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bioquimica

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1. Tudo o que tem massa e ocupa lugar no espaço;

1.1. Uma porção limitada constitui um corpo. Se o corpo apresentar uma aplicação prática, é chamado de objeto.

2. Existem três tipos físicos, sendo:

2.1. Sólido: ocupa porção definida no espaço; forma e volume definido, é rigido.

2.2. Líquido: tem volume definido e forma variável.

2.3. Gasoso: apresenta volume e forma variável.

3. Formada por átomos, partículas indivisíveis, indestrutíveis e intransformáveis;

3.1. Átomo é a menor partícula representativa de um elemento químico;

3.1.1. Átomo:

3.1.1.1. Átomos de um mesmo elemento são iguais; átomos de elementos diferentes são diferentes;

3.1.1.1.1. As substâncias são formadas pela união de átomos de elementos, numa proporção numérica simples;

3.1.2. Regra do octeto:

3.1.2.1. Todo átomos deve ter 8 elétrons em sua ultima camada;

3.1.2.2. Ligação iônica: ocorre entre átomos quando reagem entre si;

3.1.2.3. Ligação covalente: compartilhamento de um ou mais pares de elétrons entre os átomos, com a finalidade de formar moléculas estáveis;

3.1.2.4. O número atômico Z caracteriza o número de prótons que o átomo possui;

3.1.2.4.1. Número de massa A caracteriza a soma do número de prótons e nêutrons que o átomo possui. A= Z+n;

4. Água:

4.1. É uma matéria líquida;

4.2. Substância mais abundante nos sistemas vivos;

4.3. Pode ser regente ou produto;

4.3.1. Regente: estão no início da reação, são as que irão reagir, sofrer a transformação;

4.3.2. Produto: Substâncias resultantes da reação química;

4.4. Ela é solvente em situações polares;

4.4.1. Polares: possui carga;

4.5. Atua na regulação térmica;

4.5.1. Alto calor especifico;

4.5.1.1. Defesa no sangue para não aumentar ou diminuir a temperatura;

4.6. Matéria prima para produzir a fotossíntese;

4.7. Lubrificante; Saliva; Articulações;

4.8. Equilíbrio asmático;

5. Carboidratos

5.1. Monossacarídeos: um carboidrato;

5.1.1. exemplos: glicose, galactose, ribose;

5.1.2. facilmente colocados dentro da célula;

5.2. Dissacarídeo: dois monossacarídeos;

5.2.1. exemplos: maltose, sacarose, lactase;

5.2.2. conexões bioquímicas:

5.2.2.1. Trabalha na intolerância à lactose;

5.2.2.1.1. incapacidade de metabolizar açúcares; enzimas defeituosas;

5.3. Polissacarídeo: vários açucares pequenos;

5.3.1. exemplos: celulose, amido, glicogênio, quitina;

5.3.1.1. amido: açúcar reserva da árvore;

5.3.1.1.1. converte a glicose (reserva)

5.3.1.2. glicogênio: açúcar de reserva do nosso corpo;

5.3.1.3. quitina: estrutural de proteção do inseto;

5.3.2. conexões bioquímicas:

5.3.2.1. Fibras dietéticas:

5.3.2.1.1. quando chega ao intestino, ajuda no movimento peristáltico, porém, só auxilia bebendo água, caso o contrário provoca o ressecamento;

5.3.2.1.2. suga substâncias cancerígenas;

5.4. Funções:

5.4.1. Energia;

5.4.2. Palatabilidade;

5.4.3. Conservação;

5.4.4. Suporte e estruturação celular celulose;

5.4.5. Sinalizadores e receptores;

5.5. Ingestão excessiva:

5.5.1. hiperglicemia, glicosúria, síntese e armazenamento de gordura;

5.6. Ingestão reduzida:

5.6.1. consumo glicogênio da reserva, consumo triglicerídeos tecido adiposo (redução), consumo de proteínas (redução);

6. Aminoácidos e Peptídeos;

6.1. Aminoácidos:

6.1.1. são componentes das proteínas (ligações peptídeas);

6.1.2. há 20 tipos diferentes de aminoácidos;

6.1.3. há um bilhão de sequencias possíveis;

6.1.4. Tipos de aminoácidos:

6.1.4.1. aminoácidos naturais (não essenciais), produzidos pelo organismo; aminoácidos essenciais: não são sintetizados pelo organismo, sendo obtido através da alimentação.

6.1.4.2. Não essenciais:

6.1.4.2.1. alanina, asparagina, aspartato, cisteína, glutamato, glutamina, glicina, histidina, prolina, serina, tirosina;

6.1.4.3. Essenciais:

6.1.4.3.1. arginina, metionina, treonina, valina, isoleucina, fenilalanina, triptofano, lisina, leucina;

6.2. Ligações peptídeas:

6.2.1. ligação entre o grupo COOH e o grupo NH2; dipeptídeos, tripeptídeos, tetrapeptídeos, pentapetídeos, oligopeptídeos e polipeptídeos.

6.3. conexões bioquímicas:

6.3.1. produção de neurotransmissores (impulsos nervosos);

6.3.1.1. Tirosina e Triptofano;

6.3.1.1.1. doença de Parkinson, sistema de fuga ou luta, sensação de bem-estar/depressão;

7. Proteínas:

7.1. polímeros de aminoácidos;

7.1.1. ligados por ligações peptídicas covalentes;

7.1.1.1. poucas possuem atividade biológica;

7.2. conformações nativas;

7.2.1. apresentam alto peso molecular;

7.2.1.1. representam 50% a 80% do peso seco da célula;

7.3. Classificação:

7.3.1. composição;

7.3.1.1. simples: somente aminoácidos

7.3.1.1.1. conjugada: lipoproteínas; glicoproteínas; metaloproteínas;

7.3.2. níveis:

7.3.2.1. primária:

7.3.2.1.1. 1° etapa para construção da estrutura tridimensional da proteína;

7.3.2.2. secundária:

7.3.2.2.1. apresenta um enrolamento helicoidal; arranjo espacial;

7.3.2.3. terciária:

7.3.2.3.1. engloba as proteínas fibrosas e globulares;

7.3.2.3.2. posições mantidas: interações fracas ou as vezes por ligações covalentes (ligações dissulfeto);

7.3.2.4. quartenária:

7.3.2.4.1. as interações ocorrem por ligações não covalentes: pontes de hidrogênio e interações hidrofóbicas.

7.4. Níveis de estruturas proteicas:

7.4.1. Fibrosas:

7.4.1.1. α- queratina, colágeno;

7.4.1.1.1. envolvidas no processo de força e/ou flexibilidade das estruturas;

7.4.2. Proteínas globulares:

7.4.2.1. forma compacta;

7.4.2.1.1. enzimas, proteínas transportadoras, proteínas motoras, proteínas reguladoras, imunoglobulinas;

7.5. Funções:

7.5.1. Enzimática:

7.5.1.1. toda enzima é um proteína;

7.5.1.1.1. são reguladoras das reações;

7.5.2. Hormonal:

7.5.2.1. substâncias elaboradas pelas glândulas endócrinas liberados no sangue inibir ou estimular a atividade de certos órgãos;

7.5.2.1.1. exemplo: insulina;

7.5.3. Sistema imunológico:

7.5.3.1. proteínas capazes de reconhecer substâncias estranhas; anticorpos ou imunoglobulinas;

7.5.3.1.1. reação altamente específica;

7.5.4. mudanças conformacionais podem afetar o seu bom funcionamento;

7.5.4.1. a estrutura determina sua função;