DERMATOLOGIA HOSPITALAR

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DERMATOLOGIA HOSPITALAR por Mind Map: DERMATOLOGIA HOSPITALAR

1. PÊNFIGO

1.1. FOLIÁCEO

1.1.1. Lesão Elementar :Bolhas fugazes que evoluem para áreas de exulceração em áreas seborreicas

1.1.2. Diagnóstico: histopatológico

1.1.3. Tratamento: corticóide ( cuidado tópico) e dapsona e tetraciclina ( poupadores)

1.2. VULGAR

1.2.1. Lesão Elementar: exulceração mais profundas e rara a vizualização de bolhas

1.2.2. Diagnóstico: histopatológico

1.2.3. Tratamento: semelhante ao Pênfigo Foliáceo - cuidados tópicos e equilíbrio hidroeletrolítico

1.2.4. Diagnóstico Diferencial: pênfigo paraneoplásico

2. PENFIGOIDE

2.1. BOLHOSO E GESTACIONAL

2.1.1. Lesão Elementar: bolhas tensas com prurido ocasional

2.1.2. Diagnóstico: Imunopatológico e histopatológico

2.1.3. Tratamento: Corticoterapia

2.2. CICATRICIAL

2.2.1. Lesão Elementar: leve rendilhado evoluindo para bolhas exulcerações que deixam cicatrizes e sinequias

2.2.2. Diagnóstico: microscopia eletrônica e imunoflorescência

2.2.3. Tratamento: Dapsona (50-200mg/dia) e corticosteroides

2.3. Diagonóstico Diferencial: epidermólise bolhosa adquirida, erupções por drogas, infecções virais

3. DERMATOSE BOLHOSA CRÔNICA BENIGNA DA INFÂNCIA/ POR IgA

3.1. Lesão Elementar: bolha e vesículas tensas em grupos na face, tronco, parte interna das coxas e genitália. Duração de três a cinco anos

3.2. Tratamento: Dapsona 1 a 2mg/kg/dia

4. PIODERMITES E OUTRAS INFECÇÕES BACTERIANAS

4.1. PIODERMITES

4.1.1. Clínica: erisipela ( eritema superficial, dor e uma placa edemtosa), celulite, impetigo

4.1.2. Diagnóstico: clínico

4.2. FASCIITE NECREOSANTE

4.2.1. Infecção destrutiva e rapidamente progressiva do tecido subcutâneo e fáscia superficial

4.2.2. Tipo 1: mais comum em diabéticos, após cirurgias ou doença vascular; anestesia, eritema local e áreas necróticas; Tipo 2: achado estreptococo isolado ou em associação ao estafilococo; Ambos tem dor intensa, com importante toxicidade sistêmica e odor do exsudato

4.3. Diagnóstico Diferencial: eritema nodoso, celulite eosinofílica, erupções por drogas, tromboses venosas e até mesmo estágios pré-vesiculares do herpes-zóster

4.4. Tratamento: Antibióticos

5. ÚLCERAS DE MEMBROS INFERIORES

5.1. Lesões pouco ou moderamente dolorosas, mais importantes no maléolo medial, podendo ser acompanhadas de edema vespertino

5.2. Principais causas: doenças hematológicas, doentes diabéticos

5.3. Diagnóstico diferencial: micoses profundas, leishmaniose, ceratoacantoma, úlcera traumáticas

5.4. Tratamento: Lavagem,debridamento cirúgico, enzimático ou autolítico, hidrocoloides, filme transparente, alginato de cálcio, curativos

6. DERMATITE ATÓPICA

6.1. Lesão Elementar: Prurido

6.2. Diagnóstico: Clínico

6.3. Diagnótico Diferencial: dermatite seborreica, dermatite de contato, líquen simples ,psoríase, eczema mumular, histiocitoses, linfomas, escabiose e doenças metabólicas variadas

6.4. Tratamento: Cuidados pessoais e ambientais

7. DERMATOVIROSES

7.1. HERPES

7.1.1. ZÓSTER

7.1.1.1. Clínica: dor, ardência, prurido seguindo-se de pápulas, vesículas ou placas eritematosas

7.1.2. SIMPLES

7.1.2.1. Clínica: febre leve, dor local e calafrios, seguidos de vesículas e crostas locais

7.1.3. Diagnóstico: Clínico

7.2. Diagnóstico Diferencial: infecções virais por citamegalovirus ou vírus Epstein-Barr

7.3. Tratamento: Aciclovir e seus derivados

8. FARMACODERMIAS

8.1. SÍNDROME DO HOMEM VERMELHO

8.1.1. Reação anafilática ligada à liberação de hitamina

8.1.2. Diagnóstico: clínico

8.1.3. Diagnóstico Diferencial: sinal de Nikolsky, exantemas virais, eritema multiforme por herpe-vírus, queimaduras eritrodermias.

8.1.4. Tratamento: Suspensão da droga causadora

8.2. HANSENÍASE E REAÇÕES HANSÊNICAS

8.2.1. Clínica: mancha de pele com alteração da sensibilidade

8.2.2. Diagnóstico: baciloscopia, histopatologia, teste de histamina e pilocarpina

8.2.3. Tratamento: multibacilares com PQT de 12 a 24 meses. Paubacilar por seis meses

8.2.4. Reação tipo 1: placas eritematosas intumescidas com boa resposta ao uso de corticoterapia; Reação tipo 2: eritema multiforme hansênico; seu tratamento consiste no início da PQT, medidas de suporte e corticoterapia em doentes com formas mais severas;