FARMACOGENÉTICA

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FARMACOGENÉTICA por Mind Map: FARMACOGENÉTICA

1. Fatores farmacocinéticos e farmacodinâmicos, além de componentes clínicos e demográficos, influenciam a dose, a resposta e a tolerância à sertralina, sendo necessárias novas pesquisas para avaliar a validade dessas associações farmacogenéticas em crianças e adolescentes.

2. POLIMORFISMOS

2.1. Podem alterar a expressão e/ou a atividade de sítios de ligação de medicamentos, por afetarem a estabilidade do RNA mensageiro correspondente, ou modificarem a estrutura conformacional da proteína correspondente.

2.1.1. Consequência: podem levar à redução ou aumento da atividade da proteína codificada

2.2. Metabolismo dos fármacos - O catabolismo da vafarina.

2.2.1. A varfarina é hidroxilada a um metabólito inativo, inicialmente, por uma enzima hepática do citocromo P450, a CYP2C9.

2.2.2. Mais de 50 polimorfismos de nucleotídeos de base única (SNP) têm sido descritos nas regiões regulatórias e codificadoras do gene da CYP2C9.

2.2.3. Polimorfismos na CYP2C9 (alelos *2 e *3) têm sido relacionados a maior susceptibilidade a complicações hemorrágicas com o tratamento com varfarina e ambos os alelos levam a uma redução na atividade enzimática

3. APLICAÇÕES

3.1. Terapêutica medicamentosa individualizada

3.2. Maior eficiência e menor reação adversa

3.3. Redução dos custos com saúde

3.4. Terapia identificada precocemente

4. CONCEITO

4.1. Área da farmacologia clínica que estuda como diferenças genéticas entre indivíduos podem afetar as respostas aos fármacos.

4.2. As variações na resposta ao tratamento podem ser decorrentes de vários fatores tais como doenças, infecção, idade, sexo, gravidez, etc.

5. MEDICAMENTOS

5.1. Curso no organismo: Boca - Estômago - Absorção no intestino - Adição de radicais no fígado que aumentam a hidrofilia do fármaco - Ligação a um receptor - Atuação local - Excreção.

5.2. FÁRMACO + RECEPTOR = EFEITO

5.3. Janela Terapêutica - Faixa de valores entre o mínimo que o fármaco precisa para fazer efeito e o máximo para evitar a toxicidade.

6. HISTÓRIA

6.1. Déc. de 50 - Paralisia prolongada após o uso do suxametônio;

6.1.1. Paralisia após o uso da primaquina

6.1.2. Neuropatia periférica da isoniazida

6.2. Bases moleculares começam a ser elucidadas no final da déc. de 80 (gene CYP2D6)

7. CURIOSIDADE

7.1. Dois ou mais fármacos ingeridos no mesmo período

7.1.1. Quando chegam as duas demandas no fígado, o órgão não sabe qual metabolizar primeiro, consequentemente acaba não exercendo seu papel por completo e uma das metabolizações é prejudicada.

8. CAUSAS GENÉTICAS

8.1. Polimorfismos

8.1.1. SNP

8.1.2. CNV

9. FARMACOGENÔMICA

9.1. Estuda simultaneamente vários genes e suas interações

10. IMPORTANTE

10.1. Farmacogenética da Tolerabilidade e Resposta à Sertralina na Ansiedade Pediátrica e Transtornos Depressivos.