ABORDAGENS E TÉCNICAS DE PESQUIS PARTICIPATIVA EM GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS

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ABORDAGENS E TÉCNICAS DE PESQUIS PARTICIPATIVA EM GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS por Mind Map: ABORDAGENS E TÉCNICAS DE PESQUIS PARTICIPATIVA EM GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS

1. Modelo Classico de Gestão Classificação Stakeholders

1.1. Poder

1.2. Interesse

2. ANÁLISE DE STAKE HOLDERS Sig. Partes Interessadas

2.1. FOCO

2.1.1. CAPITAL

2.1.2. PROP. PRIVADA

2.1.3. MARGINALIZADOS

2.2. DIVERGÊNCIA

2.2.1. PUBLICO

2.2.2. PRIVADO

2.3. SUSTENTABILIDADE DE S.G

2.3.1. 8 PASSOS

2.3.1.1. IDENTIFICAR

2.3.1.1.1. QUEM SÃO

2.3.1.2. VALOR E VISÃO

2.3.1.3. INTERESSE E OBJETIVO

2.3.1.4. CONFLITOS

2.3.1.4.1. EXISTENTES

2.3.1.4.2. POTENCIAIS

2.3.1.4.3. Relações sociais entre Stakeholders

2.3.1.5. RECURSOS

2.3.1.5.1. Influência, autoridade e poder

2.3.1.6. IMPACTOS

2.3.1.6.1. Sociais

2.3.1.6.2. Econômicos

2.3.1.7. ADEQUAÇÃO PARTICIPACÃO

2.3.1.8. IDENTIFICAR COALIZÕES

2.4. A RELEVÂNCIA DA S.A.

2.4.1. RELAÇÕES COMPLEXAS

2.4.1.1. Vários Grupos

2.4.1.2. Mesmo Recurso de interesses

2.4.2. TRANSESCALARES

2.4.2.1. Nichos que se atravessam

2.4.2.1.1. Sociais

2.4.2.1.2. Políticos

2.4.2.1.3. Econômicos

2.4.2.1.4. Governamentais

2.4.3. APROPRIAÇÃO

2.4.3.1. Não evidente

2.4.3.2. Livre Acesso

2.4.4. PROBLEMAS DE EXTERNALIDADES

2.4.4.1. Econômicos

2.4.5. STAKEHOLDERS EM DIFERENTES NÍVEIS

2.4.5.1. Agendas

2.4.5.2. Interesses

2.4.6. REPRESENTAÇÃO INSUFICIENTE

2.4.7. TRADE OFFS e ANALISE CUSTO OPORTUNIDADE

3. Diagnóstico rural participativo (PRA)

3.1. Antropologia social (comportamento do homem)

3.1.1. população local é capaz de conduzir suas próprias pesquisas

3.1.2. observador deve ser paciente

3.1.3. aumenta a confiança

3.1.4. empoderamento da população local

3.1.5. várias visitas de campo

3.1.6. bastante comunicativo

3.1.7. Conscientiza as pessoas da problemática local

3.2. Princípios

3.2.1. Deixe que eles façam

3.2.1.1. pesquisador é um facilitador

3.2.2. Consciência autocrática

3.2.2.1. o pesquisador avalia seu próprio comportamento para criar melhores oportunidades de aprendizagem

3.2.3. Responsabilidade pessoal

3.2.3.1. mais bom senso do que regras ou métodos rígidos de pesquisa

3.2.4. Compartilhar

3.2.4.1. ideias e informações entre as pessoas do local e pesquisadores de fora

3.3. Técnicas de dinâmica de grupo

3.3.1. técnica da árvore de causa-e-efeito de problemas

3.3.2. análise de mudanças e tendências

3.3.3. anásile SWOT

4. diagnóstico rápido rual (RRA)

5. pesquisa-ação participativa - PAR

5.1. a inclusão de comunitários em todos os passos da pesquisa , incluindo os grupos mais marginalizados e carentes

5.2. o compromisso do pesquisador facilitador de permanecer no processo por um longo periodo de tempo e desenvolver ações com base no conhecimento gerado de forma diáloga

5.3. a democratização da produção e dos usos do conhecimento , isto é , a negociação - de maneira justa e aberta no inicio do processo - sobre o dominio do produto ( o conhecimento) em termos de métodos usados , interpretação e disseminação dos resultados

5.4. sobre a capacidade dos seres humanos de refletir, aprender e promover mudanças

5.5. a seleção de técnicas de pesquisa de acordo com sua adequação à situação local (essas técnicas dever ser ensinadas aos comunitários para que possam dar continuidade à pesquisa mesmo após a partida do pesquisador - facilitador)

5.6. a imparcialidade ética nos benefícios do processo de geração de conhecimento , os resultados da pesquisa-ação devem benificiar as comunidades , sendo efetivamente apropriadas pelas mesmas

5.7. o compromisso de promover mudanças sociais de forma não violenta

6. anos 60 e 70

6.1. prioridade com o ambiente físico em relação ao social

6.2. informações e analises por pessoas externas

6.2.1. Se consideravam peritos no assunto

6.2.2. negligenciavam o conhecimento técnico e ecológico local

6.2.2.1. deixavam de ouvir informações necessárias para a pesquisa

6.3. pesquisa de forma rápida

6.3.1. gerava desconfiança

6.3.1.1. davam informações erradas por desconfiança

7. anos 90

7.1. desenvolvimento de projetos de gestão de recursos naturais

7.2. participação local recomendada

7.3. planos de gestão socioecológicas locais

7.4. PESQUISA PARTICIPATIVA COMO FERRAMENTA

7.4.1. envolvimento comunitario

7.4.2. gestão de recursos natuais

7.4.3. sustentabilidade

7.4.4. empoderamento da população menos favorecida

8. anos 80

8.1. mudança no paradigma de desenvolvimento e gestão de recursos naturais

8.1.1. manejo dos recursos naturais

8.1.2. conservação de áreas protegidas

8.1.3. conservação da biodiversidade

8.2. conhecimento ecológico/práticas e crenças