TROMBOSE

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TROMBOSE por Mind Map: TROMBOSE

1. pela imobilização favorece trombose nas veias profundas dos membros inferiores e pélvicas, acometendo 10 a 15% dos pacientes submetidos a cirurgias de maior porte, 30% dos internados em unidades de terapia intensiva e 40 a 60% dos indivíduos após cirurgia por fraturas da pelve.

2. Trombose resulta de ativação patológica do processo normal da coagulação sanguínea, que pode ocorrer quando existe: ( 1) lesão endotelial, fator que sozinho pode iniciar a trombose; (2) alteração do fluxo sanguíneo (3)hipercoagulabilidade do sangue.

3. é o processo patológico caracterizado pela solidificação do sangue dentro dos vasos ou do coração, em indivíduo vivo.

4. Trombo é a massa sólida formada pela coagulação do sangue.

5. Coágulo, por outro lado, significa massa não estruturada de sangue fora dos vasos ou do coração ou formada por coagulação após a morte.

6. ETIOPATOGÊNESE

7. (1)-Lesão endotelial-> A integridade do revestimento vascular pelas células endoteliais é essencial para a manutenção da fluidez do sangue, razão pela qual lesões estruturais ou funcionais do endotélio associam-se muitas vezes à formação de trombos.

8. (2)-Alterações do fluxo sanguíneo-> Duas situações favorecem trombose: (1) retardamento do fluxo. Redução da velocidade do sangue é fator importante na gênese de trombos venosos. Insuficiência cardíaca, dilatação vascular, aumento do hematócrito, aumento da viscosidade do sangue ou redução da contração (bomba) muscular (especialmente em pacientes acamados) diminuem a velocidade sanguínea, favorecem a agregação de hemácias e plaquetas e são causa frequente de trombose venosa.

9. (3)-Hipercoagulabilidade-> Pode ser provocada por: (1) aumento do número (trombocitose) ou modificações funcionais de plaquetas, como variações dos receptores da superfície plaquetária; (2) alterações de fatores pró- ou anticoagulantes, congênitas ou adquiridas. A importância de um componente genético na patogênese da trombose tem sido cada vez mais reconhecida nos últimos anos. No entanto, fatores genéticos têm papel diferente na trombose venosa e na arterial;

10. Trombose venosa profunda é complicação comum em pacientes acamados, principalmente após cirurgias. Além da liberação de tromboplastina por traumatismos prévios e pelo próprio ato cirúrgico, redução do fluxo venoso;

11. Evolução : Consequências -> Logo depois da formação de um trombo, ocorre ativação do sistema de fibrinólise e iniciam-se reações locais relacionadas com a organização desse sistema. A interação desses três elementos (formação, lise e organização) determina a evolução e as consequências da trombose.

12. Crescimento-> Se o processo de coagulação predomina sobre a trombólise, ocorre aumento do trombo a partir da cabeça ou da cauda ou mesmo oclusão da luz. Com isso, ocorre obstrução vascular, que é a principal consequência dos trombos: (a) em artérias, provocam isquemia ; (b) em veias, dificultam o retorno venoso, aumentam a pressão hidrostática e provocam edema; dependendo do grau e da duração da obstrução, também podem provocar isquemia.

13. Lise-> Quando o sistema fibrinolítico é muito ativo, pode ocorrer dissolução total ou parcial do trombo, inclusive com restabelecimento da integridade vascular. Trombos recentes ainda sem fibrina estabilizada pelo fator XIII são especialmente suscetíveis a lise . A lise de trombos é estimulada por substâncias trombolíticas (p. ex., estreptocinase).

14. Calcificação-> Além de sofrer conjuntivização, o trombo pode calcificar-se, formando um flebólito, que pode ser facilmente reconhecido em uma radiografia .

15. Infecção-> Quando há septicemia ou vasculite infecciosa, os trombos podem ser colonizados por bactérias ou fungos .

16. Embolização -> Como são estruturas friáveis, os trombos podem destacar-se ou fragmentar-se, formando êmbolos. O risco de formação de êmbolos diminui com a organização do trombo.

17. ORGANIZAÇÃO