Razões pelas quais as boas estratégias fracassam: falhas na execução

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1. A responsabilidade da parte executiva

1.1. Contudo, o fator mais influente de todos talvez seja a desatenção com a parte executiva. No momento em que a empresa opta por um determinado tipo de ação, é espantoso verificar como é reduzido o número daqueles que a executam tal como combinado, observam os especialistas

2. Escolas de Pensamento de aperfeiçoamento

2.1. Uma escola enfatiza o elemento humano: basta colocar as pessoas certas no lugar certo e aquilo que se espera acontecerá. Contudo, nessa escola, também há divisões. Algumas empresas acreditam que as pessoas certas são contratadas, e não formadas. “A ideia é a seguinte: consiga os melhores profissionais para fazer o que você quer que façam; remunere-os adequadamente, independentemente do que esteja acontecendo”,diz Mankins.

2.2. Uma segunda escola dá ênfase não ao aspecto humano, e sim às melhorias do processo, diz Mankins. Larry Bossidy, CEO da Honeywell e co-autor de Execução: a disciplina que faz com que as coisas aconteçam, é um dos principais articuladores dessa linha de pensamento. Hrebiniak também é outro firme advogado de processos mais aprimorados. “Se a equipe de profissionais é ruim, é evidente que nada sairá direito. No entanto, quantas organizações saem por aí contratando gente ruim? Todas procuram contratar profissionais bons. Portanto, algo deve estar errado”, diz Hrebiniak. Mankins, porém, acredita que ambas as proposições têm méritos. Talvez sejam apenas dois lados de uma mesma moeda”, diz.

3. Estratégias ruins

3.1. As estratégias dão errado também porque os indivíduos resistem à mudança. É possível, por exemplo, que a matriz queira conferir um grau maior de padronização ao produto; entretanto, um executivo de marketing local discorda da idéia. “Talvez ele alegue que precise de mais nozes em sua barra de chocolate, ou que o tamanho do pacote deva ser diferente”, observa Steele. “Só é possível obter o custo/benefício e a consolidação desejada se todos concordarem que há uma estratégia comum a ser seguida.”

4. Fatos Culturais

4.1. Fatores culturais também podem atrapalhar o processo de execução. Às vezes, as empresas tentam aplicar uma estratégia consagrada pelo tempo e pela experiência sem se dar conta de que estão operando em mercados que requerem uma estratégia diferente.

5. Aperfeiçoamento

5.1. Especialistas da Wharton e da Marakon concordam que, a exemplo de tudo mais na gestão empresarial, o aperfeiçoamento do processo da execução não tem fim. Contudo, salientam que há algumas medidas capazes de propiciar ganhos incrementais. Por exemplo:

5.1.1. Desenvolvimento de um modelo de execução

5.1.2. Escolha do parâmetro de medição adequado

5.1.3. Não esquecer o plano

5.1.4. Avaliação constante do desempenho

5.1.5. Comunicação