Espirometria

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Espirometria por Mind Map: Espirometria

1. TÉCNICA: Inspira-se profundamente até encher plenamente os pulmões (capacidade pulmonar total) e, em uma expiração rápida (não tão brusca como na tosse), sopra -se todo o volume de ar contido nos pulmões a té o maior tempo possível (geralmente, não menos que 6s). Com essa manobra, obtêm-se os diversos p arâmetros necessários, princip almente a capacidade vital forçada (CVF), que é o volume máximo de ar eliminado, e o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF¹).

1.1. CRF

1.2. VR

1.3. VC

1.4. VRE

1.5. VRI

1.6. CI

1.7. CV

1.8. CVF

1.9. VEF

1.10. PFE

2. Padrão Obstrutivo

2.1. VEF¹/CVF < 0,7

2.1.1. PASSO 1: Relação VEF¹/CVF < 0,7  distúrbio ventilatório obstrutivo. o PASSO 2: Analisa-se VEF¹ para avaliar a gravidade de acordo com os índices. o PASSO 3: Analisa -se CVF para avaliar presença de distúrbio restritivo. Se estiver reduzido utilizamos a equação:

2.1.1.1. %CVF - %VEF¹ ➡️ > 25% obstrução com CVF reduzido ➡️ 13 - 24% sugere distúrbio obstrutivo ➡️ 12% sugere distúrbio misto.

2.2. O CVF reduzido se deve ao fato de que o aumento da pressão pleural na expiração oclui as vias aéreas quase totalmente causando aprisionamento de ar nos alvéolos.

2.2.1. VEF¹ > ou = 60% ➡️ distúrbio leve VEF¹ 40-59% ➡️ distúrbio moderado VEF¹ < 40% ➡️ distúrbio grave.

2.3. o CVF pode estar reduzido (<80%)

2.4. Se fez broncodilatador e CVF normalizou não há distúrbio restritivo.

2.5. CPT pode estar normal ou aumentada nesse padrão.

3. Padrão Restritivo

3.1. No padrão restritivo %VEF¹ > % CVF

3.2. A CVF é caracteristicamente reduzida nesses distúrbios

3.3. A relação VEF¹/CVF é normal quando > ou = 0,7. Ou seja, 70% do ar é expelido no primeiro segundo.

3.3.1. Exame normal

3.3.1.1. Se a relação está normal, porém CVF não apresenta redução temos uma espirometria normal.

3.3.2. Padrão inespecífico

3.3.2.1. se a relação VEF¹/CVF, CPT e VR est ão normais, porém há pequena redução da CVF indica padrão in específico. Este p adrão pode ocorrer e m obesos, ICC, asmáticos compensados, no qual ocorre uma pequena hiperinsuflação. Só deve ser considerado quando: Há dados indica tivos de doença restritiva, asma ou DPOC ; O CVF pós broncodilatador permanece reduzido; Difusão CO está normal.

3.3.3. Padrão restritivo

3.4. CVF 65 – 79% ➡️ distúrbio leve o CVF 51 – 75% ➡️ distúrbio moderado CVF < 50% ➡️ distúrbio grave

4. Obstrução alta das vias aéreas

4.1. PFE diminuído

4.2. Curvas fluxo- volume

4.3. Calibre < 7

5. Teste com broncodilatador

5.1. Não diferencia DPOC de asma!

5.2. DPOC é confirmada pela relação pós–broncodilatador VEF1/CVF < 0,7

5.3. Para critério de resposta, consi derar VEF¹ ou CVF: aumento de 200mL e 12% em valo r relativo e variação no VEF¹ > 10%

5.4. Uso de 400mcg de salbutamol e após 15 min novo teste

6. Indicações para espirometria

6.1. Diagnóstico, avaliação de gravidade, a companhamento pré-operatório, incluindo ressecção pulmonar, rastreamento de doenças pulmonares

7. O que a espirometria NÃO mede:

7.1. Volume Residual (VR)

7.2. Capacidade Residual Funcional

7.3. Capacidade Pulmonar Total

8. Contra- indicações para a espirometria

8.1. Hemoptise de causa desconhecida, pneumotórax, instabilidade cardiocirculatória, IAM recente, aneurismas, cirurgia ocular recente, náuseas ou vômitos; cirurgia torácica ou abdominal recente.

9. Critérios para aceitação do teste

9.1. Assegurar inspiração máxima

9.2. Expiração de início abrupto e sem hesitação

9.3. O PFE é o menor índice para avaliar o esforço respiratório

9.4. Manobras aceitáveis devem ter variação máxima de 10% ou 500ml do PFE em relação à anterior

9.5. Duração da expiração forçada > 6 segundos

9.6. Platô evidente de pelo menos 1 segundo

9.7. 3 curvas aceitáveis, sendo duas delas reproduztíveis

9.8. A ausência de manobras aceitáveis após 8 tentativas prejudica a validade do exame

9.9. Crianças, jovens e restritivos podem ter esvaziamento pulmonar completo < 6s tornando-se aceitáveis se platô no último segundo

10. INTERPRETAÇÃO DAS INFORMAÇÕES

10.1. VEF e CVF previstos: > ou = 80% ➡️ A quantificação do grau de obstrução brônquica e a resposta aos broncodilatadores são obrigatórias na assistência dos pacientes asmáticos, enfisematosos e bronquíticos. ➡️A medida dos volumes pulmonares faz parte d a avaliação dos pacientes com enfisema e infiltrações pulmonares difusas. ➡️ A medida da capacidade de difusão (DCO) auxilia na avaliação de enfisema e alterações intersticiais pulmonares difusas ➡️ Os testes de broncoprovocação (TBP) tem utilidade na investigação da tosse crônica e na melhor caracterização da asma em casos de mais difícil diagnóstico.

11. Resumo