Envelhecimento e qualidade de vida: análise da produção científica da SciELO

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1. O que é envelhecer?

1.1. O envelhecimento pode ser definido como um processo sociovital multifacetado ao longo de todo ocurso da vida. A velhice denota o estado de “ser velho”,condição que resulta do processo de envelhecimento que gerações vivenciaram e vivenciam dentro de contextos sociais, políticos e individuais diversos.

2. Produção ciêntífica e democratização do conhecimento:

2.1. A produção científica é um processo contínuo de descoberta e democratização do conhecimento para a comunidade científica e a sociedade.

3. Método e objetivo de pesquisa

3.1. A pesquisa teve como objetivo analisar a quantidade e qualidade da produção científica sobre envelhecimento.

4. Dados encontrados

4.1. Aumento da população idosa versus qualidade de vida:

4.1.1. No Brasil o aumento da população idosa vem ocorrendo de forma muito rápida, sem a correspondente modificação nas condições de vida. Em 2025, o Brasil terá a sexta maior população de idosos do mundo

4.1.2. Estimativas projetam que o número de idosos até 2025 será superior a 30 milhões.

4.2. Qualidade de vida

4.2.1. O conceito de qualidade de vida relaciona-se a autoestima e ao bem-estar pessoal e abrange uma grande gama de aspectos, tais como:

4.2.1.1. Capacidade funcional, nível socioeconômico, estado emocional, interação social, atividade intelectual, auto-cuidado, suporte familiar, estado de saúde, valores culturais, éticos e religios e estilo de vida.

4.3. Melhorando a qualidade de vida: a política de desenvolvimento ativo

4.3.1. A política de desenvolvimento ativo parte do pressuposto de que para se envelhecer de forma saudável, é fundamental aumentar as oportunidades para que os indivíduos possam optar por um estilo de vida que inclui mudanças de hábitos alimentares e atividade física regular, acompanhado de acompanhamento psicológico.

5. Resultados obtidos

5.1. Publicação e autoria: Prediminancia fêminina, sendo 62% da autoria dos artigos.

5.2. Publicação de acordo com áreas de conhecimento: Psicologia (26,1%), Medicina (21%), Saúde Pública e Enfermagem (17%, cada), Psiquiatria (11%). Fonoaudiologia, Fisioterapia, Odontologia e Educação-Física contribuíram com apenas 1,4% do total, cada uma. Em nenhum dos artigos foram abordados assuntos referentes à Nutrição.

5.3. A importância da Nutrição navelhice:

5.4. A ausência de trabalhos na área de Nutrição torna urgente a mobilização dos nutricionistas na realização de pesquisas que relacionem qualidadede vida e dieta, uma vez que ter uma boa nutrição em todas as fases do ciclo da vida é fator determinante de qualidade de vida. A alimentação é a variável externa que mais afeta a velhice.

6. Conclusão e discussão

6.1. A população idosa é a que mais cresce no Brasil e, consequentemente, tem merecido a atenção de diversas áreas do conhecimento. Portanto, a produção científica sobre essa temática precisa ser maior e mais bem divulgada, tanto no meio acadêmico e científico como na sociedade em geral e nas revistas de divulgação.

6.2. O idoso é o público mais susceptível a doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão arterial, que comprometem sua saúde e seu bem-estar. Áreas como Nutrição e Educação-Física, precisam colaborar com mais pesquisas sobre prevenção dessas doenças e manutenção da qualidadede vida na velhice.

6.3. Porém é importante ressaltar que se observa nos últimos anos um maior número de publicações relacionadas ao envelhecimento, e o aumento da produção de artigos científicos pode representar um maior número de pesquisadores.