

3.2.1. CLOROSE FOLIAR

3.2.1.1. SEGUIDA DE NECROSE

3.2.2. SINTOMAS FOLIARES

3.2.2.1. ENRUGAMENTO

3.2.2.2. MALFORMAÇÕES

3.2.2.2.1. ÁREAS DE REBROTAMENTO

3.2.3. NECROSE

3.2.3.1. RIZOMAS

3.2.3.2. MERISTEMAS

3.2.4. ESTOLÕES DE PLANTAS PERENES

3.3. PENETRAÇÃO

3.3.1. ATRAVÉS DE ROTAS

3.3.1.1. FORMULAÇÕES SOLUBILIZADA EM ÓLEO

3.3.1.1.1. PERMITE O GLIFOSATO PENETRAR PELA CASCA DE ESPÉCIES ARBÓREAS

3.3.1.2. RAÍZES DE CULTIVO EM SOLUÇÃO NUTRITIVA CONTENDO GLIFOSATO

3.3.1.2.1. ABSORVEM O HERBICIDA

3.3.1.3. SIMPLASTO

3.3.1.3.1. APLICAÇÕES NAS FOLHAS (FONTE)

3.4. FORTEMENTE ANIÔNICO

3.4.1. CARGAS NEGATIVAS DA PAREDE CELULAR E DO PLASMALEMA REPELEM GLIFOSATO

3.4.1.1. CONTRIBUI PARA O MOVIMENTO DO GLIFOSATO NO APOPLASMO

3.4.1.2. APRESENTA MOVIMENTAÇÃO

3.4.1.2.1. SIMPLASTICA

3.4.1.2.2. APOPLASTICA

3.4.2. FALTA DE UMA FORTE LIGAÇÃO

3.5. iNICIALMENTE

3.5.1. RÁPIDA ABSORÇÃO

3.5.2. SEGUIDA:

3.5.2.1. LONGA FASE DE LENTA PENETRAÇÃO

3.5.2.1.1. DURAÇÃO DE FASE:

4. INIBE

4.1. ENZIMA

4.1.1. 5-ENOLPIRUVIL-CHIQUIMATO-3-FOSFATO-SINTASE (EPSPs)

4.1.1.1. ROTA FINAL DO CHIQUIMITADO

4.1.1.1.1. FORMAÇÃO DO CORISMATO

4.2. DE QUE FORMA:

4.2.1. CATALISA

4.2.1.1. FOSFATO PIRUVATO

4.2.1.2. CONDENSAÇÃO DO ÁCIDO CHUIQUÍMICO

4.2.1.3. EVITANDO A SÍNTESE

4.2.1.3.1. TRÊS AMINOÁCIDOS

4.2.1.3.2. DISRUPÇÃO DA BIOSSÍNTESE

4.3. ENZIMAS EPSPs

4.3.1. PLANTAS

4.3.2. FUNGOS

4.3.3. BACTÉRIAS ISOLADAS

4.3.3.1. SUPERPRODUZEM A EPSPs

4.4. POTENTE INIBIDOR

4.4.1. SUBMICROMOLAR DA ENZIMA EPSPs

5. fUNÇÃO SOBRE A ATIVIDADE

5.1. 5-ENOLPIRUVILSHIQUIMATO-3-FOSFATO SINTASE (EPSPs)

5.1.1. PÓS APLICAÇÃO

5.1.1.1. REDUÇÃO ACENTUADA

5.1.1.1.1. AMINOÁCIDOS AROMÁTICOS

5.1.1.2. PLANTAS TRATADAS PARAM DE CRESCER

5.1.1.3. AUMENTO ACENTUADO

5.1.1.3.1. CONCENTRAÇÃO DE SHIKIMATO

5.2. GLIFOSATO

5.2.1. INIBE POR COMPETIÇÃO

5.2.1.1. EPSPsINTASE

5.2.1.1.1. SINTETIZADA:

5.2.1.2. COM O SUBTRATRO

5.2.1.2.1. PEP FOSFOENOLPIRUVATO

5.2.2. SE LIGA

5.2.2.1. PELA:

5.2.2.1.1. CARBOXILA DO ÁCIDO GLUTÂMINICO

5.2.3. REDUZ A SINTESE

5.2.3.1. FITOALEXINA

5.2.3.1.1. AUMENTO DA CONCENTRAÇÃO EM NÍVEIS TÓXICOS

5.3. DESRREGULAÇÃO

5.3.1. ROTA SHIKIMICO

5.3.1.1. RESULTA:

5.3.1.1.1. RESULTA NA PERDA DE CARBONOS DISPONÍVEIS