Contextualização do conceito de Deficiência à luz de indicadores teóricos

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Contextualização do conceito de Deficiência à luz de indicadores teóricos por Mind Map: Contextualização do conceito de Deficiência à luz de indicadores teóricos

1. 4. A educação escolar brasileira

1.1. O Brasil vem buscando políticas voltadas à inclusão

1.1.1. Com o objetivo de “reparo” ao atendimento às pessoas ou estudantes com deficiência

1.1.2. Através de leis e documentos nacionais e internacionais

2. 2. Da Antiguidade a Contemporaneidade

2.1. Antiguidade em Roma e Grécia Antiga

2.1.1. O "valor" do homem estava vinculado de acordo com os preceitos da natureza

2.1.2. A "pessoa diferente", era preceitos da nobreza

2.1.3. Era excluída em razão da sua deficiência

2.1.4. Associada a uma "ineficiência", pois não seria produtiva

2.2. Na Bíblia

2.2.1. Menciona o "diferente" ao: cego, manco e ao leproso, como sendo pedintes ou rejeitados

2.2.2. Visto através do medo que "a doença" representada

2.2.3. Amaldiçoado pelos deuses

2.2.4. As pessoas com "retardo mentais", serviam-se de "bobo" ou "palhaço" para a diversão dos senhores e de seus hóspedes

2.3. No Cristianismo

2.3.1. As pessoas doentes, "defeituosas" e/ou mentalmente afetadas não podiam ser exterminadas

2.3.2. Dependiam da caridade humana

2.3.3. Serviam como fonte de diversão e material de exposição

2.4. Inquisição e a Reforma Protestante

2.4.1. A partir do século XII

2.4.2. Era considerada "demoníaca"

2.5. Revolução Burguesa

2.5.1. Relacionado à natureza orgânica , fruto de causas naturais

2.5.2. Passou a ser tratada por meio da alquimia, da magia e da astrologia

2.5.3. Com novos avanços da medicina, elucidaram a tese da organicidade e a do desenvolvimento por meio da estimulação

2.6. Atualmente

2.6.1. O "tratamento" são marcados por uma nítida exclusão

2.6.2. Possuem seus diretos garantidos, mediante a uma política nacional, leis e outros documentos nacionais e internacionais

3. 5. Os paradigmas

3.1. 1854 e 1857: Criação das instituições: O Imperial Instituto dos Meninos Cegos (atualmente IBC); e o Institulo dos Surdos Mudos (hoje, INES)

3.2. 1926: Instituto Pestalozzi, especializada no atendimento às pessoas com deficiência mental

3.3. 1954: Fundada a Primeira Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)

3.4. 1945: Criado o primeiro atendimento educacional especializado às pessoas com superdotação

3.5. ONU 1948: Declaração Universal dos Direitos Humanos, Art. 1

3.6. LDBEN

3.6.1. Lei 4.024/61: Art. 88 e 89

3.6.2. Lei 5.692/71: Art. 9

3.6.3. Lei 9.394/96: Capítulo 5

3.7. CF88: Art. 208, Parágrafo III

3.8. UNICEF 1990: Declaração Mundial sobre Educação para Todos

3.9. ECA: Lei 8.069/90, Art. 54 Parágrafo III

3.10. 1994: Portaria do MEC Nº 1.793

3.11. 1999: Dispõe sobre a Política nacional para a integração da pessoa portadora de deficiência, decreto Nº 3.298

3.12. Resolução CNE/CEB Nº 2, 9 e 17 de 11 de setembro de 2001

3.13. PNDH 2010: Objetivo Estratégico IV

3.14. 2002: Dispõe sobre a LIBRAS como meio Legal de Comunicação e Expressão Lei Nº 10.436

3.15. 2002: Aprovada o Projeto de Grafia Braille para L. Portuguesa em todas as modalidades de ensino. Portaria MEC: Nº 2.678

3.16. Outras Referências Internacionais

3.16.1. 1990: Declaração de Jomtiem (Tailândia)

3.16.2. 1994: Declaração de Salamanca (Espanha)

3.16.3. 1999: Convenção da Guatemala

3.16.4. 2006: Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência

3.16.5. 2013: Relatório da UNICEF sobre a situação mundial da infância

3.16.6. 2015: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Milênio (ODM) Metas 4.1; 4.5 e 4.7

4. 1. Tempos de inclusão

4.1. Agrupamentos

4.1.1. Sociais

4.1.1.1. A nobreza (senhores que detinham o poder social, político e econômico)

4.1.2. Populacho

4.1.2.1. Considerados sub-humanos, dependentes economicamente e propriedade dos nobres

5. 3. Procedimentos Metodológicos

5.1. Concepções

5.1.1. A: Orgânica

5.1.2. B: Psicossocial

5.1.3. C: Histórico-cultural

5.1.4. D: Metafísica

5.2. Literatura Internacional

5.2.1. Llewellyn & Hogan (2000)

5.2.2. Goffman (1998, 1963)

5.2.3. Vigostski (1997)

5.2.4. Telford & Sawrey (1988)

5.2.5. Vash (1988)

5.2.6. Leontiev (1978)

5.3. Referências Locais

5.3.1. Carvalho-Freitas e Marques (2010)

5.3.2. Diniz (2007)

5.3.3. Camargo e Torezan (2004)

5.3.4. Januzzi (2004)

5.3.5. Oliveira (2002, 2004)

5.3.6. Aranha (2001, 2003)

5.3.7. Garcia (1999)

5.3.8. Mendes (1995)

5.3.9. Omote (1994, 1996)

5.3.10. Amaral (1992, 1998)

5.3.11. Pessotti (1984)