ECONOMIA INDUSTRIAL

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ECONOMIA INDUSTRIAL por Mind Map: ECONOMIA INDUSTRIAL

1. BARREIRA ESTRUTURAIS À ENTRADA

1.1. QUALQUER CONDIÇÃO ESTRUTURAL QUE PERMITE COMPETIÇÃO DESLEAL

1.2. CONCLUSÃO

1.2.1. SÃO UM ELEMENTO CONSTITUTIVO DO PRÓPRIO OLIGOPÓLIO, ELEMENTO-CHAVE DA FORMULAÇÃO DE UMA TEORIA DE CONCORRÊNCIA EM OLIGOPÓLIO, TANTO POTENCIAL QUANTO REAL

1.3. MODELO CONCEITUAL DE PREÇO LIMITE

1.3.1. ENTRADA FÁCIL

1.3.2. ENTRADA INEFICAZMENTE IMPEDIDA

1.3.3. ENTRADA EFICAZMENTE IMPEDIDA

1.3.4. ENTRADA BLOQUEADA

1.4. IMPORTANTE IMPLICAÇÕES SOBRE PREÇOS E QUANTIDADES PRATICADOS

1.5. BARREIRAS À SAÍDA: CONTESTABILIDADE

1.6. INTRODUÇÃO

1.6.1. RELAÇÃO PREÇO-CUSTO DE LONGO PRAZO

1.7. NA PRÁTICA

1.7.1. ELEMENTOS

1.7.1.1. EXISTÊNCIA DE VANTAGENS ABSOLUTAS DE CUSTOS A FAVOR DAS EMPRESAS ESTABELECIDAS

1.7.1.2. EXISTÊNCIA DE PREFERÊNCIAS DOS CONSUMIDORES PELOS PRODUTOS DAS EMPRESAS ESTABELECIDAS

1.7.1.3. EXISTÊNCIA DE ESTRUTURAS DE CUSTOS COM SIGNIFICATIVAS ECONOMIAS DE ESCALA

1.7.1.4. EXISTÊNCIA DE ELEVADOS REQUERIMENTOS DE CAPITAL INICIAL

1.7.2. VANTAGENS

1.7.2.1. CUSTOS

1.7.2.1.1. MELHORES CONDIÇÕES DE ACESSO A FATORES DE PRODUÇÃO

1.7.2.1.2. ACUMULAÇÃO DE ECONOMIAS DINÂMICAS DE APRENDIZADO

1.7.2.1.3. IMPERFEIÇÕES NOS MERCADOS DE FATORES

1.7.2.2. ECONOMIAS DE ESCALA

1.7.2.2.1. ESCALA MÍNIMA EFICIENTE

1.7.2.2.2. CUSTOS MÉDIOS DE PRODUÇÃO

1.7.2.3. DIFERENCIAÇÃO

1.7.2.4. REQUERIMENTOS INICIAIS DE CAPITAL

1.8. CONCORRÊNCIA

1.8.1. CONCORRÊNCIA POTENCIAL

1.8.1.1. COMPETIÇÃO POR LUCROS ENTRE EMPRESAS JÁ ESTABELECIDAS E NOVAS INTERESSADAS NA OPERAÇÃO DA INDÚSTRIA

1.8.2. CONCORRÊNCIA REAL

1.8.2.1. CONCORRÊNCIA EM FUNÇÃO DO NÚMERO E DO TAMANHO RELATIVO DAS DIVERSAS EMPRESAS

2. CONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL

2.1. INTRODUÇÃO

2.1.1. AGENTES ECONÔMICOS

2.1.1.1. COMPORTAMENTO DOMINANTE

2.1.1.1.1. PODER DE MERCADO

2.2. MEDIDAS DE CONCENTRAÇÃO

2.2.1. CONCORRÊNCIA

2.2.1.1. PADRÃO

2.2.1.1.1. DESEMPENHO

2.2.1.1.2. CONDUTA DOS PRODUTORES

2.2.1.1.3. RESULTADOS

2.2.2. INTERFERÊNCIA INSTITUCIONAL

2.2.3. ESTRUTURAS DE MERCADO

2.2.3.1. DISTRIBUIÇÃO

2.2.4. CONCENTRAÇÃO E DESIGUALDADE

2.2.4.1. IC ET

2.2.4.2. IC HH

2.2.5. MEDIDAS POSITIVAS E NORMATIVAS

2.2.5.1. PADRONIZAÇÃO

2.3. ESCOLHA

2.3.1. RAZÕES

2.3.2. CRITÉRIOS AXIOMÁTICOS

2.3.2.1. PRINCÍPIO DA TRANSFERÊNCIA

2.3.2.2. MINIMALIDADE EM SIMETRIA

2.3.2.3. CRITÉRIO DE LORENZ

2.3.2.4. NÃO DECRESCIMENTO EM FUSÕES HORIZONTAIS

2.3.2.5. NÃO CRESCIMENTO EM SIMETRIA

3. MODELO ECD

3.1. OBJETIVO

3.1.1. ANÁLISE DA ALOCAÇÃO DOS RECURSOS ESCASSOS SOB AS HIPÓTESES DE EQUILÍBRIO E MAXIMIZAÇÃO DE LUCROS

3.2. LACUNAS

3.2.1. FALTA DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDA ÀS CONDUTAS DAS EMPRESAS NO PROCESSO DE CONCORRÊNCIA

3.2.2. INCAPACIDADE DE LIDAR COM A EXISTÊNCIA DE DIFERENCIAIS DE LUCRATIVIDADE ENTRE EMPRESAS EM UMA MESMA INDÚSTRIA

3.2.3. QUESTÃO DA ENDOGENEIDADE