Qualidade de Vida no Trabalho

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Rocket clouds
Qualidade de Vida no Trabalho por Mind Map: Qualidade de Vida no Trabalho

1. Fatores

1.1. Segundo Fernandes (1996), a QVT aborda fatores físicos, psicológicos, tecnológicos e sociológicos na organização do trabalho refletindo diretamente na produtividade e na satisfação dos colaboradores (MONTEIRO; SANTOS, 2017).

2. Origem

2.1. Segundo RODRIGUES (1999) a qualidade de vida sempre foi objeto de preocupação da raça humana. Exemplificando, os ensinamentos de Euclides (300 a.C) de Alexandria serviram de inspiração para a melhoria do método de trabalho dos agricultores a margem do Nilo.

2.1.1. No século XX, muitos pesquisadores contribuíram para o estudo sobre a satisfação do indivíduo no trabalho, entre eles destacam-se: Helton Mayo, Abahan Maslow, Douglas McGregor e Frederick Herzberg.

3. Conceito

3.1. "Capacidade de administrar o conjunto de ações, incluindo diagnóstico, implantação de melhorias e inovações gerenciais, tecnológicas e estruturais no ambiente de trabalho, alinhada e construída na cultura organizacional, com prioridade para o bem estar das pessoas da organização." (Limongi França, 2008)

4. Dimensões

4.1. Segundo Lacombe (2011)

4.1.1. Dimensões do Trabalho: Fisiológica, Psicológica, Social, Econômica, Poder, Poder Econômico.

5. Indicadores de QVT na empresa

5.1. Segundo Walton (2001)

5.2. Renda adequada no trabalho Equidade interna Equidade externa Jornada de trabalho razoável Ambiente físico seguro e saudável Autonomia Significado da tarefa Identidade da tarefa Variedade de habilidade Retroinformação Possibilidade de carreira Crescimento pessoal Segurança no emprego Igualdade de oportunidades Relacionamento Senso comunitário Respeito às leis e direitos trabalhistas Privacidade pessoal Liberdade de expressão Normas e rotinas Papel balanceado do trabalho Imagem da empresa Responsabilidade social pelos empregados Responsabilidade pelos produtos e serviços

6. Vantagens

6.1. Unir de interesse comum dos colaboradores centralizando-se em um único objetivo, mesmo os profissionais sendo de áreas diversificadas. (MAXIMILIANO, 2007).

6.1.1. A flexibilidade de horários.

7. Desvantagens

7.1. A administração resiste à mudança porque duvida que os seus benefícios justifiquem a perturbação potencial da produção ou serviço (WERTHER, 1983)

7.1.1. Funcionários e sindicatos criam certo receio a implementação, pois acabam julgando que qualquer programa vantajoso para a administração provavelmente não os beneficie.