E-health

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E-health por Mind Map: E-health

1. Consultar o plano de intervenção

2. Conveniência e conforto aos doentes (menos deslocações)

3. Cálculos matemáticos

4. Maneiras mais comuns de utilizar a internet para a saúde

4.1. Procura de informação

4.2. Fundamentação da procura de um médico

4.3. Preparação e acompanhamento das consultas

4.4. Responder às necessidades dos clientes e dos profissionais de saúde

5. Componentes

5.1. Informação de saúde orientada para o cidadão

5.2. Gestão do conhecimento em saúde

5.3. Informação e-Health em rede para investigação médica

5.4. Equipas virtuais de tratamento em saúde

5.5. Medicina baseada na evidência

5.6. Utiliza tecnologias de informação e comunicação para fins de saúde

5.7. Registos Médicos Eletrónicos

5.7.1. Recolher, guardar e partilhar informações entre prestadores de cuidados de saúde de uma organização

5.7.2. Vantagens

5.7.2.1. Melhorar os cuidados prestados e a segurança do doente

5.7.2.2. Avanços tecnológicos

5.7.3. Registos de Saúde Eletrónicos

5.7.3.1. Utilizados por cidadãos e cuidadores para um maior controlo da sua saúde

5.7.4. Registo de Saúde Pessoais

5.7.4.1. Criando e mantido por pessoa pró-ativa no controlo da própria saúde

5.8. Telemedicina

5.8.1. Que materiais utiliza?

5.8.1.1. Palavras (escritas/faladas)

5.8.1.2. Sondas

5.8.1.3. digitalizadores de imagem

5.8.1.4. Versões eletrónicas de instrumentos correntes

5.8.2. Através de

5.8.2.1. Correio eletrónico

5.8.2.2. Telefone fixo

5.8.2.3. GSM

5.8.2.4. Videoconferência

5.8.2.5. Cabo

5.8.2.6. Satélite

5.8.2.7. Entre outros

5.8.3. Definição

5.8.3.1. A telemedicina pode ser definida como a prestação de serviços ligados aos cuidados de saúde, nos casos em que a distância é um factor crítico

5.8.4. Situações onde se utiliza

5.8.4.1. Grupos de doentes e familiares de doentes fisicamente separados.

5.8.4.2. Médicos fisicamente separados entre si

5.8.4.3. Doente fisicamente separado do médico

5.8.5. Teleconsulta

5.8.5.1. Permite a realização de consultas à distancia através de videoconferência, telefone ou sites de conversação

5.8.6. Teleintervenção

5.8.6.1. Permite a realização de intervenções cirúrgicas à distancia

5.8.7. Telemonitorização

5.8.7.1. Permite a monitorização de sinais vitais à distância

5.8.8. Store and Forward (Armazenar e Enviar) Real Time (Em tempo real)

5.8.8.1. Store and forward - permite o armazenamento e o envio de informação à distância

5.8.8.1.1. Apresenta custos mais baixos não necessitando de grandes recursos no que diz respeito ao meio de comunicação e aos dispositivos para a sua difusão

5.8.8.2. Real time - Este tipo de tecnologia permite por exemplo a realização de consultas "cara-a-cara" ou intervenções cirúrgicas remotas.

5.8.8.2.1. Baixa interactividade não permitindo desenvolver processos onde é imperiosa a existência de uma relação presencial

5.8.9. Vantagens:

5.8.9.1. Doentes

5.8.9.1.1. Acesso a Especialistas.

5.8.9.1.2. Suavização do factor isolamento.

5.8.9.1.3. Faculta acesso 24/24 horas pelo doente a informação

5.8.9.1.4. Cuidados médicos, qualquer que seja o local em que se encontre

5.8.9.2. Médicos

5.8.9.2.1. Acesso mais fácil ao diagnóstico de especialistas

5.8.9.2.2. Quebra de isolamento

5.8.9.2.3. Acesso a formação e informação

5.8.9.2.4. Faculta acesso 24/24 horas pelo médico a dados sobre o doente, qualquer que seja o local em que este se encontre

5.8.9.2.5. Maior conveniência

5.8.9.3. Instituições

5.8.9.3.1. Extensão de cobertura de serviços

5.8.9.3.2. Racionalização de investimentos

5.8.9.3.3. Flexibilidade acrescida na gestão dos recursos

5.8.9.3.4. Diminuição das despesas

5.8.9.3.5. Melhor articulação entre níveis de cuidados

5.8.10. Desvantagens

5.8.10.1. Social

5.8.10.1.1. Resistência a mudanças organizacionais e comportamentais relevantes nos serviços de saúde.

5.8.10.1.2. Preconceitos tecnológicos

5.8.10.2. Ético-legal

5.8.10.2.1. Definição de Responsabilidade clínica

5.8.10.2.2. Quanto menor for a informação obtida sobre um doente, tanto maior será a probabilidade de conclusões erradas

5.8.10.2.3. Pode tornar menos humana (e quase só técnica) a relação médico-doente

5.8.10.3. Segurança e confiança

5.8.10.3.1. Garantir ao doente privacidade e confidencialidade

5.8.10.3.2. Garantir identificação genuína dos intervenientes

5.8.10.3.3. Segurança no meio de comunicação (internet)

5.8.10.4. Económicos

5.8.10.4.1. Investimento elevado em tecnologia

5.8.10.4.2. Qualidade do meio de comunicação

5.8.11. Telemedicina e a TO

5.8.11.1. Estudos realizados pela OMS demonstram que a telereabilitação permite obter resultados semelhantes quando comparado com intervenções convencionais

5.8.11.2. Esta demonstra maior eficiência em:

5.8.11.2.1. prescrição de cadeiras de rodas

5.8.11.2.2. avaliação neurológica

5.8.11.2.3. prescrição de equipamentos adaptados

5.8.11.2.4. modificação de casas

5.8.11.2.5. avaliação ergonómica

5.8.11.2.6. serviços de intervenção precoce

5.8.11.2.7. reabilitação de doentes que sofreram AVC, cancro da mama traumatismos cerebrais, Parkinson, ...

