7 - Programação

Conteúdo da aula sobre programação de CLP para o curso de Engenharia elétrica da faculdade metropolitana de Porto Velho ministrada pelo professor Autran (www.profautran.com.br)

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7 - Programação por Mind Map: 7 - Programação

1. Conceitos básicos para programação

1.1. Programa

1.1.1. É a Lógica existente entre os pontos de entrada e saída e que executa as funções desejadas de acordo com o estado das mesmas.

1.1.2. Programa

1.1.2.1. Memória que não perde seu conteúdo quando desligada a alimentação. Normalmente contém o programa do usuário.

1.1.2.2. Programa

1.2. EEPROM

1.3. BIT

1.3.1. é a unidade para o sistema de numeração binário. Um bit éa unidade básica de informação e pode assumir 0 ou 1.

1.4. BYTE

1.4.1. Byte é uma unidade constituída de 8 bits consecutivos. O estado das entradas de um módulo digital de 8 pontos pode ser armazenado em um Byte.

1.5. WORD

1.5.1. Uma Word é constituída de dois Bytes. O valor das entradas e saídas analógicas podem ser indicados por Words.

1.6. CPU

1.6.1. É a unidade inteligente do CLP. Na CPU são tomadas as decisões para o controle do processo.

2. Linguagens de Programação

2.1. São definidas quatro linguagens pela norma internacional IEC-11313.

2.2. Tipos de Linguagens de CLP

2.2.1. Linguagens

2.3. Tipos

2.3.1. Textuais

2.3.1.1. Lista de Instruções - Instructions List

2.3.1.1.1. É basicamente a transcrição do diagrama de relés (Ladder), ou seja, a passagem de uma linguagem gráfica para uma linguagem escrita

2.3.1.1.2. Essa etapa foi importante nos primórdios do CLP, pois não existiam terminais gráficos como conhecemos atualmente, que permitem desenhar o diagrama Ladder na tela, usando o mouse

2.3.1.1.3. Antigamente os terminais de vídeo e os displays dos terminais de programação eram alfanuméricos; por isso, o programador precisava projetar o diagrama Ladder no papel e depois convertê-lo para a linguagem IL

2.3.1.1.4. Um compilador se encarregava de traduzir o IL para a linguagem de máquina (Assembler) do processador utilizado no CLP.

2.3.1.2. Texto Estruturado - Structured Text

2.3.1.2.1. É uma linguagem mais elaborada, considerada de alto nível, que usa o princípio de criação de sentenças para definir e informar ao CLP qual a lógica necessária em determinado ponto.

2.3.1.2.2. Como possibilita a utilização de mais de uma instrução por linha, agiliza e facilita a tarefa dos programadores em projetos mais complexos.

2.3.1.2.3. Com estrutura similar à de linguagens de programação, como o C++ e o Pascal, permite o uso de comandos específicos para a definição de laços de controle, ou seja, funções ou operações lógicas que devem ser executadas até que determinado evento ocorra ou que determinada contagem seja atingida (funções REPEAT-UNTIL, DO-WHILE, entre outras)

2.3.1.2.4. Possibilita a utilização de instruções condicionais, referindo-se a reações preestabelecidas do programa para o caso de certos eventos ocorrerem, desde que previamente considerados (funções IF-THEM-ELSE, CASE)

2.3.1.2.5. por ser uma linguagem mais rica, o emprego de equações trigonométricas (SIN – função seno) e matemáticas (SQRT–raiz quadrada)

2.3.1.2.6. Mesmo sendo uma linguagem mais fácil de ser compreendida e escrita, ainda demanda mão de obra especializada para a confecção e manutenção de programas.

2.3.2. Gráficas

2.3.2.1. Diagrama Ladder - Ladder Diagram

2.3.2.1.1. Atualmente é a linguagem mais utilizada

2.3.2.1.2. A linguagem Ladder foi originalmente desenvolvida para construir e melhor documentar circuitos a relés, utilizados em processos de produção

2.3.2.1.3. A principal vantagem de representar as lógicas de controle por meio de diagramas Ladder é que permite à engenheiros e técnicos de campo desenvolver "códigos" sem conhecimento prévio de outras lógicas de programação como o FORTRAN ou o C, devido à familiaridade com a lógica a relés.

2.3.2.1.4. Um dos principais problemas apresentados pela linguagem é a incompatibilidade entre CLP’s, mesmo entre modelos diferentes da mesma família. Embora a IEC 61131-3 tenha diminuído as diferenças mais marcantes entre os diferente CLP’s, transferir um código de um controlador para o outro ainda pode ser um trabalho custoso.

2.3.2.1.5. O nome Ladder deve-se à representação da linguagem se parecer com uma escada (ladder), na qual duas barras verticais paralelas são interligadas pela Lógica de Controle, formando os degraus (rungs) da escada. Portanto, a cada Lógica de Controle existente no Programa de Aplicação dá-se o nome de rung, a qual é composta por Colunas e Linhas

2.3.2.1.6. Exemplo

2.3.2.1.7. Outro Exemplo

2.3.2.1.8. Notação de Entradas e Saidas

2.3.2.1.9. Exemplo

2.3.2.2. Diagrama de Blocos Funcionais - Function Block Diagram

2.3.2.2.1. Utilizada na programação de CLPs, é uma linguagem gráfica baseada na interligação de blocos funcionais previamente disponibilizados pelos fabricantes ou que permite ao próprio programador construir os blocos a serem utilizados.

2.3.2.2.2. As entradas e saídas são conectadas a esses blocos criando malha de interconexões que possibilita a obtenção dos mesmos resultados de outras lógicas de programação.

2.3.2.2.3. Uma das grandes vantagens dos blocos funcionais é a reutilização de blocos dentro de um programa.

2.3.2.2.4. Exemplo

3. Passos para a automação de um equipamento com CLP’s

3.1. Passos

4. Etapas para a programação de um CLP

4.1. Etapas