Elaboração dos Instrumentos de Pesquisa

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Elaboração dos Instrumentos de Pesquisa por Mind Map: Elaboração dos Instrumentos de Pesquisa

1. Oferece um meio para a gravação e preservação de fontes pessoais para preencher as lacunas dos documentos escritos. Ela não é inovação moderna, é antiga, o que é nova é a gravação magnética, usada em larga escala para capturar os relatos reais.

2. Questionário

2.1. É um instrumento quantitativo de coleta de dados.

2.2. É elaborado após a definição das etapas e de acordo com os objetivos da pesquisa.

2.3. O pesquisador deve estar atento ao problema, às hipóteses e às variáveis.

2.4. O questionário deve conter uma introdução que explique os objetivos da pesquisa, a forma de preenchimento e o tempo necessário para fazê-lo .

2.5. O pré-teste, tendo em vista verificar o tempo e a compreensão das perguntas pelos entrevistados. Ou seja, o pré-teste mostrará a clareza e precisão dos termos, a quantidade de perguntas, a forma e ordem das perguntas.

3. Estudo de caso

3.1. É uma categoria de pesquisa cujo objeto é uma unidade, uma instituição, uma empresa que se analisa profundamente.

3.2. Consiste em uma técnica de investigação empírica, que segue procedimentos específicos e tem o seu próprio planejamento de pesquisa.

3.3. É adequado para ser usado com uma ampla variedade de evidências, como: documentos, entrevistas e observações.

3.4. É uma estratégia de pesquisa que busca:

3.4.1. Investigar fenômenos contemporâneos dentro do contexto da vida real;

3.4.2. Os limites entre o fenômeno e o contexto que não são claramente evidentes e compõe-se de múltiplas fontes de evidências.

3.5. As análises descritivas são próprias dos estudos de caso na busca de análises precisas no plano específico do caso em estudo. As generalizações são frágeis nos estudos de caso, somente sendo possível com confiabilidade para casos similares.

4. A investigação científica, em geral, pressupõe o seguinte:

4.1. Definição da estratégia de coleta de dados mais apropriada ao problema de pesquisa;

4.2. Controle do investigador sobre os eventos;

4.3. Grau do foco sobre os fenômenos.

5. Observação Participante

5.1. Na observação participante, o pesquisador deve evitar qualquer interrupção no curso dos eventos em análise, esforçar-se para coletar a maior base de informações e interpretá-las à luz do objeto da sua investigação.

5.2. Ponto forte : possibilidade de coletar uma grande quantidade de informações.

5.3. Ponto Fraco : carência de padronizações nas informações obtidas

5.4. Não tem tido uma definição clara nas ciências sociais, ela também é identificada por alguns autores como observação de campo, observação qualitativa, observação direta e pesquisa de campo.

6. Método Histórico

6.1. Refere-se à compreensão do presente a partir do estudo do passado. Constitui-se em uma estratégia sistemática e objetiva, para localizar e interpretar evidências para compreender o passado, o presente e apontar tendências para o futuro.

6.2. Passado pode ser estudado de duas maneiras :

6.2.1. Pela memória pessoal buscando avaliar as suas verdades;

6.2.2. Mediante interpretação de determinados objetos julgados como vestígios do passado.

6.3. Os vestígios da história podem ser:

6.3.1. Testemunhos escritos (biografias, memórias, documentos públicos e crônicas, dentre outros);

6.3.2. Tradições orais (canções, cantos, etc.) ou vestígios de edifícios, monumentos e partes de seres mortos

6.4. Vantagens do método histórico: evita a interação entre o pesquisador e o objeto que está sendo investigado - diminui a possibilidade de "bias".

7. História Oral

7.1. É uma técnica complexa e muito ampla; objetiva compreender o que é relevante e significante para o entendimento da sociedade e que não é possível de ser coletado com os dados existentes.

7.2. É uma técnica de coleta de dados baseada no depoimento oral que tem por finalidade o preenchimento de lacunas existentes nos documentos escritos; é interdisciplinar; é caracterizada como uma técnica e como instrumento de captação de dados.

8. Revisão e Codificação dos Dados

8.1. A revisão dos dados deve ser feita ainda no campo, no momento da coleta e imediatamente após a conclusão da coleta, aproveitando as informações presentes na sua memória. Pois, caso necessário, o pesquisador pode voltar a campo e refazer a coleta.