1 - Introdução

Introdução ao SRE - Site Reliability Engineering

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1 - Introdução por Mind Map: 1 - Introdução

1. Conceitos

1.1. Modelo Atual

1.1.1. O Super SysAdmin

1.1.2. Equipes separadas

1.1.3. Vantagens

1.1.3.1. Fácil de implementar

1.1.3.2. Amplamente utilizado

1.1.3.3. Ferramentas já consolidadas no mercado

1.1.3.4. Facilidade em contratar pessoal

1.1.4. Desvantagens

1.1.4.1. Custos diretos

1.1.4.1.1. O aumento da complexidade ou tráfego do serviço gera um aumento proporcional:

1.1.4.2. Custos Indiretos

1.1.4.2.1. Equipe DEV Vs OPS

1.1.4.2.2. Resultado

1.2. O que é SRE?

1.2.1. Objetivo

1.2.1.1. Encontrar formas para aprimorar o design e a operação dos sistemas para fazê-los mais escaláveis, confiáveis e mais eficientes

1.2.2. É o que acontece quando você pede para um engenheiro de software projetar uma equipe de operações.

1.2.2.1. Engenheiros de Software fazem o papel de administrador do sistema

1.2.2.2. Com habilidades e pré disposição para desenvolver sistemas para automatizar os processos

1.3. SRE X DevOps

1.3.1. DEVOPS

1.3.1.1. Características

1.3.1.1.1. Envolvimento da TI em todas as fases do projeto e desenvolvimento de um sistema

1.3.1.1.2. Alta dependência de automação em comparação a esforços humanos

1.3.1.1.3. Aplicação de técnicas e ferramentas de engenharia nas tarefas de produção

1.3.1.2. Todas estas características são consistentes com o SRE.

1.3.1.3. O DEVOPS é uma generalização, um modelo...

1.3.1.3.1. Para ser aplicado em uma gama mais ampla de organizações, estruturas gerenciais e recursos.

1.3.2. SRE

1.3.2.1. É uma implementação do DEVOPS em um contexto especifico e com objetivos mais específicos

1.3.2.1.1. Serviços grandes e complicados

1.3.2.1.2. Voltado para serviços On Line - Sites

1.3.2.1.3. Objetivando principalmente disponibilidade e confiabilidade dos serviços

1.3.2.1.4. Em uma grande estrutura distribuída

2. Equipe SRE

2.1. A equipe SRE é composta por engenheiros de software que sustentam os produtos e criam sistemas para realizar o trabalho que, de outra forma, seria feito manualmente pelo Sysadmin

2.2. Perfil profissional

2.2.1. 50 a 60% Engenheiros de Software

2.2.1.1. Perfil 100% DEV

2.2.2. 40 a 50% quase engenheiros de Software

2.2.2.1. Perfil 85% DEV

2.2.2.2. 25%

2.2.2.2.1. Unix

2.2.2.2.2. Redes(Camada 1-3)

2.2.3. 100% da equipe tem que ter:

2.2.3.1. Aptidão para desenvolver sistemas complexos

2.2.3.2. Não gostar de tarefas enfadonhas e manuais

2.2.3.3. Focada em engenharia

2.2.3.4. Ter em mente a importância da documentação e da preparação

2.2.3.5. Ter consciência do que pode dar errado juntamente com um forte desejo de evitá-lo

2.2.3.6. Aprimoramento contínuo

2.2.3.6.1. Aprender

2.2.3.6.2. Ensinar

2.3. Carga de Trabalho

2.3.1. 50% OPS

2.3.1.1. O objetivo é deixar o serviço estável e operacional

2.3.1.2. Este tempo tende a diminuir com a automação dos processos

2.3.2. 50% DEV

2.3.2.1. Automatizando processos para garantir que o sistema automaticamente se reparem e se mantenham funcionando, sem interação humana.

2.4. Características

2.4.1. Inovação rápida

2.4.2. Aceitação a mudanças

2.4.3. Custo relativamente baixo

2.4.3.1. A abordagem tradicional exigiria um número maior de pessoas na equipe

2.4.4. Relacionamento com outras equipes

2.5. Desafios

2.5.1. Contratação de profissionais

2.5.2. Falta de informações consolidadas

2.5.2.1. Como montar a equipe?

2.5.2.2. Como administrar a equipe?

2.5.3. Abordagem não Ortodoxa

2.5.3.1. Exige forte apoio da gerência

2.5.3.2. O SRE pode decidir interromper os lançamentos de novas versões em prol da estabilidade do ambiente

2.6. Responsabilidades da equipe

2.6.1. Disponibilidade

2.6.2. Latência

2.6.3. Desempenho

2.6.4. Eficiência

2.6.5. Gerenciamento de Mudanças

2.6.6. Monitoração

2.6.7. Respostas a emergências

2.6.8. Planejamento de capacidade

2.7. It is.......Quiz Time