DOENÇAS PULMONARES CRÔNICAS

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DOENÇAS PULMONARES CRÔNICAS por Mind Map: DOENÇAS PULMONARES CRÔNICAS

1. •Predisposição genética •Alterações climáticas •Estress •Contato com alérgenos e aeroalérgenos (exs.:Fumaça e Poeira) •Ingestão de determinados alimentos •Infecções e viroses como gripes e resfriados •Alguns medicamentos •Aspectos emocionais •Esforço físico demasiado

2. •Padrão respiratório ineficaz devido ao broncoespasmo •Limpeza ineficaz da via aérea devida às secreções espessas e ao estreitamento da via aérea •Risco de hipovolemia devido à hiperventilação e menor ingestão oral •Ansiedade relacionada à respiração difícil e à intervenção médica •Processos familiares alterados em virtude da enfermidade crónica •Distúrbios da auto-estima relacionados às restrições nas actividades e ao acompanhamento médico frequente

3. •Falta de ar •Ortopneia •Taquicardia •Taquipneia •Infecções respiratórias frequentes •Chiado ou ruido característico ao respirar •Tosse com catarro, seca, crônica, durante atividade física, à noite, forte ou leve •Irritação na garganta •Ansiedade •Pressão no peito

4. ☆☆☆☆☆OBS.: ASMA X DPOC: 1)A asma costuma aparecer na infância e a DPOC na idade adulta  2)A falta de ar da DPOC é progressiva e diária  3) Apenas o a DPOC está ligada diretamente ao tabagismo 4)A asma é reversível e passível de controle, ao passo que a DPOC é progressiva mesmo com o uso de medicamentos 5)Nem sempre o uso de broncodilatadores é efetivo contra os sintomas da DPOC. "É preciso parar de fumar e se proteger contra infecções das vias aéreas, mantendo em dia a vacinação contra pneumonia e gripe" 6)DPOC ---> agente nocivo ; completamente irreversível 7) Asma ---> agente sensibilizante ; completamente reversível 8)Ambos apresentam baixa saturação de oxigênio no sangue

5. Edema pleural

5.1. Acúmulo de líquido entre os tecidos que revestem os pulmões e o tórax

6. Infecção que surge em qualquer região do trato respiratório,  atingindo desde as vias aéreas superiores ou altas

6.1. Comum em inverno

6.2. Provocada por micro-organismos como vírus, bactérias ou fungos, de diversos tipos, tendo como sintomas a coriza, espirros, tosse, febre ou dor de garganta

7. ☆☆☆☆OBS.:Há um teste da Iniciativa Global para a DPOC (GOLD) que pode ser realizado para rastrear a doença. Basta responder sim ou não às questões abaixo: Você tosse diariamente? Você tem catarro todos os dias? Você se cansa mais do que uma pessoa da sua idade? Você tem mais de 40 anos? Você é fumante ou ex-fumante? Três respostas positivas indicam a necessidade de consultar um pneumologista para a realização de espirometria

8. ☆☆☆☆☆☆☆OBS.: A bronquite asmática crônica é semelhante à bronquite crônica. As pessoas apresentam sibilos(um assobio agudo durante a respiração), tosse produtiva e uma obstrução parcialmente reversível do fluxo de ar. Isso ocorre predominantemente em pessoas que fumam e têm asma

9. ☆☆☆OBS.:Pessoas com asma ou outras doenças respiratórias têm mais chances de desenvolver a DPOC caso sejam fumantes

10. ☆OBS.: Exames importantes para o diagnóstico de DPOC : •Raio-X do tórax •Espirometria

11. Amigdalite

12. Faringite

13. Pneumonia

13.1. Infecção que inflama os sacos de ar em um ou ambos os pulmões, que podem ficar cheios de líquido.

14. Tuberculose

15. Sinusite

16. Resfriado comum ou gripe

17. Bronquite crônica

17.1. É definida como tosse que produz escarro repetidamente durante dois anos consecutivos. Quando a bronquite crônica envolve obstrução do fluxo aéreo, ela se qualifica como bronquite obstrutiva crônica

18. Enfisema

18.1. É definido como a destruição generalizada e irreversível das paredes alveolares (as células que suportam os sacos de ar, ou alvéolos, que compõem os pulmões) e alargamento de muitos dos alvéolos

19. ASMA

19.1. Conceito

19.1.1. Asma é uma doença pulmonar causada pelo estreitamento dos bronquíolos que dificultam a passagem do ar e provocam as contrações (broncoespasmos) que reduzem ou impossibilitam a respiração.

