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Choque Hipovolemico por Mind Map: Choque Hipovolemico

1. PERDA DE SANGUE

1.1. Hemorragias

1.1.1. Interna: Úlcera perfurada, etc

1.1.2. Externa: Traumas, etc.

2. POR PERDA INTERNA DE LÍQUIDOS

2.1. Pancratite Queimaduras Obstrução intestinal

3. POR PERDA EXTERNA DE LÍQUIDOS

3.1. Vômitos Diarréia

4. Causado por uma redução do volume sanguíneo (hipovolemia). É o tipo mais frequente de choque.

5. No choque hipovolêmico ocorre uma redução do débito cardíaco em decorrência a diminuição do retorno venoso para o coração como consequência de uma perda súbita do volume intravascular.

5.1. Neste momento os mecanismos compensatórios na tentativa de aumentar o volume de líquidos circulantes ativam o sistema nervoso simpático e as respostas neuro - hormonais.

5.1.1. Se a situação ainda persistir é desviado para os órgãos vitais como coração, pulmão e cérebro o volume sanguíneo ainda existente provocando então uma redução na perfusão de certos órgãos como fígado, estômago e rins.

5.2. Caso não haja a reposição do volume perdido, os mecanismos compensatórios tornam-se ineficazes provocando então hipoperfusão celular e incapacidade de manter em níveis normais a oferta de oxigênio celular para o metabolismo, assim as células passam a utilizar o metabolismo anaeróbico desencadeando então acidose lática.

5.2.1. A estimulação simpática torna-se prejudicial, pois a mesma na tentativa de aumentar a frequência cardíaca, a contratilidade e a resistência vascular sistêmica acaba aumentando a sobrecarga cardíaca tendo como consequência um maior consumo miocárdico de oxigênio e aumento no metabolismo miocárdico.

5.3. Em decorrência a falta contínua de volume circulante não ocorre adequada liberação de oxigênio para o órgão vital neste caso o coração, criando então um ciclo vicioso. Com a incapacidade de fornecer oxigênio suficiente para o coração acaba forçando o metabolismo anaeróbico a satisfazer às necessidades energéticas celulares, como consequência o metabolismo anaeróbico não consegue fornecer suficientemente ATP a essas necessidades energéticas e é onde acaba sendo instalada a lesão isquêmica. Caso a situação continue pode ocorrer falência do órgão vital, o coração.

6. Para o choque hipovolêmico é feito através da transfusão sanguínea e a administração de soro diretamente na veia, sendo fundamental parar a causa do sangramento, ou a situação que leva à perda de líquidos.

7. Os achados físicos devem-se fundamentar na má perfusão tecidual sendo comuns os seguintes sinais e sintomas: •

7.1. • Letargia e falta de responsividade;

7.2. • Taquipneia tornando-se cada vez mais progressiva;

7.3. • Pele fria e pegajosa, pulsos fracos e filiformes;

7.4. Diminuição do débito urinário sendo caracterizada pela cor escura e concentrada. '