6. Vantagens:

6.1. Aumentar a eficácia e produtividade

6.2. Prontidão e exatidão do relato de saúde pública

6.3. Facilita a monitorização e a vigilância do estado de saúde

6.4. Ensino à distância

6.5. Resposta rápida em caso de emergência

6.6. Coordena sistemas distritais de saúde descentralizados

6.7. Melhoria na capacidade de planear, orçamentar e prestas serviços

6.8. Redução de custos

6.9. Inovação

7. Desvantagens

7.1. Aspetos psico-sociais decorrentes da nova relação médico-doente-doença

7.2. Eventualidade de exclusão devido à má gestão

8. Serviços de apoio à decisão

8.1. auxiliam os prestadores de cuidados de saúde na tomada de decisões de diagnóstico e tratamento

8.2. Permitem

8.2.1. Agregação e apresentação de dados

8.2.2. facilitar o acesso e apresentação a dados úteis para a decisão

8.2.3. disponibilizar alertas e sugestões

8.2.4. auxiliar o diagnóstico

8.2.5. apoiar no plano de acção

8.2.6. alertar para eventos e padrões em novos dados clínicos

8.3. mecanismos de inferência limitados ou ausentes

8.4. com capacidade de inferência

8.4.1. classificações de doenças

8.4.2. especialistas

8.5. Tipos de recomendações

8.5.1. Solicitadas pelo utilizador

8.5.2. Disponibilizadas automaticamente

8.5.3. Realizadas automaticamente e produzem acções autonomamente

9. Conceito

9.1. Eletrónico

9.2. Eficiente

9.3. Baseado em evidências

9.4. Incentivo

9.5. Melhoria na qualidade

9.6. Educação

9.7. Permite troca de informações

9.8. Ético

9.9. Equitativo

9.10. Capacitação

10. Interoperabilidade

10.1. Comunicação entre dois ou mais serviços de informação

10.1.1. necessário o uso da mesma linguagem técnica

11. Sistemas de Informação em Portugal

11.1. Objetivos:

11.1.1. Administrativos

11.1.2. Financeiros

11.1.3. Logística

11.1.4. Clínicos

11.2. Estrutura

11.2.1. Stand-alone

11.2.1.1. Apenas num computador

11.2.2. Cliente-servidor

11.2.2.1. Um único servidor

11.2.3. Ambiente Web

11.2.3.1. Vários computadores

11.2.4. Acesso remoto

11.2.4.1. Utiliza remote-desktops

11.3. Hospitais e cuidados de Saúde Primários

11.3.1. SONHO

11.3.1.1. Sistema Integrado de Informação Hospitalar

11.3.1.2. Sistema modelar

11.3.1.2.1. com adaptação às necessidades e capacidades de cada hospital

11.3.1.2.2. Módulo de Identificação

11.3.1.2.3. Módulo de Urgência

11.3.1.2.4. Módulo de Internamento

11.3.1.2.5. Módulo de Consulta Externa

11.3.1.2.6. Módulo de Bloco Operatório

11.3.1.2.7. Módulo de Laboratório

11.3.1.2.8. Módulo de Radiologia

11.3.1.2.9. Módulo de Faturação

11.3.1.2.10. Módulo de Arquivo

11.3.1.2.11. Módulo de Estatística

11.3.1.2.12. Módulo de Hospital de dia

11.3.2. SINUS

11.3.2.1. Sistema de Informação para Cuidados de Saúde

11.3.2.2. Integra módulos específicos para médicos e enfermeiros

11.3.2.2.1. Módulo Integrador

11.3.2.2.2. Módulo de Registo Administrativo de Contacto

11.3.2.2.3. Módulo de Consulta

11.3.2.2.4. Módulo de Vacinação

11.3.2.2.5. Módulo de Urgência

11.3.2.2.6. Módulo do Cartão de Identificação de Utente do SNS

11.3.2.3. Desvantagens

11.3.2.3.1. Obsoleto a nível tecnológico e funcional

11.3.2.3.2. Inexistência de um data-center

11.3.2.3.3. Duplicação de dados

11.3.2.3.4. Dificuldade na implementação de regras

11.3.2.3.5. Não permite a comunicação de informação entre diferentes centros de saúde

11.3.3. SONHO -CSP

11.3.3.1. Cobre necessidades administrativas a nível dos Cuidados de Saúde Primários

11.3.3.1.1. mais moderno, funcional e estruturado

11.3.4. SAM

11.3.4.1. Sistema de Apoio ao Médico

11.3.4.1.1. Informatizar o registo e consulta das atividades diárias das equipas médicas

11.3.4.1.2. Gestão dinâmica do processo clínico do utente

11.3.4.1.3. Funcionalidades

11.3.5. SAPE

11.3.5.1. Sistema de Apoio à Prática de Enfernagem

11.3.5.1.1. Tratamento e organização da informação processada

11.3.5.1.2. Funcionalidades

11.3.6. SClínico

11.3.6.1. Sistema de Informação Evolutivo

11.3.6.1.1. Uniformiza os procedimentos dos registos clínicos

11.3.6.2. Integra SAM e SAPE

11.3.7. SIARS

11.3.7.1. Sistema de Informação da ARS

11.3.7.1.1. Repositório de dados de todas as unidades de saúde

11.3.7.1.2. Ferramenta de exploração e análise de dados

11.3.7.1.3. Fontes de Informação