19.2. Intervenção de enfermagem

19.2.1. •Administração de oxigenioterapia •Promover um padrão respiratório eficaz:  posicionar na posição Fowler para permitir o máximo de expansão pulmonar •Monitorização cardíaca/respiratória e avaliar, com frequência, os sinais vitais •Facilitar a limpeza eficaz da via aérea •Uso de broncodilatadores e alguns casos corticosteroides •Promover hidratação adequada •Reduzir a ansiedade •Orientar para evitar tabagismo e contatos com alérgenos e aeroalérgeneos •Evitar esforços desnecessários nas crises •Vacinação para prevenção contra IRA

19.2.2. •Fator emocional:Depressão •Pneumotórax •Insuficiência respiratória aguda •Anemia •Policitemia (aumento exagerado na quantidade de glóbulos vermelhos no sangue)

19.3. Sintomas e sinais

19.4. Fatores de risco

19.5. Diagnóstico de enfermagem

19.6. Complicações

19.6.1. •Infecções – bronquiectasia, pneumonia, bronquiolite. •Atelectasia, pneumotórax •Desidratação •Arritmias cardíacas •Hipotensão, hipertensão •Enfisema •Insuficiência respiratória e morte

20. DPOC

20.1. •Troca gasosa deficiente relacionada ao desequilíbrio entre ventilação e perfusão evidenciada pela cianose •Eliminação ineficaz das vias áereas relacionadas a broncoaspiração evidenciado por dispnéia e tosse •Intolerância à atividade física relacionada ao aumento da fadiga evidenciado pela dispnéia ao menor esforço •Nutrição alterada: menos do que as necessidades corporais relacionada ao aumento do metabolismo evidenciado pela perda excessiva de peso

20.2. Conceito

20.2.1. Um grupo de doenças pulmonares que bloqueiam o fluxo de ar e dificultam a respiração.

20.2.1.1. É a obstrução da passagem do ar pelos pulmões provocada geralmente pela fumaça do cigarro ou de outros compostos nocivos. 

20.3. Sinais e sintomas

20.3.1. •Chiado no peito •Aperto no peito •Excesso de muco nos pulmões (o paciente cria o hábito de “limpar a garganta” de manhã) •Lábios azul (cianose), devido a circulação de oxigênio no corpo abaixo do necessário •Infecções respiratórias frequentes •Cansaço e falta de energia •Tosse com catarro, seca ou devido ao tabagismo •Ansiedade, depressão, fraqueza muscular ou peito saliente •Perda de peso não intencional, em estágios mais avançados •Dispneia •Fadiga ou incapacidade de praticar atividade física •Taquipneia •Falta de ar •Infecções respiratórias frequentes

20.4. Fatores de risco

20.4.1. •Tabagismo(principal fator) •Exposição a gases •Deficiência de alfa-1- antitripsina •Idade

20.5. Diagnóstico de enfermagem

20.6. Intervenção de enfermagem

20.6.1. •Avaliar o grau de dispnéia e hipóxia •Administrar os broncodilatadores •Administrar os aerossóis •Estimular a tosse •Aumentar a oferta hídrica ao paciente •Monitorizar e instalar a oxigenoterapia •Drenagem postural(em caso de edema pleural) •Prevenir infecções •Observar os aspectos das secreções; •Estimular a vacinação contra influenza e S. pneumoniae •Treinar a respiração diafragmática •Promover repouso pois alimentação •Estimular as técnicas de conservação de energia •Orientar quanto ao uso dos medicamentos •Estimular o não tabagismo •Orientar quanto ao uso do oxigênio •Orientar ao acompanhamento médico •Estimular a conservação da energia •Estimular a participação em grupos; •Evitar os extremos de temperatura •Evitar contato com poluentes de ar

20.7. Complicações

21. ☆☆☆☆☆☆OBS.: Asma não causa pneumonia, mas pode predispor um paciente com pneumonia

22. ☆☆OBS.:Espirometria Exame que avalia o estreitamento dos brônquios, verificando a quantidade de ar que o paciente pode exalar depois de uma respiração profunda e quão rápido ele pode colocar o ar para fora. Exame que verifica a função pulmonar.

23. IRA