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SRIS por Mind Map: SRIS

1. DIAGNÓSTICO

1.1. Características Clínicas

1.1.1. Pode ser definida por dois ou mais dos sintomas relacionados a seguir: febre (temperatura > 38°C) ou hipotermia (< 36°C), taquicardia (> 90 bpm), taquipnéia (> 20 rpm) ou hiperventilação (PaCO2 < 32 mmHg), e leucocitose ou leucopenia (> 12.000 células.µL-1 ou < 4.000 células.µL-1) ou desvio à esquerda (neutrófilos imaturos com mais de 10% (CICARELLI, Domingos Dias; VIEIRA, Joaquim Edson; BENSENOR, Fábio Ely Martins. 2007)

1.2. Exames Laboratoriais

1.2.1. Hemograma completo, proteínas totais, glicose sérica, enzimas hepáticas, eletrólitos, perfil de coagulação

2. TRATAMENTO

2.1. Para diminuir a progressão da SIRS e melhorar o resultado, drogas, como glicocorticoides e anti-inflamatórios são utilizados, glicocorticoides têm um importante efeito imunossupressor, que reduzem a transcrição de genes pró-inflamatórias inibindo o fator nuclear kappa B (CICARELLI, Domingos Dias; BENSENOR, Fábio Ely Martins; VIEIRA, Joaquim Edson. 2006)

3. ETIOLOGIA

3.1. Pode ser desencadeada por inúmeras patologias:

3.1.1. Trauma, hipovolemia, peritonite, pneumonia, torção vólvulo gástrica, neoplasia, pancreatite e procedimentos anestésicos e cirúrgicos

4. A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SRIS) é uma manifestação clínica da inflamação aguda do endotélio, condição muito comum em pacientes graves no período pós-operatório

5. INCIDÊNCIA

5.1. As síndromes inflamatórias sistêmicas de etiologia infecciosa ou síndromes sépticas (sepse, sepse grave e choque séptico) são situações de grande ocorrência nas UTI, sendo causa de até 50% das mortes nessas unidades. Tanto a morbidade quanto a mortalidade dessas síndromes têm aumentado nas últimas décadas, porque cada vez mais se tratam pacientes gravemente doentes e em estágios de doença cada vez mais avançados CARVALHO, Paulo R. A. et al. 2005).