TERAPIA GÊNICA

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TERAPIA GÊNICA por Mind Map: TERAPIA GÊNICA

1. A genética é fundamental para as ciências básicas da educação médica pré-clínica, e tem importantes aplicações para medicina clínica, saúde pública e pesquisa médica. A genética atingiu um papel reconhecido como a especialidade que lida com o diagnóstico, o tratamento e o controle dos distúrbios hereditários

2. A terapia gênica pode ser classificada em duas categorias: terapia gênica somática e terapia gênica germinal. Na terapia gênica somática o material genético é inserido em células-alvo selecionadas, mas a informação genética não é passada para a próxima geração, ao contrário do que acontece na terapia gênica germinal.

3. Como é feita?

3.1. Coleta-se uma amostra do tumor ou tecido do órgão afetado;

3.2. Localiza-se o local do DNA que está alterado na doença;

3.3. São obtidos fragmentos de DNA que contém a informação correta e são colocados dentro do material genético de um vetor, que pode ser um vírus;

3.4. Injeta-se o novo vírus geneticamente modificado na amostra de tecido doente (o vírus também é alterado para não conseguir provocar doenças);

3.5. O tecido com o novo material genético é introduzido no organismo, para que assim as células passem a se comportar de forma saudável, corrigindo o defeito genético.

4. A terapia gênica é a esperança de tratamento para um grande número de doenças até hoje consideradas incuráveis por métodos convencionais, das hereditárias e degenerativas às diversas formas de câncer e doenças infecciosas.

5. Doenças que a terapia gênica pode tratar A terapia gênica é promissora para o tratamento de qualquer doença genética, entretanto, somente para algumas já pode ser realizada ou está em fase de testes. Alguns tratamentos disponíveis incluem: Tratamento do câncer, principalmente leucemias, linfomas, melanomas e sarcomas ou doenças causadas por mutações genéticas, como deficiência de adenosina deaminase, leucodistrofia metacromática ou síndrome de Wiskott-Aldrich, por exemplo. Este tipo de terapia também é promissora ao tratamento de outras doenças, como HIV, hemofilia, doença de Parkinson, além de diversas doenças auditivas ou visuais.